Dicas e Truques 6

Como achar um brinco

Às vezes cai-nos um pequeno objecto para o chão e é o cabo dos trabalhos para o encontrarmos de novo. É o clássico problema de "achar uma agulha num palheiro"... transformado na versão mais citadina de achar o brinco caído na alcatifa.

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A solução prática passa por usar um aspirador mas com o tubo coberto com uma meia de vidro. Assim quando o aspirador aspirar o brinco ele fica retido na meia e podemos logo recuperá-lo.

 

Se deixou o gelado demasiado tempo no congelador e ele ficou cristalizado, uma colher de sopa de licor (a seu gosto) pode salvá-lo. O álcool baixa o ponto de congelação o suficiente para derreter os cristais de gelo, deixando-o novamente cremoso. E, quem sabe mais saboroso.

 

 

No mercado: Em Portugal, não é muito frequente usarem-se ervilhas secas na alimentação dando-se preferência às ervilhas frescas ou congeladas. No entanto, noutros países estas ervilhas, verdes ou amarelas, são muito populares.

Arranjar: Não é necessário pôr as ervilhas secas de molho, mas antes de serem cozinhadas devem ser escolhidas e lavadas para eliminar quaisquer impurezas.

Cozinhar: Para cozer ervilhas secas, use mais água do que para cozer ervilhas frescas: 1 porção de ervilhas secas para 4 de água. Leve ao lume e deixe levantar fervura. Tape o tacho, baixe o lume e deixe fervilhar durante 30 minutos, ou até as ervilhas estarem tenras.

 

 

No mercado: O atum vende-se fresco, em geral á posta. O atum enlatado é apresentado em pedaços ou em posta. Há ainda outro tipo de atum mais escuro e de sabor mais acentuado, o sangacho.

Escolher: O atum fresco, de carne vermelha-escura, assemelha-se mais à carne do que ao peixe. Os bifes devem ter um cheiro agradável a mar, ser húmidos, compactos e elásticos ao toque. O atum de conserva em água nem sempre tem menos calorias do que o conservado em azeite, pois o seu teor de gordura varia com o local e época em que foi pescado. Verificar o teor de gordura indicado no rótulo.

Cozinhar: Grelhe os bifes de atum 3 minutos de cada lado, ou leve-os 7 a 10 minutos ao forno a 200ºC.

 

 

Época: No nosso país, a sardinha fresca surge em grande quantidade e muito saborosa nos meses de Verão. Para além disso, Portugal é também produtor de sardinha de conserva de grande qualidade, em azeite, em óleo vegetal, em molho de tomate, etc.

Escolher: Escame e lave a sardinha fresca, salpique-a com sal grosso e deixe-a ficar 1 hora antes de assar na brasa. Para usar em outras receitas, é necessário amanhar a sardinha.

Cozinhar: A sardinha fresca é, entre nós, consumida assada na brasa ou na caldeirada. A sardinha pequena (petinga) é, em geral servida frita.

 

 

Arroz pegado ao tacho
Desligue o lume, ponha uma fatia de pão com côdea em cima do arroz e espere cinco minutos. O pão absorve a maioria do cheiro a queimado. Mais tarde, para retirar o queimado do fundo do tacho, encha-o de água morna com detergente e deixe ficar várias horas ou de um dia para o outro. Depois, se necessário, leve ao lume a solução de água com detergente e raspe com uma colher de pau.

Pão duro
Envolva o pão numa toalha húmida e leve ao forno a 350º durante 12 a 15 minutos.

Sopa Salgada
Corte batatas em fatias finas (uma por litro) e deixe arrefecer. Assim que estiverem cozidas, retire-as e sirva a sopa. As batatas absorvem o sal sem afectarem o gosto da sopa.

Picante de mais
Deite no tacho meia colher de chá de açúcar por cada litro. O açúcar contraria o efeito do picante.

 

 

No mercado:Encontra nas peixarias e supermercados sapateiras frescas, vivas ou já cozidas, e também congeladas (neste caso, muitas vezes só a carne), santolas e caranguejos, embora em Portugal estes sejam em geral muito pequenos. Encontra, no entanto, carne de caranguejo congelada e enlatada de importação.

Escolher: Se comprar caranguejo (só a carne) congelado, escolha a variedade com pedaços maiores, porque, embora mais cara, é mais saborosa e justifica a diferença. A carne de caranguejo deve ser branca e ter um cheiro fresco.

Arranjar: A carne de caranguejo enlatada está pronta a ser consumida, mas devem retirar-se as cartilagens. Segure os pedaços com cuidado para não os desfazer.

 

 

Muita da ciência infusa sobre como bem acasalar comida e vinho não é mais que bom senso: um bom bife requer um tinto encorpado, por exemplo; o sabor delicado de um peixe grelhado, um branco suave. Eis algumas dicas:

- Os taninos dos tintos são acentuados pelo sal, os ovos e mesmo o queijo, mas ajudam o vinho a estar à altura das carnes.

- Tintos superiores e envelhecidos revelam o seu melhor com grelhados e assados simples.

- Pratos com natas, manteiga e azeite requerem ser cortados com alguma acidez.

- Espargos, alcachofras e espinafres podem dar um sabor metálico ao vinho. Experimente um Sauvignon frutado.

- Molhos à base de tomate podem ser problemáticos por causa da acidez. A escolha para os brancos recai novamente nos frutados (Loureiro, por exemplo); nos tintos, os adstringentes casam bem com massas e pizas.

- O vinagre pode matar quase todos os vinhos. Um branco seco ou sedoso e frutado (Sauvignon, Malvasia) pode ser a aposta.

- A cozinha asiática vai bem com brancos secos, mas também com tintos macios e robustos (Trincadeira, Periquita).

 

 

No mercado: Encontra à venda camarão fresco, congelado, cozido, com casca e sem casca, e de vários tamanhos, desde o camarão rosado, pequeno e saboroso, ao camarão tigre, de grandes dimensões. Também encontra facilmente gambas, semelhantes aos camarões.

Escolher: Se comprar camarão congelado, certifique-se de que está bem congelado e sem gelo. O camarão descongelado deve cheirar a fresco e ter casca firme e brilhante.

Arranjar: Para arranjar o camarão, faça um corte longo do dorso com uma tesoura de cozinha, uma faca afiada ou um utensílio adequado. Depois retire a casca e as patas do camarão e por fim a tripa (uma veia escura que corre ao longo do dorso).

 

 

Cozinhar mexilhões no microondas é fácil e rápido. Esfregue as conchas com uma escova dura, sob água corrente, para retirar toda a areia. Use uma faca para raspar as conchas. Corte as barbas com uma tesoura. Elimine os mexilhões que estiverem abertos ou semiabertos. Coloque os mexilhões lavados numa forma de soufflé ou tigela refractária, cubra e cozinhe na potência alta (100%) pelo tempo indicado na receita. Se algumas conchas não se abrirem, retire as abertas e reserve; cubra a forma novamente e cozinhe na potência alta por mais 1-2 minutos. Retire as conchas abertas e elimine as que não abriram; reserve o líquido da cozedura de acordo com as indicações da receita.

 

 

Servido com peixe, o limão acrescenta um toque colorido aos pratos. A sua acidez equilibra a teor de gordura de peixes como a cavala, o pintado ou o atum, e realça o sabor mais suave da pescada ou do linguado.

Enfeites de limão: Corte 1 limão ao meio, ao comprido, depois em fatias finas. Retire a casca quase até ao final de cada fatia e enrole para baixo, formando um anel.

Trouxinha de limão: coloque metade de 1 limão no cento de um quadrado de musselina. Junte as pontas no alto e amarre; enfeite com salsa.

 

 

Servido com peixe, o limão acrescenta um toque colorido aos pratos. A sua acidez equilibra a teor de gordura de peixes como a cavala, o pintado ou o atum, e realça o sabor mais suave da pescada ou do linguado.

Enfeites de limão: Corte 1 limão ao meio, ao comprido, depois em fatias finas. Retire a casca quase até ao final de cada fatia e enrole para baixo, formando um anel.

Trouxinha de limão: coloque metade de 1 limão no cento de um quadrado de musselina. Junte as pontas no alto e amarre; enfeite com salsa.

 


 

• Planeie com tempo. Comece por escolher o prato principal; os outros não devem sobrepor-se-lhe.
 

• Para os outros pratos, procure variar entre quentes e frios, mais fortes e ligeiros, e as texturas que obtém de diferentes métodos de cozinhar: o salmão cozido no vapor fica muito diferente do grelhado.
 

• Trate de garantir equilíbrio entre carne, peixe e legumes. Olhe para os seus temperos e ervas culinárias e evite repetir sabores.
 

• Será que os seus convidados seguem alguma dieta especial?
 

•Faça uma lista de todo o trabalho necessário. Quanto se pode fazer de antemão? O que tem de ser elaborado na ocasião? Verifique que é possiível fazer tudo e organize um horário.

 

 

Pratos ricos em gordura saturada:

À la king : Cozinhado em molho branco com natas e legumes.
Au beurre: Cozinhado em manteiga.
Beignet: Alimento passado por um polme e frito.
Coulibiac: Uma caixa de massa quente, em geral com muita gordura, que envolve peixe e outros ingredientes.
Croustade: Envolvido numa caixa de massa.
Dauphinoise: Prato clássico de batatas cozinhadas em natas e alho e polvilhadas com queijo Gruyère.
En croûte: Peixe ou carne envolvidos em massa folhada ou outra.
Fricassée: Frango, peru ou vitela guisados, cujo molho, ligado com gemas de ovos, é fortemente temperado com limão e salsa.
Hollandaise/holandês: Molho cremoso com ovos e manteiga.
Mornay: Molho esbranquiçado à base de queijo e natas.

Perigos escondidos

Os seguintes pratos costumam ter grandes quantidades de gorduras ou de açúcar:

Au gratin/gratinado: Vai ao grelhador coberto com pão e queijo ralados. Peça que omitam o queijo.
Crêpe/crepe: Panqueca fina frita usada em pratos salgados e doces (neste caso, geralmente envolvido em açúcar).
Crêole/crioula: A cozinha crioula usa muita manteiga e natas.
Lyonnaise: Evite as natas extras deste molho de cenola e ervas.
Terrine/terrina: Uma espécie de patê: Consoante os ingredientes, pode ter muita gordura.
Nasi goreng: Termo indonésio que significa «arroz frito».

Pratos com pouca gordura

À la fermière/à campones: Carne ou criação estufada com legumes.
À la florentine/à florentina: Cozinhado com espinafres.
À la grecque/à grega: Legumes preparados com azeite, limão e ervas.
À la jardinière/jardineira: Cozinhado com legumes da horta.
A la niçoise: Com tomate, atum, ovo, azeitonas e anchovas.
Alla arrabiata: Molho picante para massa.
Alla cacciatore: Guisado com tomate, ervas e cogumelos.
Au jus: Em geral, carne «nos próprios sucos».
Brochette/espetada: Carne, peixe ou legumes grelhados num espeto.
Chasseur/à caçadora: Criação ou caça cozinhadas com tomate, cogumelos e molho de vinho, geralmente tinto.
Coulis: Molho de fruta.
Marinana/à marinheira: Molho para massa à base de tomate e marisco.
Provençale/à provençal: Este prato contém tomate, alho, azeitonas e outros ingredientes mediterrânicos.
Ragoût: Guisado de carne, criação ou caça.
Tagine: Prato marroquino de carne e legumes estufados acompanhado com cuscuz.

 

 

Enquanto a criança mostra mais interesse em correr pela sala do que em comer, a mãe desespera-se e ralha, e os dois acabam por ficar mal dispostos.

Muitas crianças passam por fases em que «torcem o nariz» a alguns alimentos ou se recusam até a comer, o que preocupa e desespera os pais. Lembre-se de que, além de precisarem apenas de quantidades diminutas a cada refeição, os pequeninos têm uma boa reserva de nutrientes, suficiente para fazer face a este tipo de situações temporárias.

Dificuldades na comunicação

Entre o bebé e os pais existem dificuldades na comunicação que podem ser desesperantes para ambos. Como não conseguem falar, os pequeninos tentam passar a sua mensagem através de outras formas de comunicação que os pais por vezes interpretam como mau comportamento à mesa: quando não têm fome, viram a cabeça, empurram o prato, cospem a comida ou tentam a todo o custo saltar da cadeira.

A falta de apetite pode surgir numa fase em que o crescimento abranda. Como a maioria das crianças por surtos, haverá flutuações na vontade de comer. Evite dar leite ou guloseimas antes das refeições. As bebidas adocicadas aumentam o nível de açúcar no sangue e diminuem o apetite.

Quando a criança tiver fome, mas ainda não estiver na hora da refeição, dê-lhe fruta ou legumes crús. Uma criança muito cansada ou com muita fome pode ter dificuldade em comer. Para evitar estes problemas, dê três refeições principais leves e duas refeições ligeiras ao longo do dia com intervalos regulares.

Usar a comida para medir forças

Por vezes, a criança usa a comida como uma forma de medir forças com o adulto. A este tipo de comportamento deve responder-se com uma atitude de calma. Não se deve obrigar a criança a comer, para que a refeição não se transforme num campo de batalha. Assuma que a criança já comeu o suficiente e retire calmamente os restos. Não ofereça uma refeição alternativa para evitar que a criança passe a utilizar a comida como forma de manipulação.

Crianças «esquisitas» com a comida

As crianças podem tomar-se caprichosas com a alimentação, mas obrigá-las a comer determinado aliemento pode gerar uma incompatibilidade para toda a vida em relação a esse alimento. Se a criança não gosta de determinadas texturas, como carne fibrosa ou elástica, legumes com fios ou moles ou sopas com quadradinhos de pão, de-lhe outros alimentos do mesmo grupo, a fim de assegurar uma dieta equilibrada.

Se a criança não gosta dos legumes e da fruta cozidos, sirva-os crús; se recusa o leite, junte-o ao puré de batata, ovos mexidos, panquecas ou batidos ou aumente a dose de queijo.

Refeições mais felizes

Para tornar a hora da refeição menos frustrante, pode tomar diversas iniciativas. Coma regulamente em família porque a criança aprende boas maneiras à mesa observando e imitando os adultos. Coma calmamente e devagar, mas não prolongue demasiado as refeições. Meia hora é um tempo razoável para estar à mesa. Envolva as crianças na preparação das refeições, incumbindo-as de pôr a mesa por exemplo.

 

 

1 - Utilize fruta madura. Tem sempre melhor sabor e, por vezes, maior valor nutricional. Demasiado doce? Junte umas gotas de sumo de limão ou de lima. Demasiado amarga? Junte mel ou puré de maçã sem açúcar.
 

2 - A fruta congelada faz batidos mais espessos. Ponha pedaços de fruta num tabuleiro e congele duas a quatro horas. Depois transfira-os para uma bolsa de plástico com fecho. Se preferir, compre morangos, mirtilos e framboesas já congelados.
 

3 - Utilize cubos de gelo pequenos. São mais fáceis de triturar, por isso encha as cuvetes apenas até meio.
 

4 - Faça experiências. Utilize néctares de fruta sem açúcar, como manga, goiaba ou alperce, em vez de sumos; tofu mole em vez de iogurte e buttermilk (soro de leite) em vez de leite magro. Aromatize os batidos com essência de baunilha, água de flor de laranjeira ou hortelã fresca.

 

 

Molhos para saladas pré-preparados

Em pequena quantidade, estes molhos podem ser agradáveis, mas, se exagerar, acrescenta tantas calorias e tão poucos nutrientes à salada qu pode estragar um alimento que, de outra forma, seria uma refeição saudável.

Para uma salada grande, adicione apenas uma colher de sopa de molho. A melhor opção é fazer um molho em casa: misture um pouco de azeite com sumo de limão, vinagre e pimenta-preta moída. Para o enriquecer em sabor e nutrientes, junte ervas aromáticas, cebolinho e alho.

Carne de vaca

Apesar de a carne vermelha conter nutrientes que fortalecem o sitema imunitário, como ferro, zinco e vitaminas do complexo B, muitas peças são rixcas em gorduras saturadas, que aumentam o risco de cancro, nomeadamente do cólon e do recto. Em contrapartida, algumas peças magras de carne de vaca podem ficar com um total de gordura inferior a uma coxa de frango sem pele se lhes remover a gordura visível antes de as cozinhar.

Café

Embora o café (com cafeína) tenha alguns benefícios para a saúde, - pode mesmo ajudar a evitar algumas lesões nas células causadas plos radicais livres - , é um diurético natural. Tomado à noite, pode interferir com o sono, e ingerido em excesso pode causar palpitações ou arritmia. O café, pode deixá-lo com sede e/ou fatigado, o qu o levará a tomar outra chávena, criando um círculo vicioso. As calorias do açúcar são um problema adicional. Tente limitar o consumo de café a duas chávenas diárias.

Gelado de iogurte

Por vezes, o gelado de iogurte é visto como uma alternativa saudável aos outros gelados, mas devemos ter cuidado, pois, em geral, tem poucas semelhanças com o seu homólogo cremoso. Por um lado, pode conter muito açúcar e gorduras e, por outro, muito menos bactérias vivas (se é que contém algumas) do que o iogurte. Até os gelados de iogurte em cujo rótulo se pode ler «culturas vivas» podem não possuir bactérias benéficas em número suficiente para valer a pena optar por eles.
 

 

 

De igual modo, os alimentos cozinhados devem ser consumidos de imediato, em vez de guardados e aquecidos. A forma como os prepara e come é também importante. São muitos os nutrientes que se perdem desnecessariamente durante a confecção, pelo que os alimentos crus e os sumos naturais são considerados os mais benéficos sob o ponto de vista nutricional.
 

Cozer
 

Cozer de mais os legumes não só os deixa empapados e sem sabor, como lhes retira as vitaminas e os minerais. Para os cozer, use o mínimo possível de água e de tempo. Leve a água ao lume a levantar fervura e só então junte os legumes.
 

A maior parte dos legumes estará pronta ao fim de alguns minutos. Não junte sal à água de cozedura, pois este «rouba» os nutrientes aos legumes, na medida em que lhes retira água. Coza os legumes tapados para evitar que o vapor se escape. No final, não deite fora a água — guarde-a para fazer caldos e molhos.
 

Cozer no vapor
 

É um processo ainda melhor de cozinhar os legumes. Leva apenas um pouco mais de tempo, mas os nutrientes não se perdem na água da cozedura. É eficaz mesmo com os legumes mais duros — batata, cenoura ou batata-doce.
 

Outros processos
 

Assar e saltear são também recomendáveis, pois mantêm o valor nutricional dos alimentos. O último é duplamente vantajoso: é rápido e necessita de pouca gordura. Opte pelo azeite, que suporta melhor as temperaturas elevadas.

 

 

Se quiser comprá-los agora e congelá-los, saiba como fazer.
 

Ervilhas
• Preparação: Descasque, branqueie, refresque e coe.
• Embalagem: Sacos ou caixas de plástico. Deixe uma folga de 1,5 cm.
• Conselhos: Se usar sacos, extraia-lhes o máximo de ar possível.
 

Cenouras
• Preparação: Apare, lave e descasque. Passe por água fria e escorra.
• Embalagem: Sacos de plástico. Deixe uma folga de 1,5 cm.
• Conselhos: Corte em rodelas ou cubos.
 

Amoras
• Preparação: Retire os pés e lave. Guarde com açúcar ou em calda.
• Embalagem: Caixas de plástico ou de cartão encerado, deixando uma folga.
• Conselhos: Coloque papel-manteiga amarrotado sob a tampa para manter as amoras mergulhadas no xarope.
 

Cerejas
• Preparação: Retire o pé e o caroço, lave e seque. Envolva em açúcar ou calda.
• Embalagem: Sacos para congelador, caixas de plástico ou de cartão encerado.
• Conselhos: Vá virando a fruta até que o açúcar se dissolva.
 

Pessegos
• Preparação: Lave, retire o caroço e descasque. Envolva em açúcar ou calda.
• Embalagem: Caixas de plástico ou de cartão encerado.
• Conselhos: Adicione 1 colher de sopa de sumo de limão por cada 6 dl de xarope para conservar a cor.

 

 

Em geral, uma lata de 33 cl de uma bebida à base de cola contém mais de sete colheres de chá de açúcar.

Demasiadas bebidas doces podem, por isso, fazer engordar e causar problemas de dentes e gengivas.

Hoje em dia, existe à venda um grande número de bebidas não-alcoólicas sem açúcar e de baixo teor calórico. As bebidas isotónicas, específicas para desportiscas, destinam-se a produzir um grande aumento de energia e a substituir os electrólitos (sais minerais, como sódio, potássio, magnésio e cloro) que se perdem através da transpiração.

Estas bebidas contém em geral 5% de açúcar, pelo que a água da bebida é absorvida mais depressa pelo organismo do que quando se bebe água simples.

Bebidas gasosas e de fruta

A coca-cola foi inventada em 1886 quando John Styth Pemberton, um farmacêutico de Atlanta, Georgia, EVA, fez uma infusão de uma mistura de folhas do arbusto da coca, nozes da cola africana e cafeína para vender como cura para as dores de cabeça e ressacas. As modernas colas normais contêm cerca de um terço da cafeína de uma chávena de café e existem também versõs descafeinadas.

O açúcar nos sumos de fruta diluídos pode ir desde uma colher de chá por copo a quatro ou mais. O açúcar é decomposto por bactérias que se desenvolvern sobre os dentes e transforma-se em ácido.

Ingerir muitas bebidas açucaradas faz aumentar o risco de cárie dentária devido à presença, na boca, de ácidos que destroem o esmalte. As bebidas acídicas à base de frutos também afectam os dentes. Procure tomar bebidas não-alcoólicas apenas às refeições e lave os dentes com regularidade.

Num levantamento feito recentemente em Inglaterra, na Universidade de Southampton, descobriu-se que algumas crianças obtêm quase metade da sua ingestão diária de energia a partir de bebidas açucaradas e que essas calorias vazias provocam irritabilidade, perda de apetite, pouco aumento de peso e diarreia. Além disso, os médicos do Hospital Geral de Southampton que trataram oito crianças com problemas alimentares ou comportamentais descobriram que os sintomas das crianças desapareciam quando se lhes reduziu o consumo de bebidas açucaradas.

Bebidas com poucas calorias

Preparadas com adoçantes arcificiais, estas bebidas são adequadas para quase todas as pessoas, incluindo diabéticos. Não engordam e, como não causam formação de placa, não contribuem para a cárie dentária. As águas gasosas com ervas, minerais e ginseng têm fama como estimulante natural, mas são mais caras do que outras bebidas não-alcoólicas.

Sabia que?

• No início do século XVIII, em Inglaterra, se começou a engarrafar limonada com enxofre como conservante. Cerca de 1789, Nicholas Paul, na Suíça, conseguiu produzir águas carbonatadas em massa.

• Cerca de 1891, Asa Candler comprou os direitos exclusivos da fórmula da coca-cola por 2300 dólares. Menos de 30 anos depois, Ernest Woodruff comprou a companhia por 25 milhões de dólares.

• O efeito estimulante da coca-cola provém hoje da cafeína; as folhas do arbusto da coca já não são utilizadas. Estas folhas, em tempos o ingrediente principal de muitas bebidas não-alcoólicas, talvez sejam hoje em dia mais conhecidas como fonte da droga cocaína.

• A pepsi-cola, criada por Caleb D. Bradham em 1898,destinava-se a tratar a dispepsia — daí o seu nome.

 

 

Havendo cuidado na escolha dos ingredientes e na forma corno estes são cozinhados, as refeições caseiras também são mais nutritivas do que os seus equivalentes prontos.

As refeições pré-cozinhadas são úteis para quem tem pouco tempo para cozinhar, e os alimentos pré-preparados bem escolhidos são preferíveis a uma cozinha caseira pouco saudável. Muitas vezes, porém, quem vai às compras escolhe refeições prontas a comer com elevado teor de gordura e açúcar e que não fornecem nutrientes essenciais em quantidade suficiente.

Cozinhar com orçamento

Para quem tem um orçarnento fixo, cozinhar em casa é uma opção menos dispendiosa do que as refeições prontas a comer, e pode cozinhar-se a mais e congelar ou aproveitar as sobras. Alguns dos alimencos mais baratos (leguminosas, arroz, massa, batatas e outros legumes) contam-se entre os mais nutritivos e que mais saciam, permitindo preparar refeições substanciais sem gastar muito dinheiro.

Cozinha caseira saudável

Qualquer pessoa pode aprender a cozinhar e a planear as refeições. Uma das vantagens da cozinha caseira é garantir a qualidade dos ingredientes que utiliza e escolher as formas mais saudáveis de os cozinhar.
Os legumes das refeições pré-preparadas são cozinhados, arrefecidos ou congelados e novamente cozinhados quando são reaquecidos para utilização. Esta sequência de operações causa a perda de nutrientes importantes, sobretudo das vitaminas do complexo B e da vitamina C.

Os legumes frescos, por outro lado arranjados mesmo antes da sua utilização e depois cozinhados no microondas cozidos no vapor ou na água durante o menor tempo possível, não só ficam mais apetitosos e saborosos, como também bem retêm maior quantidade de nutrientes.

Se a água da cozedura for aproveitada para fazer sopa ou molhos, poucos nutrientes se perdem. Se não tem tempo para preparar legumes frescos, os congelados são também nutritivos. Os alimentos correctamente cozinhados podem ter o triplo do valor nutricional dos alimentos cozinhados sem cuidado.

Quando cozinhar, tenha em conta as regras de higiene dos alimentos. Evite reaquecer os alimentos mais do que uma vez. O aquecimento repetido de caldos de carne, por exemplo, pode estimular a proliferação de bactérias, originando intoxicações alimentares.

Dietas para casos especiais

Quem gosta de cozinhar conhece bem os alimentos e as suas características e pode escolher uma dieta ao mesmo tempo capaz de saciar a fome e saudável. Se um membro da família tem necessidades dietéticas particulares, as ementas podem ser planeadas de modo a satisfazê-las, o que não é possível fazer com refeições prontas a comer. Isto pode ser muito útil quando é preciso cozinhar para alguém com uma doença que exige um controle cuidadoso da alimentação, como uma grave alergia alimentar ou doença cardíaca.

Os prazeres da cozinha

Comer é ao mesmo tempo uma das funções essenciais e um dos grandes prazeres da vida. Há, como é óbvio, tentações para quem cozinha. Sopas deliciosas acabam por ser melhoradas com natas, e o peixe é acompanhado de um molho riquíssimo. Por fim, chega a sobremesa!

Cozinhar pode ser uma actividade divertida e relaxante. Habitue as crianças a entrar na cozinha e deixe-as fazer experiências e divertir-se (sob vigilância, claro). Descobrir cedo os prazeres da cozinha pode vir a revelar-se um trunfo durante a vida.

 

 

Almoço simples
Omoleta como ovos mexidos com ervas aromáticas frescas, acompanhados com bacon magro grelhado, tomate e pão integral ou de mistura. Faça uma bebida à base de leite ou um batido de fruta. Termine com fruta fresca ou com gelado ou sorvete com molho de fruta.
 

Ao estilo escandinavo
Selecção de carnes frias e peixe fumado; presunto, salmão fumado e pâtés; um prato de queijo e uma selecção de bolachas e tostas. Remate com fruta ou sumo de fruta.
 

Ao estilo mediterrânico
Sopa fria, por exemplo gaspacho; pimentos e tomate assados; legumes grelhados servidos com massa; termine com melão e frutos de baga.
 

Bebidas
Beba muita água mineral aromatizada com rodelas de citrinos; sumo de laranja natural com espumante; tisanas.

 


 

Para além disso, a preparação culinária não altera significativamente o seu valor nucticional. Os ovos fornecem uma multiplicidade de vitaminas e minerais. São, particularmence, uma óptima fonte de vitamina B12, um nutriente vital para o sistema nervoso, e por isso uma importante fonte desta vitamina para as pessoas que seguem regimes vegetarianos mais ou menos radicais.
 

A lecitina das gemas é rica em colina, uma substância que participa no transporte do colesterol através da corrente sanguínea e também no metabolismo das gorduras, sendo ainda uma componente essencial das membranas celulares e dos tecidos nervosos. Se bem que o organismo tenha capacidade de produzir colina suficiente para as suas necessidades normais, têm sido registados casos em que quantidades adicionais desta substância fornecidas pela alimentação podem ter utilidade para o tratamento da acumulação de gordura no fígado, bem como de certos tipos de lesões neurológicas.
 

Os ovos e a preocupação com o colesterol
 

Quantos ovos se podem comer com segurança até que o colesterol contido nas gemas se transforme num problema? As recomendações emitidas pelas autoridades médicas variam consideravelmente: algumas dessas entidades aconselham um consurno que não deve exceder 4 ovos por semana, enquanto outras propõem como limite máximo a ingestão de 10 ovos por semana, considerando o conjunto de todas as fontes alimentares possíveis, como maionese, bolos e cremes.
 

Um ovo grande contém entre 6 e 8 g de proteínas e aproximadamente 5—7 g de gordura, da qual menos de 2 ge saturada. Uma única gema fornece cerca de 448 mg de colesterol, sendo que no nosso país, por exemplo, a ingestão diária média de colesterol é de 390 mg para os homens e de 290 mg no caso das mulheres. Na realidade, o maior perigo para a saúde não é o colesterol presente nos alimentos, mas antes o excesso de colesterol no sangue, produzido pelo fígado a partir da decomposição de gorduras saturadas. Deste modo, o teor relativamente elevado de colesterol dos ovos só é preocupante para quem já apresente níveis elevados de colesterol no sangue.
 

Confusão nos ovos
 

A utilização de qualificativos como «caseiros» ou «do campo» em ovos que se encontram à venda nos estabelecimentos comerciais pode induzir as pessoas em erro, pois podem ter sido postos por galinhas criadas em aviários, e não por galinhas que debicam à solta no pátio de uma quinta, porque a lei permite que tal designação seja aplicada aos ovos de aves de aviário que durante o dia tenham acesso a terrenos ao ar livre reservados para o efeito.
 

Outras designações são igualmente confusas, por exemplo as que referem ovos de galinhas criadas em locais fechados, tipo celeiros, sem acesso a terrenos reservados ao ar livre, como ovos de «criação».
 

Qualquer que seja o tipo de qualificação, rejeite sempre os ovos que apresentem cascas rachadas ou danificadas. E não é verdade que os ovos castanhos sejam melhores para a saúde do que os brancos — os dois tipos são igualmente nutritivos.
 

Os ovos devem ser guardados no corpo do frigorífico, e não na porta. Coloque-os dentro de uma tigela, de modo que o ar possa circular, ou na embalagem original, para controlar os prazos. Guarde-os com a extremidade mais estreita para baixo para que a gema se mantenha no centro do ovo, afastada da bolsa de ar situada na extremidade mais larga. Podem conservar-se os ovos desta forma durante um período máximo de três semanas.

 

 

Mas isso significa igualmente que são outras pessoas a controlar tanto a qualidade como a quantidade dos alimentos servidos. No entanto, resta-nos sempre a possibilidade de escolher o restaurante e decidir qual o prato que vamos comer.
 

A tendência para uma alimentação mais saudável reflecte-se já em muitos restaurantes, cujas ementas apresentam pratos nutritivos, mas com baixo teor de gordura. Apesar de haver sempre a tentação de exagerar em molhos ricos e sobremesas muito doces, é muito possível comer e, além disso, apreciar uma refeição saudável em quase todos os restaurantes.
 

É fácil escolher uma refeição com baixo teor de gordura numa marisqueira ou num restaurante japonês, por exemplo, mas o mesmo não se passa num restaurante de cozinha francesa, onde, tradicionalmente, muitos pratos são servidos com molhos pesados que incorporam ingredientes ricos, como natas, manteiga e queijo.

Também o álcool é uma fonte de calorias escondidas. Um copo de vinho pode conter cerca de 100 calorias; assim, quando quiser beber vinho, peça também uma garrafa de água mineral e alterne copos de vinho com copos de água. Esta é uma boa maneira de evitar a desidratação e de reduzir o consumo de alcool. Pode ainda optar por acompanhar a refeição com cerveja light ou mesmo sem álcool.

O pão com manteiga ou os gressinos podem ser irresistíveis quando se está com fome e à espera do prato escolhido. Limite-se a dois gressinos ou a um pãozinho pequeno e não ponha manteiga se quiser controlar o seu peso.

Tente escolher pratos que constituam uma refeição equilibrada. Se pensa pedir um prato principal com elevado teor de hidratos de carbono, como massas, opte por uma entrada com alto teor proteico, como marisco (ostras ou camarões). As saladas constituem excelentes entradas de baixo teor calórico, desde que não estejam cobertas com molhos ricos em gordura (como a maionese, por exemplo). Um pouco de azeite e vinagre é uma opção mais saudável.

Outras entradas para pessoas que queiram controlar o peso incluem sopas de legumes, legumes crus e melão ou outros frutos frescos.

O peixe grelhado ou cozido, as aves sem pele e a carne magra constituem pratos principais com um teor de gordura relativamente baixo. No entanto, os molhos à base de natas ou ovos, os panados, as batatas ou legumes salteados e gratinados (cobertos com queijo e pão ralados e metidos no forno) farão aumentar muito o número de calorias. Escolha molhos de tomate, marisco ou legumes, de preferência a outros à base de natas ou queijo.

Para muitas pessoas, a sobremesa é o ponto alto da refeição. Se terminar a sua refeição com fruta fresca, salada de fruta, compota ou sorvete, em vez de uma sobremesa rica, poderá levantar-se da mesa sem se sentir pesado.

Correr riscos?

Apesar das leis que regem a forma pela qual os alimentos deverão ser conservados e manipulados nos restaurantes, continua a haver riscos para a saúde associados a comer fora de casa. Muitos casos de intoxicação alimentar podem ser atribuídos a alimentos consumidos em restaurantes. Uma vez que não tem possibilidade de inspeccionar as cozinhas de um estabelecimento, as pessoas não têm hipótese de avaliar os padrões de higiene que nelas existem.

No entanto, muitas informações podem recolher-se através do aspecto geral de um restaurante e da sua reputação. Bons indicadores são a existência de uma zona de refeições asseada e, se for possível vê-la, uma cozinha limpa e bem organizada.

Por outro lado, loiça lascada ou descolorida, talheres sujos, copos engordurados e toalhas e guardanapos manchados são indícios de provável falta de higiene nos bastidores. Comida morna e com sabor requentado ou que pareça ter sido mantida no quente são sinais a ter em conta.

Uma película à superfície dos molhos ou legumes ressequidos, por exemplo, indicam claramente que o prato que escolheu foi mantido em ambiente quente durante muito tempo. Se os alimentos e pratos que deveriam estar quentes chegam apenas mornos, podem ter estado demasiado tempo num ambiente favorável à proliferação das bactérias.

Nos restaurantes que têm serviço de buffet em que os pratos com alimentos podem estar expostos durante muito tempo, corre-se o risco de intoxicação alimentar, porque não há possibilidade de os pratos frios poderem ser mantidos bem frios, nem os pratos quentes suficientemente quentes.

Nunca receie «mandar para trás» algum alimento que lhe pareça estar mal cozido ou não estar em muito bom estado. Num restaurante movimentado podem ocorrer erros, e, na sua maioria, os propietários de restaurantes preferem que os clientes reclamem para que o problema possa ser resolvido do que decidam nunca mais lá voltar.

 

 

Guarde os alimentos no frigorífico o mais depressa possível depois de os comprar, mas certifique-se de que não ficam muito apertados para que o ar frio possa circular, mantendo os produtos à temperatura desejada. Limpe o frigorífico regularmente.

• Mantenha os lacticínios, como manteiga e natas, tapados, pois absorvem facilmente o sabor e cheiro dos outros alimentos.

• Embrulhe o queijo em folha de alumínio, não em película aderente. (Evite usar película aderente em contacto directo com alimentos gordos).

• Não guarde carne cozinhada na mesma prateleira da carne crua.

• Mantenha o frigorífico a 5ºC ou menos.

• Guarde as carnes cruas na prateleira inferior para que não pinguem sobre outros alimentos. Retire os miúdos das aves e guarde-os à parte.
 

• Guarde os cogumelos num saco de papel para que não «transpirem». Arrume os legumes para salada em sacos de plástico na gaveta dos legumes.
 

• Depois de abrir uma lata de feijão, deite o que sobrar num recipiente hermético e guarde no frigorífico, numa prateleira do meio.
 

• Muitos frigoríficos antigos têm tabuleiros para vos na porta, mas como os ovos são perecíveis, devem ser guardados na parte principal do frigorífico, onde podem ser conservados até um máximo de 3 semanas.
 

• Retire o tabuleiro de polistireno da carne comprada no supermercado para a carne arrefecer mais depressa. Escorra a cubra sem apertar.
 

• A porta é a parte mais tépida do frigorífico. Use-a para arrumar produtos que não se estragam facilmente (bebidas enlatadas, garrafas de cerveja, água mineral) ou se consomem rapidamente (leite e sumo de laranja).

 

 

Vai assar um frango? Porque não preparar dois? Um é para o jantar de hoje; o outro fica reservado para uma salada de frango, com maçã e queijo Roquefort. Use os ossos para fazer um caldo, que poderá dar origem a um arroz de galinha com coco à moda tailandesa.
 

Ou então pegue nas sobras do porco assado da véspera, corte-as em fatias muito finas, salteie com cogumelos, gomos de maçã e um tudo-nada de molho de soja e de natas para obter uma deliciosa refeição de carne de porco. Frite com vegetais e molho agridoce, mexendo sempre, e já tem outra refeição.
 

Até um rolo de carne pode viver para além da morte: esfarelado com molho de tomate, pode transformar-se num ragu; cozinhado em lume brando com cebola, piri-píri e feijão, passa a ser um chili.

 

 

1. Carne e peixe são alimentos ricos em ferro, coma-os regularmente.
 

2. Consumido com moderação, o álcool estimula a absorção do ferro – uma boa razão para beber um copo de vinho à refeição.
 

3. Evite o chá, o café ou o leite com a refeição, pois contêm substâncias que inibem a absorção de ferro.
 

4. O ácido fítico combina-se com diversos minerais, incluindo o ferro, e inibe a sua absorção. Para assegurar a maior absorção possível de ferro às refeições, evite servir ao mesmo tempo cereais integrais, frutos secos e leguminosas, que são ricos em ácido fítico.
 

5. A vitamina C melhora a capacidade o organismo de absorver o ferro dos alimentos. Acompanhe a refeição com sumo de laranja ou sirva citrinos em saladas de fruta ou sobremesas.
 

6. Existem à venda suplementos de ferro sob a forma de comprimidos e suplementos multivitamínicos de vitaminas do complexo B em cápsulas.

 

 

Eis uma lista do que pode comer e do que deve deitar fora.

Alimentos e leites para bebés
Deite fora logo que acabe o prazo de validade.

Alimentos ácidos enlatados
Inclui molho de tomate e fruta. Podem ser consumidos entre 12 e 18 meses depois da compra.

Alimentos enlatados de baixa acidez
Inclui peixe, carne, guisados, sopas, excepto de tomate, milho, cenouras, feijão e ervilhas. Pode guardar entre 2 e 5 anos, em local fresco e seco se as latas estiverem em bom estado.

Carnes frias e bacon (hermeticamente fechados)
No frigorífico: 2 semanas, e nunca mais de 1 semana depois de expirar prazo. Embalagens abertas de carnes frias devem ser consumidas dentro de 3 a 5 dias; quanto ao bacon: 1 semana.
 

Carne de vaca ou aves picada
Consuma até 2 dias depois da compra, ou congele até 4 meses.
 

Carne de vaca, porco ou borrego
Tem de ser consumida num prazo de 3 a 5 dias depois da compra, se a guardar no frigorífico. Pode congelar até 1 ano.
 

Aves
Consuma 2 dias após a compra. Pode congelá-las até 9 meses.
 

Ovos
Ovos comprados antes de expirar o prazo de validade (relativo ao último dia em que podem ser vendidos) podem ser conservados no frigorífico entre 3 e 5 semanas.
 

Queijo duro
Pode guardar no frigorífico durante vários meses.
 

Queijo mole
Se guardado num recipiente hermético, pode ser conservado entre 1 e 3 semanas depois de a embalagem ter sido aberta.
 

Leite
Quando guardado à temperatura de 4°C, o leite mantém-se fresco até ao fim do prazo de validade, ou mesmo durante mais 1 ou 2 dias.

 

 

O rótulo deve incluir o nome do produto, o peso o volume, o prazo de validade («consumir até» ou «consumir de preferência antes de»), bem como a lista dos ingredientes. Deve ainda referir se o produto sofreu algum tipo de processamento, como, por exemplo, defumação.
 

Peso e volume
 

O peso vem em regra em gramas (g), no caso de sólidos, e litros (l) ou mililitros (ml), no caso de líquidos. Esses valores podem ser úteis para comparar preços de produtos de marcas diferentes.
 

Prazos de validade
 

A expressão «consumir até» refere-se a alimentos com uma vida curta em armazém, que não devem ser vendidos nem consumidos depois da data indicada na embalagem, dado o risco de deterioração e de intoxicação alimentar. Se o rótulo referir consumir de preferência antes de» o alimento tem uma longa vida em armazém. Embora a qualidade se possa deteriorar, pode consumir em segurança a maioria dos produtos até dois meses depois da data inscrita na embalagem.
 

Ingredientes
 

Os alimentos embalados devem indicar no rótulo todos os ingredientes por ordem decrescente de peso. Os aditivos alimentares são descritos consoante a sua função (conservante, estabilizante, etc.), seguidos do nome ou código. Os alimentos que contêm um só ingrediente não precisam de lista.
 

Informação nutricional
 

Sempre que apropriado, a embalagem fornece informação nutricional, como calorias por dose ou por 100 g. O teor de nutrientes só poderá ser declarado se 100 g ou 100 ml do produto contiverem, pelo menos, 15% da dose diária recomendada (DDR) ou se o alimento se vender em porções individuais. Os números hoje usados nos rótulos derivam de uma directiva de 1990 da UE. Há dois critérios principais de informação nutricional, DDRs e VRDs (valores de referência dietética). As DDRs baseiam-se nas porções de nutrientes necessárias a um adulto do sexo masculino. Os VRDs são mais precisos, porque têm em conra a idade e o sexo.
 

Os rótulos dos alimentos não podem conter indicações, como «calorias reduzidas», a menos que tenham muito menos calorias do que a versão habitual.
 

A afirmação de que o produto é feito «com gemas de ovo frescas» deve ser acompanhada pela referência das quantidades exactas na lista de ingredientes.
 

Na lista, os ingredientes são mencionados por ordem de peso. Ajudam-no a fazer comparações entre produtos semelhantes, a estabelecer o valor em dinheiro e a evitar ingredientes que não quer — ou não pode — comer.
 

Os aditivos são referidos como nome ou número de código (E), depois da palavra que descreve a sua função: «estabilizante — goma de alfarroba» ou «cor E102» (tartarazina). Os aromatizantes devem ser mencionados, mas não necessariamente, pelo nome.
 

Actualmente, os fabricantes incluem mais informações nutricionais relativas a calorias e níveis de sal, açúcar e fibras, por exemplo.
 

As instruções dadas para uma armazenagem segura, como «conservar no frigorífico depois de abrir» e «consumir num prazo de três dias», devem ser cuidadosamente observadas, a fim de evitar a deterioração dos alimentos ou a proliferação de bactérias que causam intoxicação alimentar.
 

O prazo de validade deve aparecer indicado na embalagem, quer seja impresso sobre uma etiqueta ou na tampa, quer gravado na base de uma lata.

O «e» indica uma quantidade média em cada embalagem, mas a quantidade exacta pode estar sujeita a uma ligeira variação.
 

A morada do fabricante vem referida no rótulo, para que as pessoas possam contactá-lo caso desejem reclamar.

 

 

Três segredos para o êxito
 

Calor
Quando não se quer perder tempo na cozinha, o «ingrediente» mais importante é o calor; assim, antes mesmo de lavar as mãos, ligue o forno ou o grelhador, ou ponha uma cafeteira com água ao lume e deixe ferver.
 

O tempo que os fornos demoram a atingir a temperatura desejada varia com o tipo de forno, mas, de uma forma geral, consideraram-se 10-15 minutos. Um forno eléctrico com circulação de ar quente não necessita, habitualmente, de aquecimento prévio. Mas se o seu forno leva um certo tempo a aquecer, não se esqueça de o ligar com a antecedência necessária e antes de começar a reunir os ingredientes, regulando-o para a temperatura indicada na receita.
 

Os grelhadores também devem ser previamente aquecidos. Para grelhar rapidamente e por igual, ligue o grelhador no máximo para que o calor seja uniformemente distribuído e mantenha-se atenta para evitar que os alimentos se queimem. Se, contudo, começarem a querer queimar, mude a grelha para uma posição ligeiramente mais afastada da fonte de calor.
 

Organizacão
Depois do calor, o segundo segredo para cozinhar depressa e bem é uma boa organização. Antes de começar, leia a receita até ao fim para se familiarizar com o processo, evitando assim ter que parar constantemente para ler o passo seguinte. Depois, reúna sobre a bancada todos os ingredientes, recipientes e utensílios necessários para que estejam à mão quando precisar.
 

Isto é especialmente importante quando a receita incluir ingredientes que não utiliza no dia-a-dia. A vara de arames, o ralador de casca de limão e o de noz-moscada são extremamente úteis, mas não quando estão escondidos no fundo do armário.
 

Limpe e prepare a zona de trabalho de forma a poder trabalhar à vontade. À medida que for usando os utensílios, retire-os da bancada para não atrapalharem.
 

Tamanho
O terceiro segredo de uma cozinha rápida é o tamanho dos ingredientes — quanto mais pequenos estiverem, mais depressa cozem. Picar, cortar aos quadradinhos ou às rodelas e ralar os ingredientes poupa tempo de cozedura —, e o tempo de preparação está incluído no tempo referido nas receitas.
 

Ingredientes essenciais
 

Sal
A quantidade de sal a juntar nestas receitas é deixada ao gosto de cada um, mas os médicos aconselham a reduzir o seu consumo. Tente usar o mínimo de sal possível ou excluí-lo simplesmente se a receita incluir ingredientes salgados, tais como bacon, alcaparras, azeitonas, alimentos fumados ou molho de soja.
 

Pimenta
A pimenta-preta em grão moída na altura tem um sabor mais agradável do que a comprada em pó ou a pimenta-branca; além disso, conserva-se durante mais tempo. Quando uma receita menciona pimenta-preta, esta deve ser sempre moída na altura.
 

Ervas aromáticas
Quando não há tempo para deixar apurar o cozinhado sobre lume brando, a utilização de ervas aromáticas realça consideravelmente o sabor dos alimentos. Se não tiver ervas aromáticas frescas, substitua-as por secas. O sabor das ervas aromáticas secas é mais concentrado, portanto use 1- ½ colheres de chá de ervas aromáticas secas para substituir 1 colher de sopa de frescas.
 

Seguir receitas
 

Quando numa receita se indica uma colher de um ingrediente, significa que é uma colher rasa. Nas colheres medidoras, a de 15 ml equivale a uma colher de sopa rasa, e a de 5 ml, a uma de chá rasa.
 

Algumas receitas são calculadas para quatro pessoas, mas podem facilmente ser adaptadas para duas pessoas reduzindo para metade a quantidade dos ingredientes, o que irá reduzir também o tempo de preparação.
 

O equilíbrio nutricional
 

A comida rápida também pode ser saudável – muitas receitas são concebidas para proporcionarem um bom equilíbrio nutricional.
 

As vitaminas e sais minerais também são essenciais numa dieta saudável. Na sua maioria, as vitaminas são substâncias simples, mas a vitamina B é um complexo vitamínico que inclui o ácido fólico e a niacina. Quando se afirma que determinada receita é uma boa fonte de vitaminas e sais minerais, isso significa que contém pelo menos 30% da dose diária recomendada.

 

 

Uma colher de sopa de compota ou geleia contém cerca de 40 calorias, embora já existam produtos com teor de açúcar reduzido que contêm mais ou menos metade do açúcar e das calorias das compotas normais.
 

A percentagem de fruta das compotas, que varia muito de umas marcas para as outras, fornece quantidades mínimas de fibra dietética — sob a forma de pectina, sementes ou cascas de fruta — e de vitaminas. O tratamento pelo calor envolvido na preparação das conservas reduz fortemente o seu teor de vitamina C.
 

As compotas são utilizadas para barrar pão ou como recheio para bolos ou tartes e ainda servidas sem acompanhamento, como doce ou sobremesa. Tal como os frutos de que são feitas, muitas compotas contêm compostos orgânicos naturais chamados salicilatos, que podem desencadear reacções «alérgicas» em pessoas susceptíveis. Marcas de menor qualidade contêm corantes artificiais, que também podem desencadear alergias em algumas pessoas.
 

Pastas para barrar
 

As pastas de carne e peixe devem ser compostas de pelo menos 70% de carne ou peixe, podendo ainda conter gorduras e cereais adicionados e sal. Os extractos de levedura e de carne de vaca contêm altos níveis de sódio. No entanto, estas pastas, ou cremes, apesar de ingeridas em pequenas quantidades, também são fontes concentradas de vitaminas do complexo B, tiamina, riboflavina, niacina e ácido fólico. Algumas pastas, feitas com extracto de levedura, também contêm vitamina B12 adicionada.
 

A manteiga de amendoim tem mais de 50% de gordura, grande parte da qual sob a forma de gordura monoinsaturada saudável. A manteiga de amendoim é rica em niacina e uma boa fonte de magnésio e proteínas. Contudo, os amendoins podem provocar reacções graves em pessoas susceptíveis.

Algumas manteigas de frutos secos integrais (incluindo a de amendoim) podem ser contaminadas por bolores que produzem aflatoxinas, substâncias altamente carcinogénias. Contudo, a maior parte dos fabricantes controla os seus produtos à base de frutos secos, e o risco para a saúde pública é muito reduzido.

 

 

Comemos mais quando temos muitas escolhas, como num bufê. Porém, novas investigações das Universidades do Illinois e da Pensilvânia sugerem que a forma como a comida é apresentada (em particular, a cor) também tem o seu papel. Quando Barbara Kahn, co-autora do estudo, ofereceu a várias pessoas seis variedades de confeitos, separados por cores ou misturados numa malga, elas comeram duas vezes mais dos que estavam nessa malga.
Porquê? Talvez uma mistura pareça ter mais variedade. Assim, se está a tentar cortar nas calorias, limite as suas escolhas e tenha cuidado com as cores, que poderão fazê-lo comer mais.

 

 

As refeições caseiras sabem melhor que as pré-cozinhadas. A maioria dos alimentos «processados» ou comprados nos supermercados, como maionese e biscoitos, são ricos em gordura, por isso leia cuidadosamente os rótulos. Muitos dizem-se «magros» ou «de baixas calorias», quando deveriam ser «menos gordos» ou «com menos calorias». Se retirarmos gordura a um produto, de modo que este em vez de 60 g por cada 100 g tenha 40 g, ele não se torna «magro». Nenhum alimento com mais de 4 g por cada 100 g é realmente magro.

 

 

Tradicionalmente, o sal, a fumagem ou o açúcar têm sido usados para reduzir a quantidade de água presente nos alimentos, de forma a impedir que os micróbios neles se reproduzam. Porém, em resposta a preocupações de saúde pública, os produtos começaram a cortar nestes aditivos. Os produtos provavelmente continuam a não se estragar, mas o frio combate os bolores e outros problemas.

 

 

*Temperos e especiarias (fornecem sabor sem terem muitas calorias», diz a dietista Bonnie Taub-Dix, de Nova lorque). Por exemplo, o rábano complementa muito bem o salmão sem risco de fazer engordar;

*Ovos (estão carregados de nutrientes e são fáceis de usar). Substitua as claras de ovo por outros alimentos ainda mais suaves e ricos em proteínas;

*Bebidas light (se não consegue beber sempre água, procure ficar-se pelos refrigerantes de baixas calorias, do tipo diet);

*Saladas e vegetais pré-preparados (como só dão trabalho a preparar uma vez, é mais provável que os use se os tiver à mão).

 

 

Almoço simples
Omeleta ou ovos mexidos com ervas aromáticas frescas, acompanhados com "bacon" magro grelhado, tomate e pão integral ou de mistura. Faça uma bebida à base de leite ou um batido de fruta. Experimente um arroz de peixe fumado.Termine com fruta fresca ou com gelado ou sorvete com molho de fruta.

Ao estilo escandinavo
Selecção de carnes frias e peixe fumado; presunto, salmão fumado e "patés";um prato de queijo e uma selecção de bolachas e tostas. Remate com fruta ou sumo de fruta.

Ao estilo mediterrânico
Sopa fria, por exemplo gaspacho; pimentos e tomate assados; legumes grelhados servidos com massa; termine com melão e frutos de baga.

Bebidas
Beba muita água mineral aromatizada com rodelas de citrinos; sumo de laranja natural com espumante; tisanas.

Em suma, experimente combinar alimentos diferentes!

 


 

1) Mantenha o cesto da fruta sempre cheio.

2) Tenha sempre à mão frutos secos e fruta seca.

3) Coma uma variedade de legumes frescos crus às tirinhas.

4) Asse uma batata e recheie-a com feijão de lata.

5) Faça batidos com diversos sabores.

6) Grelhe peixe gordo e tomate.

7) Delicie-se com um queque de farinha integral com queijo-creme e cebolinho.

 

 

1) Mantenha o cesto da fruta sempre cheio.

2) Tenha sempre à mão frutos secos e fruta seca.

3) Coma uma variedade de legumes frescos crus às tirinhas.

4) Asse uma batata e recheie-a com feijão de lata.

5) Faça batidos com diversos sabores.

6) Grelhe peixe gordo e tomate.

7) Delicie-se com um queque de farinha integral com queijo-creme e cebolinho.

 

 

Caixas de plástico podem ganhar maus cheiros se se mantiverem fechadas. Encha-as ou mergulhe-as em água, acrescentando 6 colheres (de chá) de bicarbonato de sódio por litro. Deixe ficar durante a noite.
As frigideiras não-aderentes, com o tempo, podem começar a absorver os cheiros. Encha-as de água com 4 colheres (de chá) de vinagre e leve ao lume até ferver.
Para tirar o cheiro a alho, a queijo ou a peixe fumado das mãos, esfregue-as com limão.
Mantenha os alimentos fechados ou embalados em película dentro do frigorífico, para que os cheiros não se espalhem. Verifique se não há legumes ou cebolas a apodrecer no frigorífico. Deitam cheiro e a melhor maneira de guardá-los é num local escuro e fresco.
Para limpar o ar de cheiros desagradáveis, corte uma cebola ao meio e deixe-a ficar ao ar dentro de um pires.

 

 

*Como a privação total do alimento desejado pode conduzir a surtos de ingestão excessiva, permita-se comê-lo em pequena quantidade. Se o chocolate for o centro da sua compulsão, compre uma boa marca que tenha uma percentagem elevada de cacau, em vez de uma alternativa mais barata com muito açúcar.

*Se os seus desejos alimentares se centram em alimentos doces ou ricos em gorduras, opte pelas alternativas mais saudáveis. Coma fruta fresca ou seca, barras de cereais com pouco açúcar ou pipocas ao natural; estes alimentos mantêm estáveis os níveis de açúcar no sangue.

*Evite ficar com fome para não se tomar obcecado pela comida e não perder a força de vontade para lutar contra os desejos. Faça refeições à base de hidratos de carbono, pois estes proporcionam uma sensação de saciedade durante mais tempo.

*Coma refeições leves e frequentes. Petiscar não é pecado, desde que escolha alimentos saudáveis que evitam que sinta fome ao longo do dia.

*Como as pessoas que fazem uma dieta equilibrada e variada estão menos sujeitas a desejos, diversifique o leque dos alimentos, em vez de repetir sempre os mesmos.

*O exercício físico ajuda a afastar o pensamento da comida. Andar é uma actividade muito simples que liberta endorfinas, substâncias químicas naturais do cérebro que transmitem sensaçâo de relaxamento e bem-estar.

*Evite estimulantes, como o chá, o café e o tabaco, pois estes alteram os níveis de açúcar no sangue e, como consequência, aumentam o desejo de comer doces.

 

 

De acordo com a legislação comunitária, classificam-se os vinhos em duas grandes categorias: VQPRD e vinho de mesa. VQPRD (vinho de qualidade produzido em região determinada) é uma designação atribuída aos vinhos de alta qualidade, em número limitado, obtidos através de castas que constam numa lista aprovada e segundo práticas enológicas autorizadas, e que provêm exclusivamente de uvas produzidas numa região determinada. Estes vinhos obedecem a normas analíticas e a características organolépticas respeitantes à cor, limpidez, aroma e sabor fixados por cada comissão vitivinícola. Nos VQPRD consideram-se os vinhos DOC e IPR. Os DOC (denominação de origem controlada) são os vinhos provenientes das antigas regiões demarcadas, como os vinhos verdes, Douro, Dão, Madeira, etc. Os IPR (indicação de proveniência regulamentada) são vinhos provenientes de regiões com reconhecida aptidão para a produção de vinhos de qualidade e que serão progressivamente integrados na categoria DOC, desde que continuadamente cumpram as condições estabelecidas.
A categoria «Vinho de Mesa» abrange os vinhos regionais e os vinhos de consumo corrente. Os primeiros são os vinhos de mesa típicos de certa região que não atingem a classificação VQPRD e para os quais as «Regiões» determinam regras de produção, especialmente no que diz respeito às casas, teor em álcool e características organolépticas. A sua produção é limitada geograficamente, podendo abranger algumas regiões produtoras de vinhos VQPRD. OS segundos são vinhos obtidos sem limitações de rendimento, castas ou área geográfica. Podem fazer-se com lotes de diversas proveniências.
Em conclusão, quanto mais alta é a classificação qualitativa dos vinhos, maiores são as restrições em termos de área geográfica, castas, características analíticas e organolépticas.

 

 

*Lave sempre muito bem as mãos antes de mexer em alimentos e cubra quaisquer golpes ou feridas nas mãos com um penso.

*Retire o recheio das aves já cozinhadas antes de as guardar no frigorífico.

*Reserve uma tábua de cozinha para utilizar exclusivamente com carne, aves e peixes crus. Guarde os alimentos cozinhados separados dos alimentos crus.

*Certifique-se de que a carne está bem cozinhada.

*Reaqueça bem os alimentos, e nunca mais do que uma vez.

*Não deixe os pratos cozinhados a fervilharem em lume muito brando, pois as bactérias multiplicam-se rapidamente nesse ambiente.

 

 

Nutritivos e puros

Os purés feitos em casa são ideais para o bebé: sabe-se de que são feitos e não contêm aditivos. Os restos podem ser congelados em cuvetes de gelo.

Variedade

A maioria dos alimentos pode ser reduzida a puré, incluindo a fruta, os legumes, a carne, o peixe e a criação.

Métodos

Use um copo de batidos ou a varinha mágica. Torne o puré mais fluido juntando leite, sumo de fruta ou água. Dos 4 aos 6 meses, o bebé prefere um puré homogéneo e semifluido; depois, use menos líquido. Pode também esmagar os alimentos com o garfo (maçã ou pêra cozida) ou colher de pau (cenoura, batata ou abóbora cozidas), ou passar por um passador com a ajuda de uma colher (alperces, cozidos).

Preparação

Tire a casca e os caroços à fruta e legumes e, se necessário, coza ou asse. Retire a gordura, a pele, os ossos ou as espinhas à carne ou ao peixe e grelhe, coza ou asse.

 


 

- Partilhe com ele as horas das refeições e comam os mesmos pratos saudáveis.
- Desinteresse-o dos prontos-a-comer Tenha sempre em casa alimentos sãos, como fruta, cenouras cruas ou queijo, que eles possam comer entre as refeições.
- Permita que a criança siga o seu apetite natural ao decidir quanto quer comer.
- Encoraje a criança a gostar de fruta e legumes dando-lhos desde pequenina.
- Convide os seus filhos a ajudarem na preparação dos pratos. Com tantos alimentos pré-preparados que existem, muitas crianças podem nunca chegar a gostar de cozinhar, ficando-se pelos alimentos prontos a comer.
- Não habitue as crianças a doces. Se não puser açúcar desnecessário nas bebidas e comidas, o mais provável é que elas nunca lhe sintam a falta.
- Não habitue as crianças a comerem; sal demais.
- Não dê leite magro ou meio gordo a crianças com menos de 5 anos que precisam da energia fornecida pelas calorias contidas no leite gordo.
- Não dê amêndoas, nozes, amendoins, pinhões e outros frutos secos às crianças abaixo dos 4 anos, pois podem engasgar-se.
- Não faça sermões sobre os «pobrezinhos que passam fome» para persuadir a criança a comer ou obrigá-la a comer mais do que ela quer.
- Não faça a criança sentir-se culpada por comer certo tipo de alimento.

 

 

1. Aprovar a garrafa. Primeiro, o empregado mostra-lhe a garrafa por abrir para verificar se é a que pediu.

2. A importância da rolha. Se o empregado lhe apresentar a rolha, verifique se não está ressequida. Quando as rolhas secam, encolhem, quebrando a selagem da garrafa e permitindo que o ar estrague o vinho.

3. O teste do nariz. O empregado deita um pouco de vinho no seu copo. Pegue-lhe - de preferência pelo pé, para não aquecer o vinho - e rode-o. Encoste o nariz ao copo para verificar o aroma e detectar algum cheiro desagradável. Se o vinho tiver sido contaminado com TCAs (de bolores por vezes presentes na rolha), tem um distinto «cheiro a rolha».

4. O teste do paladar. Sorva um pequeno gole de vinho, deixando-o espalhar-se pelas papilas gustativas. Se estiver satisfeito com a qualidade, transmita a sua aprovação para que o empregado possa encher-lhe o copo.

5. Rejeitar uma garrafa. Os bons restaurantes devem concordar em trocar uma garrafa por qualquer razão - sobretudo se a qualidade do vinho for duvidosa. Se não tiver a certeza, peça a opinião do escanção antes de rejeitar a garrafa.

 

 

É verdade que não se deve reaquecer pratos à base de ovos no microondas?

A maioria dos alimentos ou das sobras, como carnes e massa, pode ser reaquecida com sucesso no microondas, mas pratos delicados à base de ovos geralmente cozinham de mais quando reaquecidos. O mesmo acontece com pratos feitos com queijo, que endurece e se torna fibroso no microondas.

É uma boa ideia usar o microondas para descongelar alimentos tirados do congelador?

Sim. Siga as instruções do manual do seu forno. Em geral, porções pequenas descongelam em apenas alguns segundos na potência alta (100%). Porções maiores devem ser cobertas e descongeladas na potência media-baixa (30%) ou na tecla descongelar (defrost) por sucessivos períodos de alguns minutos, intercalados com períodos de descanso. Ao descongelar peças grandes, o tempo de descanso é muito importante, pois permite que a temperatura se distribua por igual pelo alimento. Não espere até que a parte central do alimento descongele, pois os lados podem começar a cozinhar. Proteja as extremidades das aves e dos peixes com tiras de papel de alumínio. De tempo em tempo, escorra o gelo derretido. Lembre-se de que o alimento deve ser cozido imediatamente após o descongelamento no microondas.

Como posso saber se um prato reaquecido no microondas está pronto para servir?

Calcule cerca de 2 minutos para 1 prato. Cubra e aqueça na potência média-alta (70%). Tire do forno e sinta com a mão a parte central debaixo do prato. Se estiver quente, pode servir; se estiver fria, cubra e aqueça por mais 1 minuto.

Quando reaqueço pratos, a comida que está no meio continua fria. Como evitar isso?

Se a comida junto ao rebordo já está quente e a do meio continua fria, corte um círculo de papel de alumínio com um buraco no centro e coloque sobre o prato. Lembre-se de que o papel de alumínio deve ficar a pelo menos 2,5 cm das paredes do forno. Dessa maneira o centro do prato vai aquecer enquanto o rebordo fica protegido. Outra solução é arranjar o prato colocando na beirada os alimentos mais densos - como batatas, por exemplo - e no meio os mais delicados, como peixe ou arroz.

Que tamanho de recipiente devo usar para descongelar e cozinhar comida congelada?

Use recipientes nos quais a comida se ajuste o máximo possível. Quando o recipiente é grande de mais os bordos do alimento começam a derreter e a aquecer antes do centro. Não se esqueça de cobrir os alimentos para conservar o calor.

A minha família adora hamburguers, por isso costumo fazer quantidades grandes e congelar. Como acelerar o descongelamento?

Congele os hamburguers intercalando entre eles rodelas de papel-vegetal. Descongele-os na potência média-baixa (30%) ou use a tecla descongelar (defrost). Retire o papel-vegetal assim que começar a descolar e separe os hamburguers ainda parcialmente congelados. Coloque-os lado a lado numa grelha própria para microondas, dentro de uma forma refractária. A grelha evita que comecem a cozinhar no seu próprio líquido.

Quando reaqueço pães ou pãezinhos no microondas, costumam ficar duros e secos. Será que estou a fazer qualquer coisa mal?

Está a cozinhar de mais. Os pães devem ser aquecidos apenas ligeiramente, se não ficam secos e duros. A maioria aquece bem no microondas se for embrulhada em papel absorvente para reter a humidade. Aqueça os pães na potência alta(100%) por 10-15 segundos.

 


 

1 - Em primeiro lugar, escolha uma peça de carne adequada, de preferência macia (lombo ou vazia). A carne só deve ser salgada imediatamente antes de ir para o lume.
2 - A escolha da frigideira é importante - deve ser feita num material pesado, de preferência ferro. Comece por aquecer bem a frigideira e unte-a com uma mistura de manteiga e óleo ou manteiga e azeite. Se usar apenas manteiga, esta escurece e queima.
3 - Não faça mais de dois bifes de cada vez, e quando estiverem selados dos dois lados, reduza o lume e deixe-os passar por dentro até ao ponto desejado. Retire os bifes da frigideira para não continuarem a passar com o calor remanescente.
4 - Faça o molho.

 

 

As boas facas são feitas de aço inoxidável com elevada percentagem de carbono e devem ter uma parte metálica e estreita na base da lâmina que vai até ao cabo. Muitos cozinheiros preferem o maior peso da lâmina rectangular de um cutelo ao cortar osso e carne.

Faca de aparar: Usada para cortar fruta, legumes, carne e queijo, semelhante em forma à faca de cozinheiro com uma lâmina de 6-9 cm.

Faca de cozinheiro: Essencial para cortar em pedaços, às rodelas, em cubos e picar, esta faca tem uma longa lâmina triangular que vai dos 15 aos 30,5 cm de comprimento. A ponta é ligeiramente curva para se cortar com maior facilidade.

Faca serrilhada: Vendida em vários tamanhos, as facas mais pequenas, de 13 cm de comprimento, são ideais para cortar às rodelas fruta e legumes, enquanto as maiores cortam bolos e pão.

Faca (e garfo) de trinchar: Esta faca tem uma lâmina longa e estreita ideal para cortar às rodelas carnes cozinhadas. O garfo de dois dentes é usado para segurar a carne enquanto é trinchada.

Uma faca com lâmina recortada e ponta arredondada corta melhor carnes frias do que uma faca de trinchar.

 

Afiar e guardar facas: Use um fuzil de aço para manter as facas afiadas. Para afiar, apoie o fuzil na vertical sobre a bancada e coloque a parte mais larga da lâmina da faca a um ângulo de 20º em relação à parte inferior do fuzil. Movimente a faca em sentido descendente, puxando gradualmente o cabo na sua direcção até ter afiado toda a lâmina. Repita o procedimento do outro lado e dê golpes alternados até ambos os lados estarem afiados.

As facas devem ser guardadas num bloco de madeira ou numa gaveta à parte para não ficarem rombas.

Cortar com faca: Segure firmemente a ponta da faca contra a tábua com uma mão e use a outra mão para levantar e baixar o cabo, fazendo com que a lâmina trabalhe sobre os alimentos.

Cortado em pedaços Corte em pedaços pequenos e irregulares do tamanho de ervilhas.

Cortado em cubos Pequenos cubos uniformes com cerca de 5 cm. Corte os alimentos em palitos e depois em cubos.

Cortado finamenteCorte minúscula e irregularmente com menos de 3 mm.

Juliana Corte em palitos finos. Em rodelas de 5 x 3 cm e depois em tiras com 3 mm de largura, longitudinalmente.

Para cortar às rodelas, descascar e ralar:

Uma mezzaluna tem uma lâmina de cortar curvada em aço com um cabo de madeira vertical em cada ponta. Faça-a oscilar sobre o ingrediente para o cortar.

Um descascador de legumes é mais fácil de usar do que uma faca de aparar para batatas, maçãs e outras frutas e legumes. Uma lâmina com eixo móvel adapta-se melhor do que uma lâmina fixa, retirando-se menos polpa.

Os raladores são normalmente uma caixa oca com perfurações diferentes em cada lado. Existem raladores giratórios com várias lâminas; de um só lado para citrinos e queijo parmesão; e côncavos para noz-moscada, onde cabe a especiaria inteira.

Um utensílio para cortar vidrado tem uma cabeça rectangular de aço inoxidável com cinco orifícios concebidos para remover lascas finas de casca de citrinos quando arrastada ao logo da superfície da fruta.

 

 

Sopa - nome geral por que é designado um prato líquido salgado produzido pela decocção de certos alimentos, geralmente servido no início da refeição.

Imagine-se agora um homem das cavernas, farto de comer raízes, peixe e carne crus e ansiando por uma comidinha quente que lhe aconchegue as entranhas quando regressa da caçada aos bisontes, em que teve de enfrentar o frio, a chuva e o gelo. Para fazer face a tamanha ânsia, acaba por inventar a sopa, apesar de não ter ainda panela para a cozinhar nem tigela para a comer, porque o seu engenho ainda não é suficiente para as fabricar.

Como resolver este dilema aparentemente inultrapassável? Provavelmente, de uma das duas seguintes formas - deitando água e plantas em buracos naturais das rochas e aquecendo-as com pedras incandescentes ou cozinhando a carne que caçava em água dentro da pele dos próprios animais, utilizada como uma espécie de saco pendurado sobre uma fogueira. O homem primitivo deveria assistir, maravilhado, às mágicas transformações sofridas pelos alimentos usados nestas infusões. Carne, frutos e plantas incham e transmitem a sua cor e sabor à água, criando uma surpreendente alquimia.

O homem teria ainda de esperar até à Idade do Bronze pelo caldeirão e pelo século XIV para conseguir comer a sopa com uma colher.

A origem da palavra «sopa» é alemã (suppe), tendo passado para o francês antigo como soupe. Em português, está na raiz do verbo ensopar: molhar o pão num líquido ou deitar um líquido sobre pão. Ainda hoje chamamos «fazer sopas» ao acto de molhar pão num líquido (leite, vinho, etc.). A sopa com uma base de pão é ainda muito comum entre nós, sobretudo no Alentejo, onde o trigo já foi muito abundante.

Muito substanciais, as antigas sopas guarnecidas com ingredientes sólidos, as chamadas sopas de entulho, eram refeições completas, sobretudo no campo. A fronteira entre uma sopa de peixe e uma caldeirada ou entre uma sopa de carne e um guisado é muito ténue.

Nos finais do século XIX e princípios do XX, devido à forte crise económica que se agudizou durante o reinado de D. Carlos e nos primeiros tempos da república, a sopa e o pão tornaram-se alimentos fundamentais, sendo bem verdadeiro nesta época o ditado «A sopa é a tranca da barriga».

Actualmente, o conceito de sopa corresponde, na maioria dos casos, a um prato leve que serve para estimular o apetite e preparar o estômago para o resto da refeição.

A terrina de sopa

A terrina é uma peça com duas pegas e uma ranhura, onde encaixa a concha, e uma tampa, que serve para manter a sopa quente. Embora num jantar formal a sopa seja actualmente servida em pratos ou tigelas, há ocasiões em que se torna muito prático levar a sopa para a mesa numa terrina, ou sopeira. Quando servir um creme ou um velouté (por exemplo, um creme de abóbora ou de coentros), use uma sopeira de porcelana, de preferência igual ao serviço que tem na mesa, ou então uma terrina de uma cor lisa que ligue bem com o seu serviço. Para sopas substanciais com guarnições mais rústicas, como a de feijão ou de peixe, opte por uma terrina de barro. As sopas gratinadas, como a de cebola, podem ser servidas em tigelas individuais, que reproduzem a forma da sopeira e podem ir ao forno.

 

 

Para tirar manchas de água dos móveis:
-Embeber um pano em azeite e esfregar no sitio da mancha até desaparecer.

Para dar brilho aos móveis:
-Preparar uma mistura com 0,5 l de azeite, 0,75 l de terebintina e I l de vinagre. Bater tudo muito bem e aplicar com um pano.

Para tirar manchas de óleo da madeira:
-Por cima da mancha colocar um pouco de pó de talco, esfregar com um pano embebido em petróleo e a seguir passar a trincha com verniz.

 

 

Para quem limpa e arruma diariamente uma casa, pode parecer estranho dar dicas sobre o assunto. Mas uma ajudinha é sempre bem-vinda.

Varra ou aspire primeiro os soalhos, para limpar as migalhas e sujidades antes de usar a esfregona. Comece então a lavar o chão a partir do canto mais distante da cozinha e vá andando até chegar à porta. Utilize um pano na ponta do cabo da esfregona para chegar aos espaços estreitos entre os electrodomésticos.

Para amolecer a sujidade dentro do microondas, aqueça nele, durante uns minutos, uma chávena de água à temperatura máxima. O vapor facilitará a limpeza. Transforme num hábito a limpeza imediata do microondas. Se a sujidade secar e ficar dura, será mais difícil de remover.

Lave na máquina de lavar loiça as tampas de aço inoxidável do lava-loiça para ficarem mais brilhantes. Ponha os queimadores do fogão e os tabuleiros do forno de molho em água quente com detergente, para limpá-los mais facilmente. Coloque as grelhas do forno sobre um saco para o lixo e borrife-as com um anti-gordura para as limpar melhor.