Se não tivesse lido, não acreditava...!
01-09-2013 12:04
Se não tivesse lido, não acreditava...!
Parece mentira mas é verdade.
A militante do Bloco de Esquerda Adriana Lopera, resolveu querer acabar com os ” piropos“ e vai levar o tema (vejam bem!) a debate no encontro do BE.
Deduz-se que, estes piropos sejam os que partem da boca masculina, pois todos nós sabemos que as mulheres estando em grupo, também o fazem, mais recatadamente é verdade, sobre homens que, considerem um ” PÃO” e no mínimo o, “comia-te todo”… É frequente, seguido de risadinhas atrevidas e excitadas entre todas do grupo…
Mas neste caso concreto, estamos perante uma feminista, o que é natural que a dita militante, se refira aos piropos ditos pelos homens e não pelas mulheres.
Quando li esta noticia, saltou-me à cabeça simplesmente…; Deves ser muito feia rapariga, possivelmente a última a ter oportunidade de escolher cara, no dia em que nasceste!
A foto que ilustra a notícia, não parece que tal seja o motivo, mas como Adriana, entende que é um autêntico «ASSÉDIO SEXUAL» o piropo, paciência…!
Reparem:
Considera, então, os piropos uma forma de assédio sexual...
Sim, assédio sexual consiste tanto em comportamentos e ameaças, como em palavras ou atitudes de carácter sexual. O homem que manda o piropo não se importa nada com a mulher.
Considera que este tema é relevante, no contexto social e político actual?
Certamente, a opressão de género e a luta pela igualdade é sempre relevante em todos os contextos sociais. Nós estamos empenhadas na construção de uma sociedade onde a igualdade de género seja uma realidade.
Mais palavras para quê?
Esta tal esquerdista do BE, de certeza que nunca terá sido obsequiada, com uns piropos como estes só como exemplo:
…EU NÃO SABIA, QUE AS FLORES TAMBÉM ANDAM…
…DIZ-ME COMO TE CHAMAS, PARA PEDIR –TE AO MENINO JESUS…
…ABENÇOADOS PAIS QUE FIZERAM ESTA OBRA PRIMA…
…UI,... TANTAS CURVAS E EU AQUI SEM TRAVÕES…
Enfim, coisas que parecem impossíveis, mas que efectivamente ocupam espaço na nossa imprensa!
Há pessoas muito amargas e amargadas pela vida, e não há nada mais a fazer senão tentar compreender essa amargura. Parece ser este também o caso de Adriana Lopera, feminista encardida do Bloco de Esquerda.
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