Notas de Lazer 8

 

 

Os pais portugueses Têm pela frente uma tarefa difícil. Sai-se de casa demasiado cedo e chega-se demasiado tarde. E o dinheiro está cada vez mais curto...

«O que acontece é que se junta a falta de tempo e de disposição a um sentimento de culpa, que os pais tentam resolver dando tudo aos filhos», diz Gomes Pedro, director de Pediatria do Hospital de Santa Maria. «Os pais não são culpados. Eles querem dar o melhor ao seu filho. Chegam à consulta e sabem tudo sobre varicela, as alergias ou o valor da natação... Mas o que eu quero que eles saibam não é nada disso...»

«O sentido de coerência de uma criança», acrescenta Gomes Pedro, «cresce e desenvolve-se à custa de uma organização feita do equilíbrio entre as relações emocionais, os afectos, a confiança e a empatia consigo próprio e com os seus mais próximos.»

Para isso, desafia os pais: «E que tal se ficassem em casa e, durante meia hora, brincassem juntos, lessem uma história ou conversassem?»

Alguns conselhos

1. Brincar com os filhos, nem que seja só por meia hora por dia, sentado no chão.

2. Não é obrigatório desligar a televisão; basta que seja possível conversar.

3. Ler uma história ou um capítulo todos os dias; ou então ler a meias, à vez, entre pais e filhos.

4. Resistir aos pedidos e às birras e dizer não quando eles pedem demais.

5. Explicar sempre o que está certo ou errado.

6. Mostrar que há limites, regras de comportamento, deveres e direitos; exercer a autoridade e não recear dar uma palmada se os limites forem ultrapassados.

Os especialistas dizem que não há regras para bem educar; basta ter bom senso e seguir a intuição.

 

 

As mudanças tecnológicas são cada vez mais rápidas, o processo de desenvolvimento cada vez mais acelerado, o mundo está em permanente mudança.

Nada disto teria sido possível sem o trabalho de cérebros geniais que se dedicaram a inventar e a descobrir para aumentar o conforto e o bem-estar da humanidade.

Para o cidadão ocidental da segunda metade do século XX, era difícil imaginar a vida sem telefone, fonógrafo, telefonia sem fios, automóvel ou avião, por exemplo; qualquer cidadão do século XXI acha impensável viver sem telefonia no automóvel, videogravador e computador.

Pensa-se muitas vezes que os inventores são loucos, e é comum imaginá-los distraídos, despenteados e lunáticos. Mas poucas vezes se pensa que as grandes invenções que contribuíram para que a humanidade desse um salto em frente resultam de um trabalho de equipa.

Todos os americanos sabem que thomas Edison inventou a lâmpada eléctrica; todos os britânicos sabem que Joseph Swan e mais de duas dezenas de inventores poderiam afirmar ter dado uma ajudinha. Só Edison teve a iniciativa e os conhecimentos para desenvolver sitemas de iluminação completos, e por isso o seu nome ficou para sempre ligado à luz eléctrica.

Foi ele que definiu o génio como “um por cento de inspiração e noventa e nove por cento de transpiração”; a transpiração não foi só dele! Também há quem invente por puro prazer. Kenji Kawakami é inventor louco mais famoso do japão. As múltiplas criações incluem o guarda-chuva para sapatos e um garfo de esparguete emn espiral com ventuinha incorporada.

Nos EUA, as patentes bizarras vão desde o banco de bar motorizado até ao preservativo musical, que quando é tocado, interpreta o “Aleluia” de Händel. Existe mesmo um inventor profissional de partidas

 

 

Qualquer pessoa com mais de 12 anos sabe a verdade: sim, o Pai Natal existe e ... é uma mulher! Quem mais é que tem a capacidade de resistência para comprar prendas para 87 pessoas, a começar logo em Agosto? Ou a habilidade para fazer um presépio de Natal com toda a Sagrada Família a partir de toalhas velhas da praia e de dois cabides de arame? Ou o sentido de humor para acordar às 4 da manhã do Dia de Natal juntamente com as crianças em idade pré-escolar e começar a lutar com um peru de 10 kg?

Por muito que a imprensa dê a entender que todas as pessoas à face da Terra que celebram o Natal atravessam este período com saúde mental e um sorriso intacto, é tudo um mito. O Natal é stressante! Há demasiadas coisas a fazer em tão pouco tempo e muitas coisas são deixadas para demasiado tarde. No próximo ano, juramos nós no fim do Natal, As Coisas Serão Diferentes.

A verdade é que podem começar a ser diferentes já este ano. Aqui fica um guia completo para um Natal livre (está bem, digamos antes reduzido) de stress.

1. Tanto quanto possível, tente comprar tudo numa só loja. Talvez este seja o ano em que todas as pessoas ganhem livros. Ou CD’s. Ou enfeites de Natal giros.

2. Faça compras quando mais ninguém faz. Por exemplo, às 10 da manhã, ou então não faça mesmo compras. Susan Chung, de Toronto, oferece prendas em forma de certificados, que ela própria faz, para as pessoas irem lá a casa almoçar ou jantar. Também podem ser certificados para ir ao cinema e mastigar alguma coisa, um café e uma sobremesa caseira ou uma refeição feita em casa.

3. Faça compras através da Internet, onde pode encontrar praticamente tudo o que existe no centro comercial. Muitos sites oferecem entregas gratuitas para compras superiores a uma certa quantia, e na maior parte das vezes entregam em poucos dias ou mesmo horas.

4. Para poupar idas aos Correios, faça que as prendas que comprou na Internet, ou via catálogo, sejam entregues no emprego, e não em casa.

5. Prepare com antecedência a maior quantidade possível de comida. Pode até congelar puré de batata com três semanas de antecedência (no máximo) — desde que o tenha preparado com manteiga, natas azedas ou queijo-creme. 6. Introduza no seu computador de casa as moradas de todas as pessoas a quem vai enviar cartões (de negócios e pessoais). Para endereçar os cartões, imprima as moradas em etiquetas autocolantes. Este tipo de programas vêm normalmente juntos com a maioria do software de processadores de texto e agendas pessoais.

7. Trate de escrever uma carta modelo para manter actualizadas as pessoas de quem gosta, mas simplifique-a.

8. «Grandes reuniões de família podem ser penosas», diz a Dra. Janet Dowsling, médica de clínica geral e psicoterapeuta de Toronto. Quanto mais pessoas houver, mais possibilidades há de conflito. Se for essa a sua opção, não se deixe envolver em rixas que não são suas. Discussões entre irmãos, pais mal-humorados e familiares desordeiros podem levar a que tenha de tomar partido por um dos lados. Não faça isso. Faça como os seus filhos, pois a maior parte deles adora estes encontros de Natal. Eles não irão dar grande importância ao facto de o pai e de o tio terem tido outra discussão, pois adoram ter todas as pessoas juntas.

9. Por falar em crianças ... dê-lhes mais liberdade. O deitar tarde e as actividades frenéticas também as fazem sofrer. Em vez de perder a paciência com o barulho, os queixumes ou as brigas, sugira-lhes uma actividade sossegada durante uma hora, ou então irem mais cedo para a cama.

10. Não há nada escrito que diga que o Natal tenha de ser sempre celebrado da mesma forma. Novas tradições podem ser criadas tão facilmente como as antigas podem ser quebradas. E muitas vezes são muito mais divertidas. Em vez de fazer uma grande festa para 50 pessoas, faça muitos e pequenos encontros durante a semana do Natal.

11. Coma bem e beba com moderação. Andar a correr a fazer compras e a preocupar-se podem levá-lo/a a saltar refeições. Ao mesmo tempo que o stress pode levar a uma má nutrição, também uma má nutrição pode levar ao stress. Carbo-hidratos complexos, tais como o pão, massa ou arroz, tendem a aumentar os níveis de serotonina, que é um estimulante natural do cérebro. Coma um bocadinho de pão torrado ou uma tigela de fettuccine, mas tenha cuidado com a manteiga, os molhos cremosos e os ponches. Comer demais pode fazer que fique sem energia, e o álcool pode fazer que se sinta em baixo no dia seguinte e com uma sensação de esgotamento.

12. Durma bastante. Muitas noites a deitar tarde, concertos de Natal, maratonas para embrulhar as prendas e cozinhar podem dar cabo seriamente da sua capacidade de lidar com o stress.

«Aprenda a reconhecer os seus próprios sintomas de stress e abrande a velocidade», diz Rob Nolan, director da Unidade de Investigação de Comportamento Cardiológico da Universidade da Rede de Saúde em Toronto. «Se abrandar, arranjando tempo para relaxar e reconstituir as energias, será mais eficaz e conseguirá fazer mais coisas.»

13. Se os seus filhos forem ainda crianças, faça uma troca com um vizinho ou um familiar para fazerem de baby-sitter alternadamente, de forma que cada um possa ter algum tempo sem interrupções para fazer compras, cozinhar ou embrulhar prendas.

14. Na época pré-Natal, gaste o dinheiro que for preciso num serviço de limpeza para que a casa fique a brilhar de fio a pavio.

15. Tentar fazer tudo perfeito pode criar problemas de estômago. Não se horrorize nem fique obcecado com imperfeições banais. Uma árvore torta ou uns biscoitos demasiado cozidos não irão fazer que o Natal fique estragado. Ninguém reparará nisso a não ser você.

16. Coloque a si próprio esta pergunta: o que é que eu quero que os meus filhos mais recordem dos natais da infância? Quero que se lembrem de alegres confraternizações ou de mim a gritar enquanto lavo com uma mangueira o molho de arando que foi parar ao tecto? Repita isto várias vezes se for caso disso.

17. Estabeleça uma data limite fictícia, na qual já terá feito as compras, embrulhado os presentes, feito as decorações e possa sentar-se calmamente em frente à lareira a beberricar uma bebida tradicional de Natal. Que tal o dia 1 de Dezembro? Acha muito cedo? Então, faça pontaria para estar tudo pronto no dia 20 de Dezembro, para que assim possa ter alguns dias livres e entrar sem stress nesta época festiva.

18. Ficar acordado durante a noite a tentar que surja uma prenda inesquecível e plena de significado para todas as pessoas da sua lista? De facto, as prendas úteis de sempre serão igualmente (ou ainda mais) bem-vindas. Nunca ninguém terá demasiados pijamas, roupa interior, gel de banho, álbuns de fotografias ou até mesmo toalhas de chá.

19. Pode evitar, ou suavizar, as preocupações financeiras em relação ao que vai gastar no Natal planeando da mesma forma que planearia (ou deveria planear) o resto das suas economias. Se este ano, e de acordo com o seu orçamento, não tiver dinheiro suficiente à mão, tem duas opções: corte no orçamento de forma a corresponder aos seus recursos, ou então peça dinheiro emprestado. Se tiver de ser esta última opção, planeie com antecedência a forma como irá liquidar esse empréstimo.

20. Em vez de desperdiçar dinheiro em decorações, vá a uma loja de artesanato e compre uma grande quantidade de fita larga, vermelha e verde e faça arcos em todo o lado: maçanetas de portas, corrimões e candelabros.

21. Para muitas pessoas, a pior fase do stress relacionado com as férias não acontece durante o período de Natal, mas sim após, quando toda a excitação acabou; muitas vezes, há uma sensação de desapontamento. Planeie qualquer coisa para fazer nos dias que se seguem ao Natal, como, por exemplo, uma festa informal em patins de gelo.

22. Como alternativa para acabar com o stress, pense em ir ao escritório no período entre o Natal e o Ano Novo. Regressar ao trabalho faz que tudo volte ao normal, e sem telefones a tocar e poucas pessoas à volta é uma altura óptima para fazer as coisas.

23. Se é costume acordar triste no dia a seguir ao Natal, vá até aos saldos e compre qualquer coisa para si ... uma daquelas coisas que sempre quis ter, mas que normalmente não tem dinheiro para comprar.

24. E no dia 2 de Janeiro? Prenda um cartão de Natal usado a cada caixa das decorações de Natal e a todo o material com ele relacionado, de forma a poder identificá-las facilmente no próximo Dezembro.

25. Pergunte a si próprio/a: «Agora que tudo acabou, será que valeu a pena?» E a resposta será : «Claro que sim! Pode crer que sim.»

 

 

Qualquer pessoa com mais de 12 anos sabe a verdade: sim, o Pai Natal existe e ... é uma mulher! Quem mais é que tem a capacidade de resistência para comprar prendas para 87 pessoas, a começar logo em Agosto? Ou a habilidade para fazer um presépio de Natal com toda a Sagrada Família a partir de toalhas velhas da praia e de dois cabides de arame? Ou o sentido de humor para acordar às 4 da manhã do Dia de Natal juntamente com as crianças em idade pré-escolar e começar a lutar com um peru de 10 kg?

Por muito que a imprensa dê a entender que todas as pessoas à face da Terra que celebram o Natal atravessam este período com saúde mental e um sorriso intacto, é tudo um mito. O Natal é stressante! Há demasiadas coisas a fazer em tão pouco tempo e muitas coisas são deixadas para demasiado tarde. No próximo ano, juramos nós no fim do Natal, As Coisas Serão Diferentes.

A verdade é que podem começar a ser diferentes já este ano. Aqui fica um guia completo para um Natal livre (está bem, digamos antes reduzido) de stress.

1. Tanto quanto possível, tente comprar tudo numa só loja. Talvez este seja o ano em que todas as pessoas ganhem livros. Ou CD’s. Ou enfeites de Natal giros.

2. Faça compras quando mais ninguém faz. Por exemplo, às 10 da manhã, ou então não faça mesmo compras. Susan Chung, de Toronto, oferece prendas em forma de certificados, que ela própria faz, para as pessoas irem lá a casa almoçar ou jantar. Também podem ser certificados para ir ao cinema e mastigar alguma coisa, um café e uma sobremesa caseira ou uma refeição feita em casa.

3. Faça compras através da Internet, onde pode encontrar praticamente tudo o que existe no centro comercial. Muitos sites oferecem entregas gratuitas para compras superiores a uma certa quantia, e na maior parte das vezes entregam em poucos dias ou mesmo horas.

4. Para poupar idas aos Correios, faça que as prendas que comprou na Internet, ou via catálogo, sejam entregues no emprego, e não em casa.

5. Prepare com antecedência a maior quantidade possível de comida. Pode até congelar puré de batata com três semanas de antecedência (no máximo) — desde que o tenha preparado com manteiga, natas azedas ou queijo-creme. 6. Introduza no seu computador de casa as moradas de todas as pessoas a quem vai enviar cartões (de negócios e pessoais). Para endereçar os cartões, imprima as moradas em etiquetas autocolantes. Este tipo de programas vêm normalmente juntos com a maioria do software de processadores de texto e agendas pessoais.

7. Trate de escrever uma carta modelo para manter actualizadas as pessoas de quem gosta, mas simplifique-a.

8. «Grandes reuniões de família podem ser penosas», diz a Dra. Janet Dowsling, médica de clínica geral e psicoterapeuta de Toronto. Quanto mais pessoas houver, mais possibilidades há de conflito. Se for essa a sua opção, não se deixe envolver em rixas que não são suas. Discussões entre irmãos, pais mal-humorados e familiares desordeiros podem levar a que tenha de tomar partido por um dos lados. Não faça isso. Faça como os seus filhos, pois a maior parte deles adora estes encontros de Natal. Eles não irão dar grande importância ao facto de o pai e de o tio terem tido outra discussão, pois adoram ter todas as pessoas juntas.

9. Por falar em crianças ... dê-lhes mais liberdade. O deitar tarde e as actividades frenéticas também as fazem sofrer. Em vez de perder a paciência com o barulho, os queixumes ou as brigas, sugira-lhes uma actividade sossegada durante uma hora, ou então irem mais cedo para a cama.

10. Não há nada escrito que diga que o Natal tenha de ser sempre celebrado da mesma forma. Novas tradições podem ser criadas tão facilmente como as antigas podem ser quebradas. E muitas vezes são muito mais divertidas. Em vez de fazer uma grande festa para 50 pessoas, faça muitos e pequenos encontros durante a semana do Natal.

11. Coma bem e beba com moderação. Andar a correr a fazer compras e a preocupar-se podem levá-lo/a a saltar refeições. Ao mesmo tempo que o stress pode levar a uma má nutrição, também uma má nutrição pode levar ao stress. Carbo-hidratos complexos, tais como o pão, massa ou arroz, tendem a aumentar os níveis de serotonina, que é um estimulante natural do cérebro. Coma um bocadinho de pão torrado ou uma tigela de fettuccine, mas tenha cuidado com a manteiga, os molhos cremosos e os ponches. Comer demais pode fazer que fique sem energia, e o álcool pode fazer que se sinta em baixo no dia seguinte e com uma sensação de esgotamento.

12. Durma bastante. Muitas noites a deitar tarde, concertos de Natal, maratonas para embrulhar as prendas e cozinhar podem dar cabo seriamente da sua capacidade de lidar com o stress.

«Aprenda a reconhecer os seus próprios sintomas de stress e abrande a velocidade», diz Rob Nolan, director da Unidade de Investigação de Comportamento Cardiológico da Universidade da Rede de Saúde em Toronto. «Se abrandar, arranjando tempo para relaxar e reconstituir as energias, será mais eficaz e conseguirá fazer mais coisas.»

13. Se os seus filhos forem ainda crianças, faça uma troca com um vizinho ou um familiar para fazerem de baby-sitter alternadamente, de forma que cada um possa ter algum tempo sem interrupções para fazer compras, cozinhar ou embrulhar prendas.

14. Na época pré-Natal, gaste o dinheiro que for preciso num serviço de limpeza para que a casa fique a brilhar de fio a pavio.

15. Tentar fazer tudo perfeito pode criar problemas de estômago. Não se horrorize nem fique obcecado com imperfeições banais. Uma árvore torta ou uns biscoitos demasiado cozidos não irão fazer que o Natal fique estragado. Ninguém reparará nisso a não ser você.

16. Coloque a si próprio esta pergunta: o que é que eu quero que os meus filhos mais recordem dos natais da infância? Quero que se lembrem de alegres confraternizações ou de mim a gritar enquanto lavo com uma mangueira o molho de arando que foi parar ao tecto? Repita isto várias vezes se for caso disso.

17. Estabeleça uma data limite fictícia, na qual já terá feito as compras, embrulhado os presentes, feito as decorações e possa sentar-se calmamente em frente à lareira a beberricar uma bebida tradicional de Natal. Que tal o dia 1 de Dezembro? Acha muito cedo? Então, faça pontaria para estar tudo pronto no dia 20 de Dezembro, para que assim possa ter alguns dias livres e entrar sem stress nesta época festiva.

18. Ficar acordado durante a noite a tentar que surja uma prenda inesquecível e plena de significado para todas as pessoas da sua lista? De facto, as prendas úteis de sempre serão igualmente (ou ainda mais) bem-vindas. Nunca ninguém terá demasiados pijamas, roupa interior, gel de banho, álbuns de fotografias ou até mesmo toalhas de chá.

19. Pode evitar, ou suavizar, as preocupações financeiras em relação ao que vai gastar no Natal planeando da mesma forma que planearia (ou deveria planear) o resto das suas economias. Se este ano, e de acordo com o seu orçamento, não tiver dinheiro suficiente à mão, tem duas opções: corte no orçamento de forma a corresponder aos seus recursos, ou então peça dinheiro emprestado. Se tiver de ser esta última opção, planeie com antecedência a forma como irá liquidar esse empréstimo.

20. Em vez de desperdiçar dinheiro em decorações, vá a uma loja de artesanato e compre uma grande quantidade de fita larga, vermelha e verde e faça arcos em todo o lado: maçanetas de portas, corrimões e candelabros.

21. Para muitas pessoas, a pior fase do stress relacionado com as férias não acontece durante o período de Natal, mas sim após, quando toda a excitação acabou; muitas vezes, há uma sensação de desapontamento. Planeie qualquer coisa para fazer nos dias que se seguem ao Natal, como, por exemplo, uma festa informal em patins de gelo.

22. Como alternativa para acabar com o stress, pense em ir ao escritório no período entre o Natal e o Ano Novo. Regressar ao trabalho faz que tudo volte ao normal, e sem telefones a tocar e poucas pessoas à volta é uma altura óptima para fazer as coisas.

23. Se é costume acordar triste no dia a seguir ao Natal, vá até aos saldos e compre qualquer coisa para si ... uma daquelas coisas que sempre quis ter, mas que normalmente não tem dinheiro para comprar.

24. E no dia 2 de Janeiro? Prenda um cartão de Natal usado a cada caixa das decorações de Natal e a todo o material com ele relacionado, de forma a poder identificá-las facilmente no próximo Dezembro.

25. Pergunte a si próprio/a: «Agora que tudo acabou, será que valeu a pena?» E a resposta será : «Claro que sim! Pode crer que sim.»

 

 

Único a nível nacional, o Museu dos Cordofones Domingos machado merece uma visita. Tudo o que é instrumento de corda está qui representado. Desde as guitarras portuguesas (9 modelos) às violas, banjos, badolins, bandolas, bandolecos ou célebres cavaquinhos de braga. Mesmo para os mais duros de ouvido.

Museu dos Cordofones Domingos Machado. Linhares, Tebosa (Braga). Tel: 253263371

 

 

Lá em cima, sobre as ruas de Manhattan, os grupos de rebitadores trabalhavam segundo um esquema predeterminado. Na construção do Empire State Building, sempre que uma das enormes gruas içava uma viga de aço para ser colocada em posição, um operário — chamado o “aquecedor” — aquecia ao rubro cada rebite, um por um, num forno portátil, retirava-o com uma tenaz e lançava-o ao “apanhador”, precariamente equilibrado num rebordo do edifício em construção. Sempre que o rebite lhe caía na “lata de apanhar”, o “apanhador” segurava-o com uma tenaz, sacudia-lhe a cinza e colocava-o no respectivo furo. Um companheiro fixava-o firmemente com uma pesada barra de aço, enquanto um terceiro o fixava com um martelo de ar comprimido.

Foram gastas 60 000 toneladas de aço para edificar o Empire State Building. As vigas e demais peças metálicas eram preparadas em Pittsburgh e, um dia ou dois depois, cada peça, numerada, era transportada para Manhattan e içada para ser rebitada na sua posição definitiva. Como era escasso o espaço de armazenagem, utilizavam-se complicados mapas e horários para acompanhar o andamento da obra e assegurar que as entregas fossem consentâneas com o ritmo de trabalho da construção.

Os mapas mencionavam cada camioneta esperada na obra, o material que transportava, quem era o seu responsável e para onde devia ir. Cada viga era içada por uma grua até ao respectivo andar e, em seguida, transportada num sistema ferroviário miniatural até ao seu destino. Este esquema metódico funcionou na perfeição e houve alturas que o edifício cresceu mais de um andar num único dia.

Os 102 andares do Empire State for erigidos em tempo recorde. Na verdade foram necessários apenas 12 meses e dias, em vez dos 18 meses previstos, para construir o edifício de 381 m, feito que estabeleceu novos padrões de eficácia na indústria da construção. No entanto, estava-se em no início da Grande Depressão, e a maio parte do espaço ficou por arrendar, o que levou as pessoas a apelidarem-no de “Empty” (“Vazio”) State Building. 24 milhões de dólares — um preço baixo para a época —, mas, nos primeiros anos, uma importante fonte de rendimentos utilizada pelo construtor para pagar os impostos com a venda de bilhetes para os observatórios 86.º e 102.º andares. Do cimo, num dia limpo avista-se até 80 km de distância.

Em Julho de 1945, um bombardeiro da Força Aérea dos EUA, perdeu-se da rota devido ao mau tempo, embateu no 78.º e 79.º andares a 400 km/h. Morreram três homens da tripulação e 11 pessoas no edifício, mas este não sofreu danos permanentes. Os sobreviventes lembram apenas que o edifício balançou umas quantas vezes.

A típica paisagem urbana de Manhattan começou a tomar forma com a utilização do aço nos edifícios. As construções anteriores eram feitas numa diversidade de materiais, desde a pedra ao tijolo e ao ferro fundido. Porém, um edifício em alvenaria com mais de dez andares teria paredes mestras tão espessas na base que mal haveria espaço utilizável no rés-do-chão; e, antes da invenção dos ascensores, a altura dos edifícios estava limitada ao número de degraus que as pessoas se dispunham a subir.

Um dos primeiros arranha-céus de Manhattan, construído em 1901–1903, ficou conhecido como o “Ferro-de-Engomar” por se situar num estreito espaço triangular na junção da Broadway com a Quinta Avenida. Com 20 andares, a sua estrutura de aço rebitado foi revestida de alvenaria ao estilo da Renascença Francesa.

 

 

Os brincos, de ouro, prata ou bijutaria, têm tendência a escurecer e ficar sem brilho devido a factores como a poluição, o suor e o uso frequente. Se forem prateados, uma forma de os manter brilhantes é enrolá-los num pano e colocá-los na máquina de lavar louça. Em alternativa, pode limpá-los com um produto próprio para pratas, mas note que só deve usar estes produtos em objectos de prata, e nunca nos que apenas levaram banho prateado.

Com objectos de ouro, o cuidado é outro: experimente lavá-los suavemente com água morna e sabão azul e branco. Caso os objectos sejam banhados a ouro, o melhor mesmo é dirigir-se a uma boa ourivesaria, onde os renovarão com banho do metal dourado.

 

 

Num gélido fim de tarde, no mês de Novembro do ano de1588, numa taberna de uma aldeia, no coração da região rural de Somerset, em Inglaterra, havia no ambiente uma agitação maior do que a usual. Muita gente especulava acerca dos resultados do confronto entre a frota inglesa e a armada de Filipe II de Espanha. Um cavalheiro que se encontrava entre os presentes, um advogado abastado, leu em voz alta um boletim de notícias que recebera de Londres, pelo correio, nessa manhã. Quando confirmou as boas notícias de que os Ingleses tinham de facto derrotado os Espanhóis, os aldeãos irromperam em gritos de júbilo — os seus receios de uma invasão tinham desaparecido.

Mexericos na catedral

Nos séculos XVI e XVII , só a algumas, poucas, pessoas de posses era dado beneficiar desse serviço noticioso. A troco de um pagamento anual de cerca de 5 libras, os subscritores contratavam correspondentes particulares para os manter informados dos últimos mexericos da cidade, enquanto eles se encontravam nas suas casas de campo. Estes correspondentes recolhiam as informações nos pontos de encontro da cidade: a nave da Catedral de S. Paulo, em Londres, era um dos locais mais frequentados, e foi por esse motivo que, mais tarde, viriam a surgir as tipografias na vizinha Fleet Street. Uma vez coligidas as mais importantes notícias do dia, os correspondentes regressavam aos seus escritórios, onde ditavam os seus relatórios a um grupo de funcionários que os escreviam à mão.

Alguns subscritores chegavam a receber três boletins do mesmo correspondente por semana. Outros tinham de se contentar com circulares esporádicas, muitas vezes de tema religioso, que referiam batalhas ou desastres naturais, como incêndios e inundações, ilustradas com xilogravuras expressivas.

Em Inglaterra, a publicação de notícias era considerada uma interferência nos assuntos de Estado, e não era permitida sem autorização real. Quanto a notícias do estrangeiro, recorria-se aos Corantos, “livros de notícias” vindos da Holanda e previamente traduzidos para inglês. O primeiro desses livros chegou em 1620, mas passado pouco tempo os editores ingleses começaram a produzir as suas próprias versões.

Em 1632, todos os livros de notícias foram proibidos pelo tribunal real que defendia a segurança do Estado, depois de um artigo ter ofendido simultaneamente o embaixador de Espanha e o da Áustria. A proibição durou até 1638, altura em o Parlamento permitiu, pela primeira vez, a publicação de notícias políticas nacionais.

A partir do início do século XVIII começaram a aparecer os jornais diários. O primeiro, The Daily Courant, publicado entre 1702 e 1735, custava 1 pence. As notícias eram impressas em duas colunas, num dos lados de uma só folha. Ao mesmo tempo, apareceram também alguns dos melhores periódicos ingleses. Em 1704, Daniel Defoe, autor de Robinson Crusoe, fundou a Review, uma revista semanal. Defoe e os ensaístas Richard Steele e Joseph Addison, seus contemporâneos, que escreviam para o The Tatler e The Spectator, estabeleceram novos padrões na escrita política e satírica. Multados e proibidos, mas nunca Silenciados.

 

 

Dinamarca: Glaedelig Jul

Estados Unidos da América: Merry Christmas

França: Joeux Noel

Alemanha: Frohe Weihnachten

Grécia: Kala Christougena

Itália: Buon Natale

Japão: Shinnen Omedeto

China: Chuk Sung Tan

Portugal: Feliz Natal

Roménia: Sarbatori Fericite

Espanha: Feliz Navidad

Rússia: Srozhdestvom

Ucrânia: Kristovym

Juguslávia: Cestitamo Bozic

 

 

Os pais preocupados com a possibilidade de as recentes imagens televisivas de actos de terrorismo estarem a afectarem os seus filhos deviam dar-lhes papel e lápis. «As crianças têm muito mais dificuldade em exprimir-se pela linguagem que os adultos», diz a psicóloga infantil Myrielle Cruz. «Desenhar é uma forma mais fácil de comunicar.»

Os desenhos podem servir de ponto de partida para conversas. Se as caras têm o cenho franzido ou eles desenham actos violentos, podem estar a debater-se com sentimentos que precisam de ser discutidos.

Outra abordagem é pedir-lhes que desenham enquanto falam convosco. Num estudo publicado no Journal of Experimental Psychology: Applied, investigadores da Universidade de Otago, na Nova Zelândia, descobriram que as crianças que desenhavam enquanto falavam de uma experiência emocional divulgavam duas vezes mais informação do que aquelas que apenas falavam. «Quando descobrir o que elas sentem, seja sincero e faça-as compreender que estão seguras», diz Myrielle Cruz.

 

 

1. Coloque o cesto vazio sobre um balde para o manter em posição enquanto trabalha.

2. Forre o cesto com plástico negro ou espuma comprados num centro de jardinagem.

3. Comece por baixo, fazendo furos no forro para enfiar as plantas. Segure as raízes das plantas no sítio enquanto enche o cesto com as plantas.

4. Coloque as plantas mais altas no meio da parte superior do cesto. Faça um sulco na terra em volta para ajudar a manter a humidade.

5. Plante trepadeiras à volta da borda do cesto. Vire os caules para baixo e mantenha-os no sítio com ganchos.

6. Regue o cesto com bastante água. Deixe-o estar dentro do balde para a água escorrer antes de o pendurar.

 

 

Tirou medidas exactas a todas as portas? Mediu a altura livre sobre as escadas? Não desperdice tempo nem dinheiro comprando uma cama ou um guarda-fato que não passa nas escadas ou que não consegue entrar no quarto.

Como é a sua família? Tem crianças ou animais de estimação? Escolha o mobiliário mais apropriado à realidade familiar.

Vai mudar de casa em breve? Então, compre mobília que possa levar — as peças feitas por medida terão que ficar na casa.

Para poupar dinheiro e espaço poderá utilizar cadeiras de lona, de fechar, em quartos de adolescentes ou salas de estar até o seu orçamento lhe permitir comprar outras. Quando isso acontecer, passe as cadeiras de lona para o jardim.

As mesas de braseira feitas de madeira de pinho e aglomerado podem ser cobertas com toalhas até ao chão e usadas como mesas de canto ou de refeições até que possa comprar uma mesa melhor.

Em vez de pôr uma mesa grande em frente do sofá, ponha quatro mesinhas do mesmo tamanho, que são mais fáceis de deslocar.

Um sofá-cama no quarto de hóspedes permitir-lhe-á utilizar essa divisão também como escritório. No quarto de um adolescente, pode colocar também um sofá-cama para acolher amigos por uma noite ou comprar um colchão de espuma desdobrável em três secções, que, quando fechado, poderá servir como mais um assento.

Em quartos de criança pequenos, coloque um conjunto que inclui cama sobrelevada, roupeiro, escrivaninha e gavetas sob a cama.

Nas salas comuns (de estar e jantar), uma boa opção será colocar uma mesa de encostar com abas, à volta da qual podem

 

Quando compra mobília, leve ...

Uma lista detalhada com todas as medidas necessárias.

Uma fita métrica de aço.

Um bloco e um lápis para anotar as marcas e outros pormenores.

Amostras de estofos, revestimento para pavimentos, tecidos ou tintas com os quais queira que a mobília condiga.

Uma planta simples com a localização das tomadas eléctricas,

Atenção à qualidade

Mobiliário de madeira

A direcção do veio da madeira é a mesma em todas as portas e gavetas?

A peça de mobiliário está bem nivelada?

As junções são bem firmes e estão bem apertadas?

O acabamento tem um aspecto duradouro, liso e regular? Vê-se cola à volta das junções? (Se assim for, será indício de má qualidade do trabalho.)

Todas as gavetas estão bem ajustadas e abrem e fecham com facilidade?

A madeira ou o contraplacado do fundo, lados e costas das gavetas apresentam uma superfície bem alisada e macia?

Os puxadores e fechaduras dos móveis são de boa qualidade e estão bem fixos?

Atenção: As peças de mobília que se montam em casa estão largamente difundidas e são de baixo preço, mas os folhetos de instruções são frequentemente difíceis de entender; por outro lado, uma peça grande pode ser complicada de montar, obrigando a que se perca muito tempo com ela.

Mobiliário estofado

A peça de mobiliário em questão é confortável?

Está coberta com um tecido bem fechado?

O desenho coincide a toda a volta, as bainhas estão direitas e as saias ou folhos das cadeiras são forrados?

O tecido e o enchimento estão em conformidade com as normas de durabilidade e resistência ao fogo?

 

 

Pneus: Verificar o seu bom estado de conservação e a pressão; não esqueça o sobresselente.

Faróis: Estes, mais os stops e os piscas, devem estar funcionais e limpos. A sujidade pode reduzir a intensidade dos faróis em 40%.

Limpa-pára-brisas: Se as escovas estiverem gastas, mude-as.

Travões, bacteria, amortecedores: Certifique-se de que estão em boas condições.

- Aumente a distância de segurança

- Reduza a velocidade

- Circule em médios

- Evite ultrapassar com nevoeiro; se a visibilidade for muito escassa, circule muito devagar, tomando a berma direita como referência.

Com neve ou com gelo: Coloque as correntes regulamentares nos pneus; não faça travagens nem acelerações bruscas; se sentir o veículo deslizar, reduza mais a velocidade sem usar o travão, levantando o pé do acelerador e corrigindo suavemente a direcção.

Com vento: Corrija a trajectória virando o volante para o lado do vento, redobre a atenção aos outros veículos, sobretudo as motas, que podem mais facilmente desviar-se da trajectória.

- Sintonize as rádios para obter informações sobre o estado do tempo e as condições do tráfego.

 

 

Vasos de plástico

Baratos, leves e duráveis. Quando utilizar este tipo de vasos, faça uma rega mais ligeira, pois eles mantêm a humidade. Contudo, ao sol alguns podem acabar por rachar.

Recipientes de fibra de vidro

Se quiser vasos com o aspecto da pedra, mas sem o seu peso, compre recipientes de fibra de vidro.
Podem ser moldados e pintados de muitas maneiras e são leves, resistentes, duradouros. Mas também são mais caros do que os outros materiais.

Recipientes de pedra ou pó de pedra moldado

As imitações em pedra de urnas e jarras clássicas são bonitas, especialmente em certos ambientes, mas são extremamente pesadas. Utilize-as com cuidado em varandas.

Vasos de terracota

Os vasos de barro cozido são bonitos em praticamente todos os ambientes, mas quebram-se facilmente e são pesados.

 

 

Era uma fria tarde de sábado, em Fevereiro de 1879, na pequena cidade de Utica, Nova Iorque. Sentado por trás das montras de um pequeno armazém, Frank Winfield Woolworth esperava nervosamente pelos clientes.

Tinha exposto a sua mercadoria com todo o cuidado, e milhares de panfletos, anunciando a sua loja, tinham sido distribuídos nessa manhã. Tinha feito a sua aposta, e agora restava-lhe esperar. Pouco depois das 5 horas da tarde, uma mulher bateu à porta: queria uma pá de carvão, anunciada a 5 cêntimos. Entregou o dinheiro a Frank e saiu com a pá. Foi o primeiro cliente de Woolworth.

Tudo ao mesmo preço

A perspectiva de Woolworth sobre o comércio de retalho estava resumida na tabuleta colocada acima da loja de Utica: “Grande Armazém dos 5 Cêntimos”. Porém, além de um armazém onde todos os artigos eram vendidos a 5 cêntimos, ele também queria expor todas as mercadorias — desde ferragens a plantas, de perfumes a roupa interior, cortinas ou vassouras — em prateleiras abertas. Tratava-se de uma abordagem radicalmente diferente do comércio retalhista. Normalmente, as mercadorias encontravam-se em prateleiras por trás dos empregados ou dentro de caixas, sob os balcões. Os clientes tinham de pedir o artigo pretendido, e só depois ficavam a conhecer o preço.

Woolworth tinha ajudado a introduzir balcão de artigos a 5 cêntimos nos pequenos retalhistas de Watertown, em Nova Iorque, onde trabalhava como encarregado e vira a ideia ser aproveitada por lojista rivais. Agora, sentia-se suficientemente ousado para deixar o emprego e comprar crédito um stock para o seu próprio armazém.

Dar aos clientes o que eles querem

O público acolheu bem o novo sistema vendas de Woolworth. Os clientes eram estimulados a procurar à vontade e as vendedoras eram amáveis. Podiam observar os artigos expostos, pegar-lhes, e depois pagar 5 cêntimos por cada artigo escolhido.

Se mudavam de ideias podiam devolver as compras e ser reembolsados.

 

 

Compre sapatos confortáveis e à sua medida, especificamente concebidos para a actividade escolhida. Aqui apresentam-se as características essenciais de um bom sapato para marcha.

Parte superior

Para melhor ventilação e resistência, o melhor material será couro ou couro e malha.

Biqueira

Deve ter espaço suficiente para os dedos se mexerem à vontade e deve protegê-los de pancadas; alguns sapatos têm um reforço na biqueira.

Língua

Deve ser acolchoada e ficar bem presa por baixo dos atacadores.

Protecção do tornozelo

Esta protecção é acolchoada para garantir conforto e segurança; pode ser recortada na parte de trás para não magoar o tendão de Aquiles.

Palmilha interna (não visível)

Esta palmilha maleável, geralmente amovível, contribui para o efeito amortecedor.

Palmilha intermédia (não-visível)

Esta parte do sapato é a principal peça protectora e amortecedora de choques.

Sola

A borracha de alta densidade oferece estabilidade e força de tracção. Verifique a flexibilidade na parte da frente do pé para que este se possa dobrar naturalmente durante a marcha.

Arco

Uma almofada de borracha no interior apoia a arcada plantar. Os sapatos bem ajustados ajudam a evitar a fadiga dos pés.

Contraforte (não-visível)

Peça côncava no interior do sapato que estabiliza o calcanhar, evitando que este se desloque.

 

 

Um estufim consiste numa estrutura (cofre) de madeira, metal (alumínio, por exemplo),cimento ou tijolo, coberta por placas articuladas de vidro, deslizantes ou amovíveis, denominadas caixilhos.

Os estufins, que podem ser ou não aquecidos, possibilitam a quem não tenha uma estufa fazer culturas de estufa em pequena escala. Além disso, os estufins constituem os complementos indispensáveis das estufas.

Um estufim portátil é o tipo mais conveniente, pois pode ser mudado de uma posição soalheira para a sombra, consoante as plantas cultivadas ou a época do ano, e montado numa base baixa de tijolo ou de cimento para se obter uma altura suplementar. Poderá construir uma fila de estufins ao longo de um dos lados de uma estufa de tijolo ou cimento, de tal modo que possam beneficiar do calor desta e fiquem virados a sul.

Se utilizar estufins de tipo portátil, deve colocá-los numa orientação idêntica. Para acomodar plantas envasadas, o solo do estufim pode ser coberto com cascalho ou areão para evitar que os nemátodos entrem nos vasos e a água fique estagnada, além de impedir que as ervas daninhas proliferem.

Os estufins são largamente utilizados para aumentar a resistência de plantas criadas em estufa ou num parapeito de janela antes de serem plantadas no jardim.

O estufim pode também ser usado para obter colheitas precoces de alguns produtos hortícolas, como, por exemplo, alfaces, tomates e pimentos.

As plantas bienais, como a cinerária, a calceolária, a prímula e o cíclame, podem ser semeadas num estufim no fim do Verão e aí conservadas em vasos ao longo do Inverno antes de serem transferidas para as bancadas da estufa no início da Primavera. As estacas de arbustos e plantas vivazes resistentes, ou rústicas, cortadas no Verão podem ser mantidas no estufim ao longo do Inverno, antes de serem plantadas no exterior na Primavera. O fornecimento de calor através de cabos de aquecimento do solo amplia a esfera de acção de um estufim, o que possibilita cultivar legumes para uma colheita ainda mais precoce e alargar a gama de plantas cultivadas a partir de sementes.

Um estufim com cabos de aquecimento do ar pode ainda ser utilizado para abrigar plantas sensíveis durante o Inverno, como no caso das fúcsias e pelargónios, para uma propagação mais eficiente, bem como para cultivar produtos hortícolas fora de época.

Existem à venda kits de aquecimento do solo e do ar para estufins, sendo apenas necessário que um electricista qualificado instale uma fonte eléctrica de alimentação e um termóstato.

Túneis para legumes e flores de corte

Os túneis são coberturas de vidro ou de plástico colocadas sobre linhas de plantas para as proteger da geada e dos ventos frios. Aceleram o crescimento e alargam a época deste tanto no início como no fim, em particular na horta. Os túneis devem ser colocados de maneira a aquecerem o solo cerca de uma semana antes da sementeira ou da plantação.

Outras aplicações de túneis incluem: protecção invernal de alguns legumes, como alfaces e cenouras; produção precoce de morangos, me- loa, pepino, pimento, tomate e outros. Várias plantas cultivadas para flores de corte — por exemplo, anémonas, gerberas e gladíolos — podem desenvolver-se ou ser protegidas por túneis.

Os túneis também podem ser utilizados para obter o enraizamento de estacas e a germinação de sementes.

 

 

Cortar parafusos

Se tiver de cortar parte da rosca de um parafuso para ficar com certo comprimento, aperte a porca para lá do ponto em que quer cortar e corte a rosca com um serrote para metais. A seguir, ao retirar a porca, corrija qualquer deformação na rosca do parafuso.

Porca e parafuso enferrujados

Utilize óleo penetrante. Espere o tempo suficiente para que o óleo penetre bem na rosca. Depois, dê um pequeno aperto na porca antes de a desenroscar. Se esta tentativa falhar, aplique calor com um ferro de soldar ou com a chama de um maçarico. O calor dilatará a porca, eliminando assim a pressão da ferrugem.

Cortar com uma faca

Prenda o trabalho com um grampo para ficar com as mãos livres, ou use a faca de modo que a lâmina se afaste da mão que segura o trabalho. Se esta escorregar, não ferirá a outra mão. Nunca aplique percussão em ladrilhos ou azulejos de cerâmica, pois irá estilhaçá-los.

Grampos

Sempre que possível, prenda firmemente o trabalho a uma bancada por meio de um grampo, ficando assim com ambas as mãos livres para utilizar as ferramentas. Será menos provável que se magoe e manejará melhor.

Cortar metal

Serre uma folha fina de metal apertando-a no meio de placas de contraplacado; depois, corte o conjunto. Utilize o serrote para metais ligeiramente inclinado em relação à superfície a cortar para que os dentes não sejam estragados.

Como serrar

Faça um corte vertical com uma faca no início da linha marcada e outro corte inclinado para o lado que vai ser cortado. Apoie o serrote, faça um movimento para trás e depois serre para a frente.

Serra alternativa de recortes

A lâmina de uma serra deste tipo corta no movimento ascendente. Por isso, a superfície fina de qualquer material a cortar deve ficar sempre para baixo. O mesmo se aplica no caso de uma serra circular.

Abrir um orifício numa placa

Por vezes, como no caso da instalação de um lava-louça numa bancada de cozinha, é necessário abrir um grande orifício no meio de uma placa. Marque primeiro a linha de corte sobre a placa e em seguida abra um orifício com uma broca ou berbequim dentro da área a cortar junto à linha de corte. Esse orifício deve ser de tamanho suficiente para que nele caiba a lâmina de uma serra alternativa de recortes ou de um serrote de ponta. Ao contrário da serra alternativa de recortes, um serrote de ponta manual corta no movimento descendente, devendo por isso colocar-se para cima o lado da placa que irá ficar para esse lado. Serre com movimentos suaves e regulares. Trabalhe a partir do orifício inicial em direcção à linha de corte. Segure por baixo o pedaço cortado quando estiver a acabar o corte para evitar que o peso do pedaço parta a placa, formando uma linha irregular.

 

 

Situada a nordeste de Macedo de cavaleiros, a albufeira da Barragem do Azibo é uma das jóias da paisagem transmontana. Tem a forma aproximada d um V, com um braço esquerdo um pouco maior, desenhando um perímetro muito recortado com cerca de 25 km. Situa-se no interior de um triângulo cuja a base é a EN 216 (Macedo-Mogadouro), sendo o lado Norte constituído pelo troço da IP 2-IP 4, entre Macedo e o nó de Vila Franca, e o lado sul pela antiga linha do Tua e a EN 5-5, entre esta aldeia e Salselas. Existe uma rede de caminhos de terra que, partindo das proximidades do paredão da barragem, permite contornar quase toda a Albufeira no sentido dos ponteiros do relógio. O troço até às proximidades da praia fluvial de Santa Combinha (acesso ao IP 4) tem cerca de 14 Km e poderá em algumas épocas do ano, apresentar bastante lama, pondo problemas qualquer que seja o meio de transporte: jipe, moto, bicicleta ou mesmo a pé.

A paisagem nada tem a ver com a suposta aridez transmontana: por um momento, sentir-nos-emos transportados para a Serra Algarvia, de tal forma o ambiente e a vegetação têm traços mediterrânicos. Esta vasta zona húmida é refúgio para uma série de aves e pequenos mamíferos. Os Serviços do Ambiente construíram dois centros de interpretação, um na aldeia de Santa Combinha e outro na de Salselas. Melhor ainda será percorrer a rede de caminhos pedestres do Parque Natural do Azibo (a 3 km de Santa Combinha), sempre com a água à vista e com a informação acerca da flora e da fauna. Existem também pontos para observação das aves.

A Barragem do Azibo foi construída há cerca de 12 anos com o objectivo de fornecer água a Macedo de Cavaleiros, bem como de possibilitar a rega nos campos envolventes. Tem a curiosidade de ter sido construída em terra, sendo a maior da Península Ibérica no seu género (a sua congénere de Santa Clara, no Baixo Alentejo, construída há 30 anos, é a maior da Europa).

 

 

Uma ferramenta afiada cortará bem, pelo que a sua utilização é mais segura. As ferramentas rombas tendem a escorregar, podendo causar ferimentos graves.

Formões

Um formão para madeira pode ser afiado com um pequeno acessório adaptável a um berbequim eléctrico. O formão é preso num suporte, dando-se-lhe a inclinação correcta em relação à roda de amolar. É muito mais simples de utilizar do que a tradicional pedra de afiar a óleo e guia de amolar.

Brocas

Tanto as brocas para alvenaria como as brocas helicoidais podem ser afiadas com um acessório próprio que se adapta a um berbequim eléctrico. A broca, que se mantém fixa num determinado ângulo, é baixada até entrar em contacto com uma pequena roda de amolar.

 

 

Depende da idade. Do desmame ao quarto mês de idade, o gatihno deve comer, no mínimo quatro vezes por dia. Do quarto ao sexto mês, passa para três. Daí em diante, bastam duas refeições diárias, podendo acrescentar-se uma mais leve no intervalo, composta de leite, iogurte e vitaminas de fruta.

Quando à água, não precisa de estar sempre a encher o bebedouro. Lave-o com frequência e troque a água duas vezez por dia.

 

 

Para as crianças

Ao projectar o seu jardim, deve planear uma zona destinada às crianças, pois, caso contrário, podem causar alguns estragos no jardim ou sofrer algum acidente: bolas, bicicletas e outros objectos são muitas vezes causa de destruição do jardim, de quedas e outros problemas. Pense no conforto das crianças, e, a muito curto prazo, ele transformar-se-á no seu próprio conforto.

As mais pequenas gostam de ficar nas proximidades dos pais. Uma pequena superfície de relva e alguns tufos de flores criam um espaço que elas apreciarão.

Para crianças dos 2 aos 6 anos, a caixa com areia continua a ser o local de brincadeira ideal. Instale-a num recanto com meia-sombra, fácil de vigiar através de uma janela, porta ou terraço. Delimite a caixa com um rebordo largo, que poderá servir de banco, pista de carrinhos, barco ou para sobre ela fazer castelos ou bolinhos de areia.

Outra fonte de grande divertimento no Verão é a piscina de material insuflável e pouco profunda. Coloque a piscina afastada da caixa de areia para evitar ter de a limpar constantemente. Muito em breve, o triciclo, a bicicleta e os patins também serão apreciados pelos seus filhos. Tendo isso em conta, planeie antecipadamente um pequeno circuito para evitar estragar o relvado.

Uma pequena parede pode servir para o treino de ténis, e num recanto, abrigado do vento por uma sebe, pode montar uma mesa de pingue-pongue. Outra actividade apreciada pelas crianças é trepar. Tanto podem trepar a uma como a uma corda suspensa de um ramo forte resistente.

Há crianças que precisam de um local para fazer pequenos trabalhos de reparações e guardar ferramentas, de um local para criar um animal doméstico, e outras, de um local para montar um cesto de basquetebol para treinar.

Os espaços de jogos destinados às crianças devem ser pensados de modo a permitir divertirem-se com toda a segurança.

Para os adultos

Uma zona para cozinhar ao ar livre continua a ser a preferida. Grelhador metálico transportável ou grelha integrada numa construção fixa, cabe-lhe a si escolher. Seja qual for a sua escolha, será necessário prever a arrumação da madeira ou carvão, dos utensílios de cozinha necessários, bem como a proximidade do canteiro das ervas aromáticas. Certifique-se de que o grelhador é colocado de maneira a não lançar fumo sobre a mesa de refeições, nem para a casa dos vizinhos. Nas regiões de clima ameno, quente e seco no Verão, pode planear locais de arrumação e de trabalho fixos. Os amadores de tiro com arco, para praticarem o seu desporto em segurança, têm necessidade de um espaço de pelo menos 15 m, que deverá terminar num talude, o qual receberá as setas que não acertam no alvo, reduzindo assim o risco de acidente. Coloque uma cabana instalada nos ramos de uma árvore, bancos aqui e ali para que os seus amigos tenham um local agradável para se sentarem. Esses bancos tanto podem ser rústicos como sofisticados, de madeira, metal ou betão, e devem ser colocados em locais abrigados do vento e que não fiquem expostos a sol demasiado quente. Nas proximidades, pode plantar espécies perfumadas, como plantas aromáticas, alfazema, cravinas, madressilva ou roseiras. Emoldurado por um pequeno caramanchão florido, o banco é o local privilegiado para as conversas em qualquer idade.

O mobiliário de jardim deve ser colocado na proximidade da casa, no local mais frequentado pelos seus habitantes (terraço, churrasco), e, se possível, sobre uma superfície horizontal que seque rapidamente depois de uma chuva forte. Os móveis utilizados apenas no exterior devem ser resistentes e confortáveis. Outros móveis utilizados tanto no interior como no exterior devem ser fáceis de transportar e arrecadar, como, por exemplo, os de bambu ou de verga.

Nas estações quentes do ano, pode instalar um guarda-sol ou um toldo para proteger do excesso de sol e criar agradáveis zonas de sombra.

 

 

Charles Ellis, o projectista desta ponte, participou na sua construção. Contratado por Joseph Strauss, que já desenhara um ponte para o estreito entre a baía de San Francisco e o oceano Pacífico, Ellis elaborou um projecto, que incluía o mais longo vão central do Mundo — 4,8 km —, mas foi despedido por Strauss.

Fundações numa “banheira”

Em 1933 construíram-se dois molhes que serviriam de fundações aos pilares da ponte. O molhe norte suscitou poucos problemas pois uma plataforma rochosa logo abaixo da superfície das águas proporcionou uma boa firmeza; ao invés, o local do molhe sul ficava 30 m de profundidade, pelo que foi necessário construir sobre a rocha uma estrutura semelhante a uma banheira, com a parte superior emersa. Bombeou-se depois água do seu interior para se obter uma seca onde pudesse ser construído o molhe para o pilar. Os pilares, por sua vez, foram formados por células de aço içadas para respectivas posições por gruas.

 

 

O conjunto arquitectónico do palácio de Queluz é o mais encantador reflexo existente em Portugal da arte francesa ao estilo de Versalhes. Mandado construir por D.Pedro III, marido de D.Maria I, foi inicialmente pensado como residência de Verão da corte.

Iniciados em 1747, os projectos e a construção do corpo central e da capela, sob a direcção de Mateus Vicente de Oliveira, foram interrompidos pelo terramoto de 1755 devido à canalização de verbas para a recuperação de Lisboa. Com a contratação do arquitecto e escultor Jean-Baptiste Robillon e a vinda de artífices franceses, retomaram-se as obras em 1758, alterando-se então o projecto inicial – construíram-se os jardins à francesa, ampliou-se o paço, remodelou-se a Sala do Trono, ornamentaram-se as fachadas e iniciou-se a decoração dos interiores, com destaque para os trabalhos em talha.

Constituísdo por vários corpos ligados entre si, mereceram maior destaque a fachada de cerimónia, com as suas balaustradas, estátuas, capitéis ricamente esculpidos e frontão heráldico, voltada para o jardim de Neptuno, e a Escada dos Leões, escadaria e colunata da fachada lateral, que desce do terraço da sala das talhas, ou dos Embaixadores, até ao parque. Durante as Invasões Francesas, o palácio foi habitado por Junot, que na retirada destrui ou saqueou o seu recheio. O edifício fronteiro ao palácio, a Torre dos Sinos, ou do Relógio, foi construído após o regresso de D.João VI e de D.Carlota Joaquina do Brasil.

 

 

Bastante na moda está o uso de capas, a condizer com a decoração da casa, fáceis de tirar e limpar. Estas podem ser de tipo colcha ou terem a forma do sofá e vendem-se por preços a partir dos 50 euros. A impermeabilização protege os tecidos e evita que a nódoa se entranhe nos têxteis, mantendo o sofá sempre limpo. O custo para um sofá de dois lugares anda à volta dos 60 euros, o mesmo preço que pagará a uma empresa para lhe fazer a limpeza, sendo que a impermeabilização é uma solução mais duradoura.

 

 

Galeria rotativa: Enquadre as pinturas em molduras de plástico ou pendure-as numa corda da roupa estendida ao longo de uma parede e vá substituindo as velhas produções artísticas pelas novas.

Empréstimo de esculturas: O seu pequeno Rodin gosta de trabalhar barro ou plasticina? «Construímos uma prateleira e pedimos aos nossos netos que trouxessem esculturas», diz Muriel Freid, de Nova Iorque. Quando chega uma nova, uma das mais antigas retorna à procedência.

Arte no dia-a-dia: Pode mandar estampar as suas pinturas favoritas em paninhos de mesa, postais ou t-shirts, por exemplo. Se não conhece nenhuma loja perto de si, procure nas páginas amarelas, em «Estamparias» ou «Cromos e estampas».

 

 

Plástico/Metal

 

Depositar: Latas, aerosóis, garrafas, frascos, caixas de plástico, sacos de plástico, esferovite.

Não depositar: Embalagens com gordura e produtos tóxicos, talheres, electrodomésticos, pilhas.

 

Papel/Cartão

 

Depositar: Jornais, revistas, caixas de cartão, papel de embalagem.

Não depositar: Embalagens de produtos orgânicos ou gorduras, guardanapos, lenços, toalhetes, fraldas, pacotes de batata frita ou aperitivos.

 

Vidro

 

Depositar: Garrafas, frascos e boiões de vidro.

Não depositar: Tampas, rolhas, cerâmicas, chávenas, pratos, copos, espelhos, cristal, pirex, lâmpadas.

 

 

O nosso signo solar é o signo do zodíaco por onde passa o poderoso sol no momento do nosso nascimento. Na astrologia, o signo solar representa o nosso lado mais natural. A lua, na astrologia, é o contraponto feminino do sol. Representa as nossas reações emocionais e os nossos elos com o passado.

Carneiro (21 de Março a 20 de Abril): Corajoso, apaixonado, entusiástico e afirmativo, o nativo de Carneiro sente-se impelido a correr para as coisas da vida. Este signo de fogo está associado à Primavera – uma época de crescimento renovado e de energia.

Touro (21 de Abril a 21 de Maio): Os nativos deste signo são práticos e dignos de confiança, embora com um lado teimoso. Os sensuais Touros adoram a beleza e alguns têm belas vozes.

Gémeos (22 de Maio a 21 de Junho): Versátil e perspicaz, o nativo de Gémeos pode também ser volúvel. Os Gémeos são comunicativos e precisam de saber o que se passa à sua volta.

Caranguejo (22 de Junho a 22 de Julho): Os nativos de Caranguejo são sensíveis e caseiros; refugiam-se na sua concha quando algo os perturba. Este signo de água está associado à família e muitos caranguejos têm laços familiares muito firmes.

Leão (23 de Julho a 23 de Agosto): O Leão típico gosta de ser o centro das atenções e pode ter uma personalidade poderosa com um toque dramático. Caloroso e leal, o nativo de leão tem uma natureza generosa e amistosa.

Virgem (24 de Agosto a 23 de Setembro): Cauteloso, prático e muito reservado, o nativo de Virgem dá imensa importância ao pormenor e gosta de estar bem preparado. É costume interessar-se muito pela sua saúde e pelo regime alimentar.

Balança (24 de Setembro a 23 de Outubro): O símbulo da balança indica que a justiça e a equidade são importantes para os nativos dsete signo. Encantador e diplomático, o nativo de Balança precisa de harmonia e a discórdia perturba-o.

Escorpião (24 de Outubro a 22 de Novembro): Intenso e apaixonado, adorando mistérios e segredos o Escorpião é leal e reservado. Não é famoso pela sua moderação: reage energeticamente sobretudo quando ameaçado.

Sagitário (23 de Novembro a 21 de Dezembro): Entusiástico, directo e amante da aventura, o Sagitário adora aprender. Com um grande desejo de liberdade, os nativos deste signo podem ficar inquietos perante a rotina. Muitos deles adoram viajar.

Capicrónio (22 de Dezembro a 20 de Janeiro): Cautelosos e disciplinados, os nativos deste signo são grandes trabalhadores e têm uma grande necessidade de êxito na vida. Preferem o que está experimentado e testado e são capazes de resistir à mudança.

Aquário (21 de Janeiro a 19 de Fevereiro): Independente e com tendências reformistas, o Aquário é um individualista que raramente subscreve os pontos de vista convencionais. Campeão das novas causas, as suas opiniões podem parecer dogmáticas aos olhos dos outros.

Peixes (20 de Fevereiro a 20 de Março): O peixe típico é imaginativo e intuitivo e tem uma natureza muito compassiva. O simbolismo dos peixes reflecte o lado volúvel e instável deste signo.

 

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O Luís e a Inês, de Fanhais, Nazaré, decidiram que a sua lua-de-mel seria em Punta Cana. Reservaram a viagem, fizeram as malas e apresentaram-se no aeroporto à hora certa. Aí foram informados de que não tinham lugar no avião para voo directo. Em alternativa, propuseram-lhes uma escala em Paris. «Que remédio», disseram, e lá foram para Paris. Segunda arrelia: o hotelzinho que lhes destinaram estava anos-luz do 5 estrelas que os esperava na República Dominicana. Apaixonados e decididos a que nada lhes estragasse a lua-de-mel, lá chegaram ao destino e aproveitaram ao máximo as Caraíbas. Se lhe acontecer algo semelhante saiba o que fazer.

 

Informe-se:

Em caso de overbooking, a companhia aérea, além de reencaminhá-lo o mais rápido possível, deve indeminizá-lo em €150 ou €300, consoante a distância da viagem, fornecer bebidas, refeições e uma chamada telefónica ou fax.

Reclame de imediato junto da agência transportadora:

Se a sua bagagem se perder e demorarem mais de 24 horas a entregar-lha, tem direito a um kit de higiene e dinheiro para as primeiras necessidades (roupa, por exemplo).

Se a mala for danificada, a companhia deve reembolsá-lo ou substituí-la por outra igual.

Guarde toda a documentação necessária para fundamentar a sua reclamação.

Não podendo chegar a acordo, pode pedir intervenção do provedor dos Clientes de Agências de Viagens. (e-mail: provedor@apavtnet.pt; telefone: 213 553 010)

 

 

A aldeia já não se apresenta tão «arrumadinha» como nos tempos de Salazar, quando uma das beneficiárias do Programa das Aldeias Melhoradas. Em contrapartida, o Museu das Curiosidades mantém-se tal qual. É mais bricabraque que um espaço museológico moderno, mas não deixa de ser interessante pela colecão que alberga e que inclui desde carros antigos a máquinas agrícolas, rádios, material de cinema, etc. Aqui se podem (re)encontrar objectos que há muito desapareceram do nosso quotidiano, mas que fizeram a hsitória do século.

Este museu perpetua também a memória de Clemente Menéres, empresário agrícula que a partir do princípio do século XX tentou modernizar a agricultura transmontana, com particular destaque para a olivicultura. Quando aqui veio pela primeira vez, Romeu era um lugar perdido aonde só se chegava a cavalo e nem uma hospedaria tinha. O restaurante que aqui hoje funciona e ganhou merecida fama deve o nome – Maria Rita – à única habitante da aldeia que se dispôs a dar de comer a Clemente Menéres por ocasião da sua visita inicial.

Não muito longe, passa o troço desactivado da linha do tua (Mirandela-Bragança), outra memória do esforço de modernização de Trás-os-Montes. Apenas o troço Mirandela-Foz Tua se matém em actividade e, sendo considerado um dos mais belos ramais de montanha do Mundo, dificilmente haverá argumentos para fechar também. Mas isso poderá acontecer se a pressão da opinião pública abrandar.

Uma palavra ainda para a origem do nome da Aldeia. Ao que se sabe, na época medieval terá aqui existido uma casa da Ordem do Hospital (de São João de Jerusalém), mais tarde conhecida como Ordem de Malta.

 

 

Evite fins-de-semana, feriados, Carnaval. Há muito mais gente e os preços doem mais. Leve calçado e vestuário adequados (o vestuário deve ser leve, resistente, impermiável e com isolamento térmico), óculos de sol e protector solar. Se não tiver equipamento, compre um pacote que o inclua. Antes de partir, passe pelo médico.

Serra da Estrela:

É portuguesa e fica mais próxima. A desvantagem é que nem sempre há neve em condições e os preços tendem a ser mais elevados que em Espanha ou Andorra.

Aulas de esqui: entre €17,5 individual e €25 (4 pessoas)/dia.

Equipamento completo (esquis ou snowboards), nórdicos, bâtons, botas): €25/dia

Alugar trenó: €10 hora

Alojamento: Estalagem Varanda dos Carqueijais (Covilhã), 275 319 120. Hotel Serra da Estrela (Penhas da Saúde), 275 310 300. Preços entre €75 e €100/noite para um duplo.

Parque Natural da Serra da Estrela: 275 980 060

 

Serra Nevada:

Fica a 30 km de Granada e a 700 Km de Lisboa. 52 pistas (4 verdes, 21 azuis, 23 vermelhas, 4 pretas). Um pacote para 6 dias/5 noites, incluindo alojamento, passe para os meios mecânicos de acesso às pistas e equipamento (esquis, botas e bâtons) varia entre os €210 e os €446 por pessoa.

 

Pirenéus: (espanha/Andorra/França):

A 900 Km do Porto e 1150 Km de Lisboa. Preços semelhantes aos da Serra Nevada. Um pacote para 6 dias/5noites em Soldeu El Tarter pode conseguir-se por €265 p.p.; um pacote semelhante em Val d’Ordino, incluindo aulas de esqui, €280 p.p.

 

Alguns sites úteis:

www.turistrela.pt;

www.snowboard.web.pt;

www.viagens.publico.pt;

www.rotasedestinos.pt

 

 

É tudo meu, pensam os miúdos até aos 6 anos. Não entendem o significado de «roubar», mas sabem fazê-lo. Levam brinquedos dos outros para casa e custa-lhes muito devolvê-los. Não se preocupe demasiado, pelo menos até ele atingir os 8 anos de idade.

Até cerca dos 6 anos de idade, a criança considera que tudo o que está à sua volta (num espaço normalmente circunscrito à sua casa) lhe pertence.

«O furto de pequenos objectos na idade pré-escolar não tem qualquer significado patológico. Não existe intenção de prejudicar os outros», diz a psicóloga clínica Teresa Paula Marques. Com a entrada no pré escolar, começa a aprender os limites entre o que é dela e o que é dos outros.

O miúdo mais crescido, que entende a noção de furto, pode ser levado pelo embaraço a mentir, sobretudo se tiver que devolver o objecto roubado com um pedido de desculpas.

Perante estas situações Teresa Paula Marques aconselha.

- não assuma uma atitude de indiferença nem de punição severa;

- ajude a criança a perceber o que a levou a roubar;

- pergunte-lhe como pensa resolver o assunto (nunca aceitando que fique com o objecto furtado);

- proponha acompanhá-lo na restituição do objecto.

 

 

Para renovar a impermeabilidade do seu guardoa chuva, abra-o, pulverize a parte interior com laca de cabelo e deixe secar com ele aberto. Repita a operação daí a alguns dias.

 

 

Para organizar bem os seus livros, comece por escolher estantes boas, de preferência de madeira maciça e desmontáveis. Evite estantes muito altas e muito largas. Dificultam o acesso às prateleiras superiores ou levam a que as prateleiras fiquem abauladas. Não as instale em locais húmidos, que danificam os livros. Para evitar que se acumule pó no espaço não utilizado, opte por uma profundidade de cerca de 25cm (são raros os livros cuja base seja maior).

Agora como organizar os livros? Para que as suas estantes não se desequilibrem, os livros mais pesados devem ser arrumados em baixo. Os que mais usa, como dicionários, guias ou quaisquer livros de consulta, devem estar à mão. O melhor é começar por dividi-los por temas gerais: história, literatura, ensaio, viagens… Dentro de cada divisão, separe-os por subtemas. Por exemplo: história antiga, medieval; literatura nacional, estrangeira. Ordene-os por ordem alfabética, começando pelo apelido do autor ou pelo tema: Alemanha, Bélgica, Brasil… Arrume as revistas dentro de arquivadores abertos, de forma a poder ver as lombadas. Quanto aos mapas, os anarquistas de qualquer biblioteca, a melhor solução a que cheguei foi arrumá-los em caixas de vinho de madeira sólida. Não desarrumam o resto e é fácil retirá-los para consulta.

 

 

Há lojas especializadas onde poderá avaliá-los correctamente e, provavelmente, fazer melhor negócio. Os preços variam muito, e não porque queiram enganá-lo. Os critérios essenciais para definir o valor de um LP são a raridade, o estado de conservação e, claro a procura. «Uma primeira edição do álbum David Bowie, de David Bowie, vale €300, mas já as reedições do mesmo álbum trocam de mãos por €10», diz João Veríssimo, da Jukebox, ao Jardim do Tabaco, em Lisboa. Os discos portugueses também podem atingir valores interessantes. «O LP 10 000 anos-luz entre Vénus e Marte, de José Cid, classificado em 40º lugar entre os discos de rock progressivo a nível mundial, vende-se por uns €100», diz João Veríssimo.

A internet é outro sítio a tentar. Nos leilões.ocasião.pt, da miau.pt, encontrámos muitos discos à venda por €2,5 ou €5, mas o Fado Português, da Amália, estava em licitação com um preço-base de €125. Para encontrar as lojas especializadas mais perto de si vá às Páginas Amarelas e procure em «Discotecas (lojas)» ou «Discos de música-venda».

 

 

Desligue o telemóvel: Enquanto esperava, um candidato telefonou à mãe para contar-lhe que fora ao dentista tratar das gengivas, diz Anne Maxfield, presidente de uma empresa de recrutamento da Mahattan. Quando o atenderam, disse: «Só dois minutos e já falo consigo.»

Reveja as cartas: Uma candidata a um lugar numa revista de vinhos escreveu cartas de agradecimento após a entrevista, mas o seu descuido foi-lhe fatal. «Numa das cartas escreveu o nome da pessoa correctamente», diz a editora-chefe Dana Cowin. «A outra dizia: ‘Caro blá, blá, blá’».

Faça o seu trabalho de casa: Para quebrar o gelo na Publishers Clearinghouse, Fred Neurohr perguntou: «McMahon aparece muito por cá?» Ninguém lhe deu resposta, e ele insistiu. Finalmente, o entrevistador deu-lhe a notícia: «Esse senhor trabalha para a concorrência.»

Cuidado com a berguilha: Linda Gilleran, hoje consultora da Hewlett-Packard, conta que saiu de uma entrevista a pensar que causara boa impressão. Já na rua, diz ela, «olhei e vi que tinha a berguilha aberta, deixando a minha roupa interior de seda à mostra». Não conseguiu esse emprego.

 

 

- Pratique no carro, em frente ao espelho, ou no duche. Não sabe como começar? Envie palavras de abertura por correio voz... para si próprio. Preocupa-o que o auditório não reaja? Pratique no cimitêrio depois fuja!

- Para tirar a pressão de cima de si, dirija-se aos ouvintes. Diga-lhes o que têm a ganhar («O objectivo desta conversa é ajudar-vos a...»). Estabeleça contacto visual e lance uma ou duas perguntas para mantê-los atentos.

- Se alguém lhe perguntar algo, avance na sua direcção, o que aparenta força, em vez de recuar, que o faz parecer intimidado, ou de andar às voltas, o que é bizarro.

- Prepare uma saída – não da sala, mas para as hesitações. Para concluir, recapitule os pontos mais importantes, agradeça ao auditório e acabe.

 

 

Se os filhos de Adão pecaram, os da Covilhã sempre cardaram, diz o ditado. Hoje o Museu dos Lanifícios honram essa memória. Situado nas instalações da antiga Real Fábrica de Panos, recebeu em 2002 a distinção, pela a associação Portuguesa de Museus, de Melhor Museu do Ano.

O antigo edifício da fábrica de panos foi fundado na Covilhã pelo marquês de Pombal na década de 60 do século XVIII. Em 1885, seria cedido ao Exército, e já no século XX seria reabilitado. Abriu portas em 1996, preservando as antigas estruturas da fábrica, mas também a história local, um tempo em que por toda a Covilhã e arredores rangia a madeira dos teares de lã das ovelhas que desciam a serra era tintada, cardada, fiada entre aquelas paredes.

Destaque-se a Sala de Tinturaria das Dornas, onde a lã era tingida com pastel e anil (indigo), a de Tinturaria das Lãs em Meada ou a Tinturaria dos Panos de Lã. O museu integra ainda o núcleo das Râmolas de Sol, localizado ao ar livre, junto à ribeira da Carpinteira (local do Sineiro), na Covilhã. As râmolas de sol eram equipamentos formados por barras com pregos e destinados à secagem e estiragem dos panos, que saíam molhados dos lavadouros ou dos tintes.

 

 

1. Disponha as pessoas por ordem de altura, alguns sentados, outros de pé, para obter uma foto mais dinâmica.

2. Pergunte se todos vêem a objectiva. Se alguém não consegue vê-la, a sua cara está provavelmente tapada.

3. Deixe um espaço de uma cabeça entre os fotografos mais altos e o limite do enquadramento.

4. Para eviatar os olhos vermelhos, acenda as luzes ou, melhor ainda, fotografe com luz natural. Para uma melhor focagem, evite que entre as filas de trás e da frente haja mais que 1,5m.

5. Atenção ao cenário: fuja de paredes e espelhos que possam criar sombras ou reflexos.

6. Clique, clique, clique. Os fotografados descontraem-se mais sem a pressão dp «olh’ó passarinho»; e entre meia dúzia de fotos há mais hipóteses de pelo menos uma ficar boa.

 

 

«Os amigos online são na realidade, completamente estranhos», adverte a Polícia Judiciária, preocupada com a utilização da Net por redes de pedófilia. «Depois do encontro virtual segue-se o encontro físico (por exemplo, o recente assassinato das duas jovens em Inglaterra foi precedido de conversação em chat.» Por isso, aconselha: Peça que os seus filhos lhe comuniquem qualquer mensagem de cariz insinuante, obscena, agressiva ou que sugira fins menos lícitos. Estabeleça limites horários; o uso excessivo da Internet no período da noite é indício e potenciador de problemas. Garanta que os menores não divulguem online informação pessoal que os possa pôr em risco.

 

 

Faça já uma visita ao ciberduvidas.sapo.pt

Se passa a vida a tropeçar nas vírgulas ou hesita – e não «exita» - em chamar pateta ou patético ao vizinho, uma visita ao ciberduvidas.sapo.pt poderá ajudá-lo. Da responsabilidade de José Manuel Costa e José Manuel Matias, da Sociedade da Língua Portuguesa, conta com a colaboração de escritores e ensaístas como Eduardo Lourenço, José Eduardo Agualusa ou os Brasileiros António Cândido e João Ubaldo Ribeiro. Além de dar respostas às suas perguntas, dispõe de um glossário, de espaço para a controvérsia, notícias lusófonas e uma montra de livros. Foi lá também que ficámos a saber que Albufeira decidiu imitar o Rio de Janeiro e aplicar coimas aos responsáveis por erros de português na publicidade ou nas ementas dos restaurantes (que nesta cidade algarvia aparecem muitas vezes apenas em inglês). Esperemos que doam pelo menos tanto como as reguadas de antigamente.

 

 

A conclusão é de estudo da OCDE baseado nos resultados do último PISA (Programme for International Student Assessment), que envolveu 256 000 estudantes de 32 países.

«Os alunos de 15 anos cujos pais desempenham profissões pouco qualificadas mas que são leitores regulares obtêm uma melhor classificação média na literacia em leitura do que os jovens filhos de pais com um estatuto profissional elevado e que não têm o hábito de ler», escreve-se no relatório.

 

 

Neste passeio de automóvel, propomos visitar parte do Parque Natural do Alvão, um tesouro natural de valiosos recursos paisagísticos. Nesta área, encontram-se ainda pequenas aldeias dispersas, exemplos únicos de resistência às conturbações e transformações dos nossos dias. O tempo aqui passou ao lado.

Não resistindo ao apelo da Natureza e ao desafio da montanha, rumemos à aldeia medieval de Lamas de Olo. Deixemos Vila Real para trás e tomemos a estrada que nos leva para Lordelo, antiga povoação com foral de 1519 e que herdou o nome de uma quinta homónima existente. Hoje, Lordelo acolhe em si alguns bairros sociais e o Hospital Distrital, equipamentos que em muito contribuíram para o crescimento populacional de Vila Real, transformando-se aquela freguesia no dormitório desta cidade.

Iniciamos a subida da serra do Alvão, e apenas 4 km volvidos do início da nossa viagem encontraremos uma simpática vila de nome Agarez, conhecida pelos seus trabalhos artesanais em linho. Poderemos ainda visitar o que resta de uma fortificação que se pensa ter pertencido aos Romanos. Por esta altura, já teremos certamente reparado que viajamos por uma estrada que nos permite admirar “de fora” a cidade de Vila Real e o seu termo, lá em baixo, do lado esquerdo.

Retomemos o nosso percurso. A paisagem começa a surgir-nos como que polvilhada de penedos das mais variadas formas e dimensões, tornando-a cada vez mais agressiva e estéril. Um pouco mais adiante, surge-nos a indicação de que penetrámos nos domínios do Parque Natural da Serra do Alvão. Aqui, tomemos a estrada da esquerda, que nos levará a Galegos da Serra.

Encontraremos seguidamente um lindíssimo curso de água que, no seu percurso pelo acidentado terreno, nos presenteia com umas pequenas quedas-d’água. Um lugar ideal para uma paragem nas suas margens verdejantes. A altura apropriada para um retemperar das forças e para alguns momentos de meditação num cenário em que são quase imperceptíveis as marcas da presença do homem.

Cerca de 10 km depois do início desta jornada, chegaremos a Galegos da Serra. Aqui, poderemos apreciar como o xisto tem uma presença marcante na aldeia, à semelhança do que acontece em muitas aldeias da região, através da sua utilização na cobertura das casas ou como elemento separador das propriedades agrícolas. Voltemos atrás, até junto da placa que nos indicou o limite do Parque Natural da Serra do Alvão. Tomaremos então a outra alternativa. Os amantes do todo-o-terreno adorarão este pequeno grande desafio, os outros... também! É que este caminho, na altura do ano em que caem fortes chuvadas, poderá apresentar-se intransitável. As referências são poucas ou quase nenhumas. A envolvência da paisagem, contudo, aconchega-nos.

Depois de algum baloiçar do carro, retomaremos a estrada alcatroada. Voltemos à esquerda com destino a Lamas de Olo. Avistará um pouco adiante uma aldeia encastrada na serra, de seu nome Arnal. Aqui e à aldeia de Galegos, duas povoações situadas a uma cota elevada, aproximam-se alcateias de lobos no intuito de atacar os rebanhos dos pastores. Num extenso planalto, encontraremos uma lagoa onde, mais uma vez, a presença da água refresca a paisagem e lhe dá vida. Continuemos a nossa viagem. E eis que, alguns quilómetros mais à frente, somos brindados com o cenário da lindíssima aldeia medieval de Lamas de Olo. Vale bem a pena fazer uma breve paragem, mesmo sem sair do carro, para ter uma perspectiva desta povoação no seu conjunto, para reter a imagem da aldeia que se vislumbra ao longe, acolhida pela montanha que toca o céu. Não percamos mais tempo. Sigamos, pois, para Lamas de Olo para visitar uma aldeia por onde o tempo não passou.

 

 

Relacionados

- As janelas de ventilação da cave devem ficar viradas a norte, proteja-as com uma rede de malha fina.

- O chão poderá ser de terra, pedra cerâmica, aglomerado ou tijoleira. Deve molhá-lo se a humidade do ar for baixa; se, pelo contrário, a cave for muito húmida precisará de um desumidificador.

- A cave deve ser escura e a sua temperatura rondar os 12 a 14º, sem grandes variedades térmicas.

- Os brancos guardam-se mais perto do chão, os tintos por cima. Evite as caixas de cartão: se a humidade as amolecer, poderão causar desastre.

- Aguardentes, conhaques, whiskies, vinhos do Porto e da Madeira guardam-se ao alto para preservar a rolha. Os espumantes dormem deitados, mas não devem guardar-se muito tempo, pois perdem o gás.

- Não compre mais do que é capaz de consumir. A maioria dos vinhos não aguenta muitos anos de cave. Daqueles que acha que melhoram com a idade vá abrindo uma garrafa por ano para acompanhar a sua evolução.

- Mantenha registo com as datas de entrada.

 

 

A pesca é acessível a todos: não requer preparação fisíca especial e o equipamento fica barato (a partir de €30 já se arranja uma cana de 4,5m, e um carreto decente custa entre €30 e €50). Poderia ser receitada como terapia: acalma, bronzeia, favorece as amizades e até permite poupar nas contas da praça, que o quilo do robalo anda pela hora da morte!

Desde logo convém escolher se fica pela praia ou vai para as rochas. A pesca na praia é geralmente mais rentável à noite, quando os peixes, como o robalo e o linguado, se aproximam da costa. Convém ter uma cana forte que resista à força da rebentação e longa com cerca de 4,5-5m, para lançar o mais longe possível. A chumbada, em forma piramidal, deve pesar entre 120 e 150g, podendo aumentar de peso se a rebentação for muito forte.

Já nas rochas, pode escolher entre a pesca de fundo, para mar bravo, ou à bóia, se estiver manso. Para a de fundo, a cana é igual à da praia, mas para pescar à bóia convém uma mais fléxivel e não tão comprida. As chumbadas devem ser redondas e pesar entre 80 e 120g. A vantagem de pescar nas rochas é encontrar maior diversidade de peixes: sargo, safia, pargo e, à noite, safio, moreia ou abrótea. O isco, geralmente minhocas, vendem-se nas casas de pesca ou pode você mesmo apanhá-lo debaixo de mexilhões ou no lodo dos estuários. Também pode usar bocadinhos de polvo e sardinha

 

 

Segundo uma sondagem da cadeia de megalojas de mobiliário IKEA, as cinco maiores preocupações que nos tiram o sono são:

Homens:

- Medo de envelhecer

- O seu peso

- O peso da mulher

- Carreira

- As suas finanças

 

Mulher:

- As suas finanças

- Males do mundo

- Os filhos

- A saúde das amigas

- Medo de envelhecer

 


 

Se aprecia arte e gostaria de ver as paredes de sua casa decoradas com belos quadros, há uma alternativa à frustação de entrar numa galeria e fugir a sete pés por não ter dinheiro para comprá-los: adquirir reproduções dos seus pintores favoritos nas lojas dos museus. Em Lisboa, na fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, há posters e cartazes destes e doutros artistas entre €2,55 a €15. Uma serigrafia de Arpad ou de Vieira custa €300. No Porto, o Museu Soares dos Reis tem uma série de oito serigrafias de Domingos Sequeira (55x40cm) a €68,83 cada. E no Alberto sampaio, em Guimarães, uma serigrafia de vasco carneiro custa €60.

Também pode entrar nos melhores museus do Mundo pela Net e adquirir reproduções de picasso, Degas, Vermeer ou Kandinsky por preços que oscilam entre os €11 e os €15. eis alguns endereços úteis:

www.museoprado.mcu.es;

www.museoreinasofia.mcu.es;

www.louvre.fr;

www.tate.org.uk/modern;

www.moma.org

 

 

- Mantenha contacto regular por e-mail com o colegas. Para não se sentir fora do jogo, ao fim do dia envie um relatório por e-mail ao seu chefe.

- Se trabalha por sua conta, encare a possibilidade de partilhar um escritório.

- Estabeleça contactos em encontros do seu ramo de actividade.

- Faça questão de sair para almoçar ou à noite.

- Converse com os vizinhos, o carteiro, os lojistas da zona.

- Separe a vida caseira da profissional: vista-se para trabalhar, mantenha horários fixos (numa parte separada da casa), ignore as tarefas domésticas durante o dia e saia todas as manhãs, nem que seja para passear o cão.

 

 

Para tranquilizar os clientes e securizar as operações, os bancos recorrem à codificação dos dados (chaves de encriptação). Não é 100% seguro, mas quase, desde que o cliente tome também alguns cuidados: mantenha os seus dados pessoais, chaves de acesso passwords fora do computador; desactive a função «guardar códigos» e introduza o seu código pessoal de cada vez que aceder à conta; após cada utilização, faça sempre o log out (sair da página); altere regularmente as suas passwords

 

 

Se anda a dar voltas à cabeça sobre onde deixar o seu bicho nas férias ou se conhece alguém que esteja tentado a deixar para trás o seu cão ou gato, diga-lhe que há alternativas. No site da União Zoólofila (www.uniaozoofila.org; tel.:217 819 550) existe uma lista de canis que acolhem animais. E no da Sociedade Protectora dos animais (www.spa.no.sapo.pt; tel.: 225 898 090) consta uma lista de moradas e links para associações de protecção dos animais que cobrem todo o País.

 


 

Limpeza e preparação do solo

Quando as plantas começam a murchar no fim do Verão ou no início do Outono —, arranque-as utilizando eventualmente uma forquilha de cavar. Pode adicioná-las à pilha do composto.

Depois de ter retirado as plantas velhas, espalhe uma camada de 2–5 cm de turfa, estrume ou composto sobre a superfície do solo, o que permite que um solo leve e seco retenha mais humidade, ajuda a aligeirar um solo pesado e adiciona nutrientes à terra. Misture o composto com a terra com uma forquilha de cavar. Deixe-a grumosa, pois obtém-se uma melhor estrutura da terra quando as geadas de Inverno a penetram profundamente e a decompõem de forma natural.

É mais fácil revolver terra ligeiramente húmida, pelo que, se o solo estiver duro, regue-o de véspera. Se a terra ficar demasiado lamacenta após uma chuvada, deixe-a secar durante alguns dias antes de a cavar.

Na Primavera, mal a terra fique suficientemente seca, cave até 15–20 cm de profundidade ou um pouco mais se o Inverno tiver sido rigoroso e a camada arável for mais espessa. Ao revolver a terra, retire todos os insectos que encontrar, na maior parte das vezes, sob a forma de larvas, como as roscas (lagartas-cinzentas que se enroscam)e os alfinetes. Ambas as pragas alimentam-se de raízes e colo de plantas. O tratamento dos alfinetes pode ser muito tóxico. Deste modo, para obviar tal praga, evite plantar a mesma espécie em anos seguidos no mesmo local. Para combater as roscas de um modo menos agressivo, utilize o Bacillus thuringiensis (que existe no mercado em formas comerciais). Antes de semear, espalhe uniformemente no solo um adubo composto na dose indicada pelo fabricante — em geral, duas mãos-cheias por metro quadrado. Em seguida, alise o solo com o ancinho, cobrindo o adubo de modo a obter uma boa terra de cultivo — uma superfície leve, fina e fácil de trabalhar.

Como e quando fazer a sementeira

Antes de semear plantas anuais num canteiro, deve planear a sementeira com antecedência, de modo a agrupar as flores consoante a sua cor e altura.

Coloque as variedades mais altas na parte de trás ou no centro do canteiro (se este for visto de todos os lados) e as mais baixas na parte da frente.

É preferível comprar sementes do que colher as suas, pois arriscar-se-ia a obtê-las de qualidade incerta. Se as encomendar pelo correio, faça-o o mais cedo possível para garantir que receberá aquilo que pretende.

Muitas das plantas anuais rústicas podem ser semeadas no local definitivo entre Março e Maio para florirem durante o Verão. Por sua vez, as variedades mais resistentes podem ser semeadas de Agosto a Outubro para florirem na Primavera ou no princípio do Verão do ano seguinte.

Se o solo estiver seco, regue-o cuidadosamente na véspera da sementeira. No caso de solo pesado, cave-o até 7–10 cm de profundidade e junte um balde de turfa por metro quadrado para melhorar a estrutura do solo.

Com um sacho, marque as zonas de sementeira que projectou. As sementes tanto podem ser semeadas em linhas, ao covacho ou a lanço e depois misturadas no solo com um ancinho. As vantagens de semear em linhas ou ao covacho consistem na maior facilidade de achar e/ou mondar ervas daninhas que cresçam entre as plantas recém-semeadas, no facto de as sementes serem semeadas a uma profundidade uniforme e também na maior facilidade de fazer o desbaste das plantas em excesso.

Com um sacho, abra sulcos pouco profundos — com 1 a 1,5 cm de profundidade. Semeie ralo para não precisar de fazer grandes desbastes mais tarde. Um truque para semear ralo: se as sementes forem muito pequenas e aderirem umas às outras, misture-as com areia e depois «semeie »a mistura. A sementeira tornar-se-á mais fácil se marcar as respectivas zonas com areia ou com um fio preso a estacas, obtendo assim uma marcação permanente se o seu trabalho for interrompido pela chuva, por exemplo.

A distância entre os sulcos é determinada pelo tamanho das plantas. De um modo geral, os sulcos para plantas altas e estreitas devem ser espaçados por uma distância equivalente a metade da altura da planta; os sulcos para plantas folhudas e baixas, por uma distância equivalente à altura da planta. A altura que a planta deverá atingir vem indicada no pacote de sementes ou num bom livro de jardinagem.

Depois de ter lançado as sementes nos sulcos, cubra-as com terra, alisando suavemente com um ancinho ou um sacho. Em seguida, compacte o solo com a parte plana do ancinho ou caminhe ao de leve ao longo da linha.

Se a semente tiver sido espalhada a lanço, misture com cuidado as sementes na terra com um ancinho, de modo que fiquem ligeiramente enterradas.

Em tempo seco, regue as zonas semeadas com um aspersor ou um regador de crivo fino dois dias depois da sementeira e de novo uma semana mais tarde. Regue, certificando-se de que a água penetra profundamente, mas sem pôr as sementes a descoberto.

Duas apresentações práticas de sementes

Em alguns países, além de serem vendidas avulso ou em pacotes, as sementes podem ser comercializadas sob duas formas: sementes em cápsula e sementes em fita, que facilitam a sementeira.

As sementes em cápsula são revestidas por um material biodegradável, geralmente argila, o que lhes aumenta o tamanho e facilita a sua manipulação. Esta apresentação das sementes possibilita um espaçamento correcto e regular e obvia a necessidade de desbastar as plantas. Ambas as apresentações são tanto mais interessantes quanto menores as sementes são.

As sementes em fita consistem 282 numa fiada de sementes presas a intervalos regulares entre duas fitas de 1 cm de largura de papel ou material plástico biodegradáveis. A fita pode ser desenrolada e cortada onde se quiser. Estendida ao longo de um sulco de 1 cm de profundidade, a fita é fixa com torrões de terra, a fim de manter o espaçamento adequado, e coberta com uma camada de 1 cm de terra boa.

Espaçamento e desbaste das plantas recém-nascidas

Quando as plantas jovens já têm duas ou três folhas verdadeiras (não contam as pequenas folhas primordiais, provindas directamente do embrião) e estão demasiado próximas, devem ser desbastadas. Nesta fase, as raízes estão pouco desenvolvidas, e a remoção das plantas indesejáveis não causará transtorno às plantas adjacentes que vão ficar. A melhor altura para fazer é quando o solo está molhado, de modo que as plantas possam ser facilmente arrancadas. Muitas vezes é vantajoso regar o solo de véspera soltar as plantinhas com uma forquilha de cavar antes de as arrancar. Arranque cada planta indesejada com uma das mãos. Ao mesmo tempo, com a outra pressione o solo de cada lado da planta, a fim de evitar arrancar também as raízes das plantas que quer conservar. A fim de saber quais as distâncias correctas a deixar entre as plantas desbastadas, consulte o pacote das sementes. Uma boa regra consiste em desbastar as plantas semeadas na Primavera uma vez, deixando-as espaçadas 10–12 cm, e as semeadas no Outono duas vezes — a primeira, ainda no Outono, deixando-as espaçadas 5 - 7 cm, e a segunda, na Primavera, 15 –20 cm. Procure conservar as plantas mais fortes, arrancando de preferência as mais pequenas e fracas.

Deite fora as plantas arrancadas, a menos que disponha de espaço vago no jardim para onde as possa transplantar. As plantas retiradas não devem ser deixadas na terra, pois podem atrair parasitas. Coloque-as na pilha de composto.

À medida que as plantas crescem, não deixe que o solo seque, o que provocaria paragens de crescimento.

Proteger as sementeiras dos animais

São muitas as aves que gostam de sementes. A melhor protecção consiste em colocar algumas estacas baixas à volta do canteiro recém-semeado e estender fio preto ou colorido à roda delas e fazer com ele várias linhas cruzadas sobre o canteiro. Em alternativa, utilize uma rede apropriada.

Mantenha os gatos ou cães afastados espalhando pimenta moída por todo o canteiro ou estendendo fio como foi dito atrás.

 

 

1. Se for apanhado numa corrente que me arraste para o mar alto, nado velozmente para a praia.

Falso: Lutar contra a corrente pode deixar-nos exaustos. Devemos nadar em paralelo à praia até que a corrente enfraqueça.

 

2. Se alguém se aleijar ao mergulhar de um pontão, tire-o imediatamente da água.

Falso: A primeira coisa a fazer é chamar o 112. Deve estabilizar-se a cabeça, pescoço e a coluna da vítima numa superfície plana (uma prancha serve) e só depois tirá-la da água.

 

3. Se picar um caco de vidro, devo lavar os pés em água salgada.

Falso: Lave a ferida com sabão e água limpa. Se continuar a sangrar pode ter que ser cosida.

 

4. Fui picado por uma alforreca. Nada a fazer senão esperar que a dor passe.

Falso: Limpe a ferradela com água salgada. Tire os tentáculos com uma toalha. Aplique uma solução de vinagre e alcóll.

 

5. A água do mar ou de um lago fica mais suja após uma forte chuvada.

Verdadeiro: As águas de torrente podem transportar águas de esgoto e outros poluentes. E mais seguro esperar 24 a 72 horas antes de ir ao banho.

 

 

Saber quantos quilómetros são do Porto a Roma ou de Lisboa a Campo maior, quanto gastará em gasolina e portagens ou como eviatr as auto-estradas? E sítios onde comer ou dormir pelo caminho? Tem toda esta informação disponível e muito mais nestes sites: Boa viagem!

www.viamichelin.pt

world.maporama.com

www.mappy.com

mapas.clix.pt

 


 

No Souk do Cairo, onde vendedores de algodão, perfumes, tecidos ou especiarias se misturam num alegre Linguajar, Odah, de 30 anos, olha esse mundo com os olhos bem abertos. Olhos negros, todos os dias sublinhados por dois traços de Khôl. Nefrite tinha aquele olhar sombrio, aquele desenho simples e sábio que circunda os olhos, aquela maquilhagem sóbria que torna o rosto luminoso.

Há 4000 anos, as egípcias já tinham compreendido a necessidade do supérfulo. Dominavam melhor do que ninguém a arte subtil da maquilhagem, a utilização dos perfumes mais luxuosos. Eram loucas por cremes hidratantes e urguentos mágicos anti rugas, e nunca saíam para a rua sem se maquilhar.

Na casa de banho de Nefertite havia com toda a certeza Khôl, um batôn hidratante, unguentos antirúgas e antiestrias, cremes para alisar a pele (com pó de calcário), hénne (para tratamento e coloração dos cabelos), perucas e creme para o cabelo.

A L’Oreal e a perfumista Sandrine decidirtam fazer renascer um perfume mítico, o Kyphi. Resultado: «Uma nota mel-incesnso incrivelmente doce, obtida com misturas muito modernas que eu não teria ousado fazer.»

Como seria a beldade egípcia? «Tez pálida e olhos muito negros, contornados a Khôl e uma boca grande e clara, rosada», diz Aicha, proprietária do instituto de beleza Papillo


 

- Comidas simples sobrevivem melhor à viagem do que as muito elaboradas. Escolha pratos que sobrevivam bem ao calor e possam ser preparados de antemão.

- Para as saladas, em vez de alface, que amolece, use ingredientes como as cenouras e as courguettes.

- Não leve bebidas espumantes, a menos que haja tempo para assentarem após a viagem. Ponha o vinho e a cerveja em caixas refrigerantes, ou, se estiver perto de um riacho, refresque-os directamente na água.

- Conserve a comida fresca dentro de contentores de plástico ou caixas de biscoitos. As tampas ajudam a afastar moscas e vespas.

- Embale a comida pela ordem certa: o «primeiro prato» por cima, o pudim em baixo. Transporte-a no porta-bagagem, que é o lugar mais fresco - e seguro - do carro.

- Um cesto de verga ou de palhhinha é excelente para transportar pratos e talheres. E não se esqueça de um saco para recolher o lixo.

Escolha uma boa sombra em terreno plano. E divirta-se!

 


 

A lei diz que, a não ser por motivos de perigosidade, saúde ou higiene, «os responsáveis por transportes públicos não poderão recusar o transporte de animais de companhia, desde que devidamente acompanhados e acondicionados». Mesmo os cães-guias dos cegos têm de ir açaimados e com trela.

A TAP exige comunicação prévia, marcação de lugar (o preço varia consoante o animal e o destino do voo), documentação que ateste a saúde do animal, contentores específicos e um limite de 7Kg para animal e recipiente. Além disso, só podem viajar no mesmo voo dois animais na classe executiva e seis na económica.

A CP permite que animais até 4Kg viajem ao colo do dono, dentro de uma caixa ou cesto. Se forem mais pesados, pagam meio bilhete e devem ir com trela e açaime. No STCP, não pagam bilhete, mas têm que ir numa caixa no local da bagagem. No Metro de Lisboa e do Porto também viajam de borla, mas dentro de uma caixa, cesto ou no colo (com trela).

Nos táxis é cobrado um suplemento de €1,50. Têm de ir em caixa ou cesto. O motorista pode autorizá-los a ir pela trela, mas o dono tem que levar uma manta para o canídeo se o deitar no chão.

 

 

O cabo de São Vicente, ponto mais ocidental do Algarve, já só está a 20km. A sua presença é anunciada pela sucessão de promontórios cinzentos que se estende para sul. O litoral torna-se escarpado, e as praias com tamanho significativo desaparecem (excepção feita à da Cordoama, nos arredores de Vila do Bispo). A praia do Amado é assim, o último areal de alguma dimensão e de fácil acesso para quem vem de norte. Tem forma de meia-lua, com o côncavo virado para o mar, sendo separada do interior por cabeços xistosos. Sensivelmente a meio da curvatura, destaca-se, bem visível ao largo, um ilhéu, a Pedra do Cavaleiro. Com alguns cafés e outros apoios elementares de praia, esta é uma das predilectas dos turistas jovens e de aspecto hippie.

Só quem não gosta de andar a pé pode não apreciar o passeio até à vizinha praia da Bordeira, a norte. O trilho, bem visível, acompanha a linha da costa durante 3 km. Primeiro, avista-se uma série de ilhotas e em seguida passa-se junto a um minúsculo porto de abrigo. Após algumas variações de nível da falésia, surge a ponta da Arco do Pau, enorme rochedo separado de terra por um pequeno istmo. Segue-se a enseada das três Angras, local priviligiado para a observação das aves. Finalmente, o promontório da Zimbreirinha com cabanas de pescadores. Junto a uma plataforma de madeira, pode ouvir as ondas a entrarem numa gruta vizinha, sendo perceptível a deslocação do ar.

A praia possui dois acessos, quer directamente a partir da EN 268, quer atravês de um estradão que acompanha a falésia a partir do parque de estacionamento da praia da bordeira.

Do Amado até Vila do Bispo multiplicam-se as pequenas praias abrigadas entre falésias. É possível descobri-las cortando a partir da EN 268 na direcção do mar e seguindo por caminhos de terra nem sempre em bom estado.

 

 

O Jardim Zoológico de Lisboa tem uma das melhores colecções zoológicas do Mundo. É visitado anualmente por cerca de 1 milhão de pessoas e participa em vários programas europeus de conservação das espécies em vias de extinção.

Baía dos Golfinhos
É uma das maiores atracções do Jardim Zoológica. Golfinhos e leões-marinhos fazem acrobacias, que são acompanhadas de informação sobre as suas características e adaptação à vida marinha.

Teleférico
Numa viagem de 20 minutos em cabinas de dois passageiros, podemos observar hipopótamos, tigres, leões e muitos outros animais.

Répteis
Dominaram a vida na terra em quase todos os períodos, incluindo o jurássico. Os dinaussauros desapareceram, mas os outros répteis sobreviveram. O Reptilário propõe-lhe uma viagem ao passado.

Araras
Já imaginou uma arara, uma catatua ou um papagaio a andar de bicicleta ou de patins? Pois não imagine, vá vê-los no teatrinho da natureza.

Quintinha
Animais e plantas a crescerem num meio que os meninos e meninas da cidade desconhecem. Pode também tornar-se amigo do Zoo e apadrinhar animais.

Jardim Zoológico de Lisboa:
Estrada de Benfica, 158
Metro: Jardim Zoológico (Sete Rios).
Telefone: 217 232 900
Horário: das 10 às 20 horas

 

 

Apesar de algum crescimento recente, Salema (8 km a leste da Vila do Bispo pela EN 125) não perdeu a atmosfera de terra de pescadores. Do cais sobe para leste uma ruazinha que, ao chegar ao cabo da aldeia, se transforma num caminho de terra paralelo ao mar. Esse caminho acaba por descer e desemboca quase ao nível do mar numa vasta planície verdejante que se adivinha alagadiça no tempo das chuvas. É cortada pelo leito de um ribeiro: para montante, o paul de Budens; para jusante, a praia da Boca do Rio. O que é hoje uma praia tranquila terá sido um entreposto romano de alguma importância. Aqui se encontram vestígios de ocupação da época do Império (tanques de salga de peixes, vilas, etc.), estando os mais importantes expostos no Museu de Lagos, como é o caso de fragmentos de pavimento de mosaico.

O extremo leste da enseada é dominado por uma elevação onde se erguem so restos do Forte de Almádena, ou da boca do Rio. Terá sido mandado construir no reinado de D.João III com o objectivo de proteger esta zona da costa (onde o desembarque é fácil) da pirataria moura, francesa e britânica. A fortificação está em ruínas, mas lá do alto o olhar abarca quer o paul, quer a foz da ribeira, o areal e larga extensão de mar, como convinha a um posto militar colocado em local estratégico.

Quem prossiga sempre para leste ao longo de uma vereda que serpenteia pelo alta das arribas terá como recompensa uma das melhores vistas desta costa: lá em baixo, a uma dezenas de metros, sucedem-se pequenas praias, troços de calhaus rolados dos mais frequentes tamanhos e arribas talhadas a pique. Os caminheiros com alguma preparação não encontrarão dificuldades em prosseguir durante mais 2 km até à aldeia do Burgau (outro local ribeirinho ainda não muito tocado pela explosão turística) ou mesmo até à cosmopolita praia da Luz (mais de 4 km na mesma direcção).

 

 

- Uma telivisão com uma potência de 80W, ligada três horas por dia, consome 240 Wh. No resto do dia (21 horas) o aparelho fica em stand-by e gasta 315 W mais do que quando está ligado.

- A trabalhar, um computador (PC) gasta cerca de 140 W. Em stand by consome 27W.

- Um carregador de telemóvel ligado à corrente, mesmo sem estar a carregar, gasta entre 1 e 3W

- A sua máquina de café, que se calhar está sempre ligada à corrente, está a gastar 1,5W.

Segundo o Eng. Nascimento, da ADENE – Agência para a Energia, desligar os aparelhos da corrente pode representar uma poupança anual média de 315 kWh e €30 por habitação.

 

 

Cartões de Crédito
Muitos deles enviam-lhe uma segunda via para o seu hotel em 48 horas. Verifique que o seu lhe dá essa garantia e, antes de partir, anote o número do cartão, a data de validade e os seus dados pessoais secretos (para validar as suas informações).

Protecção
Em caso de roubo, perda, furto ou extravio, os cartões de crédito e a SIBS disponibilizam linhas telefónicas operacionais durante as 24 horas do dia para cancelar os seus cartões. Alguns adiantam-lhe dinheiro. Anote os números de telefone de contacto.

Seguros de Viagem
Alguns cartões têm associados seguros de assistência em viagem. A sua utilização é complexa, pelo que recomendamos levar consigo o Guia do Utilizador, que lhe é enviado quando subscreve ou renova o seu cartão.

Transferências internacionais
A forma mais rápida de, por exemplo, os pais fazerem chegar dinheiro aos seus filhos no estrangeiro. Em dez minutos, a partir de um posto dos Correios, de uma agência do Grupo BCP ou de certas casas de câmbio, a Western Union faz-lhe chegar dinheiro a mais de 190 países. Não fica barato: enviar €240 pode custar desde €22,50, e €600 custará cerca de €32,50.

 

 

Quando se trata de um upgrade para business ou first class numa viagem aérea, cabe-lhe dar uma ajudinha para que isso aconteça, diz Keith Burton, da Associação de Agentes de Viagens britânica.

Adira a um programa passageiro frequente.
As companhias aérea só oferecem upgrades quando têm que fazê-lo (devido a overbooking-venderem mais bilhetes que a capacidade do avião). Nesse caso, escolhem sempre os clientes a que dão mais valor.

Pergunte se o voo está cheio ao fazer o check in.
Diga discretamente, que gostaria que contassem consigo para um eventual upgrade.

Vista-se bem.
A companhia não vai querer incomodar os passageiros pagantes da business class sentando-os ao lado de um tipo desgrenhado de mochila às costas.

Viaje sozinho.
É mais fácil de conseguir um assento que para um casal ou um grupo.

Não seja o primeiro na porta de embarque.
O pessoal de terra não vai querer atrasar a fila e ainda não saberá quais são os lugares livres.

 

 

Móveis
Ao ar livre, ganham pó. Limpe-os bem para que pareçam novos.

Vime
Escove com água quente, um pouco de lixívia e algumas gotas de amoníaco.

Ferro
Esfregue com um pano molhado em aguarrás e passe com um pano de lã.

Madeira
Se não estiver envernizada nem encerada passe com uma escova molhada em água com detergente. Se não for o caso, basta eliminar o pó.

Regar plantas
Aproveite a borra que fica na garrafa de vinho, encha-a com água e regue a planta com a mistura. Logo verá os resultados.

Azulejos
Esfregue energeticamente para tirar o pó e lave com detergente suave.

 

 

Quando os professores levam um grupo numeroso de miúdos em excursão, contam-nos à saída da escola, à entrada e saída da camioneta, ao saírem do sítio que foram visitar e ao regressarem. Não há outra maneira de garantir que nenhum miúdo ficou para trás. Se o grupo for pequeno, contudo raramente o fazem. Dois ou três miúdos são fáceis de reconhecer imediatamente, mesmo três ou quatro. Não é preciso contá-los.

Os investigadores colocam a fronteira no três e no quatro, pois a partir daí o nosso cérebro tem dificuldade em apreender globalmente uma quantidade. Há coisas que não vale a pena tentar compreender totalmente. Uma delas é a tabuada. Pode visualizar-se o que significa 2x2 desenhando duas filas de duas bolinhas cada. Pode também visualizar-se o que significa 2x3, mas não se pode ir muito mais longe. É impossível ter uma apreensão visual instantânea do que é 7x6 ou 4x8.

Alguns teóricos da pedagogia, contudo, insistindo dogmaticamente na necessidade de «questionar» e «compreender», têm-se oposto à prática milenar de decorar a tabuada. Insistem que as crianças desenhem intermináveis filas de bolinhas, para que elas «percebam» o produto de sete por nove. Ora não há nada a perceber aí. Depois de entender o que é uma mutiplicação, desenhar fileiras de bolinhas é uma perda de tempo. O resultado são crianças que não sabem a tabuada, talvez, o instrumento matemático mais útil para o cidadão comum.

 

 

Não abuse das horas extras
Um estudo descobriu que a produtividade dos trabalhadores diminui acentuadamente a partir das 50 horas semanais. Faça planos para evitar arrastar-se no trabalho. «Quando sei que tenho que estar às 18:30 no ginásio, não digo que ‘vou deixar isto para mais tarde’» diz o consultor Randy Roach.

Programe mesmo as pequenas coisas
A acumulação de pequenas tarefas pode distrair-nos, diz Vicky Carroll, produtora de websites. «Mas quando sei que tenho de fazer um telefonema às 15 horas, esqueço-o e concentro-me no que estou a fazer»

Tire férias
John Reints, antigo director de uma empresa de engenharia, exigia que o seu pessoal usasse todas as férias e feriados. «Regressavam com outra perspectiva e ideias novas»

Controle as reuniões
Use o tempo entre reuniões para tarefas simples. «Não posso forçar a concentração nas coisas mais importantes», diz a gestora Olga Spaic. Mas 15 minutos servem bem para responder aos e-mails.

 

 

Debruçado no topo de um penhasco rochoso com as suas muralhas altaneiras e a torre, dir-se-ia o cenário de um romance de Walter Scott. O Castelo de Algoso (15 km a sul da vila transmontana de Vimioso) impressiona não tanto pela imponência de recinto defensivo, ruas pela formidável posição que ocupa: o cabeço da Penenciada. Este ergue-se à altitude de 08 1 m, dominando não só os campos em volta, como uma impressionante extensão de terreno. Uma sensação reforçada a oeste e a sul pelos profundos vales dos rios das Maçãs e Mangueira (afluentes do Sabor). Ambos confluem poucos quilómetros a oeste, para depois se jantarem ao Sabor, que corre a 1 (1 km na mesma direcção. Junto à ponte medieval que se avista a sul, no fundo do vale, o Angueira recebe as águas da ribeira da Ponte. Os bons caminheiros não hesitarão em, uma vez visitado 0 castelo, descer até lá.

Lá do alto avistam-se Vimioso e o arruinado Castelo de Outeiro (para norte), Miranda do Douro (para nordeste) e o casario e restos de muralhas de Penas Rolas c Mogadouro (para sudoeste). Por aqui se pode deduzir a importância estratégica de Algoso na época medieval. O castelo contribuía para assegurar o domínio da margem esquerda do rio Sabor, uma fronteira crítica para a sobrevivência do Condado Portucalense. D. Sancho II concedeu o castelo à Ordem dos Hospitalários, tendo D. Dinis mandado reforçar as muralhas. Em 1763, durante a Guerra dos Sete Anos, quando um exército hispano-francês ocupou parte de Trás-os-Montes (Bragança, Miranda do Douro, etc.), a população de Algoso refugiou-se no castelo e resistiu ao cerco dos invasores.

 

 

Sementes
Escolha uma mistura com grande percentagem de azevém (raygrass) e trevo se o relvado vier a estar sujeito a grande desgaste. Para obter um bonito relvado bem cortado, opte por um tipo de relva que tenha alguma quantidade de agrostis e festuca. Calcule 30 a 40 g de semente por metro quadrado.

Solo
Alise-o com o ancinho para obter uma superfície perfeita e retire paus e pedras. Depois, compacte-o, caminhando sobre ele e calcando. Volte a passar o ancinho antes de semear.

Semear
Divida a área em quadrados de 1 m de lado e calcule a semente para cada um. Depois, espalhe-a à mão. Tape com o ancinho. Germinarão dentro de três semanas aproximadamente.

Rega
Nunca deixe secar um relvado acabado de semear. Use um pulverizador para não danificar as plantas.

Corte
Não deve cortar um relvado novo enquanto a relva não atingir pelo menos 5 a 7,5 cm de altura.

Infestantes
Evite herbicidas. Use um garfo de jardinagem para arrancar as ervas daninhas à medida que apareçam.

 

 

Perdida numa das vertentes do monte do Faro, a igreja do Convento de Sanfins de Friestas é um dos melhores e mais bem conservados exemplares do românico minhoto. Descobrir esta igreja é quase uma aventura, mas até por isso vale a pena. De Valença, tome o ramal para o monte do Faro. São 6 km sempre a subir na direcção de m cabeço bem visível coroado por antenas e por uma capelinha. Quase no final da subida (com cerca de 4 km andados desde o cruzamento de Valença surge um cruzamento para a direita com a indicação «Sanfins». Se não tem pressa e o tempo estiver limpo, vale a pena adiar a visita à igreja e subir ao alto do monte para ver a vista (existe um restaurante e estalagem lá no alto, bem como diversas capelas, uma das quais dedicada cada a São Pedro de Rates, o santo que protege das pragas de roedores). No referido cruzamento, a meio da subida deve tomar a direcção de Sanfins. Mais ou menos 1 km depois, deve voltar a seguir essa mesma direcção. Mais adiante, siga em frente pela estrada principal, não cortando para Quebrada. E percorridos mais 2 km, num cruzamento largo, suba à esquerda, seguindo a indicação para Eiras e Convento. Passada a aldeia e vencida Lima última rampa, chegará ao parque de estacionamento do convento. Em baixo, a meia-encosta, avista-se uma série de edifícios protegidos pelo arvoredo.

Para não perturbar este lugar fora do comum, os carros ficam no parque. A vereda que conduz ao monumento desce suavemente entre carvalhais, transpondo a cerca do antigo convento vento Aqui existia um mosteiro beneditino sendo ainda hoje possível descobrir vestígios da rede de levadas que trazia a água do alto da serra, bem como da zona onde, a coberto da muralha os frades cultivavam a terra e ordenavam o bosque.

A importância deste mosteiro para o povoamento da região e a afirmação do poder de D. Afonso Henriques face à vizinha Galiza levou o primeiro rei a dar carta de couto ao abade de Sanfins em 1134. Este tinha, entre outras coisas, direito a receber todos os anos o primeiro veado, javali, corça ou salmão apanhados no seu território.

A igreja, muito alta, destaca-se do arvoredo e dos edifícios semiarruinados que a rodeiam com o acesso a ser feito através de uma larga escadaria. Foi construída na segunda metade do século XII, tendo-se as obras prolongado até meados do século seguinte. Feita de granito, apresenta traça românica pouco alterada, patente na decoração exterior, com as cornijas da nave e da cabeceira a serem decoradas com cachorros esculpidos com figuras humanas e animais. No portal sul, duas cabeças de leão guardam simbolicamente a entrada. Para visitar o interior, imponente mas despojado de qualquer riqueza, contacte o Posto de Turismo de Valença.

 

 

Usar um capacete bem ajustado é importante para reforçar a segurança, claro, mas muitas quedas poderiam ser evitadas se os seus filhos aprendessem algumas habilidades pouco praticadas.

O equilíbrio é um factor-chave. Para melhorá-lo, promova corridas «de caracol» em que os ciclistas têm que ir o mais devagar possível: o último ganha. Este tipo de corrida ajuda as crianças a aprenderem a ajustar a posição do corpo para não caírem.

Se a queda for inevitável, um rolamento sobre o ombro – com o queixo contra o peito e os cotovelos para dentro – pode minimizar o impacto. Para que este movimento se torne natural, faça-as praticar num colchão ou carpete (sem bicicleta), ajoelhando e de pois encolhendo-se e rolando sobre o ombro.

 


 

As lareiras são irresistíveis, mas terrivelmente ineficazes para aquecer a casa: chupam o ar quente das salas e obtemos apenas 10% da sua capacidade calórica. Que fazer para conservar o calor junto com a beleza das chamas.
 

1. Em vez de uma grelha, use suportes de lareira, que deixam a lenha cair sobre as brasas e queimar a uma temperatura mais alta.
 

2. Um regulador operado por um cabo metido na chaminé sela-a melhor do que os reguladores normais para impedir a entrada de ar frio quando a lareira não está a ser usada.
 

3. Instale portas de vidro ou então um recuperador de calor metido na lareira. Estes são fabricados em aço refractário especial, revestidos a tijolo refractário e pintados com tinta de alta temperatura, com vidro pirocerâmico. O ar quente é aspirado por convecção pela zona inferior do aparelho e expelido para o exterior pela sua parte superior. Podem recuperar até 75% do calor.
 

4. Em alternativa, pode escolher uma salamandra com portas de vidro, que aproveita 70% da energia do fogo.
 

 

 

Como funciona?
No coração da rede há um router, uma caixa que liga tudo a tudo, normalmente por cabos Ethernet. Também pode adoptar redes sem fios (Wi-Fi), que usam ondas de rádio em vez de cabos, à semelhança dos telefones sem fios.
 

Quanto custa?
Para além do custo de uma ligação à Internet por banda larga, um router custa à volta de €125, e os cabos, €0,75 por metro. 0s computadores Macintosh já vêm com Ethernet, mas os PCs podem precisar de um cartão especial de Ethernet para permitir a ligação.
 

Para funcionar sem fios, cada computador necessita de um adaptador Wi-Fi que se liga a uma entrada USB, ou de um cartão Wi-Fi que se introduz na parte de trás. Estes transmitem um sinal para um ponto de acesso central que tem que incorporar um router se quiser ligar-se a um modem de banda larga. 0 sistema Wi-Fi dos Mac chama-se AirPort. Algumas unidades combinam os formatos Ethernet e Wi-Fi.
 

0 PTCyberLAN Speed POTS (€392,70) permite a criação de uma LAN com 4 PCs sem necessidade de equipamentos adicionais, para além dos PCs com placas de rede; permite o acesso à Intemet com velocidade até 8 Mbps. A Oninet fornece um router ADSL multiposto por €125,97.
 

 

Vantagens
Só precisarão de uma impressora e de um modem e podem todos navegar em simultâneo. Uma rede Wi-Fi permite-lhe mudar um computador portátil de uma sala para outra sem perder a ligação.
 

Desvantagens
Uma vez que todos os computadores partilharão a ligação à Intemet, a ligação ficará mais lenta quando estiverem todos a nave- gar. 0s ficheiros que não quiserem partilhar têm que ser protegidos. 0 ponto de acesso Wi-Fi tem de estar bem colocado para funcionar devidamente.
 

Conclusão
Se em sua casa houver mais do que um computador que precise de acesso à Intemet de banda larga, uma rede é vantajosa. Uma só impressora também ocupa menos espaço do que uma data delas.

 

 

• Envie uma foto da prenda a ser usada: com a camisola vestida, a cheirar o ramo de rosas, montada na bicicleta ... Uma amiga escreveu a outra a dizer que o bebé gostara tanto do macacão que esta lhe dera que chorara. E meteu no envelope uma foto da criança a berrar, vestida com o macacão.
 

• Se acha que tem jeito, porque não escrever um poema de agradecimento? Com ajuda de um dicionário de sinónimos, a coisa pode ficar mais fácil do que parece.
 

• Se o convidaram para jantar, porque levar a eterna garrafa de vinho? Em vez disso, pense nalguma coisa que os seus anfitriões apreciem. Por exemplo, um DVD para verem depois do jantar.
 

• Mesmo que não tenha apreciado a prenda, deve agradecer-se. Não minta nem seja demasiado honesta: diga que apreciou a lembrança. Uma verdadeira prenda vale pela intenção, e não é pecado trocá-la. «Reciclá-la» para a dar a outra pessoa também é aceitável. Mas trate de não ser apanhada: dá-la à irmã de quem lha deu no Natal seguinte não é lá muito conveniente.

 

 

Convidados que acampam na sala
 

Assinale que a noite chegou ao fim começando a arrumar, diz Rhonda Britten, autora de Fearless Living. Se não se mexerem, diga qualquer coisa como: «A noite foi óptima, mas tenho que levantar-me cedo.»
 

Pedinchões
 

Pense numa maneira de reverter a situação, diz o psicólogo Tim Ursiny. Por exemplo: «Não me importo que use o meu berbequim, desde que eu possa usar o seu cortador de relva. Que lhe parece?» O vizinho pedinchão ou diz que sim, ou deixa de pedir-lhe tudo emprestado.
 

Filhas ou irmãs que o transformam em baby-sitter
 

Comece por dizer que «Gosto muito de ficar com os teus filhos», para que não pensem que não, diz Ursiny. Depois, estabeleça limites: «Preciso que me avises com antecedência para poderes arranjar alternativa se eu não puder.»
 

 

Visitas inapropriadas
 

Não as deixe atrapalhar, diz Rhonda Britten: «Foi pena não terem telefonado. Podem entrar, mas eu vou ter que ficar ao computador durante mais uma hora.» Ao fim de uma ou duas vezes, passam a telefonar.

 

 

Os dramas que ali se geram afectam todo o Mundo e, no entanto, muita gente tem apenas uma ideia rudimentar desta região predominantemente muçulmana. Essa a razão por que aqui publicamos duas páginas que permitem, num relance, recordar alguns factos básicos. Agora, cada vez que estes países forem noticia, o leitor saberá mais. O Iraque não foi incluído por se tratar de um regime de transição.
 

Barem

Tipo de Governo: Monarquia constitucional
Grau de liberdade:Sem liberdade
Acolhe ou Patrocina Terroristas: Não
Forças Armadas: 10.000
Reconhecimento do Estado de Israel: Não
Recursos em Matérias-Primas: Petróleo, gás natural
Principais parceiros Comerciais: Arábia Saudita, EUA, Reino Unido, Japão

Egipto

Tipo de Governo: República
Grau de liberdade:Sem liberdade
Acolhe ou Patrocina Terroristas: Sim (Jamaat al-Islamiyya, Jihad Islâmica Egípcia)
Forças Armadas: 443.000
Reconhecimento do Estado de Israel: Sim
Recursos em Matérias-Primas: Petróleo, gás natural, produtos agrícolas
Principais parceiros Comerciais: EUA, Itália, Alemanha

Irão

Tipo de Governo: República Islâmica
Grau de liberdade:Sem liberdade
Acolhe ou Patrocina Terroristas: Sim (Hezbollah, Hamas, Jihad Islâmica Palestiniana)
Forças Armadas: 520.000
Reconhecimento do Estado de Israel: Não
Recursos em Matérias-Primas: Petróleo, gás natural
Principais parceiros Comerciais: Japão, Itália, Alemanha

Israel

Tipo de Governo: Democracia Parlamentar
Grau de liberdade: Liberdade
Acolhe ou Patrocina Terroristas: Não
Forças Armadas: 161.500
Reconhecimento do Estado de Israel: Recursos em Matérias-Primas: Cobre, fosfatos, brometo
Principais parceiros Comerciais: EUA, Benelux, Alemanha

Jordânia

Tipo de Governo: Monarquia constitucional
Grau de liberdade: Liberdade parcial
Acolhe ou Patrocina Terroristas: Não
Forças Armadas: 100.240
Reconhecimento do Estado de Israel: Não
Recursos em Matérias-Primas: Fosfatos, potássio Principais parceiros Comerciais: EUA, Índia, Alemanha

Kuwait

Tipo de Governo: Emirato constitucional
Grau de liberdade: Liberdade parcial
Acolhe ou Patrocina Terroristas: Não
Forças Armadas: 15.500
Reconhecimento do Estado de Israel: Não
Recursos em Matérias-Primas: Petróleo, pescas
Principais parceiros Comerciais: Japão, EUA, Coreia do Sul

Líbano

Tipo de Governo: República, em parte controlada pela Síria
Grau de liberdade:Sem liberdade
Acolhe ou Patrocina Terroristas: Sim (Hezbollah)
Forças Armadas: 71.800
Reconhecimento do Estado de Israel: Não
Recursos em Matérias-Primas: Água, agricultura, pedra-pomes
Principais parceiros Comerciais: Arábia Saudita, Itália, Emiratos Árabes Unidos