Notas de Lazer 4

 

 

Inspeccionar o telhado

Veja se há telhas soltas ou danificadas. Verifique se todas as telhas da cumeeira estão bem alinhadas e se a argamassa que as une as mantém firmemente no lugar. Examine os vedajuntas que circundam as chaminés e as janelas de mansarda para ver se se soltaram da parede ou se o vento os arrancou do telhado. Verifique os beirais para ver se todos os intervalos estão vedados com argamassa. Os pássaros tentam, por vezes, arrancar argamassa, a fim de forçarem a entrada no espaço do telhado para fazerem o ninho.

Reparação de vedajuntas

A aplicação de um veda-juntas permite vedar um espaço existente entre duas superfícies, como, por exemplo, entre a chaminé e as telhas do telhado. Apesar de ser preferível confiar reparações complexas a profissionais, é possível

Aplique fita adesiva vedante sobre o primário. Utilize um rolo velho para colocação de papel de parede ou um pedaço de madeira que tenha uma extremidade arredondada e macia para fixar a fita, comprimindo-a firmemente contra a superfície a vedar. Este material Inspecção de coberturas planas

Estas coberturas, ou terraços, deixam passar água devido à protecção impermeável de feltro betuminoso se ter deteriorado. Inspeccione o telhado no fim do Verão. Há no mercado materiais para reparar telhados, mas alguns são de utilização provisória, pois a humidade não é eliminada, ficando por baixo do vedante e levando ao apodrecimento.

Pode reforçar as reparações se colocar fibra de vidro entre camadas de betume. Há à venda conjuntos para reparar telhados que contêm betume líquido impermeável e Podem formar-se bolhas nos sítios em que o feltro se descolou. Corte cada bolha em cruz. Aplique uma emulsão betuminosa, una as quatro pontas e aplique mais uma camada.

Se a cobertura tiver uma camada protectora antienvelhecimento formada por pequenas pedras ou brita, limpe-a com uma escova dura e uma pá de lixo ou, se as pedras estiverem embutidas no betume, raspe-as com um raspador para papel de parede. Se as pedras forem afiadas e estiverem engastadas no pavimento, coloque uma tábua sobre o terraço, estendendo por baixo dela um cobertor, a fim de as pedras não serem comprimidas através do feltro betuminoso, danificando-o. Quando todas as fendas estiverem vedadas, cubra toda a superfície do terraço com um composto de borracha e betume à prova de água.

Renovar o telhado da arrecadação

O feltro betuminoso usado nos telhados não dura para sempre. Quando aparecerem sinais de que começa a abrir, poderá substituí-lo.

A rranque o feltro betuminoso, deixando à vista as madeiras.

Esfregue-as com uma escova e dê uma demão de um produto para proteger madeira. Depois de secar, volte a revestir o telhado.

Compre o tipo de feltro betuminoso com a densidade mais elevada que puder, bem como uma lata de cola à base de betume.

Prenda o feltro com tachas de 1,5 cm. Pregue a extremidade superior da tira a intervalos de 15 cm, e a inferior e os lados, a intervalos de 5 cm.

Aplique cola numa largura de 7,5 cm (à qual a tira de feltro seguinte possa aderir) ao longo da extremidade superior do feltro.

Complete o trabalho de ambos os lados e aplique uma tira dobrada ao longo da cumeeira, sobrepondo-a 7,5 cm sobre as tiras situadas a seguir de cada lado do telhado.

Nos cantos do telhado, dobre o feltro excedente, formando um triângulo. Depois, prenda-o com um prego.

Atenção.Pregue os pregos perpendicularmente à madeira. Se ficarem oblíquos, rasgarão o feltro. Cubra as cabeças dos pregos com cola à base de betume.

Remendos de feltro.Uma superfície pequena pode ser reparada com um remendo de feltro e cola à base de betume.

Conservação de chaminés

É preferível confiar as reparações de chaminés a profissionais. Mas pode verificar regularmente o estado da sua chaminé com uns binóculos. Ventilação através do tubo de fuga.Quando um tubo de fuga de chaminé já não estiver em uso, mande cobrir o topo da chaminé com uma telha semicircular ou um “chapéu” especial. Tanto uma como o outro permitirão a ventilação através da chaminé.

 

 

Verifique com antecedência o tipo de artigos de que precisa realmente, quais são os que vale a pena comprar em saldo (peças de vestuário de estilo clássico, roupa de casa, por exemplo) e procure saber que lojas vão saldar aquilo que quer. Não se deixe tentar por pechinchas de que não precisa e de que nem sequer gosta. Nunca se esqueça de que os seus direitos, ao comprar em saldos, são os mesmos que ao comprar a preço normal, digam o que disserem os cartazes expostos na loja. Os bens devem ter qualidade comerciável, ser adequados ao objectivo a que se destinam e estar em conformidade com a descrição inscrita na embalagem. No caso de ser necessário devolver quaisquer artigos, faça-o rapidamente. Verifique os artigos comprados em saldo logo que chegar a casa.

Não os deixe na embalagemdurante alguns meses, esperando então que lhos troquem sem hesitar. Tenha cuidado com as seguintes expressões que tentam induzir os compradores em erro: “Não trocamos artigos em saldo.”Isto não é verdade. Se o artigo tiver defeitos, devolva-o e peça que lho substituam ou que lhe devolvam o dinheiro, a menos que tivesse sido possível ver logo o defeito na loja ou que o facto de os artigos terem defeito estivesse assinalado, como a lei exige.

“Não devolvemos dinheiro por artigos comprados em saldo.”Não é verdade. Se os artigos tiverem defeito, pode pedir que lhos substituam ou que lhe devolvam o dinheiro. Não é obrigado a aceitar uma nota de crédito para gastar na loja em data posterior. “Preço a retalho recomendado: 5000$00. Nosso preço: 3000$00.”Nos artigos em saldo é obrigatória a indicação do preço anterior e o preço de saldo.

Regras de ouro para comprar nas lojas Nunca compre nada que não queira e de que não necessite realmente. Anote na sua agenda as medidas dos membros da sua família. Se precisa de cortinas novas ou de papel de parede, aponte as quantidades exactas de que necessita — se comprar a menos, para além do incómodo que uma nova deslocação representa, corre o risco de o artigo que pretende se ter esgotado e o trabalho ficar incompleto. Antes de comprar equipamento de cozinha e mobiliário, verifique se tem espaço para o colocar e como vai fazê-lo entrar em sua casa.

Examine cuidadosamente os artigos sujos de pó ou com imperfeições. Estes, por vezes, são “pechinchas” compradas especialmente pelo dono da loja e podem estar tão manchados que nunca se consiga vir a limpá-los completamente. Tenha sempre cuidado com as ofertas de crédito. Verifique os juros que terá de pagar. Se num armazém insistirem Artigos com defeito consigo para utilizar o crédito da firma em questão, verifique qual será o juro anual, pois pode ser mais elevado que o do seu cartão de crédito normal.

 

 

Decida com antecedência onde é que o cachorro vai dormir e prepare a cama (v. “A primeira noite”, em baixo). Ele vai precisar de descansar depois da confusão e excitação da mudança. Venha logo para casa com o seu novo cachorro. Chegar a tempo para a refeição do meio do dia costuma resultar. Certifique-se de que o cachorro tem sempre a coleira e a placa de identificação quando sai de casa. A primeira noite.Ajude o seu cachorro a habituar-se à falta da mãe e dos irmãos pondo-o num “parque”: sentir-se-á mais seguro do que se o deixar vaguear pela casa.

Coloque o parque num sítio quente e calmo e ponha uma caixa de papelão a um canto para servir de cama. Forre o fundo da caixa com uma camisola velha ou um cobertor pequeno e coloque um saco de água quente bem embrulhado ou com uma capa para que o cachorro se sinta Como apresentá-lo às crianças. Explique-lhes que os animais não são brinquedos e que podem magoar-se. Ensine-lhes como devem pegar num cachorro, agarrando-o com ambas as mãos por baixo do peito e depois encostando-o ao peito com uma das mãos, enquanto suportam o peso com a outra.

Diga-lhes também que o cachorro precisa de dormir Quando já existem animais de estimação.Não dedique toda a sua atenção a um novo animal de estimação se já tiver outros em casa. Estes irão necessitar de muita atenção e também de serem tranquilizados para sentirem que o seu lugar na família se encontra assegurado. Coloque-os perto do novo animal separados por uma rede ou grade e não pegue em nenhum deles ao colo; é melhor que se conheçam um ao outro à sua maneira. Como criar hábitos de asseio.Coloque folhas de jornal perto do local onde o cachorro dorme e provavelmente ele não sujará o resto do parque durante a noite. Estabelecer bons hábitos nesta fase tornará mais fácil ensiná-lo mais tarde a ser asseado em casa.

Tratar do seu cachorro

Se comprar o cachorro a um criador de cães, este indicar-lhe-á com certeza a dieta que deve seguir. Estas dietas são normalmente complicadas, com quatro refeições diárias diferentes. Poderá, sem dúvida, simplificar muito a sua vida se, durante o desmame, o cachorro for habituado a comer alimentos próprios para cães, à venda no mercado, antes de ganhar gosto pelas refeições especiais. Consulte o seu veterinário. As regras básicas são as seguintes: Escolha um alimento seco próprio para cachorros. Os alimentos para cães adultos podem ser demasiado duros para os dentes dos cachorros e causam por vezes problemas de estômago.

A mudança de dieta deverá ser efectuada gradualmente ao longo de 3 ou 4 dias para que o cachorro se habitue à nova alimentação. Dê de comer ao cachorro quatro vezes por dia — poderá dar-lhe o mesmo alimento a todas as refeições se for próprio para cachorros. Certifique-se de que é um alimento completo. Leia as informações na embalagem, pois muitos alimentos de compra requerem misturas. Os alimentos próprios para cachorros são completos, não necessitando de suplementos, como cálcio ou vitaminas. O leite de vaca pode causar diarreia. Para beber, o cachorro necessita apenas de água. Tenha sempre uma tigela cheia de água. Siga as recomendações dos fabricantes de alimentos no que respeita à quantidade a dar. Os cachorros precisam de muita comida para poderem crescer e, a menos que o seu cachorro seja excepcionalmente guloso, é difícil dar comida em excesso a um cachorro muito novo.

Ensinar o cão a comportar-se “Deitado.”Obrigue o cão a sen-tar-se, depois carregue nos ombros e puxe as patas dianteiras para a frente dizendo Sentado.”Num local sossegado, com a trela, diga “Sentado” e carregue-lhe nos quadris até ele se sentar. Elogie. “Vem cá.”Obrigue o cão a ficar quieto e depois cá”. Utilize o nome do cão e elogie-o quando obedece. “Aqui.”Ensinar o cão a obedecer à ordem “Aqui” destina- se a habituá-lo a caminhar a seu lado em vez de correr, excitado, puxando a trela. Com a trela caindo solta da mão direita, mantenha o cão à sua esquerda. Vá andando e dizendo “Aqui”, corrigindo com a mão direita sempre que o cão se adiantar e acariciando-o com a esquerda quando ele se porta bem.

Se o seu cão não obedecer

Seja qual for o disparate que o seu cão esteja a fazer, elogie-o se ele vier ao chamamento, pois nessa altura já é tarde demais para o castigar. Se tiver mesmo de o fazer, não se esqueça de que: Os cães aprendem associando um acontecimento a outro. Por isso, o seu comportamento terá de ser claro e coerente em relação à desobediência. Um cão só deve ser castigado se apanhado em flagrante — alguns segundos mais tarde, já é tarde demais.

Será melhor castigá-lo fazendo um som forte ou atirando-lhe um objecto para que não associe o castigo consigo. Por exemplo, bata duas tampas de tacho uma contra a outra ou atire-lhe uma almofada ou revista para o assustar sem o magoar. Um cão deve obedecer-lhe porque você o domina, e não porque tem medo de si. Se o castigar, não o magoe nem lhe incuta medo. Nunca chame um cão para o castigar — vá ter com ele. Se ele

Conselhos para as sessões de treino

Acima de tudo, seja paciente. Faça que o treino seja divertido. Com um cão muito novo, cada treino não deve exceder 10 minutos. As aulas com treinadores podem ser muito úteis. Ensiná-lo cedo é a melhor maneira de impedir que venha a portar-se mal mais tarde.

Enfrentar o mundo exterior

Entre as 8 e as 12 semanas, os cachorros atravessam uma fase muito delicada do seu desenvolvimento. Nesta fase, necessitam de habituar-se a novos sons, ao ruído da rua, de ter contacto com pessoas e, principalmente, com outros cachorros e cães mais velhos (que estejam vacinados), pois só assim se tornarão cães adultos bem adaptados. Se o seu cachorro ainda não foi vacinado, deve tomar algumas precauções, como não o deixar farejar as fezes dos outros cães. Não bata seja por que motivo for num cão que esteja a atravessar esta fase — um “Não” em voz alta será suficiente para se fazer entender. Na rua.As fezes dos cães nas ruas são um perigo para a saúde e desagradáveis para todos. Leve um saco de plástico resistente quando passeia com o seu cão. Enfie a mão no saco como se fosse uma luva, pegue nas fezes, depois volte o saco do avesso, feche-o e deite-o num caixote de lixo. Crescimento.Por volta dos 6 meses, o cachorro poderá passar a uma alimentação para cães adultos. Nesta fase, a quantidade de comida será determinada pelo peso do cão. Passe os dedos nas costelas. Deverá haver cerca de 5 mm de gordura sobre as costelas, mas deve ser possível contá-las. Aumente ou diminua a quantidade de acordo com o resultado. As refeições devem ser dadas duas vezes por dia.

O exercício

Um cão que faz exercício estará mais sossegado em casa — leve-o a passear pelo menos uma vez por dia. Ensine o cão a obedecer às suas ordens antes de o deixar andar sem trela. Elogie-o sempre que acorra ao seu chamamento para que ele goste de voltar para si. Chame-o com frequência para que não associe

Para aumentar o nível de actividade do cão:

Quando for passear, leve consigo uma raqueta de ténis. Com ela poderá atirar uma bola muito mais longe do que à mão. Atire uma bola por uma encosta abaixo. O cão em breve se cansará de voltar para cima a correr — e a bola irá até muito mais longe. Atire a bola para trás de si enquanto caminha — como continua a andar, o cão terá sempre um bocadinho mais para correr, tentando alcançá-lo. O banho do cão Os cães com pêlo saudável não precisam de tomar banho. No entanto, como andam pela casa, os donos preferem que cheirem bem, e não a cão. Comece a dar banho ao seu cão enquanto ele ainda é cachorro.

Converse com ele com voz carinhosa durante todo o banho e faça-lhe muitos elogios. Coloque um tapete antiderrapante no fundo da banheira para evitar que as unhas do cão risquem a superfície. Utilize champô para bebé para lavar o pêlo do cão.

Corrigir os maus hábitos

Empurre-o para baixo, dizendo “Para baixo”. Ignore-o enquanto ele não se tiver acalmado. Elogie-o e preste-lhe atenção só quando ele tiver as quatro patas no chão.

Puxar pela trela.Para ensinar o seu cão a andar com trela, não escolha os momentos em que o passeia em parques ou noutros espaços abertos. As coleiras estranguladoras, que ficam mais apertadas quando submetidas a tensão, são um auxiliar útil quando usadas correctamente. Mal o cão se lança para a frente, um puxão rápido, Não deite água na banheira — é preferível usar No fim, embrulhe o cão numa toalha para evitar que ele sacuda água para todos os lados. Mantenha o cão à sua esquerda. O segredo está em manter a atenção do cão, por isso faça-lhe elogios constantemente.

Outro método eficaz é dizer “Aqui” e mudar de direcção imediatamente sempre que o cão começar a puxar a trela. Latidos excessivos.Se o seu cão ladra quando fica sozinho, submeta-o a exercício intenso antes de sair. Se os latidos forem desencadeados pela campainha da porta ou outros ruídos, mande-o deitar-se no chão ou ir para a cama. Uma posição mais passiva desencoraja os latidos, tornando o ladrar mais difícil. No entanto, não proíba o seu cão de ladrar — é o melhor meio de afastar os ladrões.

Agressão.

Se, desde cedo, os cães se “cumprimentarem” uns aos outros, frequentemente e sem restrições, o domínio e a submissão naturais logo definirão as suas diferenças. No entanto, se houver uma luta: Não grite para o cão — os gritos iriam incitá-lo a lutar. Afaste-se, chamando o seu cão para o seguir como habitualmente. Puxe-o se estiver preso pela trela. Faça-lhe elogios se ele obedecer. Nunca tente, em circunstância alguma, castigar fisicamente o seu cão — só agravaria a situação. Se puder, regue os dois cães com muita água fria (um balde não é suficiente).

 

 

Decida com antecedência onde é que o cachorro vai dormir e prepare a cama (v. “A primeira noite”, em baixo). Ele vai precisar de descansar depois da confusão e excitação da mudança. Venha logo para casa com o seu novo cachorro. Chegar a tempo para a refeição do meio do dia costuma resultar. Certifique-se de que o cachorro tem sempre a coleira e a placa de identificação quando sai de casa. A primeira noite.Ajude o seu cachorro a habituar-se à falta da mãe e dos irmãos pondo-o num “parque”: sentir-se-á mais seguro do que se o deixar vaguear pela casa.

Coloque o parque num sítio quente e calmo e ponha uma caixa de papelão a um canto para servir de cama. Forre o fundo da caixa com uma camisola velha ou um cobertor pequeno e coloque um saco de água quente bem embrulhado ou com uma capa para que o cachorro se sinta Como apresentá-lo às crianças. Explique-lhes que os animais não são brinquedos e que podem magoar-se. Ensine-lhes como devem pegar num cachorro, agarrando-o com ambas as mãos por baixo do peito e depois encostando-o ao peito com uma das mãos, enquanto suportam o peso com a outra.

Diga-lhes também que o cachorro precisa de dormir Quando já existem animais de estimação.Não dedique toda a sua atenção a um novo animal de estimação se já tiver outros em casa. Estes irão necessitar de muita atenção e também de serem tranquilizados para sentirem que o seu lugar na família se encontra assegurado. Coloque-os perto do novo animal separados por uma rede ou grade e não pegue em nenhum deles ao colo; é melhor que se conheçam um ao outro à sua maneira. Como criar hábitos de asseio.Coloque folhas de jornal perto do local onde o cachorro dorme e provavelmente ele não sujará o resto do parque durante a noite. Estabelecer bons hábitos nesta fase tornará mais fácil ensiná-lo mais tarde a ser asseado em casa.

Tratar do seu cachorro

Se comprar o cachorro a um criador de cães, este indicar-lhe-á com certeza a dieta que deve seguir. Estas dietas são normalmente complicadas, com quatro refeições diárias diferentes. Poderá, sem dúvida, simplificar muito a sua vida se, durante o desmame, o cachorro for habituado a comer alimentos próprios para cães, à venda no mercado, antes de ganhar gosto pelas refeições especiais. Consulte o seu veterinário. As regras básicas são as seguintes: Escolha um alimento seco próprio para cachorros. Os alimentos para cães adultos podem ser demasiado duros para os dentes dos cachorros e causam por vezes problemas de estômago.

A mudança de dieta deverá ser efectuada gradualmente ao longo de 3 ou 4 dias para que o cachorro se habitue à nova alimentação. Dê de comer ao cachorro quatro vezes por dia — poderá dar-lhe o mesmo alimento a todas as refeições se for próprio para cachorros. Certifique-se de que é um alimento completo. Leia as informações na embalagem, pois muitos alimentos de compra requerem misturas. Os alimentos próprios para cachorros são completos, não necessitando de suplementos, como cálcio ou vitaminas. O leite de vaca pode causar diarreia. Para beber, o cachorro necessita apenas de água. Tenha sempre uma tigela cheia de água. Siga as recomendações dos fabricantes de alimentos no que respeita à quantidade a dar. Os cachorros precisam de muita comida para poderem crescer e, a menos que o seu cachorro seja excepcionalmente guloso, é difícil dar comida em excesso a um cachorro muito novo.

Ensinar o cão a comportar-se “Deitado.”Obrigue o cão a sen-tar-se, depois carregue nos ombros e puxe as patas dianteiras para a frente dizendo Sentado.”Num local sossegado, com a trela, diga “Sentado” e carregue-lhe nos quadris até ele se sentar. Elogie. “Vem cá.”Obrigue o cão a ficar quieto e depois cá”. Utilize o nome do cão e elogie-o quando obedece. “Aqui.”Ensinar o cão a obedecer à ordem “Aqui” destina- se a habituá-lo a caminhar a seu lado em vez de correr, excitado, puxando a trela. Com a trela caindo solta da mão direita, mantenha o cão à sua esquerda. Vá andando e dizendo “Aqui”, corrigindo com a mão direita sempre que o cão se adiantar e acariciando-o com a esquerda quando ele se porta bem.

Se o seu cão não obedecer

Seja qual for o disparate que o seu cão esteja a fazer, elogie-o se ele vier ao chamamento, pois nessa altura já é tarde demais para o castigar. Se tiver mesmo de o fazer, não se esqueça de que: Os cães aprendem associando um acontecimento a outro. Por isso, o seu comportamento terá de ser claro e coerente em relação à desobediência. Um cão só deve ser castigado se apanhado em flagrante — alguns segundos mais tarde, já é tarde demais.

Será melhor castigá-lo fazendo um som forte ou atirando-lhe um objecto para que não associe o castigo consigo. Por exemplo, bata duas tampas de tacho uma contra a outra ou atire-lhe uma almofada ou revista para o assustar sem o magoar. Um cão deve obedecer-lhe porque você o domina, e não porque tem medo de si. Se o castigar, não o magoe nem lhe incuta medo. Nunca chame um cão para o castigar — vá ter com ele. Se ele

Conselhos para as sessões de treino

Acima de tudo, seja paciente. Faça que o treino seja divertido. Com um cão muito novo, cada treino não deve exceder 10 minutos. As aulas com treinadores podem ser muito úteis. Ensiná-lo cedo é a melhor maneira de impedir que venha a portar-se mal mais tarde.

Enfrentar o mundo exterior

Entre as 8 e as 12 semanas, os cachorros atravessam uma fase muito delicada do seu desenvolvimento. Nesta fase, necessitam de habituar-se a novos sons, ao ruído da rua, de ter contacto com pessoas e, principalmente, com outros cachorros e cães mais velhos (que estejam vacinados), pois só assim se tornarão cães adultos bem adaptados. Se o seu cachorro ainda não foi vacinado, deve tomar algumas precauções, como não o deixar farejar as fezes dos outros cães. Não bata seja por que motivo for num cão que esteja a atravessar esta fase — um “Não” em voz alta será suficiente para se fazer entender. Na rua.As fezes dos cães nas ruas são um perigo para a saúde e desagradáveis para todos. Leve um saco de plástico resistente quando passeia com o seu cão. Enfie a mão no saco como se fosse uma luva, pegue nas fezes, depois volte o saco do avesso, feche-o e deite-o num caixote de lixo. Crescimento.Por volta dos 6 meses, o cachorro poderá passar a uma alimentação para cães adultos. Nesta fase, a quantidade de comida será determinada pelo peso do cão. Passe os dedos nas costelas. Deverá haver cerca de 5 mm de gordura sobre as costelas, mas deve ser possível contá-las. Aumente ou diminua a quantidade de acordo com o resultado. As refeições devem ser dadas duas vezes por dia.

O exercício

Um cão que faz exercício estará mais sossegado em casa — leve-o a passear pelo menos uma vez por dia. Ensine o cão a obedecer às suas ordens antes de o deixar andar sem trela. Elogie-o sempre que acorra ao seu chamamento para que ele goste de voltar para si. Chame-o com frequência para que não associe

Para aumentar o nível de actividade do cão:

Quando for passear, leve consigo uma raqueta de ténis. Com ela poderá atirar uma bola muito mais longe do que à mão. Atire uma bola por uma encosta abaixo. O cão em breve se cansará de voltar para cima a correr — e a bola irá até muito mais longe. Atire a bola para trás de si enquanto caminha — como continua a andar, o cão terá sempre um bocadinho mais para correr, tentando alcançá-lo. O banho do cão Os cães com pêlo saudável não precisam de tomar banho. No entanto, como andam pela casa, os donos preferem que cheirem bem, e não a cão. Comece a dar banho ao seu cão enquanto ele ainda é cachorro.

Converse com ele com voz carinhosa durante todo o banho e faça-lhe muitos elogios. Coloque um tapete antiderrapante no fundo da banheira para evitar que as unhas do cão risquem a superfície. Utilize champô para bebé para lavar o pêlo do cão.

Corrigir os maus hábitos

Empurre-o para baixo, dizendo “Para baixo”. Ignore-o enquanto ele não se tiver acalmado. Elogie-o e preste-lhe atenção só quando ele tiver as quatro patas no chão.

Puxar pela trela.Para ensinar o seu cão a andar com trela, não escolha os momentos em que o passeia em parques ou noutros espaços abertos. As coleiras estranguladoras, que ficam mais apertadas quando submetidas a tensão, são um auxiliar útil quando usadas correctamente. Mal o cão se lança para a frente, um puxão rápido, Não deite água na banheira — é preferível usar No fim, embrulhe o cão numa toalha para evitar que ele sacuda água para todos os lados. Mantenha o cão à sua esquerda. O segredo está em manter a atenção do cão, por isso faça-lhe elogios constantemente.

Outro método eficaz é dizer “Aqui” e mudar de direcção imediatamente sempre que o cão começar a puxar a trela. Latidos excessivos.Se o seu cão ladra quando fica sozinho, submeta-o a exercício intenso antes de sair. Se os latidos forem desencadeados pela campainha da porta ou outros ruídos, mande-o deitar-se no chão ou ir para a cama. Uma posição mais passiva desencoraja os latidos, tornando o ladrar mais difícil. No entanto, não proíba o seu cão de ladrar — é o melhor meio de afastar os ladrões.

Agressão.

Se, desde cedo, os cães se “cumprimentarem” uns aos outros, frequentemente e sem restrições, o domínio e a submissão naturais logo definirão as suas diferenças. No entanto, se houver uma luta: Não grite para o cão — os gritos iriam incitá-lo a lutar. Afaste-se, chamando o seu cão para o seguir como habitualmente. Puxe-o se estiver preso pela trela. Faça-lhe elogios se ele obedecer. Nunca tente, em circunstância alguma, castigar fisicamente o seu cão — só agravaria a situação. Se puder, regue os dois cães com muita água fria (um balde não é suficiente).

 

 

Esses rebentos devem também ser removidos em arbustos que tenham sido enxertados num «cavalo » (porta-enxerto)diferente para que não o reproduzam. Seja como for,procure o ponto de inserção do rebento-ladrão e em seguida arranque-o à mão, puxando com força. Nunca deve cortar os rebentos-ladrões acima do solo, pois desse modo formar-se-iam ainda mais rebentos.

Plante os arbustos dióicos em grupos de três ou mais plantas fêmeas, com uma planta macho no centro do grupo. As condições climatéricas podem afectar a produção de frutos em cada ano.Se a planta for afectada pela seca na época da floração ou no momento da frutificação,esta diminui drasticamente.

A geada, na época da floração,pode também impedir a formação dos frutos.Por outro lado, se o tempo estiver enevoado e frio na época da floração,as abelhas e demais insectos polinizadores estarão preguiçosos e a colheita será fraca. Assim,umas boas condições de desenvolvimento são importantes para se obterem boas colheitas de frutos. Se um arbusto que gosta muito de sol, como o Cotoneaster salicifolia,for plantado à sombra,terá uma floração fraca e dará poucos frutos.Também a cameleira, que detesta o calcário, morrerá se for plantada num solo calcário.

As aves podem prejudicar as colheitas de frutos.Os pardais comem os gomos que iriam florir no ano seguinte.Os melros e tordos debicam os frutos em maturação.Quando as aves constituem um problema,pode pulverizar as plantas com um repelente; po- rém,melhor será cobri-las com rede ou fios de algodão preto entrecruzados,utilizar espantalhos ou outros repelentes sonoros ou ópticos.Não se esqueça de que as aves,embora possam causar alguns estragos,são muito úteis,pois alimentam-se de insectos, que,esses sim,podem causar graves estragos nas culturas.Assim,se as aves não forem umas pragas e debicarem apenas um ou outro fruto,considere esses frutos como uma oferta sua para as aves e pense nos benefícios que estas lhe dão em troca.

Quando e como transplantar um arbusto adulto

Os arbustos podem ser transplantados entre o início do Outono e os finais da Primavera,desde que o solo não esteja gelado nem encharcado. Cave uma vala circular à volta do arbusto —bem afastada do mesmo para evitar danificar as raízes. Em seguida,escave por baixo do arbusto e levante-o. Retire o excesso de terra agarrada às raízes e plante o arbusto.

Como obter uma boa produção de frutos Muitos arbustos são cultivados principalmente pelos frutos coloridos que produzem. No entanto,podem surgir produções fracas de frutos devido a vários factores.Em primeiro lugar, compre as plantas num bom viveiro e peça informações sobre as variedades que costumam dar frutos abundantes. Alguns arbustos e árvores são dióicos, ou seja, as flores macho e fêmea crescem em plantas separadas.

Cultura dos arbustos de folha persistente

Em muitos casos,estes arbustos são menos resistentes aos frios rigorosos e à seca do que os de folha caduca, pelo que precisam de ser plantados com alguns cuidados. A menos que se trate de espécies pouco sensíveis ao vento, estes arbustos devem ser colocados num lo- cal abrigado em terra fértil que con- serve bem a humidade, embora sem exagero,e sempre bem drenada.Certifique-se de que a terra se mantém húmida após a plantação,sobretudo quando se trata de plantas provenientes de um viveiro.

Em caso de ventos fortes e secos,proteja os arbustos com um resguardo de serapilheira. A rega é muito importante tanto para as coníferas como para os arbustos envasados.Mesmo que as chuvas sejam frequentes, esta rega natural não será suficiente, pois as raízes estão confinadas num volume de terra demasiado exíguo. A falta de água é perceptível na tonalidade acastanhada que tomam os ramos inferiores e na subsequente morte dos mesmos.

Deve regar bem a planta, sem contudo encharcar o solo,a partir do momento em que a superfície da terra dentro do vaso pareça ressequida. Os exemplares cultivados em vaso podem sofrer igualmente carências,cujos sintomas são um abrandamento do ritmo de crescimento,folhagem de menores dimensões e muitas vezes de cor mais pálida e um amarelecimento que poderá provocar a queda das folhas. A fim de manter a planta saudável, aplique um adubo líquido todos os meses, da Primavera até ao fim do Verão.

Cultura dos arbustos de folha persistente

Em muitos casos,estes arbustos são menos resistentes aos frios rigorosos e à seca do que os de folha caduca, pelo que precisam de ser plantados com alguns cuidados. A menos que se trate de espécies pouco sensíveis ao vento,estes arbustos devem ser colocados num local abrigado em terra fértil que conserve bem a humidade,embora sem exagero,e sempre bem drenada.Certifique-se de que a terra se mantém húmida após a plantação,sobretudo quando se trata de plantas provenientes de um viveiro.Em caso de ventos fortes e secos,proteja os arbustos com um resguardo de serapilheira.

A rega é muito importante tanto para as coníferas como para os arbustos envasados.Mesmo que as chuvas sejam frequentes,esta rega natural não será suficiente,pois as raízes estão confinadas num volume de terra demasiado exíguo.A falta de água é perceptível na tonalidade acastanhada que tomam os ramos inferiores e na subsequente morte dos mesmos.Deve regar bem a planta, sem contudo encharcar o solo,a partir do momento em que a superfície da terra dentro do vaso pareça ressequida. Os exemplares cultivados em vaso podem sofrer igualmente carências,cujos sintomas são um abrandamento do ritmo de crescimento,folhagem de menores dimensões e muitas vezes de cor mais pá- lida e um amarelecimento que poderá provocar a queda das folhas. A fim de manter a planta saudável, aplique um adubo líquido todos os meses,da Primavera até ao fim do Verão.

Trepadeiras apoiadas numa árvore

Certas trepadeiras são muito mais decorativas quando crescem encostadas a uma árvore do que contra uma parede ou vedação.Contudo, é necessário que a árvore seja suficientemente vigorosa para suportar o peso do arbusto.Deste modo, escolha uma árvore com ramos bem repartidos e que deixem passar muita luz, como, por exemplo, uma velha macieira,uma bétula ou um pinheiro.

As clematites são perfeitamente adequadas.Também a roseira Rosa filipes,que poderá atingir cerca de 12 m de altura,produzirá um belíssimo efeito decorativo, com as suas flores entrelaçadas com a folhagem da árvore. Outros exemplares recomendados para plantar encostados a uma árvore são:Jasminum officinale, Hydrangea petiolaris,Campsis radicans, Celastrus orbiculatus,Lonicera 3 brownii,L. periclymenum, Actinidia kolomikta e Schisandra grandiflora.

Se as raízes da árvore estiverem perto da superfície do solo,abra uma cova fora da vertical da copa. Plante a trepadeira e fixe-a a um tutor, cuja extremidade deverá prender a um dos ramos mais baixos da árvore.Se o ramo se encontrar ainda num plano superior ao do tutor, una estes dois elementos com um arame para que o arbusto possa trepar por ele. Se o sistema radicular da árvore for profundo,a trepadeira poderá ser plantada perto do tronco.Se quiser, pode plantá-la em espaldeira contra o tronco. Regue abundantemente o arbusto ao longo do primeiro ano e aplique-lhe em cada Primavera uma camada de composto.

Pragas e doenças dos arbustos e trepadeiras vulgares

Na sua maior parte,descrevem-se aqui as principais doenças que podem atingir os arbustos e trepadeiras. Se detectar outros sintomas, consulte o capítulo «Pragas e doenças », na p.580.Os produtos químicos necessários para os tratamentos e as respectivas denominações comerciais foram agrupados no quadro «Produtos fitossanitários ».

 

 

Manchas sob a cauda significam diarreia, fatal em animais pequenos. Escolha um hamster novo (com 3 a 4 semanas), dos que têm um tufo de pêlo cinzento nas orelhas. Outra forma de identificar um animal novo é pegar nele. Se for jovem, deixará que lhe peguem; um mais velho (mais de 8 semanas) resistirá, tentando Morder-lhe. Os hamsters são animais nocturnos, sendo normal uma certa sonolência durante o dia. Entre 22 e 25°C, os hamsters mantêm-se imóveis. Normalmente, os gerbilos levantam-se sobre as patas traseiras, olhando à sua volta com um ar curioso. Uma eventual sonolência poderá ser sinal de doença.

Alimentação dos “hamsters”e gerbilos

Alimente os hamsters e os gerbilos com uma mistura de cereais e sementes, à venda nas lojas de animais, complementando-a com pequenas quantidades de verduras frescas, como folhas de alface e cenouras. Utilize um recipiente pesado que não corra o risco de ser virado. Tenha sempre água fresca para eles beberem. Tenha na gaiola feno limpo e seco para os animais fazerem o ninho. Os gerbilos gostam de saltar: fixe plataformas a diversas alturas. A gaiola deve ser cuidadosamente limpa com água morna e desinfectada todas as semanas. Deixe secar bem. Os hamsters preferem viver sozinhos, mas os gerbilos podem viver aos pares. Compre do mesmo sexo, a menos que queira fazer criação.

Pegue-lhes com cuidado

Converse com o seu hamster (ou gerbilo) e pegue nele desde o princípio, mas com jeito — quando agarrado, o instinto dele será morder. Também poderá morder se meter os dedos pelas grades da gaiola. A forma correcta de pegar num hamster ou num gerbilo é segurá-los, suave mas firmemente, com as mãos em concha. Pegue-lhes regularmente desde o início para que se tornem mansos. Pode evitar que um gerbilo se debata quando lhe pegar segurando-lhe a ponta da cauda. Não segure mais acima, pois pode magoá-lo. No início, pegue nos hamsters e nos gerbilos junto ao chão, pois, se os deixar cair, eles não conseguirão endireitar-se e cair de pé.

Variedades de ratinhos.

Existem quatro categorias principais: Os “puros— apresentam cor uniforme em todo o corpo. Os ratinhos com dois tons de pêlo apresentam uma combinação de cor acastanhada com qualquer outra cor. Os ratinhos “sarapintadossão brancos com manchas de cor. Outras variedades — podem incluir tipos menos habituais, como ratinhos de pêlo comprido e chinchilas. Cor dos ratos.Existem diversas, incluindo as variedades “encapuçadas, que têm a cabeça de cor diferente do resto do corpo.

Gaiolas para ratos e ratinhos

As de vidro e metal são as melhores, pois os ratos e os ratinhos roem a madeira e o plástico. Uma gaiola com 45 x 30 x 25 cm pode alojar dois ratinhos ou um rato. Para a cama, ponha aparas de madeira, papel de seda ou serradura.

Limpe a gaiola pelo menos duas vezes por semana. Coloque nas gaiolas rodas e estruturas para trepar. Impedirá que os animais se aborreçam, e o exercício farlhes-á bem. Não junte machos adultos na mesma gaiola — poderiam lutar. No entanto, os ratos lutam menos frequentemente do que os ratinhos.

Doença vulgar nos roedores

Os problemas respiratórios são vulgares em roedores. O stress causado por gaiolas superlotadas ou sujas pode contribuir para a doença. Leve o animal ao veterinário se lhe notar uma respiração sibilante.

 

 

Afídios (pulgões ou piolhos das plantas)

Actue logo que vir afídios no seu jardim — geralmente no princípio da Primavera. Se os deixar, eles sugarão a seiva dos caules e botões tenros, afectarão o crescimento das plantas e poderão conduzir a outras doenças (fungos e vírus). Muitas vezes basta regá-los com uma mangueira para os afastar, mas se isso não resultar, molhe os caules afectados com água tépida com sabão — dissolva 150 g de sabão de potassa amarelo ou sabão negro em 1 l de água, junte 1 dl de óleo vegetal (de preferência de amendoim) e misture. Para pulverizar as plantas, adicione 10 l de água e misture bem. Em estufas, introduza predadores naturais, como a joaninha, as crisopas ou a vespa parasita Aphidoletes aphidimyza.

Lesmas e caracóis

Enterre recipientes com o bordo ao nível do solo e deite leite ou cerveja para atrair as lesmas e caracóis, que caem lá dentro e se afogam. Em alternativa, ponha uma pilha de folhas secas sob uma sebe para atrair ouriços, que devoram as lesmas e caracóis, ou use iscos com metaldeído. Uma casca de meia laranja com a abertura para baixo é um bom refúgio para lesmas, que podem ser apanhadas todas as manhãs.

Toupeiras

Para expulsar as toupeiras sem lhes fazer mal, experimente enterrar garrafas vazias no jardim até ao gargalo — as toupeiras detestam o som do vento que passa através dos gargalos abertos. Se a situação se tornar grave, use vibradores ultra-sónicos ou armadilhas próprias. Ou então polvilhe os pontos de passagem com sulfato de amónio, um produto químico inofensivo, que também afastará os gatos.

Insectos amigos

Nem todos os insectos do jardim são indesejáveis.

Lagartas

Pulverize com o insecticida biológico Bacillus thuri-giensis Berliner, que ataca as lagartas, mas não prejudica as Bichas-cadelas. Encha um vaso com erva seca e vire-o, apoiando-o sobre uma estaca. Os insectos entrarão para dentro do vaso durante a noite e na manhã seguinte queime o Pulverizador. Experimente pulverizar as plantas com uma solução fraca de detergente líquido biodegradável ou sabão e óleo como atrás indicado.

 

 

Este questionário testa os seus conhecimentos sobre os momentos altos, dramas e desventuras desta competição desde a sua primeira edição, em 1930.

1. Qual o país vencedor da primeira partida disputada na fase final do primeiro Campeonato do Mundo? (a) Uruguai (b) França (c) Brasil

2. Quem recuperou a Taça Jules Rimet após esta ter sido roubada em Inglaterra em 1966? (a) A Scotland Yard (b) A Interpol (c) Um cão

3. Mais de 37000 milhões de pessoas assistirão à fase final do Campeonato do Mundo do Japão e da Coreia do Sul em Junho. Mas qual é o recorde de espectadores numa final? (a) 110 000 (b) 120 000 (c) 200 000

4. Qual o rei que fez questão de escolher a equipa do seu país para o Campeonato do Mundo? (a) O Rei Carol da Roménia (b) O Rei Paulo da Grécia (c) O Rei Leopoldo da Bélgica

5. Que país prescindiu de disputar a fase final de um Campeonato do Mundo por os seus jogadores não terem sido autorizados a jogar descalços? (a) Ilhas Fidji (b) Serra Leoa (c) Índia

6. Quem foi o jogador mais jovem a marcar um golo numa fase final de um Campeonato do Mundo? (a) Pelé (b) Valentin Ivanov (c) Davor Suker

7. Quem foi o jogador mais velho a marcar um golo numa fase final de um Campeonato do Mundo? (a) Sándor Kocsis (b) Roger Milla (c) Salvatore Schillaci

8. Quem marcou o golo mais vergonhoso numa fase final de um Campeonato do Mundo e depois atribuiu as culpas a Deus? (a) Oldrich Nejedly (b) Diego Maradona (c) Grzegorz Lato

9. O recurso a desempate por penalties é uma forma controversa de resolver as partidas que terminam empatadas. Por que razão foi introduzida? (a) Maior emoção (b) Falta de golos (c) Horários televisivos

10. Quem foi o primeiro jogador a ser expulso de uma fase final de um Campeonato do Mundo por doping? (a) Ernest Jean-Joseph (b) Diego Maradona (c) Willie Johnston

11. Já houve muitas batalhas ferozes em jogos do Campeonato do Mundo. Qual o país que tem pior registo disciplinar? (a) Brasil (b) Itália (c) Argentina

12. Qual o país organizador da fase final do Campeonato do Mundo de 2006? (a) África do Sul (b) Alemanha (c) Itália

 

Respostas:

1. (b) França. Embora o Uruguai fosse o organizador da fase final da prova em 1930, a honra de disputar o jogo de abertura coube à França. Foi um gesto do país anfitrião em agradecimento à influência dos Gauleses na constituição da FIFA, o organismo que controla o futebol. Apenas 1000 pessoas assistiram a esta partida, na qual os franceses derrotaram o México por 41.

2. (c) Um cão. O troféu, uma estatueta de ouro maciço baptizada em honra de Jules Rimet, um dos fundadores do torneio, sobreviveu à II Guerra Mundial escondido numa caixa de sapatos debaixo de uma cama em Roma, mas foi roubado quando se encontrava exposto em Londres aquando da fase final do Campeonato de 1966. Viria a ser descoberto debaixo de um arbusto no jardim de uma casa do Sul de Londres por um cão chamado Pickles. Em 1983, foi novamente roubado, desta vez para sempre, após o Brasil ter conquistado a sua posse definitiva em 1970.

3. (c) 200 000. Quando o país anfitrião, o Brasil, defrontou o Uruguai na final de 1950, o número oficial de espectadores no novo Estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, esteve próximo dos 200000, os quais, no final, teriam conseguido ouvir até mesmo um prego a cair, pois saíram mudos e quedos após a inesperada vitória dos Uruguaios por 21.

4. (a) O Rei Carol. Tal como muitas outras nações europeias, a Roménia estava relutante em enviar uma equipa para disputar o primeiro Campeonato doMundo, realizado no Uruguai em 1930. No entanto, o monarca interveio, negociou com os patrões dos jogadores darem-lhes três meses de dispensa e seleccionou ele próprio aqueles que iam representar o seu país. A selecção romena partiria no mesmo barco que a França e a Bélgica, tendo feito escala o Rio de Janeiro para recolher a equipa brasileira, também ela a caminho de Montevideu.

5. (c) A Índia. Este país qualificou-se automaticamente para a fase final de 1950 após a desistência da Birmânia, mas desistiu também quando a FIFA não deu autorização para que os seus jogadores disputassem as partidas descalços. Se tivesse jogado, a Índia teria sido o primeiro país asiático independente a disputar uma fase final. Mas essa honra acabaria por caber à Coreia do Sul em 1954.

6. (a) Pelé. Tinha 17 anos e 239 dias de idade quando marcou o golo com que o Brasil bateu o País de Gales nos quartos-de-final do Campeonato do Mundo de 1958, disputado na Suécia. Considerado o melhor jogador do Mundo, Pelé prosseguiria a sua brilhante carreira, tendo-se tornado o único jogador a vencer três Campeonatos do Mundo ao serviço do seu país: Suécia (1958), Chile (1962) e México (1970).

7. (b) Roger Milla. O espantoso Milla obteve este título duas vezes! Tendo já disputado o Campeonato do Mundo de 1982, Milla foi chamado da sua semi-reforma para jogar na edição de 1990, disputada em Itália, em cujo jogo de abertura os Camaroneses bateram a então detentora do título Argentina por 10. Milla viria a marcar quatro golos durante a prova, até à eliminação da sua equipa, que perdeu nos quartos-de-final com a Inglaterra. Na altura com 38 anos, Milla tornou-se o mais velho marcador de sempre numa fase final. Contudo, ainda viria a aparecer no Campeonato do Mundo dos EUA, quatro anos depois, batendo o seu próprio recorde ao marcar contra a Rússia. Contava 42 anos, um mês e oito dias.

8. (b) Diego Maradona. As relações entre a Inglaterra e a Argentina já estavam manchadas devido à Guerra das Malvinas (1982). E quando os dois países se encontraram nos quartos-de-final da edição de 1986 (disputada no México), Maradona saltou para cabecear a bola, mas introduziu-a na baliza com a mão. Para afastar a controvérsia gerada por esse golo, o jogador argentino disse ter sido a «mão de Deus». A Argentina ganhou esse jogo por 21 e acabaria por vencer o torneio.

9. (b) Falta de golos. Desde as primeiras edições do Campeonato do Mundo que vimos assistindo a uma grande redução do número de golos apontados em cada jogo. Na fase final de 1954, a média de golos por jogo era de 5,4 e em 1990 essa média baixara já para os 2,2. Isto significava mais jogos empatados,

pelo que se introduziu o desempate por penalties quando as equipas se encontravam empatadas após o prolongamento. A primeira final a ser desempatada por pontapés da marca de grande penalidade foi a de 1994, disputada nos EUA, em que o Brasil bateu a Itália por 32.

10. (c) Ernest Jean-Joseph do Haiti, equipa que chegou às finais na Alemanha, em 1974. As análises positivas de Jean-Joseph foram feitas após o primeiro jogo do Haiti, em que perdeu 3-1 com a Itália. Entre os jogadores afastados por tomarem drogas, contam-se Willie Johnston da Escócia (1978) e Diego Maradona da Argentina (1994).

11. (a) e (c). Brasil e Argentina. Estes dois gigantes sul-americanos partilham entre si a dúbia distinção de terem o pior registo disciplinar, com oito cartões vermelhos cada um nas fases finais disputadas entre 1930 e 1980. A reputação granjeada pelo Brasil como equipa que joga um futebol bonito e como recordista de títulos de Campeão do Mundo (nada menos de quatro) torna chocante a sua presença no top das equipas mais indisciplinadas. O que já não acontece tanto com a Argentina, cuja imagem está mais estragada e cujos jogadores foram descritos como «animais» pelo seleccionador inglês Sir Alf Ramsey, em 1966.

12. (b) A Alemanha ganhou a votação final à África do Sul, embora por escassa vantagem. A fase final disputou-se na Alemanha pela última vez em 1974, mas em 2006 será a primeira vez que a prova se realiza neste país após a sua reunificação.

 

 

Se ainda continuar presa, utilize um berbequim eléctrico com uma lixa, a fim de retirar a quantidade de madeira suficiente para que a janela abra e feche com facilidade. Se se tratar de uma janela de batente que prende em vários pontos, coloque um pedaço de papel químico entre os caixilhos em contacto e em seguida feche a janela. As marcas deixadas pelo papel químico indicarão os pontos onde a janela está demasiado presa. Em casos extremos, tire a janela e aplaine as superfícies.

Presa depois de pintada

Se uma janela ficar presa depois de ser pintada, faça deslizar uma faca fina a toda a volta entre a janela e o caixilho. Da próxima vez, faça a pintura de manhã cedo e deixe a janela aberta até à noite. Uma película aderente colocada entre superfícies acabadas de secar evita que estas colem.

Madeira inchada e apodrecida

Uma causa mais grave que pode estar na origem das janelas presas é a entrada de humidade na madeira. Raspe a tinta e deixe a madeira secar. Para acelerar o processo, retire a tinta com um maçarico. A madeira raras vezes torna a contrair-se completamente, podendo por isso ser necessário lixar o caixilho antes de o pintar de novo. Se a madeira estiver muito apodrecida, chame um carpinteiro.

Como endireitar um caixilho de metal empenado

Janelas que abanam

Pode colocar pequenas cunhas de plástico ou madeira entre as janelas de guilhotina e o caixilho. Evitará deste modo que abanem, mas as cunhas têm de ser retiradas sempre que se abre ou fecha a janela.

Acabe de vez com as correntes de ar. Para eliminar correntes de ar e evitar que a janela abane numa só operação, coloque fita de calafetagem com escova de nylon na face interior das corrediças laterais de madeira — tanto da folha interior como exterior.

Pode também colocar a fita de calafetagem na face interior de uma das travessas que se tocam. É um processo mais simples que, no entanto, só evita que a janela abane quando esta está fechada. Se fixar a fita de calafetagem à travessa superior da folha de baixo, ela não ficará à vista quando a janela estiver aberta.

Recolocação das corrediças laterais

As janelas de guilhotina abanam por haver demasiado espaço à volta de cada folha. Este problema ocorre mais frequentemente com a folha de baixo e deve-se ao facto de a corrediça lateral não estar suficientemente próxima do caixilho da folha. A solução é retirar e recolocar as corrediças laterais.

 

 

Tenha presente que o primeiro objectivo a atingir será ter um pé-de-meia para fazer face a emergências não cobertas por seguros, como é o caso de uma avaria ou acidente no automóvel, reparações em casa ou necessidade de assistência médica para a família.

Efeito da inflação na poupança

A eficácia dos planos de poupança diminui à medida que a inflação aumenta, pois quanto maior é a inflação, menor é o poder de compra do seu dinheiro. Por exemplo, 8% de inflação reduz a metade o valor da sua poupança e, consequentemente, o seu poder de compra em 9 anos.

Por isso ...

Não é aconselhável aplicar todas as suas poupanças num único investimento. Para compensar esse efeito penalizador da inflação, diversifique os seus investimentos, encontrando um equilíbrio entre os diferentes tipos de poupança ao seu dispor. Do mesmo modo, não aplique todo o seu dinheiro na compra de uma casa, pois o preço das casas tanto pode valorizar como desvalorizar.

Defina a estratégia de poupança

Para a maioria das pessoas, poupar significa normalmente deixar algum dinheiro de parte para, por exemplo, comprar uma casa, assegurar uma reforma confortável ou simplesmente fazer face a possíveis infortúnios. Noutros casos, e para algumas pessoas, poupar significa encontrar as formas mais rentáveis de investimento.

A solução correcta é simplesmente juntar as duas situações, definindo claramente determinados objectivos específicos a atingir e procurando as formas mais rentáveis de investimento, aplicando numa base regular de forma a atingir determinados objectivos específicos. Por exemplo, se poupar €250 por mês durante 5 anos, para dar entrada na compra de uma nova habitação, terá no final do prazo um valor acumulado de quase €18.950 (objectivo específico). Para obter o máximo de rentabilidade, deverá investir esse dinheiro numa conta poupança-habitação (forma mais rentável de investimento).

 

Conselhos

Comece um plano de investimento regular, dando uma ordem de transferência mensal para uma conta de poupança. Escolha um produto financeiro adequado à sua estratégia que lhe permita investimentos regulares e que penalize os resgates antecipados.

 

O plano mais indicado

Após ter definido a sua estratégia de poupança, você está preparado para escolher os produtos mais correctos onde vai investir.

Produtos bancários - Contas de elevada disponibilidade ou liquidez

Conta à ordem: Nesta conta, só deverá manter o montante necessário para os seus gastos normais ao longo do mês. Escolha uma conta que remunere a totalidade do saldo. As contas remuneradas por escalões só são vantajosas para quem mantém elevados saldos à ordem. Nestes casos, o juro é normalmente pago mensalmente.

Fundo de tesouraria: Fundo que investe em títulos do Estado e em obrigações com baixo risco. O investimento é representado por unidades de participação. Publicação diária da cotação pelos jornais de maior tiragem nacional.

Produtos bancários – Elevada remuneração ou liquidez

Possibilidade de desmobilização em 3 dias sem qualquer penalização. Montantes mínimos de acesso normalmente baixos. O juro líquido é acumulado diariamente ao valor da unidade de participação.

Investimento de médio prazo

Depósitos a prazo: Produto tradicional, sem risco, com baixa remuneração. No caso de levantamento antecipado, sofre grandes penalizações.

Fundos de obrigações: Produto em que poderá aplicar o seu fundo de reserva.

Elevada remuneração e flexibilidade: O fundo investe em títulos do Estado e em obrigações com baixo risco, sendo representado por unidades de participação. Publicação diária da cotação pelos jornais de maior tiragem nacional. Possibilidade de desmobilização em 3 dias, normalmente com menor penalização que os depósitos a prazo. Os montantes mínimos de acesso variam de banco para banco. O juro líquido é acumulado diariamente ao valor da unidade de participação.

Contas especiais: Pergunte no seu banco quais os produtos e características específicas para poupança de médio prazo.

Investimento de longo prazo

Certificados de aforro: Nestes produtos, pode definir um plano de entregas periódicas (mensais, trimestrais, semestrais ou anuais) ou efectuar entregas ocasionais.

Conta poupança-habitação: Investimento mais correcto para quem pretende comprar casa ou efectuar obras.

Elevada remuneração.

A taxa de juro é líquida de impostos.

Período mínimo inicial para movimentação da conta de 1 ano.

Seguro de vida: A taxa de juro é líquida de impostos a partir de 7 anos. Se levantar o seguro no quinto ou sexto ano, a remuneração será tributada em 10%. No caso de levantamento antes de 5 anos, não tem qualquer benefício em relação a uma aplicação a prazo, sofrendo penalização por resgate antecipado.

Fundo de acções: Produto com risco que investe em acções nacionais. Para ter o benefício fiscal, terá de manter o dinheiro aplicado por um período mínimo de 2 anos.

Plano poupança-reforma: Esquema de poupança individual a longo prazo que tem como objectivo assegurar aos participantes um complemento de reforma.

Conta poupança-reformado: Conta especial para reformados.

Isenção de pagamento de IRS.

Produtos internacionais: Já existem actualmente em Portugal fundos de investimento que aplicam especificamente em mercados internacionais.

Risco de flutuação das cotações dos títulos.

 

 

Quando as flores tiverem murchado, corte-as,assim como os respectivos caules. Isso evitará que as plantas fabriquem sementes, desviando assim a energia da produção de novas flores. Cortar as flores velhas de plantas vivazes de floração precoce,como as esporas,as felícias e as galhardas,estimula com frequência uma segunda floração.

Corte as flores que tenham pedúnculos nus e simples,como,por exemplo, os da kniphofia,o mais perto possível da base. Nas plantas que têm folhas na parte inferior dos pedúnculos, corte os caules logo abaixo das folhas superiores.

A partir de meados do Verão, corte apenas as flores murchas de plantas cujas flores secas sejam desagradáveis à vista. As inflorescências de algumas plantas,como as aquileias e seduns,mantêm-se atraentes ao longo do Outono e Inverno. Não se esqueça de que há muitas inflorescências que,depois de cortadas, podem ser secas de «cabeça para baixo» para serem usadas em arranjos de flores secas.

 

 

A Tapada Nacional de mafra foi criada em 1747 por D. João V. Cobre 819 ha (mais 360 ha sob administração militar), rodeados por um muro de 21 km. Desde o início foi destinada a couto de caça da família real, muito utilizado pelos reis D.Luís e D. Carlos. D. Carlota Joaquina e D.Maria I também apreciavam esta bela mata, de relevo variado, povoada de pinheiros, carvalhos e sobreiros, e também, em menor quantidade, choupos, plátanos, salgueiros e freixos. Foi D. Maria que mandou construir em finais do século XVIII, no vale do celebredo («Salabredo», na pronúncia local), o palacete que hoje funciona como turismo rural.

A caça aos gamos, veados e javalis pode fazer-se, mediante envio de boletim de inscrição devidamente preenchido, por carta registada para a Tapada. A caça pode ser feita com arco, besta ou carabina, e a ordem de chamada dos caçadores é determinada por sorteio público. Para este ano, as inscrições já estão fechadas.

As visitas ao público começam no portão do Codeçal (na estrada Mafra-gradil). Daí sai um comboio cujo o trajecto nos leva ao museu da Caça e ao dos Carros de Tracção Animal e aos cercados dos animais (em Novembro, funciona entre quinta a Domingo. Em alternativa, há durante todo o ano percursos a cavalo e de bicicleta – o visitante tem que levar as suas montadas – e percursos pedestres de 7,5 ou 11 km).

Nos meses de dezembro e Janeiro, o percurso de comboio não está disponível. Assim, se quiser visitar a Tapada, agora vestida e atapetada com os tons dourados do Outono, faça-o já.

Tapada Nacional de mafra Portão do Codeçal Tels. 261 817 050; 261 814 984

 

Onde Comer:

A Toca da Raposa, Rua 1º de Dezembro, Mafra Tel. 261 815 122

O Faisão, Gradil Tel. 261 961 161

Onde Ficar:

Casa de Campo, Tapada de Mafra Tel. 2621 817 950

Quinta de Sant’Ana, Gradil Tel. 261 961 224

Casal da Paz, Mafra Tel. 261 812 899

Hotel Castelão, Mafra Tel. 261 816 050

Para Ler/saber mais:

Guia do Conselho de Mafra, CMM

Palácio nacional de Mafra, Margarida Montenegro

Memorial do Convento, José Saramago

Razões de Coração, Álvaro Guerra

 

 

Os plásticos constituem a maior fonte de problemas. O nylon e o polietileno não são reparados com cola, mas por meio de soldadura, e outras variedades de plástico requerem colas adequadas ao material que entra na sua composição. Por isso, a menos que saiba qual o tipo de plástico a colar, terá que ir por tentativas, dando tempo suficiente à cola para endurecer antes de verificar a qualidade da ligação. Algumas colas contêm dissolventes que não devem ser inalados e outros são altamente inflamáveis. Assegure uma boa ventilação do local e nunca fume nem trabalhe perto de chamas expostas, incluindo chamas-piloto de fogões, esquentadores ou aquecedores. Areje as roupas expostas a dissolventes e não guarde roupas numa divisão onde haja dissolventes. Guarde as colas fora do alcance das crianças.

Reparações com cola

Se tiver os fragmentos de uma peça de louça partida, procure por tentativas como é que eles encaixam e depois numere-os com um lápis. Mantenha os fragmentos bem limpos. Até mesmo os óleos naturais da pele podem engordurar uma superfície, por isso não ponha os dedos sobre os fragmentos. Guarde-os num saco de plástico até proceder à sua reparação. Aplique a cola com moderação, seguindo as instruções do fabricante. Uma maior quantidade de cola não significa necessariamente melhor aderência. Muitas vezes é o contrário que se verifica, pelo que deve ler sempre as instruções. Algumas colas são aplicadas sobre as duas superfícies a ligar, outras apenas sobre uma delas. Algumas colam imediatamente, enquanto com outras é necessário esperar que o dissolvente se evapore para se poderem unir as superfícies, exercendo pressão. Limpe o excesso de cola antes que ela seque. Algumas colas à base de água tornam-se resistentes a esta depois de secas. Verifique qual o dissolvente indicado para a sua remoção. As colas à base de borracha dissolvem-se com combustível para isqueiros; no entanto, tenha cuidado ao utilizá-lo, pois é altamente inflamável. Algumas colas, incluindo as chamadas supercolas, têm o seu dissolvente específico. Se utilizar uma cola de contacto, das que são aplicadas sobre ambas as superfícies, deixe o dissolvente evaporar-se até que as superfícies pareçam secas ao toque; depois, una-as, fazendo pressão para lhes melhorar a capacidade de aderência e usada simples, sobre o cimento, para garantir uma boa ligação entre uma superfície antiga e outra nova. Pode ainda aplicar para isolar um pavimento de cimento que liberte pó. Há uma versão resistente à água para uso exterior.

Cola transparente.

É geralmente vendida em tubos pequenos, sendo a cola ideal para colar cartão e materiais flexíveis, tais como couro e tecidos plastificados. Para materiais flexíveis, aplique-a sobre as duas superfícies a colar, comprimindo-as uma contra a outra quando a cola já estiver ligeiramente pegajosa. Não é suficientemente forte para colar asas de chávenas ou de jarros.

Cola de resina epoxídica.

Cola forte vendida em embalagens de dois tubos, um de cola e o outro de endurecedor, que se misturam. A cola epoxídica serve para colar metal, porcelana e vidro. Existem duas versões no mercado: a normal, que demora cerca de 6 horas a endurecer, e a rápida, que leva cerca de 5 minutos. Não é adequada para materiais flexíveis. Cianoacrilato (supercola). É uma cola de secagem rápida. Aplique uma camada o mais fina possível apenas sobre uma das superfícies e depois una-as imediatamente. Serve para colar metal, a maior parte dos materiais duros e borracha sintética. No entanto, não deve ser utilizada para reparar louça de uso doméstico, pois amolece com a água quente. Apesar de inofensiva, pode causar alarme quando os dedos de alguém se colam. Se isso lhe acontecer, mergulhe-os em água quente com sabão e agite-os até que a cola se desprenda. Depois de ter utilizado a supercola, esta solidifica no bocal do tubo, sendo aconselhável desobstruí-lo com um alfinete.

Cola à base de borracha.

Existem três variedades principais: Cola de contacto, utilizada para colar materiais em folha, tais como laminados de plástico. Aplique-a sobre as duas superfícies e espere até que fique seca ao toque, para depois as unir uma à outra. Não é adequada para junções em trabalhos de madeira.

Cola do tipo látex branco, usada na colagem de tecidos e couro. Cola de borracha preta, adequada para colar materiais expostos ao ar livre. Depois de seca, é muito resistente à água, o que a torna ideal para reparações em barcos e caravanas. Algumas colas à base de borracha, utilizadas para colar revestimentos de pavimentos, são inflamáveis. Ventile bem a divisão, apague as chamas-piloto e não fume. Cola PVC.Serve para consertar gabardinas de plástico e bolas de praia. Actua amolecendo o plástico.

Cola de poliestireno.

Cola poliestireno, sendo utilizada na montagem de miniaturas de aviões e automóveis.

 

 

No Inverno, não é raro a temperatura descer até aos –12ºC em Bruxelas, mas Jan, que esteve um ano a estudar em Coimbra pelo programa Erasmus, diz que nunca passou tanto frio como em Portugal.

Isso deve-se à desadequação da nossa construção moderna às mudanças sazonais de temperatura. Siga algumas das nossas dicas:

- Isole portas e janelas com um isolante de borracha.

- Se viver num andar de cima e a casa não tiver sotão, aplique um isolamento de fibra de vidro ou cortiça por cima do tecto.

- Havendo mais que um piso, ponha o aquecimento no de baixo.

- Se o radiador de parede não aquece, está na altura de purgá-lo.

- Prefira a salamandra à lareira. Consome menos e aproveita melhor energia.

 

 

A Candelária inaugura este período de renovação que culmina no Carnaval. Carne Levare, adeus carne!

Porque o Carnaval é o período de divertimento e pândegas populares que precede a entrada na quaresma e os seus 40 dias de jejum.

O Carnaval mergulha as suas raízes na Festa dos Loucos da Idade Média, durante as quais quase tudo era permitido. Pouca a pouco vai tomando maior importância, sobretudo nas cidades onde passa a ter a duração de três dias, de domingo a terça-feira. Começava por um desfile que atravessava a cidade: fitas, bandeirolas e mascarados faziam parte do cortejo que era aplaudido pela multidão, que pouca a pouco também se incorporava dançando e cantando. Danças exuberantes, músicas satíricas, bobos animados formavam esta parada que ia fazendo paragens sob janelas das damas e dos magistrados, dedicando-lhes versos trocistas e ousados. Momentos de alegria em que quase tudo era permitido, rapazes vestidos de mulher ou de monstro, graças desafiando as hierarquias e danças ousadas.

Na terça-feira gorda, o Carnaval terminava com banquetes. No mercado, os mestres talhantes não tinham mãos a medir; a partir do dia seguinte, primeiro dia de quaresma, só poderiam vender carne aos doentes.

Com a chegada de quarta-feira de Cinzas, o Carnaval morre. Aqueles que antes o adoraram e festejaram, agora perseguem-no. O Carnaval é enforcado perseguido e queimado.

Mas Paoure Carnabal, Pobre Carnaval, consegue sempre renascer das cinzas. Disso são bons exemplos os desfiles e corsos do Rio de Janeiro e de Nice, as máscaras de Viena e os vários carnavais a que hoje em dia podemos assistir em todo o portugal de norte a sul.

 

 

Nos arredores de Marco de Canaveses, na aldeia de Freixo, foi posta a descoberto uma cidade romana de importância comparável à de Conímbriga. Embora pouco conhecida do grande público, foi começada a escavar na década de 80. Hoje sabe-se que a cidade se chamava Tongóbriga e se estendia para cerca de 30 ha.

Para chegar aqui, é necessário sair do Marco para sul pela EN 211 na direcção de Cinfães e Resende, onde a estrada cruzará o Douro. Ora é justamente esta localização que explica o aparecimento da cidade. Quando, no século I, os Romanos consolidaram o domínio da Península Ibérica, traçaram um conjunto de vias de comunicação de interesse estratégico pelas quais circulavam as mercadorias e, se fosse o caso disso, as tropas. Uma destas estradas ligava Braga (melhor dizendo, Bracara Augusta) a Astorga na Galiza, seguindo depois para sul até Mérida, então capital da província da Lusitânia. A transposição do Douro fazia-se junto às caldas de Aregos (nas proximidades de Cinfães). Ora o freixo situa-se exactamente a meio caminho entre Braga e Aregos.

Foi aqui, numa zona elevada, que Tontóbriga começou a ser construída, ainda no século I. Cem anos depois, já merecia honras de citação pelo geógrafo Ptolomeu. O nome deriva de Toncobricensium, divindade protectora da urbe.

As escavações dos últimos 20 anos puseram a descoberto um bairro habitado pelos artífices, como o comprovam os restos de um moínho e uma forja. Também podem ser vistas as termas, de grande luxo, ocupando 1400 m2, bem como um complexo sistema de esgostos que se estendia até á praça monumental da cidade, o fórum. Tanto o circo como as habitações da classe dirigente foram também localizados.

 

 

Normalmente, os montantes não são elevados e tudo assenta na relação de confiança entre as pessoas. Porém se o montante é maior, o risco aumenta, com a ameaça no horizonte de se romperem amizades ou azedar o ambiente familiar por causa de um calote. Segundo o Wall Street Journal, nos EUA a percentagem de calotes nos empréstimos entre particulares é 14 vezes maior do que nas dívidas contraídas junto dos bancos.

Porém, a verdade é que os empréstimos aos filhos – por exemplo, para ajudá-los a juntar o dinheiro da entrada para uma casa – são bastante comuns. Nem sempre a banca cobre a totalidade do dinheiro necessário, e quando o faz, os juros, associados aos seguros obrigatórios, pesam muito no orçamento.

Registe. Há maneiras simples de garantir os direitos de quem recebe. Se a quantia não exceder os 20.000 euros, basta um documento particular, reconhecido por um notário onde fique explícita a dívida, os prazos e modalidades de pagamento. O custo da operação fica por apenas 10 euros. Se o montante exceder os 20.000 euros para imposto de selo mais 110 euros de emolumentos do cartório notarial.

Para evitar os custos da escritura, o notário que preferiu manter o anonimato referiu-nos um truque possível: vários documentos particulares em que cada um não exceda os 20.000 euros registados em cartórios diferentes.

 

 

A costa algarvia divide-se, de acordo com a tradição e com alguma comprovação científica, em Barlavento e Sotavento. A primeira parte, a oeste, é mais aberta ao vento e sofre os efeitos da nortada, especialmente nos meses quentes; a segunda, bem protegida pela serra, é zona de calmaria, apenas quebrada pelos ventos marítimos. Outra distinção, no entanto, separa estas metades do Algarve: o aspecto da costa. No Sotavento, sucedem-se as praias de areia fina, sem rochas.

No Barlavento, a orla costeira é recortada de rochedos e leixões, com um ou outro areal mais extenso. Nestes rochedos, de pedra calcária dourada, o mar e o vento escavaram grutas de grande beleza. Não as visitar seria imperdoável. Escolhemos para este passeio de barco as grutas do Carvoeiro.

Também podiam ser as grutas da ponta da Piedade, em Lagos, ou outras quaisquer. Estas têm a vantagem de serem abertas a sul e, portanto, terem uma boa luminosidade a qualquer hora do dia. Pode apanhar um barquito na Senhora da Rocha. Este antigo lugar de romaria, que ainda atrai peregrinos em meados de Agosto, transformou-se em pólo turístico de procura crescente, e a antiga capela, com o seu adro coberto e a sua torre piramidal, viu-se envolvida de hotéis, urbanizações, vivendas de alto preço.

Lá em baixo, as antigas praias de pescadores, separadas por um pequeno túnel, foram invadidas por toldos e chapéus-de-sol, que cercam totalmente os poucos barcos que ainda restam e que hoje se dedicam a passear os que querem ir às grutas. Escolha um barco que não seja muito grande e confirme que a altura da maré é a ideal para entrar na maior parte das grutas. Saiba desde já que nunca entraremos em todas: há umas que exigem maré cheia, outras, maré meia, outras ainda, maré baixa. Por isso, se calhar, isto não é a proposta de um mas de três passeios.

A Senhora da Rocha fica num dos extremos da costa rochosa. Para leste, estende-se o areal de Armação de Pêra, sem qualquer formação ou gruta que mereça especial referência. Um barqueiro mais entendido tentará mostrar-nos a Cova Redonda ou os Algarinhos, mas não é certo que todos o façam. Por isso, quase inevitavelmente, o barqueiro levar-nos-á para o lado direito, para oeste, a caminho da ponta do Carvoeiro. Inicie então um passeio memorável ao longo das falésias, que, nessa parte da costa, caem abruptas sobre a água, apenas cortadas por pequenas praias de acesso difícil e esburacadas por penetrações mais ou menos profundas, onde o mar empresta tonalidades e reflexos à pedra que banha.

A rocha em si tem cores que vão do branco mais vibrante ao vermelho vivo, conforme a percentagem da mistura dos componentes se aproxima mais do calcário ou da argila. No entanto, a cor clássica da rocha algarvia, aquela que aparece em todos os postais ilustrados, é o dourado velho, como se o Sol tivesse contagiado a terra à força de tanto a iluminar. A primeira praia que encontramos é a da Albondeira, e logo à frente a belíssima praia da Marinha. Perto, ficam os Arcos dos Capitães e a Catedral. São apenas duas das grutas que por aqui aparecem. Descrevê-las é trabalho vão e tempo perdido.

Nestes contactos que a Natureza nos proporciona, quanto mais livres nos sentirmos, mais próximos nos achamos da verdade das coisas e da beleza original. Deixem-me, no entanto, chamar a atenção para outra maravilha que vamos encontrar mais à frente: a gruta do Pontal. É uma das cavidades maiores de toda a costa portuguesa. Ao contrário de outras, é bastante fechada e recebe a luz por uma pequena cavidade na rocha. Seria estulto compará-la com outras existentes por esse mundo fora, e como nada fizemos para que ela estivesse ali, nem sequer é motivo de orgulho.

Mas a verdade é que vê-la nos enche de um gozo interior, de contemplação e encantamento. Estamos perto de Benagil, com a sua praia escondida na falésia e a pequena aldeia que escorre até ao mar. Talvez o barqueiro nos deixe sair para mexermos as pernas e podermos fixar as cores vivas com que estão pintados os barcos sobre a areia.

Vem depois a praia do Carvalho, com mais algumas belas grutas onde o nosso barco não deixará de entrar. E começamos a perguntar-nos qual era afinal a mais bela, se esta que vimos agora, se a outra de há pouco. E começamos a desejar voltar quando o Sol estiver mais baixo ou no ângulo ideal para iluminar aquela formação que agora estava na sombra. Mais à frente é o vale de Centeanes, o vale Covo, praias que o turismo foi descobrindo.

Por cima das nossas cabeças, espreita o farol da Alfanzinha, o mais importante guardião desta costa, entre o cabo de S. Vicente e o cabo de Santa Maria, em frente de Faro. Depois, volta a falésia altiva, cortada mais além pelo Algar Seco, furna em que o barco não entra, mas que gerou uma pequena piscina onde os conhecedores vêm dar o seu mergulho. Aliás, nesta zona não é raro ver um jovem atirar-se do alto da falésia num arriscado salto para o mar.

Estamos quase a chegar ao Carvoeiro. É uma aldeia que foi crescendo e que hoje ocupa toda a crista à volta da pequena praia, para além do vale onde primitivamente se situava. Aqui, os barcos ainda pescam, mas já vai longe o tempo em que o peixe chegava para alimentar todo o concelho de Lagoa. O barqueiro poderá continuar a sua rota para oeste.

Não há mais grutas a visitar, mas a costa da ponta do Altar tem a sua beleza. Tal como o panorama sobre a foz do Arade e a barra de Portimão podem justificar o prolongamento do passeio. Mas são horas de voltar à Senhora da Rocha e observar de longe aquilo que, por demasiada proximidade, apenas pode ver em pormenor e deliciar-se com o aspecto majestoso desta costa, destes rochedos de formas estranhas que enchem o horizonte.

 

 

Cansaço, stress, grandes despesas. Não são poucos os motivos que levam algumas pessoas a evitar jantares ou recepções em casa. Mas receber pode dar imenso prazer quando tudo corre bem e ainda sobra tempo para desfrutar da companhia dos convidados e do ambiente de festa. Tudo é uma questão de organização. Esta é a palavra-chave quando se trata de receber convidados para o jantar ou ceia da consoada ou qualquer outra ocasião. Fazer planos com antecedência e cuidado resulta numa maior economia e, melhor ainda, num precioso descanso para quem recebe. Afinal, a festa é para os convidados mas também para quem a dá! Então, prepare-se:
 

1. Faça a lista de convidados ou membros da família que estarão presentes. Saber quantas pessoas irão comer é fundamental para que possa, não apenas calcular as quantidades de comida, como também arrumar a casa para as receber. Ou seja, dispor as cadeiras de forma agradável e optar ou não por uma refeição sentada à mesa.

2. Decida o que vai servir. A ementa da consoada é tradicional, mas se os pratos principais estão previamente definidos - o bacalhau e o peru - é preciso decidir quais serão os acompanhamentos e sobremesas. Seja prática, não queira fazer todas as sobremesas tradicionais do Natal. Mas, por outro lado, pode acrescentar mais um prato principal, se julgar necessário.
Se esta é a primeira vez que está a organizar a consoada ou um jantar, pense quais os pratos que sabe realmente confeccionar. Aproveite que ainda tem tempo para vasculhar o livro de receitas da família e aprender a fazer o que quer servir. Mas atenção: experimente fazer as receitas uma ou até duas vezes antes de a servir na sua festa. Esta é uma altura em que não se querem surpresas.

3. Será que a sua cozinha está devidamente equipada? Depois que definir a ementa, veja se tem todos os acessórios que necessita. Desde o tabuleiro de forno de grandes dimensões para o peru aos electrodomésticos que facilitam a vida de qualquer dona de casa, passando ainda pelos acessórios específicos para cada prato como é o caso do funil para fazer fios de ovos, por exemplo. Se tiver por hábito receber com frequência, compre o s utensílios que estejam a faltar. Mas se os jantares e recepções que costuma organizar em casa resumem-se a eventos esporádicos e pouco frequentes, não hesite em pedir emprestado o que falta.

4. Arrumar, guardar, servir. É preciso ter o cuidado de verificar se tem espaço para acondicionar todos os pratos antes do início da festa e se tem os recipientes adequados para os servir. Fazendo isso com antecedência dá-lhe tempo suficiente para reorganizar a arrumação do frigorífico (para as bebidas e pratos frios), da arca congeladora (para o que vai ser feito com antecedência e congelado até ao dia da festa) e também para buscar alternativas para os pratos de servir se não tiver todos os que necessita. Com o devido tempo, pode alterar sem problemas a ementa a servir.

5. Faça a lista de todos os produtos que precisará para confeccionar as receitas. Fazendo a lista com calma e antecedência, tem tempo para descobrir em que lugar os ingredientes podem ser encontrados com a melhor relação qualidade/preço. Isto ajudará também a lembrar-se de encomendar os produtos mais procurados nesta altura do ano para que não corra o risco de não os encontrar e que os consiga com o peso e a qualidade que deseja. Não se esqueça de calcular bem as quantidades, dando uma margem para cima, para que não falte comida. Mas antes de sair para as compras, verifique se já não tem alguns dos ingredientes na dispensa. Tenha cuidado para que a sua lista seja o mais pormenorizada possível, pois nada pior do que verificar que falta algum produto quando já é tarde demais.

6. Prepare alguns pratos com antecedência. Não deixe para fazer tudo no próprio dia do jantar. Quanto menos deixar para a noite da consoada mais tempo terá para resolver os problemas de última hora - e eles sempre existem! -, mais atenção poderá dar à arrumação da casa e mais descansada e bem disposta estará para desfrutar da companhia dos seus convidados. Caso congele alguns pratos, não esqueça de os pôr a descongelar com a devida antecedência!

7. Aperitivos e bebidas. Não se esqueça de que antes do jantar, por melhor que seja a ementa, convém servir alguns aperitivos. Para não ficar sobrecarregada, opte por fazer apenas uma qualidade em casa, comprando frutos secos e salgadinhos industrializados para este efeito. Mas não exagere e opte por aperitivos leves para não estragar o apetite dos convidados antes do jantar. Abasteça-se com as bebidas alcoólicas da ocasião - vinho e espumante -, e também com whisky e outras bebidas destiladas em quantidades suficientes para todos. Mas não é preciso ter um bar completo. O que é importante é que não se esqueça daqueles que não gostam de bebidas alcoólicas, tendo em casa para lhes servir sumos ou refrigerantes. Fundamental também é fazer gelo em quantidade ou comprá-lo pronto no dia da festa.

8. Sentados ou de pé? Depois de tratar de tudo o que diz respeito à comida, chegou a hora de pensar na arrumação da mesa. Dependendo do número de convidados poderá optar por fazer um jantar sentado ou em pé. Provavelmente optará por um serviço mais informal, estilo buffet. Se esta fora sua escolha, talvez facilite utilizar mesas e aparadores de apoio, pondo a comida no local de mais fácil acesso ou, se preferir distribuí-la por aparadores separados para evitar o congestionamento num só local. Convém organizar bem a distribuição de todos os elementos para que não se torne uma grande confusão. Talheres e guardanapos devem estar juntos. Os copos ficam bem ao pé das bebidas. Não se esqueça de verificar com antecedência se tem pratos, talheres, guardanapos e copos suficientes para todos.

9. Decorar a mesa. Come-se também com os olhos, já se sabe. Assim, é importante que as travessas tenham uma apresentação bonita, apetitosa, criativa. Mas a decoração da mesa também compõe a refeição. Escolha uma toalha bonita ou seja mais ousada e recorra a tecidos fora do vulgar, seja pela textura, pelas cores ou pela estampa. Para decorar o centro da mesa tem inúmeras alternativas: flores, frutas, velas, enfeites de Natal. Dê asas à sua imaginação e transforme-a numa obra de arte. Mas não carregue na decoração. Criatividade não quer necessariamente dizer excesso de elementos decorativos. Uma decoração simples, mas fora do vulgar dá sempre bons resultados.

10. Uma mãozinha, s.f.f. Organizar uma festa dá trabalho antes, durante e depois. E talvez não seja má ideia recorrer à alguma ajuda. Marido, irmã, amiga ou mesmo uma pessoa contratada para ajudá-la no grande dia. Se tiver pelo menos uma pessoa com quem dividir tarefas verá que nem dará pelo trabalho. Afinal, são quatro mãos e duas cabeças a coordenar e executar tudo: o aquecimento dos pratos, a disposição da comida à mesa, o cuidado em ver o que está a faltar, o levar a loiça suja para dentro e trazer mais limpa para o uso dos convidados e, por fim, deixar tudo impecável depois do último convidado dar as boas noites e partir.

 

 

Fique a conhecer algumas dicas para tirar maior rendimento ao combustível do seu carro.

Todos sabemos que manter os pneus com a pressão adequada e circular a velocidades moderadas contribui para economizar combustível. Eis outras formas de poupar a longo prazo:

Encontrar o melhor combustível: Os postos de abastecimento não são todos iguais. Podemos perder 1,7 a 2,1 km por litro de combustível se a gasolina ou gasóleo do posto contiverem sedimentos ou ferrugem ou estiverem velhos. Ateste em vários sítios e compare a quilometragem que faz: depois, abasteça no melhor.
 

A BP lançou recentemente uma linha de gasolina e gasóleo (Ultimate) que, embora mais cara, mantém as válvulas de admissão e os bicos de injecção de combustível limpos, melhora a combustão e pode contribuir para reduzir o consumo por quilómetro em até 4,5%.
 

Deixe-o poisar: Se vir um camião-cisterna a abastecer o posto, espere mais um dia antes de abastecer ali. O enchimento dos tanques pode agitar os sedimentos, que irão parar ao seu filtro de gasolina e prejudicar o rendimento do seu carro.
 

Não ande de depósito vazio: Evite andar com menos de um quarto do depósito de combustível. Quando o nível de combustível no depósito é baixo, pode formar-se condensação, e esta pode diminuir o rendimento do motor e prejudicá-lo.

 

 

Fetal, com 41%
Ficar deitado de lado com o corpo enrolado é a posição mais comum. Revela dureza para fora, mas timidez interior.
 

De lado (15%)
Deitado de lado, com as pernas e os braços esticados ao longo do corpo:despreocupado.
 

Ansioso (13%)
De lado, com os braços esticados para a frente. Indica uma personalidade desconfiada e cínica.
 

Soldado (8%)
De costas, com os braços para os lados. Revela uma pessoa reservada que fixa metas elevadas.
 

Queda livre (7%)
De barriga para baixo, braços alinhados com as orelhas. Impetuoso e atrevido para fora, mas interiormente sensível.
 

Estrela-do-mar (5%)
De costas, braços e pernas esticados para fora. Revela um bom ouvinte, que faz amizades com facilidade, mas que não gosta de ser o centro das atenções.

 

 

Actualize o sistema operativo
Quer use o Windows ou o sistema operativo do Macintosh (OS), ele deve ser actualizado regularmente para reforçar as defesas do seu computador. Num PC, vá a «Windows update», no ícone Iniciar, e clique para instalar todas as actualizações de segurança, aconselha Michael Poor, do Instituto SANS, um grupo que faz formação em segurança dos computadores. Num Mac, vá a «Software Update» nas preferências do sistema (OS X) ou via «Painéis de controle», no menu da maçã (OS 9). Programe-o para actualizações automáticas todas as semanas.

Instale uma firewall
Os hackers (piratas) podem entrar no seu computador se não tiver instalado uma firewall, como a ZoneAlarm (www.zonelabs.com, que é gratuita), que pode avisá-lo de cada vez que o seu computador acede à Net.

Instale software antivírus
Precisa dos programas antivírus mais actualizados para garantir que o seu disco duro e o correio electrónico não são infectados. Duas marcas muito conhecidas são a Symantec e a McAfee, que comercializam o Norton Antivírus 2005 da Symantec (www.fnac.pt, a €69,49) e o McAfee Virus Scan Home 9.0 (www.chip7.pt, €45). Corra o software todas as semanas. Mas por que não escolher o Avast! (www.avast.com), que é gratuito e o avisa regularmente para fazer actualizações automáticas?

Combata o spyware
O spyware entra no seu computador quando está a navegar na Net e transmite aquilo que faz a empresas que depois procuram vender-lhe produtos. Para retirar o spyware, descarregue (download) um programa anti-spyware como o Spyware Detector (também em zonelabs.com, gratuito). Corra o programa todos os dias.

Mude de browser
Os vírus que entram no seu PC via Internet Explorer podem provocar danos sérios, diz Michael Poor, que recomenda que se considere a hipótese de escolher um browser alternativo gratuito como o Firefox, disponível em www.mozilla.org.




 

1) Conheça os seus objectivos. Quando se senta a planear as férias, o primeiro passo consiste em ter as ideias bem claras quanto ao que pretende delas. Procura um banho de cultura ou deseja simplesmente recarregar as baterias do corpo? Quer devorar uma pilha de livros ou dançar até de madrugada? Quer passar muito tempo a reforçar os laços de família ou dar tempo a cada membro da família para fazer o que lhe apetecer?

2) Programe a viagem segundo esses objectivos. Se quer cultura, não estará interessado numa cabana isolada numa ilhota esquecida do Pacífico Sul. Mas, se pretende descontrair, essa ilhota pode ser o lugar ideal. Se deseja muito tempo em família, uma estância abrangente pode ser a solução mais indicada; mas se o que quer é passar os dias a deambular em pequenos grupos e reunir a família ao serão, então talvez seja preferível escolher um pequeno hotel urbano.

3) Leia antes de partir. Arranje um ou dois bons guias e leia as informações sobre a cultura, a história e as atracções do destino escolhido. Pesquise na Internet e leia publicações electrónicas locais. Quanto mais souber, melhor poderá apreciar o local e tirar partido daquilo que ele lhe oferece. E compreenderá melhor as novidades - as vistas, as causas, as pessoas e os rituais - que irá encontrar.

4) Bagagem: pouca e bem escolhida. Leve roupas versáteis e enfie tudo numa mala de cabina, se puder. Sentir-se-à feliz quando puder acelerar o check-in e mais ainda quando sair alegremente do aeroporto, deixando atrás de si os seus companheiros de avião plantados à espera das malas.

 

5) Plano geral. Não tente espremer demasiadas coisas da sua viagem; ficará surpreendido ao constatar como os dias passam depressa. É preferível andar com calma e saborear bem os lugares que visita.

6) Planos detalhados. Tudo leva mais tempo do que aquilo que julga. Numa cidade, não tente fazer mais do que três coisas por dia. No campo, dê uma folga para avarias das camionetas, perda de ligações entre transportes e outros atrasos. Seja paciente. Se tiver um horário flexível, não entrará em ebulição com os contratempos.

 

7) Reserve algum tempo para acasos felizes. Lembre-se de que os melhores momentos de quase todas as viagens são os inesperados. Reserve tempo à vontade para explorar uma loja irresistível, para uma longa conversa com um velhote num café ou para uma excursão improvisada com novos amigos a um local secreto da região.

 

8) Faça uma reserva para a primeira noite. A minha regra de ouro pessoal é garantir que tenho onde ficar na noite em que chego seja aonde for. Quando estou cansado e confuso devido às diferenças horárias, a última coisa que quero é ter de lidar com as duas dúzias de angariadores que tentam aliciar-me aos gritos e pegar-me nas malas à saída do terminal. Se o hotel escolhido não me agradar, posso sempre mudar-me para outro no dia seguinte.

9) Se só há limão, faça limonada. As maçadas acontecem. Fazem parte das viagens. E, perante elas, temos duas altemativas: ou nos enervamos ou nos divertimos com elas. Se o comboio parar inexplicavelmente no meio de nenhures, pegue no seu pão e no seu queijo e observe as papoilas e as casas rústicas ao fundo do campo. Se se perder, siga os seus instintos e peça ajuda a alguém que lhe pareça digno de confiança. Se não conseguir ler a ementa, olhe para os pratos dos outros clientes e aponte para aquilo que tiver bom aspecto.

10) Integre-se. Coma onde os habitantes locais comem; faça compras nas lojas que eles frequentam. Aconselhe-se com os empregados do hotel. Na minha última viagem ao Havai, foi um empregado do hotel que me falou de um festival de hula que se realizaria no bairro. Eu era o único visitante e tive direito a pão caseiro, frango frito e a assistir a uma maraviIhosa exibição de hula. É uma das minhas melhores recordações. Abra-se aos habitantes locais e encontrará as mais preciosas recordações de viagem.

 

 

O Solar das Arcas é uma habitação nobre dos séculos XVII-XVIII, que Francisca Pessanha Pinto Machado, descendente do almirante genovês, explora em regime de turismo de habitação. Os seus hóspedes podem ficar em quartos ou apartamentos no interior do solar e têm acesso a partes dele, como a capela e a biblioteca.

Fui lá parar no meio de uma montaria ao javali. Nas escassas ruas da aldeia, tornadas ainda mais estreitas por uma profusão de jipes, cruzavam-se os caçadores locais, nos seus práticos camuflados da tropa, com os seus colegas citadinos, fardados a rigor, de verde e caqui, chapéu de feltro na cabeça, com pena e tudo. Animação não faltava, mas a um forasteiro como eu, cujas experiências de caça pouco mais além foram de rivalizar com os cães do meu pai em ir apanhar as perdizes que ele atingia, convinha mais o sossego da região.
Ali perto, a albufeira da Barragem do Azibo estava toda por minha conta. Além das praias fluviais, pode-se percorrer a rede de caminhos pedestres do Parque Natural do Azibo (a 3 km de Santa Combinha), sempre com a barragem à vista e com informações preciosas sobre a flora e a fauna. Existem também pontos para observação de aves.
Na aldeia de Podence, perto de Macedo de Cavaleiros, fui visitar a Casa do Careto, um pequeno museu dedicado a estas figuras de foliões, que animam o Carnaval transmontano. Os caretos usam máscaras feitas de couro, madeira ou latão, pintadas de vermelho, preto, amarelo ou verde, onde sobressai um nariz pontiagudo. As suas vestes são igualmente coloridas: fatos de colchas franjados de lã vermelha, verde e amarela, com enfiadas de chocalhos à cintura e bandoleiras com campaínhas. Apoiam-se num pau daqueles de guardar o gado para impulsioná-los nos saltos e correrias.
Os caretos, cujas origens, como se diz quando nos dá a preguiça de procurar outras palavras, «se perdem na noite dos tempos» - há quem diga que remontam às Saturnais do período romano -, perseguem as raparigas para poder «chocalhá-las» encostados a elas, ensaiam estranhas danças com conteúdo erótico, agitando a cintura e batendo com os chocalhos nas ancas das moçoilas.

A gastronomia do concelho de Macedo de Cavaleiros não se compadece com dietas: sopas de segador, peixes do rio Sabor, orelhas-de-abade, morcela doce, feijão com couve e linguiça com pão de centeio, cabrito ou cordeiro assado. O fumeiro regional vai desde a tradicional alheira até ao salpicão, presunto, chouriço azedo e tabafeias. Ora, um dia não são dias.

Onde comer

*Estalagem do Caçador: Largo Manuel Pinto de Azevedo, Macedo de Cavaleiros. Tel. 278 426 356.

*0 Silva: Rua Alexandre Herculano, 27, Macedo de Cavaleiros. Tel. 278 426 125

 

Onde ficar

*Solar das Arcas: Arcas, Macedo de Cavaleiros. Tel. 278 400 010

*Estalagem do Caçador (ver atrás).

 

 

O congelador não congela
Pode ter-se formado gelo na parte de trás. Basta pô-lo a descongelar. Se isto acontecer com frequência, verifique se as borrachas da porta estão sujas ou danificadas. Se se acumular água no seu interior, limpe o buraquinho de escoamento com um arame.

 

O fogão não funciona.
Nos de placa termoeléctrica, desligue da corrente, levante a placa e verifique se o anel de aquecimento está bem ligado à base.Nos fogões a gás, verifique se os buracos do espalhador não estão tapados com restos de comida.

 

A máquina não lava bem a loiça
Se a máquina não despeja a água, limpe o filtro (a «cestinha» que fica no fundo da máquina, ao meio, e sai com facilidade). Se deixa sair água ou vapor, verifique se a máquina está bem nivelada, numa superfície plana. Se nada disto resultar, chame o técnico.

 


 

Além do preço da casa, é preciso contar com outras despesas. Ora veja:

Contrato-promessa de compra e venda na conservatória do registo predial: €260. Registos provisórios Na conservatória do registo predial, correspondente ao local da habitação: os de aquisição custam €125, mas podem ficar por metade se tiver conta poupança-habitação (tem que pedir ao banco um comprovativo). Os de hipoteca (se recorrer ao crédito bancário) custam €135. Registos definitivos Converter os registos provisórios (de aquisição e de hipoteca) em definitivos custa €96 (2 x €48). IMT O Imposto Municipal sobre Transmissões incide sobre o valor da venda (ou sobre o valor patrimonial atribuído pelo fisco, no caso de este ser mais elevado que o valor da venda). Este ano só ficam isentos deste imposto os imóveis com valor inferior a €81 600,00. Por um andar de €150 000, por exemplo, pagará €2442,00 (no continente) ou €1252,50 (nos Açores ou na Madeira). Escritura O contrato de compra e venda fica por €175 (metade se tiver conta poupança-habitação). O de mútuo com hipoteca, por €142. A isto acrescem 50 cêntimos por página da escritura e o imposto de selo: 0,8% do valor da transacção + 0,6% do valor do empréstimo. No caso do nosso exemplo (andar de €150 000), isto significa €1200 + €900. Comissões bancárias Variam de banco para banco, mais algumas centenas de euros.

 

 

Limpeza Um estudo da Universidade da Califórnia em S. Francisco diz que corremos um risco acrescido de apanhar uma gripe ou constipação durante os voos devido ao ambiente fechado. Lave as mãos com frequência e, se está realmente preocupado, use uma máscara protectora N95 (filtra 95% das partículas em suspensão no ar). Uma máscara cirúrgica não resolve nada.

Beba água de garrafa Os investigadores descobriram bactérias como a E.coli que causa diarreia e náuseas, na água das cozinhas dos aviões e nos lavatórios de um em cada sete aviões.

Limpe os ouvidos As alterações de pressão podem empurrar o tímpano para dentro, e isso dói. Um descongestionante limpa as passagens nasais para que a pressão não se acumule.

Levante-se Quando estamos sentados demasiado tempo, o sangue aflui às pernas e podem formar-se coágulos. Use roupas largas e passeie pela cabina a cada meia hora.




 

Quando fazemos uma compra na Net, normalmente pedem-nos pelo menos os últimos desses três números para completar a transacção. Porém, se qualquer pessoa pode ler esse código, incluindo um ladrão, para que é que ele serve?
O seu objectivo é impedir o uso do cartão quando alguém consegue apropriar-se do seu número (o que vem na parte da frente), diz Kim Messina, da American Express. Sem o código, é menos provável que as transacções sejam aprovadas.

 


 

No alto da falésia, ergue-se o Convento dos Capuchos, fundado no século XVI (1558) por D. Álvaro Pires de Távora, morgado de Torre da Caparica - onde teve jazida -, à beira da estrada que do Outeiro da Bela Vista, em Vila Nova, desce para a Costa da Caparica. Era aqui a casa conventual destinada às Carmelitas Descalças.
Quase destruído pelo terramoto de 1755, permaneceu longo tempo em ruínas, tendo sido recuperado pela Câmara Municipal de Almada. Merecem visita a capela, com o belíssimo portal maneirista, e os jardins. O convento é palco do Festival de Música dos Capuchos, que se realiza anualmente.

Mas o melhor de tudo é o extraordinário panorama que se alcança do miradouro, especialmente ao pôr do Sol, iluminada a costa com a sua cor avermelhada. Toda esta arriba, que se estende desde a praia da Mata até à Fonte da Telha, está incluída, desde 1989, na Área de Paisagem Protegida da Arriba Fóssil da Costa da Caparica. É quase só mar, terra e céu, não fora o desenvolvimento negativo da antiga povoação de pescadores, mesmo em baixo.
Areal imenso, banhado pela espuma das ondas, mais parece uma enorme baía a estender-se desde a Trafaria ao cabo Espichel, só interrompido pela lagoa de Albufeira. Para norte, a foz do Tejo, marcada pela Torre do Bugio, tendo como pano de fundo o casario de Cascais e, mais longe, a serra de Sintra.

 

 

Com acesso a partir de Torres Novas e Riachos ou da Golegã, a Reserva Natural do Paul do Boquilobo é a única área protegida portuguesa integrada na Rede Mundial de Reservas da Biosfera da UNESCO. Criada em Junho de 1980, ocupa uma área de 529 ha perto da confluência dos rios Almonda e Tejo, com destaque para as zonas interiores, húmidas e quase permanentemente alagadas.
Classificada devido à sua riqueza natural e ao grande valor ornitológico, a reserva alberga, nos maciços de salgueiros e freixos, uma importante colónia de garças: garça-boieira, garça-branca, goraz e garça-vermelha, que nidificam de Março a Junho. De Novembro a Fevereiro dá guarida a inúmeros anatídeos (da grande família dos patos) de várias espécies, como o colhereiro, o arrábio, a marrequinha e o pato-trombeteiro. Merece destaque a presença da gaivina-dos-pauis e da águia-pesqueira, raras no nosso país.
Na sede da reserva está instalado um centro de informação e interpretação, e a partir dele podem fazer-se visitas seguindo um percurso sinalizado. As visitas guiadas para grupos estão sujeitas a marcação prévia. Em qualquer das situações, é imprescindível levar binóculos, pois as aves não estão propriamente à mão. Nas imediações, come-se excelente peixe do rio, e a especialidade são as enguias.
Na povoação de Boquilobo, terra natal do general Humberto Delgado, candidato à Presidência da República em 1958, que foi assassinado por razões políticas, inaugurou-se há pouco a Casa Memorial. Na casa onde nasceu, criou-se um espaço museológico dedicado à sua acção política em defesa da democracia e da liberdade em Portugal.