Benefícios

Os benefícios da beterraba são tão grandes e variados que é difícil saber por onde começar. Tem uma importante acção de depuração e de fortalecimento do sistema imunitário, estendendo-se os seus efeitos benéficos a todo o organismo.

O seu elevado conteúdo de antioxidantes é útil no combate às infecções. Tem uma acção profunda na estimulação da circulação e na produção de glóbulos vermelhos, limpando e purificando o sangue, o que lhe permite transportar os nutrientes por todo o corpo e combater a anemia.

Na Europa de Leste, as suas propriedades de limpeza do sangue são de tal modo respeitadas que é usada no tratamento da leucemia. O teor de ferro e de açúcar da beterraba fortalece e dá energia, estimulando a memória e a concentração.

Apesar de doce, é muito pouco calórica e rica em hidratos de carbono, bem como em vitaminas e minerais essenciais – betacaroteno (que o organismo transforma em vitamina A), vitaminas B6 e C, ácido fólico, manganés, ferro, potássio e fósforo.

Órgãos vitais

A beterraba protege muitos dos nossos órgãos vitais. Reforça o funcionamento dos rins, vesícula biliar e fígado e combate a formação de cálculos renais. É um anti-inflamatório natural, ajudando a atenuar as reacções alérgicas.

Dada a sua acção sobre o sangue, a beterraba pode ser muito útil no alívio de problemas ligados à menstruação, como a anemia causada por períodos abundantes, ou como regulador do ciclo menstrual. Pode também ajudar a reduzir os problemas provocados pela menopausa.

A beterraba contém antioxidantes importantes que previnem a doença. Fortalece ainda o sistema linfático - a primeira linha de defesa do organismo contra a doença -, sobretudo se ingerida em sumo.

Escolher, guardar e usar

Escolha beterrabas firmes, vermelho-púrpura a pele inteira, de preferência as de cultura biológica ainda com a rama. Verifique a sua frescura pelas folhas, que deverão ser verdes.

Pode incluir a beterraba em diversos pratos; normalmente, serve-se cozinhada, mas pode também ser consumida crua em saladas, ralada ou em rodelas finas. É muito utilizada na cozinha do leste europeu.

O sumo de beterraba é altamente fortificante e, se o misturar com cenoura, espinafres e couve, obterá um cocktail extraordinariamente saudável. Muitas pessoas que não gostam de comer beterraba apreciam o seu sumo adocicado, sobretudo quando misturado com o de outros legumes mais apimentados ou amargos. Inclua a rama no sumo, pois esta contém outros nutrientes. A única desvantagem conhecida da beterraba é manchar a roupa. Tome cuidado.

Benefícios

- Elimina as toxinas
- Fortalece os sistemas imunitário e circulatório
- Fortalece o sangue e combate a anemia
- Combate infecções. Inflamações e cálculos renais
- Fornece energia e dá equilíbrio

 

 

A cenoura é um dos melhores alimentos para eliminar toxinas. Não só purifica como também regula os desequilíbrios do organismo. Até a velha história de fazer os olhos bonitos parece poder confirmar-se.

«Libertar» o fígado

A cenoura tem uma acção extremamente eficaz como purificador do fígado, o órgão mais importante em termos de eliminação de toxinas, o que contribui para melhorar o funcionamento de todos os sistemas a ele associados. Também fortalece e tonifica a função hepática, sobretudo em sumo. No entanto, não beba mais de três copos por dia de sumos em que entre a cenoura e não use mais de duas cenouras em cada sumo. Sumo de cenoura em excesso torna a sua pele cor de laranja.

O betacaroteno

A cenoura é um verdadeiro depósito de betacaroteno, que, convertido pelo organismo em vitamina A, reforça o sistema imunitário, protege e fortalece os sistemas digestivo e respiratório, bem como os dentes, ossos e cabelo. Tem ainda acção cicatrizante em casos de problemas de pele, como eczemas, dermatites e acne. O sumo de cenoura e maçã é óptimo para a pele. Crê-se que o betacaroteno é bom para a visão, sobretudo para a visão nocturna.

Libertar energia

Libertados lentamente no corpo, os açúcares naturais da cenoura mantêm constantes os níveis de energia, ao contrário dos açúcares refinados, que fazem disparar esses níveis. Crua é mais eficaz. Em sopas, é um tónico excelente para quem se sinta esgotado ou esteja em convalescença.

Um bom fortificante

Por ser muito rica em vitamina C e betacaroteno, a cenoura está na primeira linha de combate à doença e reforço da imunidade. Crê-se ser benéfica para uma série de perturbações – infecções respiratórias, problemas digestivos, úlceras –, para além de proteger contra o risco de várias formas de cancro.

A tradição popular reserva à cenoura um papel importante nas mezinhas para os problemas da mulher – para regular a menstruação ou aumentar o leite das mulheres que amamentam –, talvez por ser também rica em cálcio.

A cenoura é também benéfica para o sangue, pois aumenta o número de glóbulos vermelhos e a hemoglobina e melhora a circulação. Crê-se que protege contra os problemas do coração e das artérias e, se comida todos os dias, reduz gradualmente o colesterol.

Escolher, guardar e usar

Prefira cenouras produzidas através de agricultura biológica, de cor viva e ainda com a rama. Esta, que pode aproveitar sobretudo no sumo, é sempre um bom indicador de frescura. Consuma as cenouras logo que possível, guardando-as entretanto no frigorífico.

Esfregue-as bem antes de usar, mas se possível não as descasque. O ideal é comê-las cruas, por exemplo em saladas, embora sejam também um legume muito versátil na cozinha.

Benefícios:
+Podem reduzir o risco de cancro
+Reforçam o sistema imunitário
+Aliviam perturbações respiratórias e digestivas
+Ajudam a cicatrizar úlceras
+Fortalecemos dentes
+São úteis para mães que amamentam
+Fazem bem à pele
+Purificam o fígado
+São benéficas para o sangue, coração e circulação sanguínea




 

Pertencem à mesma família da lagosta. As variedades incluem camarão tropical, de água fria e de água doce.

Os grandes camarões de água doce chamam-se gambas. Muitos dos camarões que comemos hoje são de viveiro, como o camarão-tigre, e quase todos terão sido congelados. O sabor do camarão varia, dependendo onde foi apanhado ou como foi criado em viveiro. Muitos camarões de viveiro podem ser aguados e de sabor suave, mas aqueles cuja alimentação e suplementada são mais saborosos e de textura mais carnuda. Diz-se que o camarão das águas frias do Atlântico Norte e melhor.

A cor natural do camarão cru varia, consoante a variedade, desde castanho-esverdeado, cinzento-azulado, rosa-acastanhado a laranja, rosa ou mesmo vermelho-pálido. Depois de cozidos, todos os camarões ficam de varias tonalidades de vermelho.

Escolher
Os camarões devem ter aspecto e cheiro frescos com cascas brilhantes. Se parecem secos e engelhados, não são frescos ou não foram bem congelados. Excepto o camarão-tigre- negro, nunca compre camarão com manchas negras pois estão estragados, assim como os que tenham casca amarela ou saibrosa, podem ter sido branqueados para remover manchas, e os que tenham manchas brancas e secas, pode ser queimadura de congelador.

É melhor comprar camarões congelados e descongelá-los. É também preferível comprar camarão com casca (mas lembre-se de que 25% do peso se perdera quando descascados); os descascados terão perdido parte do seu sabor. Palpe as embalagens de camarões congelados para ver se estão sólidos.

Camarão cozinhado

O camarão cozinhado é vendido com casca. O pequeno rosa ou castanho pode ser comido inteiro. Coma o corpo inteiro (com a casca), com pão fresco e manteiga.

Camarão comum

Vem sobretudo de mares frios e variam entre 2.5 e 10 cm de comprimento. São vendidos cozinhados, com casca e sem casca-frescos ou congelados.

 

Camarão-jumbo

São camarões de águas tépidas vendidos cozinhados com e sem casca.

Camarão-tigre

São camarões de água tépida. de vários tamanhos. São vendidos crus ou cozinhados inteiros. São também vendidos cozinhados com casca.

Gambas grandes de água doce

São muito semelhantes ao camarão tigre, mas são maiores e mais gordas, não tendo riscas. São vendidas cruas.

Tomar cuidado
Nunca deixe camarao congelado ou descongelado numa atmosfera quente, pois as bacterias naturais existentes neles podem multiplicar-se rapidamente, estragando-os e causando intoxicação alimentar.

Armazenar
A não ser que sejam usados imediatamente, os camarões congelados devem ser logo colocados no congelador. Os camarões descongelados devem ser guardados tapados no frigorífico até serem usados e ser utilizados no dia de descongelação. Siga as informações da embalagem e use de acordo com a data de validade.

Informação nutricional
O camarão é uma boa fonte de proteínas pobre em gordura e contem ácidos gordos ómega-3. São ricos em potássio e constituem uma fonte útil de zinco - mas são também bastante ricos em colesterol.

Descascar e estripar camarões
O veio negro de um camarão é o seu tracto intestinal. Isso pode dar um sabor amargo e é desagradável, pelo que deve ser retirado do camarão cru antes de o cozinhar. Também pode ser removido de camarão grande cozinhado da mesma forma; é mais difícil retirar a tripa ao camarão pequeno cozinhado.

Corte cuidadosamente o camarão grande ao longo da parte inferior com uma pequena tesoura de cozinha. Depois retire a casca, com cuidado para manter o camarão intacto. A cauda pode ficar, se desejar. Com uma pequena faca afiada, faça um corte superficial ao longo do lombo do camarão para expor o veio intestinal escura (nota: em alguns camarões esse veio pode não ser preto e e um pouco mais difícil de encontrar). Retire o veio com a ponta de uma faca, depois enxagúe o camarão debaixo de água fria corrente e seque com papel absorvente.

Espalmar um camarão grande
Se necessário, retire e descarte a cabeça. Retire cuidadosamente as patas e depois com uma pequena tesoura de cozinha corte ao longo do centro da casca inferior até à cauda. Com uma faca afiada, corte ao longo da carne até à casca, mas sem a atravessar. Retire cuidadosamente o veio preto. Abra o camarão e coloque sobre uma tábua com a casca virada para cima. Prima suave mas firmemente ao longo do centro da casca para a achatar e criar um efeito de borboleta, afastando os dois lados.

Ver se estão prontos
Quer sejam cozidos, grelhados ou fritos, todos os camarões crus (com ou sem casca) estão cozinhados assim que ficam rosados, ao fim de 3-5 minutos. O camarão muito grande com casca pode necessitar de 1-2 minutos mais para cozinhar bem. Teste espremendo suavemente a casca - o camarão deverá estar firme e não mole. Abra um para ver se a carne está opaca a toda a volta.

 


 

Vidro Refractário: Recipiente de vidro refractário podem ser usados para cozedura e aquecimento, desde que não possuam traços ou desenhos metálicos. Existem panelas e untensílios de vidro refractário, próprios para cozedura em altas temperaturas, que podem ser usados no microondas.

Cerâmica Vitrificada: Recipientes fabricados com este material podem ser usados para cozinhar e aquecer e são muito práticos, já que podem ir directamente do forno à mesa. Não use tampas de plático que acompanham a stigelas, a não ser que venham com a indicação “próprio para microondas.”

Plástico e Papel: Use apenas plásticos rígidos, película e sacos de plástico próprios para microondas, que não libertem toxinas quando aquecidos. Papel absorvente, guardanapos de papel, papel-vegetal e pratos de cartão são práticos para cobrir ou reaquecer alimentos. Evite embalagens ou recipientes parafinados, pois o calor do alimento pode derreter a parafina.

Porcelana e louça: Porcelana e louça resistentes, sem acabamento ou frisos metálicos, podem ser usadas com sucesso no microondas. Pratos rasos são especialmente práticos para preparar doses individuais e também podem ser utilizados em lugar de tampas.

Cerâmica e Fainça: Recipientes de cerâmica vitrificada, sem detalhes metálicos, podem ser usados para cozinhar e aquecer alimentos. Evite peças que apresentam acabamento com brilho metálico. Materiais naturais, como madeira, palha ou vime, também podem ser usados para aquecimentos rápidos (30 segundos a 1 minuto no máximo).

Teste para determinar se um recipiente é adequado ao microondas: Coloque um copo de água fria, junto com o recipiente que pretende usar, dentro do microonads. Aqueça na potência alta (100%) durante 1 minuto. A água aquecerá, mas o recipiente colocado a seu lado deverá permanecer frio. Se, pelo contrário, ele aquecer, é porque não indicado para microondas.

 

 

- Bata as claras, de preferência à mão nesta primeira fase, para introduzir ar. Assim que ficarem espumosas, continue a bater até estarem em castelo firme.

-Para fazer o merengue, junte um terço do açúcar, peneirado ou através de um passador de rede, batendo sempre até a mistura estar brilhante.

- Em seguida, adicione uma colherada de açúcar de cada vez, batendo sempre entre cada adição. De vez em quando, levante o batedor e misture as claras que estão na parte de baixo da tigela. Pare assim que as claras estiverem em castelo firme; não bata demais para o merengue não abater.

 

 

As instruções a seguir são para arroz branco de tipo agulha, mas para arroz castanho deverá prolongar o tempo de cozedura para 25–30 minutos e para arroz Basmati reduzi-lo para 8–10 minutos.

1. Meça o arroz em volume com um jarro medidor.

2. Deite o líquido num tacho e, quando ferver, junte o arroz e 1/2 colher de chá de sal por cada 3 dl de líquido. Mexa uma vez.

3. Quando voltar a ferver, tape bem o tacho e reduza o lume ao mínimo. Deixe o arroz cozer em lume muito brando sem destapar.

4. Destape o tacho passados 15 minutos. A água deve ter sido toda absorvida e o arroz deve estar cozido, mas firme. Se tiver ficado alguma água, deixe ferver, destapado, mais 2 ou 3 minutos, ou até ficar seco. Mexa com um garfo para separar os grãos e sirva.

Arroz no forno
Pode poupar gás se cozinhar o arroz no forno juntamente com outros pratos. Use as medidas atrás indicadas, mas coloque o arroz e o sal num recipiente que possa ir ao forno e deite-lhe por cima água a ferver. Mexa bem e tape. Leve em seguida ao forno a 180 o C (t. 4) durante 35–40 minutos se se tratar de arroz branco ou 1 hora se se tratar de arroz amarelo.

Método de fervura rápida
Meça 0,5 dl de água ou caldo de galinha por cada 0,5–1 dl de arroz. Leve o líquido ao lume numa panela grande e deixe levantar fervura. Junte o arroz e 1/2 colher de chá de sal por pessoa. Deixe ferver em lume forte durante 12–15 minutos se se tratar de arroz branco, 25–30 minutos para arroz amarelo ou 8–10 minutos para arroz Basmati. Prove alguns grãos. Devem estar macios, mas não moles. Se o arroz não estiver pronto, continue a ferver, provando frequentemente.

Salvar arroz e legumes
Arroz empapado ou pegajoso. Se o arroz não ficou bem solto, deite-o numa forma circular levemente untada e leve-o a forno bastante quente durante 10 minutos. Volte a forma sobre um prato de servir, encha o centro com legumes cozidos, enfeite com raminhos de ervas aromáticas e sirva. Couves-de-bruxelas demasiado cozidas. Resolva a situação servindo-as reduzidas a puré. Escorra-as e desfaça-as numa batedeira ou passe-as pelo passe-vite. Tempere com um pouco de manteiga ou gema de ovo e polvilhe com noz-moscada antes de servir. Pode fazer o mesmo com outros legumes, por exemplo cenouras e nabos. Alface murcha.Se a alface está murcha, coloque-a numa tigela de água gelada com sumo de 1/2 limão. Deixe ficar durante 30 minutos.

 

Folhas de Chocolate

Ingredientes
75g de chocolate meio amargo picado ou gotas de chocolate

Tempo de prepação: 40 minutos
Receita para: 20 folhas

Vai precisar de 20 folhas verdadeiras (de limoeiro), lavadas em bem enxutas.

Num jarro refractário de ½ litro, coloque o chocolate. Aqueça na potência alta do microondas (100%) por 1 a ½ minutos, até derreter, mexxendo 1 vez. Retire do forno e mexa até ficar cremoso. Com um pincel, passe o chocolate derretido na parte inferior das folhas. Leve ao frigorífico por 15 minutos. Com as mãos frias, descole cuidadosamente as folhas de chocolate endurecido.

Pastilhas de Chocolate

Ingredientes
50g de chocolate meio amargo picado
15g de manteiga

Tempo de prepação: 15 minutos

Receita para: 12 rodelas de 5cm

Forre uma assadeira com papel vegetal. Num jarro refractário de ½ litro, colque o chocolate e a manteiga. Aqueça na potência alta (100%) por 1/2-2 minutos, ou até derreter, mexendo uma vez. Retire do forne e mexa até ficar cremoso.

Com uma colher (chá), pingue o chocolate quente numa assadeira forrada. Espalhe ligeiramente com as costas da colher. Leve ao frigorífico por 15 minutos. Descole as rodelas com uma espátula.

Raspas de Chocolate

Ingredientes
525g de chocolate meio amargo ou de cobertura, em tablete ou barra
15g de manteiga

Tempo de prepação: 15 minutos
Receita para: Rende o suficiente para decorar a superfície de um bolo de 21,5cm

Coloque o chocolate numa tigela refractária e aqueça na potência alta (100%) por 15 segundos, até começar a amolecer.

Passe o descascador de legumes ou cortador de queijo ao longo da tablete, raspando para obter espirais. Aqueça por mais 15 segundos para fazer outras espirais. Se quiser fazer espirais menores, raspe os lados da barra. Para evitar que as raspas se quebrem, use palitos para colocá-las no bolo.

 

 

A água do mar é ideal para cozer o camarão.

Na falta desta, salga-se bastante a água e deixa-se ferver em cachão.

Introduzem-se os camarões dentro de um passador de rede grande e, assim que a agua voltar a ferver e os camarões estiverem rosados, retiram-se e passam-se rapidamente por água fria corrente.

Em seguida, espalham-se numa travessa para arrefecerem mais depressa.

Depois de cozidos, os camarões devem ser apenas aquecidos, e nunca sujeitos a uma nova confecção prolongada que lhes faria perder o gosto e a textura.

Os camarões podem também ser cozidos no vapor com um punhado de sal grosso.

 

 

O meu primeiro conflito com as lagostas teve lugar há alguns anos, num restaurante de Nova Iorque. Um empregado solícito inclinou-se para mim e sussurrou-me ao ouvido: «É a especialidade do chefe.»

Encomendei-a. A lagosta foi servida inteira, saída da panela, com a crusta intacta. Com ela, veio um babete especial e uma colecção completa de instrumentos de tortura. «Vamos a isto», disse para comigo, e atirei-me a ela. As tenazes escorregaram na carapaça, o buril raspou no prato, e o molho gorduroso salpicou-me a manga do casaco. Peguei num espeto para abrir a carapaça, sorrindo tranquilizadoramente para a senhora que me acompanhava à mesa. No instante seguinte, uma nódoa de molho de lagosta aterrava-lhe no decote. Tudo o que eu vestira para o jantar teve que ir para a lavandaria no dia seguinte.

Aprendida a lição, um ano mais tarde, num elegante jantar de negócios nos Campos Elíseos, em Paris, assegurei-me de que a lagosta seria servida já aberta. E assim foi, mas veio à la mode — com chocolate e gelado de baunilha —, o que me estragou o apetite para o resto do jantar.

A julgar por estes encontros, as lagostas devem ter-me uma aversão especial. Verdade ou mentira, não sei ao certo, mas o que sei mesmo é que elas são um exemplo típico dos chamados «pratos difíceis», ou mais propriamente pratos difíceis de comer em lugares públicos.

Outros pratos notoriamente «difíceis» são, por exemplo, as laranjas e as toranjas servidas inteiras, ou os mariscos servidos ao natural. À lista podem ser acrescentados os esparguetes, certas massas chinesas (em que cada fio tem vários quilómetros de comprido) e as ostras. Também podem incluir-se algumas especialidades da cozinha polaca: sopas de centeio levedado e de azedas com um ovo cozido inteiro lá dentro. O ovo tem uma certa tendência para escorregar da colher e cair na sopa, salpicando toda a gente nas redondezas, no meio das conversas mais interessantes.

Estas torturas são particularmente difíceis de suportar em todo o tipo de recepções «come em pé», como cocktails e bufetes. Como diabo é que se pode atacar um pedaço de carne assada inteiro, com um garfo numa mão e um prato em equlíbrio instável na outra? E, já que estamos nisto, que fazer com o copo de vinho?

Gostaria de dirigir um pedido encarecido aos organizadores de todos estes eventos «come em pé»: tenham dó dos convidados e escolham comidas que não precisem de ser descascadas, abertas, enroladas num garfo ou cortadas às fatias.

E já que falamos de garfos, todos sabem que no Extremo Oriente eles são substituídos por pauzinhos. Devo admitir que, durante anos, eles foram para mim o símbolo do masoquismo. Travei conhecimento com eles numa viagem de avião entre Hong Kong e Taipé. Serviram-me um prato de massa com dois pauzinhos ao lado. Fiz sinal a uma hospedeira com aspecto oriental e pedi-lhe um garfo.

«Mas esta refeição deve ser comida com pauzinhos», explicou ela, inclinando-se com humildade.

«Eu sei, mas estaria mais à vontade com talheres tradicionais», respondi eu, com o melhor sorriso que consegui. Ela fez nova vénia e disse, tranquilizadora: «Os pauzinhos são normais. Terei todo o gosto em explicar-lhe como se utilizam. É muito simples.» Não fiquei convencido, mas por fim tive que ceder. Os pauzinhos pareciam ser o único tipo de talheres a bordo.

Só então me dei conta de que os garfos e as facas são engenhocas usadas por apenas metade da população mundial. A outra metade tem maneiras diferentes de abordar o prato. Ocorreu-me que aquilo que nós consideramos «normal» pode parecer a outros algo original. Se os pauzinhos me incomodam, outros podem sentir-se incomodados com um garfo. E se suspeito das intenções vingativas das lagostas, alguns estrangeiros podem ver os pratos à base de beterraba como uma vingança dos vegetais.

«Que raio de cor e de consistência!», era uma observação ouvida durante muitos anos nos voos da LOT, que, com obstinação digna de um sádico, insistia em servir aos estrangeiros, como único acompanhamento dos pratos de carne, beterrabas cozidas. Seria igualmente cruel servir carne de vaca a um hindu, ou queijo curado aos Chineses, que não o suportam.

Enquanto ponderava sobre tudo isto, tive que admitir — não pela primeira vez — que a minha mãe tinha razão quando me dizia: não faças aos outros o que não queres que te façam a ti. Quando se trata de planear a ementa de uma recepção a convidados estrangeiros, esta não deve consistir exclusivamente de especialidades locais.

«É demasiado arriscado. E se quiseres homenagear alguém, não deves causar embaraços nem episódios desagradáveis», explicava a minha mãe. «Com costoletas de vaca enroladas podes servir bolinhos de trigo-sarraceno, se quiseres, mas ao lado põe também batatas cozidas.»

Sei, por experiência própria, que outro método eficaz de vexar convidados estrangeiros (e outros) é servir-lhes uma ementa rústica à la polonaise que consista unicamente de joelheira de porco cozida, rins guisados, chouriço de sangue e torresmos caseiros feitos seguindo a receita da avó.

Para ter a certeza absoluta de que os convidados nunca mais voltarão, insista que têm que comer tudo, até á última migalha, «em nome da hospitalidade polaca», o que não é muito diferente da chantagem. Dito por outras palavras: «Não quer comer? E eu que trabalhei tanto para cozinhá-lo!» O resultado é garantido.

Mas a vingança dos estrangeiros pode ser terrível! Os Japoneses têm peixe cru (sushi), os Franceses, caracoletas e perninhas de rã, os Espanhóis, gambas, e os Tailandeses … cobra frita. Que tal se eles decidirem forçar-vos a prová-los?

 

 

- Use mostarda, que é feita com vinagre, em vez de maionese nas suas sanduíches, como base para barrar frango ou carne assada, e em pratos de feijão.

- Coma os tais pickles com a sua sanduíche. O gosto ácido advém-lhe do vinagre.

- Experimente pickles de tomate, cenoura, aipo, brócolos, couve-flor e pimentos verdes ou encarnados. Se for a um restaurante japonês, peça oshinko (pickles de vegetais).

- Não deite fora o líquido dos pickles. Faz uma excelente marinada, especialmente quando misturado com um pouco de azeite e ervas frescas picadas.

- Coma sauerkraut - couves em pickles. Procure as variedades com baixo teor de sódio.

-  Esprema um limão por cima do peixe ou dos mariscos. O limão pode revitalizar uma sopa ou um guisado desenxabidos e torna os vegetais, o arroz e o frango mais saborosos.

- Experimente sumo de lima com peixe, peru, abacate, melão e batata-doce.

- Coma citrinos, como, por exemplo, toranjas - que, como sabe, são bastante ácidas.

- Compre pão ázimo. Ao fermentar, a massa do pão ázimo liberta ácido láctico, que, como o vinagre, tem um efeito benéfico no IG dos alimentos.

- Cozinhe com vinho. Também é ácido e acrescenta sabor a molhos, guisados, sopas e grelhados.

- Beber vinho (bem como outras bebidas alcoólicas) com moderação - um copo por dia para as senhoras, até dois para os homens - pode ajudar a manter baixos os níveis de insulina no sangue e reduzir o risco de desenvolver diabetes.

 

 

Escolher

As cebolas devem ter uma boa cor sem manchas visíveis nem sinais de rebentos. Devem ser firmes - as cebolas que foram expostas à geada são moles, pelo que deve ter cuidado se o tempo estiver bastante frio.

Armazenar

As cebolas devem ser guardadas num local fresco e seco como uma despensa ou no exterior; onde se manterão durante 3 a 4 semanas. Não as guarde no frigorífico pois ficarão moles. Não guarde cebolas cortadas pois o seu aroma contaminará alimentos os que entrarem em contacto.

Cebolas amarelas
As cebolas mais comuns com casca castanha-dourada semelhante a papel. Têm um forte sabor a cebola. São ideais para usar em qualquer prato cozinhado.

Cebolas Vidalia
Uma cebola americana cultivada no sudeste da Geórgia. A Vidalia é muito doce, crocante e suculenta, com um trago picante. Boa crua, cortada em rodelas finas em saladas. É boa assada.

Cebolas Bermuda
Outra cebola grande, ligeiramente mais atarracada do que a cebola espanhola. Sabor suave. Boa crua em saladas.

Cebolas vermelhas
Por vezes chamadas cebolas italianas. Por baixo da bonita pele vermelha escura-púrpura a polpa é branca, com riscas vermelhas. A polpa é muito doce e suculenta. Óptima crua em saladas ou cozinhada em certas receitas que pedem uma doçura distinta.

Cebolas brancas
Uma cebola americana com uma casca branca pura. O sabor é bastante forte e pungente. Usada sobretudo para cozinhar, onde dá um excelente sabor. Boa em saladas se se quiser um sabor forte a cebola.

Chalotas
Uma cebola pequena que se divide em dois ou mais dentes quando descascada. Tem menos cheiro do que a cebola comum e é considerada mais suave e mais fácil de digerir. Um legume aromático usual na cozinha francesa, a chalota é usada numa série de receitas clássicas. As chalotas desfazem-se quase por completo quando cozinhadas, mas não as deixe alourar ao salteá-las pois ficarão amargas.

Cebolinhas de conserva
Cebolas minúsculas brancas ou pálidas. A Paris Silverskin é branca pura e do tamanho de um berlinde. A Giant Zittau é maior e tem uma casca mais escura. Usada para pickles, e em espetadas e para qualquer receita onde precise de uma cebola pequena.

Cebolas-pérola
Maiores do que as cebolas de conserva. estas são também conhecidas como cebolas-bebé ou botão. Têm um sabor delicioso e delicado. As cebolas-pérola são particularmente doces e podem ser usadas numa vasta variedade de pratos.

 


 

Se seguir os nossos conselhos, é garantido o sucesso na preparação de ovos:
 

A maioria das receitas de ovos exige potência média-alta (70%). Ao cozinhar ovos inteiros, lembre-se de que as gemas cozinham antes das claras, por causa do seu alto teor de gordura, que atrai as microondas; cozinhar ovos na potência alta provocaria a cozedura excessiva das gemas. Ovos mexidos e omeletas, no entanto, podem ser feitos na potência alta, pois gemas e claras estão bem misturadas.
 

Antes de cozinhar ovos inteiros fora da casca, fure as gemas com um palito para permitir que o excesso de vapor escape; isto impede a explosão das gemas.
 

Os ovos continuam a cozinhar depois de tirados do forno; assim, cozinhe sempre pelo tempo mínimo recomendado e depois deixe descansar por 1-2 minutos. Se não estiver no ponto desejado, leve de volta ao forno por mais 15 segundos e teste novamente.

 

 

Guardadas em recipientes herméticos e protegidas da luz, podem manter-se até 18 meses. É importante iniciar a secagem o mais depressa possível após a colheita das plantas. Depois de separadas do corpo da planta, as folhas ou flores começam a decompor-se, perdendo o aroma e as propriedades medicinais. As ervas secas continuarão a perder o seu valor terapêutico com o tempo, e, para fins medicinais, quanto mais fresca for a planta, melhor.

As folhas, flores e sementes devem ser secas em local tépido, seco, escuro e bem ventilado, a uma temperatura entre 21 e 33°C. As raízes precisam de temperaturas entre 50 e 60°C.

DAS FOLHAS às RAÍZES
Faça pequenos molhos de plantas, como salva, orégãos, tomilho, alecrim, louro e erva-cidreira, pendure-os com os caules virados para cima e deixe secar. Quando as folhas estiverem secas e quebradiças, mas não tão secas que se desfaçam em pó, retire-as dos caules e guarde-as. A alfazema também seca melhor no caule, envolvida num saco, para apanhar qualquer flor que caia. As folhas grandes, como as do manjericão e da bardana-maior, devem ser espalhadas sobre um tecido fino estendido sobre uma rede, de modo que o ar possa circular. As flores também podem ser secas desta forma, mas em geral levam um pouco mais de tempo do que as folhas.

As sementes, como as de funcho e endro, são secas como as de alfazema. Enquanto ainda estão presos aos caules, suspenda os invólucros de sementes quase maduros em posição invertida, com um saco de papel a envolvê-los, a fim de apanhar as sementes à medida que forem amadurecendo e caindo, ou coloque um tabuleiro por baixo para apanhar as sementes que forem caindo.
Quando secar raízes, certifique-se de que estão bem raspadas e limpas. Corte as raízes grandes e duras em pedaços pequenos e coloque-os num tabuleiro, virando-os regularmente.

Quando usar as suas ervas aromáticas secas na cozinha, lembre-se de que a uma colher de sopa de ervas frescas equivale uma colher de chá de plantas secas, pois nestas o aroma é mais intenso.

CUBOS DE TOMILHO
As ervas aromáticas, na sua maior parte, podem ser picadas e deitadas numa cuvete de gelo, enchendo-se depois esta com água e levando a congelar. Cada cubo deve conter uma colher de sopa de ervas e pode ser adicionado directamente ao cozinhado.




 

Ela não só irá estender a massa com precisão na espessura desejada, como também a irá ajudar a amassar a massa. As máquinas de moldar variam de tamanho e de preço, mas um modelo básico será bastante conveniente às suas necessidades. Terá que comprar diversos acessórios de corte para adaptar à máquina e fazer cortes de vários formatos. Se a massa colar, polvílhe-a com um pouco de farinha.

1 - Divida a massa em quatro. Polvilhe com farinha em todos os lados, coloque a máquina na medida mais larga e depois passe um pouco de massa pelos rolamentos.

2 - Altere a posição da máquina em uma medida. Dobre a massa ao meio e polvilhe-a com farinha, depois passe-a novamente pelos rolamentos.

3 - Repita o processo quatro ou cinco vezes, diminuindo o espaço entre os rolamentos todas as vezes que o fizer, até que a massa atinja a espessura desejada.

4 - Coloque as placas de massa sobre panos de cozinha para secarem durante 5-10 minutos. Fixe o cortador principal na máquina e faça passar a massa através dele. Para fazer lasanha e canelones, corte a mão.

Faça passar a placa de massa através dos rolamentos com a ajuda da mão.

 


 

Ingredientes:
2 kg de azeitonas de Elvas
1 limão às rodelas
4 dentes de alho cortados ao meio
2 folhas de louro
Oregãos e sal q. b.

Receita para: 2 kg
Tempo de preparação e confecção: 45 minutos

Retire os pés às azeitonas. Deite-as num recipiente de barro vidrado e deixe-as durante 15 dias cobertas de água, tendo o cuidado de a mudar diariamente.

Escorra as azeitonas e coloque-as num frasco. Cubra-as com água, tempere-as com sal, as rodelas de limão, o alho, as folhas de louro e oregãos. Tape o frasco. Deixe as azeitonas repousar durante 2 semanas, mexendo-as de vez em quando. Quando as quiser utilizar; retire-as com uma colher de pau.

 

 

Embora o modelo mais popular seja o forno de microondas comum, existem modelos combinados, que podem funcionar só com microondas ou de modo combinado (acção conjunta das microondas e da cozedura convencional). A vantagem destes modelos mais modernos é que a cozedura combinada permite dourar, deixando os alimentos mais estaladiços. Outro recurso de alguns modelos modernos e o auto-sensor, equipamento que programa o forno de acordo com o tipo de alimento.

O próprio. forno calcula e determina a potência e o tempo adequados para cada tipo de alimento. Existem modelos computadorizados, nos quais a memória é programada até com 12 horas de antecedência para ligar o forno, aquecer, descongelar, assar ou cozinhar o alimento automaticamente.

Nas lojas especializadas, poderá encontrar fornos de microondas disponíveis em vários tamanhos. Os de maior capacidade (21 litros ou mais) são ideais para famílias e para quem gosta de receber e preparar grandes pratos. Os mais compactos (20 litros ou menos) são perfeitos para cozinhar para uma ou duas pessoas, ou para usar como um forno de reserva.

 

Potência de saída e potência de cozedura

E importante conhecer a Potência de saída de seu forno. lá existem aparelhos de microondas no mercado com 1100 watts de potência. Um forno com uma maior potência cozinhará mais rapidamente do que um forno com potência mais baixa. As potências mais comuns são as de 750 watts e 850 watts. Se o seu forno tiver menos potência, deverá aumentar o tempo de cozedura. Se, pelo contrário, ele for de 1100 watts de potência, então deverá diminuir esse tempo.

Os fornos de microondas possuem vários níveis de potência de cozedura, a fim de garantir um resultado uniforme. Existem modelos simples que só dispõem da potência máxima (100%), enquanto outros apresentam até dez diferentes níveis. De modo geral, quatro ou cinco níveis são suficientes. A maioria dos fornos descongela automaticamente; a tecla descongelar, no entanto, é bastante prática para certos tipos de alimento.

Características dos microondas

As microondas distribuem-se no interior do forno de várias maneiras. Alguns modelos possuem um difusor de ondas e um prato giratório; em certos fornos, o prato giratório pode ser desligado ou até removido para limpeza. Os modelos dotados de painel digital, com teclas de controlo electrónico, são mais precisos do que os que possuem controlo mecânico, do tipo botão giratório.

Os modelos com programação automática eliminam as incertezas e são especialmente práticos para quem nunca utilizou o microondas. Basta indicar o tipo de alimento, o ponto de cozedura desejado e o peso ou quantidade. A partir desses dados, o forno selecciona automaticamente o tempo correcto e os níveis de potência para descongelamento, cozedura ou reaquecimento. Alguns modelos possuem sensores que controlam a humidade, o vapor ou o calor libertado pelo alimento, e utilizam essas informações para determinar o tempo exacto de cozedura.

Outro recurso dos modelos mais modernos é o sensor de temperatura, que funciona como um termómetro. O sensor é inserido no alimento, e programa-se a temperatura desejada. Quando o alimento atinge a temperatura programada, o forno desliga automaticamente.

 

Segurança dos alimentos

Os fornos de microondas são fabricados segundo os mais exigentes padrões de qualidade, e os alimentos neles preparados são perfeitamente seguros, desde que as instruções do fabricante sejam seguidas. No microondas, os alimentos podem chegar a uma temperatura de até 100º C, e mantêm essa temperatura por tempo suficiente para destruir qualquer agente de contaminação. Os fornos de microondas possuem pontos "quentes" e "frios". Por isso, quando a receita indica que o alimento deve ser mexido, virado, redistribuído ou deixado em repouso, é importante seguir à risca essas instruções. Só assim poderá garantir uma cozedura perfeita e o melhor resultado possível. Para reaquecer ou descongelar, consulte o manual que acompanha o forno. A maioria dos manuais traz tabelas de descongelamento e reaquecimento adequadas ao modelo.

 

Tempo de cozedura

As receitas deste livro dão uma margem de variação no tempo de cozedura, por exemplo 3-4 minutos, devido às diferenças entre os vários modelos, dos vasilhames e da densidade dos alimentos. Para evitar excesso de cozedura, escolha sempre o menor tempo indicado, se necessário, continue até o limite de tempo. Às vezes é preciso mexer, virar ou redistribuir os alimentos para que cozinhem por igual.

Níveis de potência Alta - 100% Média-alta - 70% Média - 50% Média-baixa - 30% Baixa- 10%

 

 

As microondas são ondas electromagnéticas de alta frequência, similares às ondas de rádio. Quando o forno é ligado, as microondas são geradas pelo magnetron, que converte electricidade em microondas.

As microondas saem do maguetron, passam pelo guia de ondas e entram na cavidade do forno por pequenas aberturas localizadas no tampo, no fundo ou nas paredes laterais. Um difusor de ondas ou uma antena giratória espalha as microondas. Nunca ligue um forno vazio: se o alimento não estiver presente para absorver as microondas, elas poderão danificar o aparelho. Como não podem penetrar o metal, as microondas são reflectidas pelas paredes do forno e atingem o alimento, penetrando até uma profundidade de 4 cm. Não causam mudanças estruturais ou químicas nos alimentos: simplesmente, provocam vibrações nas moléculas de água, açúcar e gordura, que chegam a vibrar cerca de 2,5 biliões de vezes por segundo. Essa vibração causa atrito e produz calor. A parte central dos alimentos é cozida, como no forno convencional, por transferência de calor (condução). Quando o forno está desligado, ou a porta é aberta, as microondas não são produzidas.

 

 

A base do bolo

Comecemos pela parte principal do bolo. É usual cortar um pão-de-ló em duas ou mais camadas. O melhor é fazer o pão-de-ló na noite anterior, pois será mais fácil de ser cortado e barrado.

É importante, para a aparência de um bolo, que a sua superfície seja uniforme. Se, enquanto o coze, aparecerem bolhas pequenas, estas poderão ser alisadas quando o bolo sair do forno com uma faca muito afiada. Outra solução é simplesmente virar o pão-de-ló ao contrário, de modo a que o lado mais liso fique para cima.

Há duas maneiras de cortar os pães-de-ló em camadas: poderá usar uma faca com uma lâmina muito comprida, ou contornar à volta do bolo com uma faca afiada, antes de cortar em direcção ao meio com um fio que passa pelos cortes feitos pela faca.

O melhor será colocar as camadas do bolo sobre um papel duro, como papel vegetal, quando retirar as camadas do bolo.

O recheio

Os pães-de-ló podem ser recheados com natas batidas, creme de manteiga, creme de pasteleiro ou com geleia. Quando o creme está pronto, é barrado sobre cada camada usando uma espátula ou uma faca de lâmina larga, antes de ser tapada com a camada seguinte. A parte de cima e os lados do bolo podem ser decorados tradicionalmente ou você poderá usar a sua imaginação.

A Sachertorte é sempre coberta com chocolate. O Malakofft tem uma cobertura branca de natas e é decorado com cerejas cristalizadas ou com mais natas. Os outros bolos podem ser cobertos com creme de manteiga e depois polvilhados com amêndoas torradas ou nozes.

Para fazer a cobertura e decorar bolos, necessitará de algum equipamento, tal como uma espátula, uma seringa de pasteleiro ou um saco de pasteleiro com uma variedade de bicos, isto para não falar de um pincel para cobrir com geleia ou uma cobertura, e uma espátula ou outras facas com lâmina larga para alisar o recheio e a cobertura.

 

 

Comprar um novo trem de cozinha pode ser um bom investimento, pelo que deve ler as seguintes instruções. Se vai investir num trem completo, pode comprar só uma: panela da gama para a experimentar. Lembre-se de que a base da panela deve ser de tamanho semelhante ao bico sobre o qual irá cozinhar.

 

Os materiais devem conduzir o calor de modo uniforme desde a base até cima. As panelas com lados rectos e razoavelmente fundas, 7,5-10 cm, retêm melhor o calor.

As pegas devem ser robustas. à prova de calor e bem seguras. Se forem demasiado pesadas a panela pode cair.

Um orifício na ponta da pega para pendurar é uma vantagem.

As bases devem ser espessas e pesadas. Senão a comida queima-se e a panela deforma-se.

As tampas devem encaixar bem e ter uma pega bem segura.

O peso é relevante, pegue na panela para ver se não é pesada.

 

Quantas panelas são necessárias?

- Três ou quatro panelas que vão desde os 850 ml aos 4,5 para cozinhar, no dia-a-dia, molhos e legumes.

- Uma panela com duas pegas de 6,8 a 8 l para alimento como espigas de milho e lagostas.

- Uma ou duas panelas fundas de duas pegas de 4,5 ou 5,5 para caldos, sopas e para cozinhar massas e arroz.

- Um recipiente para cozer a vapor - os alimentos são cozinhados através de um calor húmido e suave e ficam com um sabor delicioso. Existem vários modelos, desde eléctricos a outros para fogão com uma panela base e duas ou três peças para encaixar, com tampa por cima.

Materiais

- As panelas de alumínio conduzem e mantêm o calor não se amolgando. Afectam o sabor e cor de pratos ácidos ou de ovos cozinhados lentamente.

- As panelas de ferro fundido distribuem o calor de modo uniforme e arrefecem lentamente. Devem ser temperadas antes de usar para ficarem antiaderentes (ver caixa em baixo) e não são adequadas para cozinhar legumes, já que o ferro destrói a vitamina C.

- As panelas de cobre são caras, mas boas condutoras. Não as use para pickles pois o vinagre pode reagir com o metal e envenenar. Não cozinhe legumes, já que o cobre destrói a vitamina C. Certifique-se de que estão revestidas com aço inoxidável. São a melhor compra e duram para sempre.

- As panelas de ferro fundido esmaltado são resistentes e distribuem bem o calor. São muito pesadas e demoram a aquecer e a arrefecer, não são boas para molhos delicados. O esmalte pode rachar se a panela cair e o interior pode ficar arranhado. Não precisam de ser temperadas.

- O aço inoxidável é muito resistente. Estas panelas tem uma camada de cobre ou alumínio para transferir o calor.

- As panelas de vidro e porcelana são adequadas para cozinhar em lume brando. O vidro é um condutor médio.

- As panelas antiaderentes são boas para cozinhar com pouca gordura, pois não necessitam de muita para a base não queimar.

Temperar uma panela de ferro fundido
As panelas de ferro fundido (sem esmalte) requerem preparação antes de usar para ficarem antiaderentes. Lave a panela em água quente com sabão e seque bem. Com um pano embebido em óleo vegetal, esfregue a superfície - até o exterior e a tampa. Aqueça-a de pernas para o ar em forno a 180º C durante 1 hora. Desligue o forno e deixe a panela arrefecer lá dentro.

 

Equivalências de volume
1 pint - 568 ml
2 pints - 1,1 l
3 pints - 1,7 l
4 pints - 2,2 l
6 pints - 3,4 l
8 pints - 4,54 l
12 pints - 6,8 l
16 pints - 9 l ­

Banho-maria

Banho-maria é um «banho de água» que se faz colocando uma panela ou taça por cima de uma panela maior com água quente. Uma panela dupla (à direita), composta por uma ou duas panelas em pilhadas, é ideal para banho-maria no fogão. Este método de cozinhar é usado para molhos delicados e para derreter chocolate.

Cuidados e limpeza

O alumínio é fácil de limpar; esfregue com um detergente pouco abrasivo. Se a panela tiver escurecido, encha-a com água e vinagre ou sumo de limão; deixe ferver durante 15 minutos.

O ferro fundido necessita de ser limpo em água a ferver com papel absorvente ou um pano macio (sem sabão); use um pano de nylon para retirar pedaços de comida. Seque bem para evitar que enferruje; limpar com papel untado com óleo ajuda.

Para recuperar panelas queimadas espalhe uma chávena de detergente de loiça biológico sobre a parte. queimada. Junte duas chávenas de água e deixe ferver em lume brando durante 10 minutos. Descarte o conteúdo e esfregue.

O ferro fundido esmaltado não deve ser esfregado; mergulhe em água tépida e use um plástico para a soltar a comida.

O cobre deve ser lavado em-água quente e sabão com um pano macio; seque imediatamente. Ocasionalmente revista estas panelas (numa loja de equipamento de cozinha). O cobre tende a ficaram baço e o exterior tem de ser polido regularmente limpe esfregando com um limão cortado mergulhado em sal.

O aço inoxidável é fácil de limpar e não se arranha quando é esfregado. Lave em água quente e sabão com um pano de nylon. O exterior é polido com jornal para brilho extra. O vidro e a porcelana são fáceis de limpar e podem ir à máquina de lavar. Para lavar, mergulhe em água quente e sabão.

Os acabamentos antiaderentes têm de ser limpos com uma esponja ensaboada.

 

 

Comprar um novo trem de cozinha pode ser um bom investimento, pelo que deve ler as seguintes instruções. Se vai investir num trem completo, pode comprar só uma: panela da gama para a experimentar. Lembre-se de que a base da panela deve ser de tamanho semelhante ao bico sobre o qual irá cozinhar.

 

Os materiais devem conduzir o calor de modo uniforme desde a base até cima. As panelas com lados rectos e razoavelmente fundas, 7,5-10 cm, retêm melhor o calor.

As pegas devem ser robustas. à prova de calor e bem seguras. Se forem demasiado pesadas a panela pode cair.

Um orifício na ponta da pega para pendurar é uma vantagem.

As bases devem ser espessas e pesadas. Senão a comida queima-se e a panela deforma-se.

As tampas devem encaixar bem e ter uma pega bem segura.

O peso é relevante, pegue na panela para ver se não é pesada.

 

 

 

Quantas panelas são necessárias?

- Três ou quatro panelas que vão desde os 850 ml aos 4,5 para cozinhar, no dia-a-dia, molhos e legumes.

- Uma panela com duas pegas de 6,8 a 8 l para alimento como espigas de milho e lagostas.

- Uma ou duas panelas fundas de duas pegas de 4,5 ou 5,5 para caldos, sopas e para cozinhar massas e arroz.

- Um recipiente para cozer a vapor - os alimentos são cozinhados através de um calor húmido e suave e ficam com um sabor delicioso. Existem vários modelos, desde eléctricos a outros para fogão com uma panela base e duas ou três peças para encaixar, com tampa por cima.

Materiais

- As panelas de alumínio conduzem e mantêm o calor não se amolgando. Afectam o sabor e cor de pratos ácidos ou de ovos cozinhados lentamente.

- As panelas de ferro fundido distribuem o calor de modo uniforme e arrefecem lentamente. Devem ser temperadas antes de usar para ficarem antiaderentes (ver caixa em baixo) e não são adequadas para cozinhar legumes, já que o ferro destrói a vitamina C.

- As panelas de cobre são caras, mas boas condutoras. Não as use para pickles pois o vinagre pode reagir com o metal e envenenar. Não cozinhe legumes, já que o cobre destrói a vitamina C. Certifique-se de que estão revestidas com aço inoxidável. São a melhor compra e duram para sempre.

- As panelas de ferro fundido esmaltado são resistentes e distribuem bem o calor. São muito pesadas e demoram a aquecer e a arrefecer, não são boas para molhos delicados. O esmalte pode rachar se a panela cair e o interior pode ficar arranhado. Não precisam de ser temperadas.

- O aço inoxidável é muito resistente. Estas panelas tem uma camada de cobre ou alumínio para transferir o calor.

- As panelas de vidro e porcelana são adequadas para cozinhar em lume brando. O vidro é um condutor médio.

- As panelas antiaderentes são boas para cozinhar com pouca gordura, pois não necessitam de muita para a base não queimar.

Temperar uma panela de ferro fundido
As panelas de ferro fundido (sem esmalte) requerem preparação antes de usar para ficarem antiaderentes. Lave a panela em água quente com sabão e seque bem. Com um pano embebido em óleo vegetal, esfregue a superfície - até o exterior e a tampa. Aqueça-a de pernas para o ar em forno a 180º C durante 1 hora. Desligue o forno e deixe a panela arrefecer lá dentro.

 

Equivalências de volume
1 pint - 568 ml
2 pints - 1,1 l
3 pints - 1,7 l
4 pints - 2,2 l
6 pints - 3,4 l
8 pints - 4,54 l
12 pints - 6,8 l
16 pints - 9 l ­

Banho-maria

Banho-maria é um «banho de água» que se faz colocando uma panela ou taça por cima de uma panela maior com água quente. Uma panela dupla (à direita), composta por uma ou duas panelas em pilhadas, é ideal para banho-maria no fogão. Este método de cozinhar é usado para molhos delicados e para derreter chocolate.

Cuidados e limpeza

O alumínio é fácil de limpar; esfregue com um detergente pouco abrasivo. Se a panela tiver escurecido, encha-a com água e vinagre ou sumo de limão; deixe ferver durante 15 minutos.

O ferro fundido necessita de ser limpo em água a ferver com papel absorvente ou um pano macio (sem sabão); use um pano de nylon para retirar pedaços de comida. Seque bem para evitar que enferruje; limpar com papel untado com óleo ajuda.

Para recuperar panelas queimadas espalhe uma chávena de detergente de loiça biológico sobre a parte. queimada. Junte duas chávenas de água e deixe ferver em lume brando durante 10 minutos. Descarte o conteúdo e esfregue.

O ferro fundido esmaltado não deve ser esfregado; mergulhe em água tépida e use um plástico para a soltar a comida.

O cobre deve ser lavado em-água quente e sabão com um pano macio; seque imediatamente. Ocasionalmente revista estas panelas (numa loja de equipamento de cozinha). O cobre tende a ficaram baço e o exterior tem de ser polido regularmente limpe esfregando com um limão cortado mergulhado em sal.

O aço inoxidável é fácil de limpar e não se arranha quando é esfregado. Lave em água quente e sabão com um pano de nylon. O exterior é polido com jornal para brilho extra. O vidro e a porcelana são fáceis de limpar e podem ir à máquina de lavar. Para lavar, mergulhe em água quente e sabão.

Os acabamentos antiaderentes têm de ser limpos com uma esponja ensaboada.

 

 

O mel é um anti-séptico poderoso, sendo uma antiga mezinha para constipações, tosse e dores de garganta. Deve ser consumido com moderação, já que, tal como o açúcar, é altamente calórico e pode causar cárie dentária.

Anti-séptico interno e externo
Enquanto anti-séptico, o mel é conhecido por acalmar a tosse e baixar a febre. Uma mezinha popular que tem resistido a tempos e modas é o chá de limão com mel para tratar constipações e outras perturbações respiratórias. O mel alivia a tosse, o catarro e a sinusite. As suas propriedades bactericidas e anti-sépticas protegem contra diversas doenças infecciosas que afectam o aparelho digestivo. A Organização Mundial de Saúde recomenda o mel como remédio natural para todo o género de gastrenterites, até mesmo para o tratamento da diarreia do viajante. Meia colher de chá de mel por dia ajuda a acalmar a úlcera péptica.

Febre-das-fenos
Por estranho que pareça, o mel ajuda a aliviar a rinite alérgica, vulgarmente conhecida por febre-dos-fenos, reacção alérgica desencadeada pelo pólen. Os naturopatas acreditam que tomar todos os dias uma colher de chá de mel que contenha cera dos favos ajuda a criar resistências. No entanto, é importante que seja mel puro, de preferência biológico e produzido na área onde vive o doente.

Alimento para convalescentes
O mel é o alimento ideal para quem se encontra em convalescença: é fácil de tomar e de digerir, é energético e acalma e melhora o humor ao estimular a produção de serotonina. Para além disso, é rico em minerais, bem como em vitamina C e várias vitaminas do complexo B. Crê-se que ajuda a tornar mais rápida a recuperação de inúmeros problemas, por exemplo dos rins, fígado, circulação e artrite.

Mel e companhia
Da colmeia sai, além do mel, própolis, geleia real e pólen. O própolis é um antibiótico mais forte do que o mel, enquanto a geleia real é considerada eficaz para regular a hipertensão arterial, acelerar a cicatrização, reduzir o colesterol, estimular o sistema imunitário e fornecer energia. Contém todas as vitaminas do complexo B, bem como vitamina C e todos os aminoácidos essenciais, responsáveis pelo crescimento, renovação e regeneração celular.

Escolher, guardar e usar
Procure mel prensado a frio e, se possível, compre-o ao produtor. Grande parte do mel à venda nos supermercados passa por um processo de aquecimento que lhe filtra alguns dos nutrientes mais importantes. Comprar mel não filtrado é particularmente importante para quem sofre de febre-dos-fenos, uma vez que este pode ajudar a criar alguma imunidade contra os efeitos do pólen.

Guarde o mel num armário da cozinha - as suas propriedades antimicrobianas não o deixam adulterar. Duas vezes mais doce do que o açúcar, terá que ser usado em menor quantidade. No entanto, lembre-se de que o calor reduz as propriedades antibióticas, pelo que, em pratos cozinhados, só deverá juntá-lo perto do fim da confecção.

Benefícios
+Combate as bactérias
+Fornece energia
+Protege o sistema imunitário
+Alivia tosses, constipações e infecções respiratórias
+Alivia perturbações gástricas
+Reduz os sintomas da febre-dos-fenos

 

 

As quatro facas básicas
Algumas facas de boa qualidade e bem escolhidas são essenciais em qualquer cozinha. As 4 facas a seguir indicadas devem poder resolver a maioria das situações numa cozinha normal, mas poderá sempre complementá-las com utensílios mais especializados para cortar filetes, desossar ou trinchar, se for necessário.

Uma faca pequena para descascar e cortar frutos e legumes pequenos, com uma lâmina de 7,5–9 cm. Uma faca de cozinha, semelhante à faca do chefe, para descascar, raspar e picar, com uma lâmina de 12,5–18 cm. Uma faca grande, ou faca do chefe, para picar, cortar às rodelas ou aos cubos, com uma lâmina de 20–23 cm. Uma faca de pão (de serrilha), com uma lâmina de 25,5 cm.

Escolher uma faca
Numa boa faca, a lâmina e o espigão, de aço, devem constituir uma só peça. O espigão deve estar totalmente embutido no cabo e solidamente cravado.

A lâmina deve ser:
As lâminas de aço ao carbono conservam-se bem afiadas durante mais tempo do que as outras, mas enferrujam e mancham com facilidade. Também podem alterar a cor de frutos, como maçãs, peras e limões, bem como o seu paladar. As lâminas de aço inoxidável têm de ser afiadas com mais frequência, mas dificilmente mancham e não afectam o sabor da fruta.

Afiar as facas de cozinha
Para manter uma faca sempre bem afiada, passe-a por um afiador manual ou eléctrico antes de cada utilização ou faça-a deslizar 3 ou 4 vezes de cada lado, sem pressionar, num fuzil. Se a faca já não for afiada há muito tempo e a lâmina estiver muito embotada, passe-a várias vezes por um afiador ou, se utilizar um fuzil, passe-a 15 ou 20 vezes de cada lado, fazendo maior pressão. De 2 em 2 anos, ou quando já não conseguir afiar as suas facas, leve-as a um amolador.

Afiar em casa

1. Apoie o fuzil sobre uma tábua. Coloque a parte mais larga da aresta da lâmina junto ao punho do fuzil, num ângulo de cerca de 45 o.

2. Desça a faca ao longo do fuzil, sempre no mesmo ângulo, fazendo deslizar toda a lâmina, até que a ponta da faca fique encostada ao fundo Passe o outro lado da lâmina de baixo para cima do outro lado do fuzil, fazendo um ângulo de 45 o e acabando com a ponta encostada ao fuzil. Repita estas duas operações, fazendo a faca deslizar para cima e para baixo.

Cuidar das suas facas
Utilize uma tábua de cozinha de madeira ou de material sintético que não embote a lâmina. Nunca utilize uma boa faca de cozinha para cortar papel ou cordel. Guarde as facas num suporte próprio de madeira ou magnético, separadas dos outros talheres para não lhes danificar o fio. Não passe a lâmina de uma faca sobre uma chama — danificará a têmpera do aço.

Lave à mão as facas de aço ao carbono logo depois de as utilizar para evitar que manchem. Limpe pequenas nódoas com um esfregão de nylon e as manchas mais difíceis com a extremidade plana de uma rolha de cortiça molhada e passada por um detergente em pó. Passe uma gota de óleo de cozinha nas lâminas de aço ao carbono depois de as lavar e secar para as proteger do vapor de água.

 

 

O queijo é produzido através da adição de agentes de fermentação (cardo ou renina) ou de certas bactérias ao leite, pasteurizado ou cru. Os países do Norte da Europa quiseram regulamentar a proibição de fabrico de queijo com leite cru na CE, mas, graças à oposição de países como a França e Portugal, este projecto não avançou, e podemos hoje continuar a deliciar-nos com o nosso queijo Serra da Estrela.
A caseína do leite divide-se em coalho (onde se inclui a gordura) e soro. Os coalhos são espremidos para retirar o resto do soro; caso se pretenda um queijo pasta dura, esta operação é mais prolongada, podendo até proceder-se ao corte do coalho para facilitar a drenagem do soro. Em seguida, o queijo é moldado, ou seja, geralmente colocado em cinchos ou formas, e salgado. A salga não serve apenas para dar mais gosto ao queijo, mas também para evitar a penetração de bactérias indesejáveis.
Um das formas mais comuns de classificar os queijos é a origem do leite (vaca, cabra, ovelha); uma outra é a textura (de pasta mole, semimole, semidura ou dura).
Segue-se uma pequena descrição por ordem alfabética de alguns dos nossos queijos.

Queijo de Azeitão DOP
Queijo de ovelha de pasta semimole e amanteigada. É comercializado com um diâmetro entre os 5 e os 11 cm e uma altura de 3 a 5 cm. As suas características únicas e irrepetíveis noutros locais provêm da conjugação do clima da serra da Arrábida e de um certo tipo de cardo local usado na coagulação do leite. É produzido nos concelhos de Palmela, Sesimbra e Setúbal.

Queijo de cabra transmontano DOP
Queijo de leite de cabra de raça Serrana, de pasta extradura esbranquiçada e com alguns olhos. É um queijo curado durante cerca de 60 dias. É comercializado com um diâmetro entre 12 e 19 cm e uma altura entre 3 e 6 cm. O leite de cabra foi sempre um elemento importante na alimentação em Trás-os-Montes. Este queijo é produzido nos concelhos de Mirandela, Macedo de Cavaleiros, Alfândega da Fé, Carrazeda de Ansiães, Vila Flor, Torre de Moncorvo, Freixo de Espada à Cinta, Mogadouro, Vai paços e Murça.

Queijo de Évora DOP Queijo de ovelha de pasta dura ou semidura, ligeiramente amarelada e casca rugosa. Sabor levemente picante e salgado, que se acentua nos queijos mais duros. É comercializado em dois tamanhos: 6 a 8 cm (merendeira) e 12 a 14 cm. No Alentejo, costuma ser conservado em azeite para durar todo o ano. A sua região corresponde aos concelhos de Alandroal, Arraiolos, Avis, Borba, Estremoz, Évora, Fronteira, Montemor-o-Novo, Mora, Mourão, Portel, Redondo, Reguengos de Monsaraz, Sousel, Vendas Novas, Viana do Alentejo e Vila Viçosa.

Queijo de Nisa DOP
Queijo curado de pasta semidura e cor branco-amarelada. É comercializado em dois tamanhos: merendeira, com um diâmetro entre 10 e 12 cm e uma altura entre 3 e 5 cm, e normal, com um diâmetro entre 13 e 16 cm e uma altura entre 5 e 8 em, e produzido nos concelhos de Nisa, Crato, Castelo de Vide, Marvão, Portalegre, Monforte, Arronches e Alter do Chão.

Queijo de Tomar
Queijo de leite de ovelha, apresenta pasta semidura e esbranquiçada. É comercializado em tamanho pequeno, com um diâmetro de 5 cm e uma altura de 4 cm. Pode ser consumido fresco, semiduro ou seco. É produzido a partir de leite de diversas raças de ovelhas.

 

 

Queijo do Pico DOP
Queijo curado de pasta mole produzido com leite de vaca cru. De sabor salgado e textura untuosa, tem cor branco-amarelada. A sua produção é tradicional e muito semelhante em todas as freguesias da ilha do Pico. É comercializado com um diâmetro entre 16 e 17 em e uma altura entre 2 e 3 cm.

Queijo Mestiço de Tolosa IGP
Queijo curado de pasta semimole e cor amarelada, feito com uma mistura de leites de ovelha e cabra, de onde lhe advém o nome de mestiço. O seu sabor é ligeiramente picante e intenso. Este queijo é fabricado artesanalmente entre Janeiro e Julho. É comercializado com um diâmetro entre 7 e 10 cm e uma altura entre 3 e 4 cm. A área de produção do queijo (diferente da área de produção das matérias-primas, visto tratar-se de um IGP) inclui os concelhos de Alter do Chão, Arronches, Castelo de Vide, Crato, Marvão, Monforte, Nisa e Portalegre.

Queijo Rabaçal DOP
Queijo de mistura de leites crus de ovelha e cabra, de pasta semidura a dura, compacta. A massa é esbranquiçada. É comercializado em tamanho único - de 10 a 12 cm de diâmetro e 3 a 4 cm de altura. Terá sido originário da vila do Rabaçal, no concelho de Coimbra, sendo actualmente produzido em algumas freguesias dos concelhos de Condeixa-a-Nova, Penela, Soure, Alvaiázere, Ansião e Pombal.

Queijo de São Jorge DOP
Queijo de vaca de pasta dura ou semidura, de cor amarelada e textura quebradiça. É comercializado com um peso entre os 8 e os 12 kg e um diâmetro de 25 a 35 cm. As suas características ficam a dever-se aos pastos muito especiais desta ilha do arquipélago dos Açores. Para a indústria dos lacticínios açoriana deram a sua contribuição os colonos flamengos do século XV. O queijo de São Jorge pode ser usado na cozinha, por exemplo ralado. A sua região é toda a ilha de São Jorge.

Queijo de Serpa
Queijo de ovelha de pasta semimole ou amanteigada, de cor amarelado-clara e sabor picante. É comercializado em quatro tamanhos: merendeira (10 a 12 em diâmetro); cunca (15 a 18 cm); normal (18 a 20 cm), e gigante (25 a 30 em). Existe uma outra versão, o Serpa velho, produzido no fim do alavão (período em que as ovelhas dão leite), de textura mais dura e quebradiça, podendo ter a casca barrada a colorau e azeite. Nos montes alentejanos, existia uma divisão especial, a rouparia, para onde eram trazidos os cântaros de leite e onde o roupeiro fabricava o queijo; pensa-se que seriam assim chamados devido à presença de uma grande quantidade de panos no fabrico do Serpa; este queijo tem uma confecção muito particular, sendo o leite filtrado através de panos de lã dobrados até 40 vezes. O queijo de Serpa é produzido nos concelhos de Mértola, Beja, Castro Verde, Almodôvar, Cuba, Ourique, Moura, Serpa, Vidigueira, Odemira, Santiago do Cacém, Grândola e Alcácer do Sal.

Requeijão de Serpa
Base das famosas queijadas de Serpa, o requeijão é um subproduto do fabrico do queijo de ovelha, que é submetido a um aquecimento (mexido com um pau de zimbro ou de laranjeira) até à aglutinação das restantes proteínas. A massa é embrulhada em panos e pendurada para escorrer até que resulte o requeijão. É comercializado em unidades com cerca de 1 a 1,5 kg.

Queijo Serra da Serra da Estrela DOP
Queijo de ovelha de pasta semimole amanteigada, branca ou amarelada, feito unicamente com leite de ovelha Bordaleira, coalho vegetal e sal. Tem sabor levemente acidulado e é comercializado com um diâmetro entre os 15 e os 20 cm. Já no tempo dos Romanos se fabricava queijo na serra da Estrela. D. Dinis criou o primeiro mercado de queijos em 1287 no lugar de Celorico da Beira. A produção do queijo Serra da Estrela começa em Dezembro, sendo este mês, Janeiro e Fevereiro os melhores meses para o seu fabrico. Os anos de chuva abundante provocam melhores pastagens e influenciam a qualidade do queijo. É produzido nos concelhos de Aguiar da Beira, Arganil, Carregal do Sal, Celorico da Beira, Covilhã, Fornos de Algodres, Gouveia, Guarda, Mangualde, Manteigas, Nelas, Oliveira do Hospital, Penalva do Castelo, Seia, Tábua, Tondela, Trancoso e Viseu.

Requeijão da Serra da Estrela
Subproduto do queijo com o mesmo nome, resulta da transformação por aquecimento do soro de leite de ovelha Serra da Estrela. Constituía com frequência a base da alimentação do povo serrano, acompanhado simplesmente de canela, mel ou doce. É comercializado em unidades com um peso máximo de 500 g.

Queijo Terrincho DOP
Queijo de leite de ovelha Churra da Terra Quente (Trás-os-Montes), de pasta semidura, cor esbranquiçada e sabor suave. É comercializado com um diâmetro entre 13 e 20 cm e uma altura entre 3 e 6 cm e produzido nos concelhos de Mogadouro, Alfândega da Fé, Moncorvo, Freixo de Espada à Cinta, Mirandela, Vila Flor, Carrazeda de Ansiães, Vila Nova de Foz Côa, Macedo de Cavaleiros, S. João da Pesqueira; Valpaços, Meda e Figueira de Castelo Rodrigo.

Queijos da Beira Baixa DOP
Dentro desta região podem ser consideradas três sub-regiões com três queijos distintos: o queijo de Castelo Branco DOP, o queijo Picante da Beira Baixa DOP e o queijo Amarelo da Beira Baixa DOP. Todos são de pasta semidura e de sabor acentuado.

Queijo de Castelo Branco DOP
De pasta semidura ou semimole e cor amarelada, é fabricado à ovelheira, ou seja, a partir de leite de ovelha puro. É comercializado com um diâmetro entre 12 e 16 cm e uma altura entre 5 e 8 cm. A cura toma o seu sabor levemente picante. É produzido nos concelhos de Castelo Branco, Fundão e Idanha-a-Nova.

Queijo Picante da Beira Baixa DOP
De pasta dura ou semidura, apresenta cor branco-acinzentada, sendo fabricado à cabreira, com mistura de leite de ovelha e de cabra. É comercializado com um diâmetro entre 10 e 15 cm e uma altura entre 3 e 5 cm.

Queijo Amarelo da Beira Baixa DOP
Curado de pasta dura ou semidura e cor amarelada. É fabricado com mistura de leite de ovelha e de cabra ou com leite de ovelha apenas. É comercializado com um diâmetro entre 12 e 16 cm e uma altura entre 3 e 5 cm. Tem sabor intenso e levemente acidulado. Estes dois últimos queijos são produzidos nos concelhos de Castelo Branco, Fundão, Belmonte, Penamacor, Idanha-a-Nova, Vila Velha de Ródão, Proença-a-Nova, Vila de Rei, Sertã, Oleiros e Covilhã.

Pequeno léxico do queijo
Coalhar ou coagular: Processo no qual se adiciona qualquer elemento ácido ao leite a fim de precipitar a caseína e obter a coalhada.
Caseína: Proteína do leite que, depois de coalhada, forma coágulos que constituem a base do queijo.
Cardo: Elemento vegetal usado para coagular ou coalhar a caseína em certos tipos de queijo.
Cincho: Arco ou molde em que se coloca o queijo para esgotar o soro.
Maturação ou cura: Processo que implica recurso a variação da temperatura para fazer que o queijo atinja o grau de humidade pretendido (mais, ou menos, seco).
Salga: Processo de adicionar sal ao queijo. Pode ter lugar em diversas fases da sua produção.
Bouquet: Conjunto do aroma e sabor do queijo
Estreme: Diz-se do leite puro usado para fazer o queijo.

 

 

Alecrim
Descrição Uma erva aromática com um sabor intenso e pungente que cai bem com pratos de carne, em particular borrego e caça. É natural do Mediterrâneo e é muito usada em pratos italianos e gregos.
Afinidade com O alecrim tende a dominar as ervas delicadas, mas pode ser usado com outras ervas robustas como louro e tomilho.
Notas e dicas Use com moderação e retire os pés antes de servir. Espete pés dentro de peças para assar ou dispa os caules do alecrim, deixando folhas numa das extremidades e use os pés para pedaços de borrego para grelhar na grelha ou no churrasco.

Cebolinho
Descrição Um membro da família da cebola, com o sabor evidente mas muito mais disfarçado da cebola.
Afinidade com A maior parte das ervas de sabor delicado - salsa, cerefólio, estragão, manjericão.
Notas e dicas Junte no fim da cozedura. O cebolinho faz uma guarnição atraente atado em molhos ou cortado e polvilhado. Cebolinho seco tem muito pouco sabor. Use o topo de cebolinho fresco ou de cebolinhas-verdes.

Cerefólio
Descrição Uma erva de aspecto delicado com um sabor doce ligeiramente a semente de anis.
Afinidade com Estragão, salsa, cebolinho.
Notas e dicas Junte no fim da cozedura para evitar destruir o sabor delicado.

Coentros
Descrição Uma erva muito usada nas cozinhas do mundo, em particular nas da Índia, Médio e Extremo Oriente e parte oriental do Mediterrâneo. O sabor é fresco mas forte e apimentado e combina com alimentos bem aromatizados e picantes.
Afinidade com Hortelã, salsa, tomilho.
Notas e dicas Verifique a receita ao adicionar: os coentros podem ser dominantes. Use raízes finamente cortadas para caril e pratos de carne; as folhas cortadas são melhores se adicionadas no fim da cozedura. As folhas inteiras fazem uma guarnição atraente.

Endro
Descrição Uma erva bastante frondosa com um sabor doce a semente de anis.
Afinidade com Cebolinho, salsa, tomilho, orégãos.
Notas e dicas Use as folhas frondosas como guarnição. São melhores usadas cruas ou adicionadas no fim da cozedura.

Erva-de-limão
Descrição A erva-de-limão cresce por todo o sudeste da Ásia na Índia, África e América do Sul. A raiz bolbosa da erva é apreciada pelo seu sabor característico a citrino que tem a acidez do limão, mas sem o amargor. É muito usada na cozinha tailandesa e vietnamita.
Afinidade com Coentros, manjericão.
Notas e dicas Se não houver erva-de-limão à venda, substitua a casca de lima ou limão por raiz de gengibre fresca ralada.

Estragão
Descrição Conta-se entre as ervas mais usuais e versáteis, com um sabor magnífico e delicado a semente de anis-baunilha. É a erva de eleição para peixe e pratos de aves, mas tem também afinidade com pratos de ovos e queijo.
Afinidade com Salsa, cerefólio, cebolinho, manjerona.
Notas e dicas Use estragão com moderação já que o sabor, ainda que subtil, pode ser intenso e dispersar-se depressa.

Funcho
Descrição Talvez encontre esta erva frondosa a despontar de bolbos de funcho de Florença. Tem o mesmo sabor, ainda que mais fraco, a anis que o bolbo.
Afinidade com Cebolinho, salsa, tomilho.
Notas e dicas É melhor se usado em pratos de peixe, molhos, maionese, saladas e como guarnição.

Hortelã
Descrição Uma das ervas mais comuns, usada tanto em pratos salgados como doces. O seu sabor único a mentol dá vida a molhos, enquanto a sua adstringência corta a gordura em pratos de carne, nomeadamente borrego. Existem muitas variedades: a hortelã-mação é doce e sumarenta; a hortelã-verde é picante e boa para molho de hortelã; a hortelã-pimenta é usada para sobremesas e doçaria.
Afinidade com Coentros, salsa, manjericão, tomilho, manjerona.
Notas e dicas Se colher hortelã, escolha folhas jovens junto ao topo da planta, que serão mais doces, para um melhor sabor.

Louro
Descrição Uma erva atraente vendida em pacotes de folhas inteiras ou em pequenos pés. As folhas de louro têm um aroma intenso e sabor forte, dando um distinto toque pungente aos alimentos.
Afinidade com Outros ingredientes de ramo de cheiros – salsa e tomilho – e com alecrim e salva.
Notas e dicas Esboroe ou cegue as folhas para libertar sabe As folhas secam bem mas perdem o sabor. A pungência do louro sobrepõe-se alimentos de sabor delicado. Use com moderação em pratos bem condimentados

Manjericão
Descrição Uma erva aromática delicada, usada na cozinha italiana e tailandesa. O manjericão tem um aroma doce e forte e um sabor distinto a anis. Existem várias variedades de manjericão, mas todas têm um aroma e sabor semelhantes. O manjericão roxo tem folhas cor de vinho escuras; o manjericão grego tem minúsculas folhas verdes.
Afinidade com Salsa, alecrim, tomilho, orégãos.
Notas e dicas As folhas mais doces são as do topo da planta. Junte a pratos cozinhados no fim da cozedura, já que o calor destrói o seu sabor.

Manjerona e orégãos
Descrição Estas duas ervas são parentes próximas misturáveis. A manjerona é mais doce e menos intensa do que o selvagem orégão. Ambas são usadas no Mediterrâneo sul, particularmente Itália e Grécia, tendo os dois uma afinidade com pratos à base de tomate. O orégão é a erva que dá à pizza o seu sabor característico e é também um dos ingredientes do chili em pó mexicano.
Afinidade com Tomilho, salsa, cerefólio.
Notas e dicas Se possível, use manjerona fresca. Os orégãos, menos disponíveis frescos, são bons secos.

Salsa
Descrição Existem dois tipos de salsa – de folha frisada e lisa. Ambas têm um sabor suave e fresco, sendo a de folha lisa ligeiramente mais estaladiça.
Afinidade com Quase qualquer erva pode fazer par com salsa, incluindo cebolinho, estragão, cerefólio, manjericão, coentros, manjerona e tomilho.
Notas e dicas Use salsa frisada para guarnecer; use salsa de folha lisa para cozinhar e para saladas, onde o sabor é mais importante. Se juntar a pratos cozinhados, adicione no fim da cozedura para reter o sabor.

Salva
Descrição Outra erva de sabor forte com uma afinidade para carne, particularmente porco e ganso. É usual em Itália, usada em recheios e para servir com vitela e figado de vitela.
Afinidade com Tomilho, orégãos, louro.
Notas e dicas Use com moderação em recheios e para adicionar a molhos. É bom para aromatizar óleos e vinagre.

Tomilho
Descrição Uma erva aromática que cresce em estado selvagem na maioria dos climas amenos. O aroma forte e o sabor doce pungente estão intimamente associados à cozinha provençal francesa, italiana e de outras partes do Mediterrâneo.
Afinidade com Alecrim, salsa, manjerona ou orégãos, folhas de louro, coentros.
Notas e dicas O tomilho limão, com o seu sabor delicioso a citrinos, é bom para chá de ervas, e na cozinha.

 

 

No mercado:

Encontra à venda figos secos de várias qualidades, na sua maior parte originários da região algarvia.

A secagem dos figos, embora simples, requer alguns cuidados básicos (como local ao ar livre protegido da chuva e da humidade) e frutos escolhidos, bem maduros e de casca intacta.

Nas feiras e mercados, os figos secos, em regra preparados de forma artesanal, são em geral vendidos a peso.

Os figos secos em pequenas embalagens são produtos tratados de forma mais industrializada.

São também tradicionais no nosso país os figos secos recheados com amêndoas e nozes.

Arranjar:

Para tornar mais fácil cortar ou picar figos secos, unte a faca (ou as lâminas da tesoura de cozinha) com um pouco de óleo alimentar.

 

 

Um pedaço de carne magra ou umas sobras e alguns ossos são a base do caldo. Para obter um sabor mais rico, salteie a carne em azeite ou óleo.

Cenouras, cebolas, aipo, alho-francês e outros legumes reforçam o sabor, sobretudo se forem previamente salteados. Cubra a carne e os legumes com água fria e deixe levantar levedura.

Quando o caldo ferver, reduza o lume e escume-o. Tape e deixe fervilhar, no mínimo, durante 2 horas, mexendo de vez em quando.

Coe, ponha de lado os legumes e a carne e refrigere. Retire a gordura que se formou à superfície.

 

 
 O seu elevado teor em ácidos gordos insaturados, benéficos para a saúde cardiovascular, confere-lhe a textura cremosa e o sabor a frutos secos.
 
100g de abacate contêm
139 calorias (cerca de 200 calorias em ½ abacate médio) • vitamina E antioxidante (15% da DDR) • ácidos gordos monoinsaturados (12 a 22% da DDR), bons para o coração. betasitosterol, que favorece a redução do «colesterol mau», o LDL • vitaminas do complexo B, sobretudo B9 (folatos), que previnem as doenças cardiovasculares • muito potássio, útil contra a hipertensão •  quantidades elevadas de magnésio, que contribui para o bom funcionamento nervoso e muscular •  fibras, abundantes.
 
 
No mercado
Época
Originário do México, o abacate começou por ser cultivado na América Central, nas Antilhas e em África; em seguida, aclimatou-se em Espanha, em Israel e na Córsega. Só começa a amadurecer depois de colhido; é por essa razão que encontramos muitos aba cates verdes nos supermercados. Graças à importação, encontra-se à venda todo o ano.
 
 
Escolher
O tamanho, a cor e a textura da casca do aba cate são diferentes em função da variedade, proveniência e grau de maturidade. Escolha um fruto pesado, sem golpes nem manchas. Maduro, o abacate torna-se castanho-escuro (variedades de pele rugosa) ou permanece verde, mas a casca afunda-se quando se exerce uma leve pressão com o dedo junto do pé (variedade de pele fina). Nunca compre um abacate mole ou com manchas.
 
 
Na cozinha
Conservar
Um abacate muito firme amadurece em poucos dias se guardado à temperatura ambiente. Para acelerar este processo, embrulhe-o num saco de papel e conserve-o à temperatura ambiente 1 ou 2 dias, ou até ceder a uma leve pressão dos dedos. Maduro, o abacate conserva-se 2 a 3 dias na gaveta dos legumes do frigorífico. Tem muitos abacates maduros?
 
Triture-os, faça um puré e junte-lhe sumo de limão ou de lima (2 colheres de chá por abacate). Pode guardar o puré no congelador durante 4 meses.
 
 
Preparar
Para descascar um abacate, corte-o ao meio e retire-lhe o caroço (se não sair sozinho, use a lâmina de uma faca); em seguida, retire-lhe a polpa com uma colher ou descasque-o com uma faca. Para não escurecer, pincele a polpa com sumo de limão. Embora este procedimento não afecte o sabor e as qualidades nutritivas do abacate, torna-o menos apetitoso.
 
 
Cozinhar
O abacate costuma ser comido cru. Como o calor muito forte o torna amargo, não deve ser utilizado em pratos quentes: se o quiser usar, misture-o após a cozedura. Fatias ou quadradinhos de abacate enriquecem as saladas e sanduíches. Este fruto está na base de numerosas entradas requintadas: abacate recheado com caranguejo ou cocktail de camarão, salada de abacate e toranja com molho de mostarda, etc.
 
 
A melhor receita
O puré de abacate costuma ser usado para fazer guacamole. Com o garfo, esmague 2 abacates de casca rugosa bem maduros. Junte 1 tomate médio descascado, sem sementes e grosseiramente picado, 1 cebola-roxa finamente picada, 3 colheres de chá de coentros picados, 3 colheres de chá de sumo de lima, 1 colher de chá de caminhos em pó, 1 colher de chá de sal e tabasco. Misture. Tape com película aderente e leve ao frigorífico até à altura de servir. O guacamole costuma ser servido com triângulos ou chips de milho, mas é mais saudável combiná-lo com legumes crus.


 

Citrinos com mais sumo
As laranjas, os limões e outros citrinos darão mais sumo se os aquecer previamente. Deite água a ferver sobre a fruta e deixe ficar durante 5 minutos ou, se tiver um forno de microondas, aqueça-a durante 30 segundos na potência máxima.

Retirar os caules das groselhas
Não tire as groselhas dos caules uma a uma. Com uma tigela por baixo, passe os dentes de um garfo pelo cacho para desprender as groselhas. Ou congele a fruta com os caules, coloque num saco de plástico e parta os caules, esfregando as groselhas umas contra as outras.

Evitar que maçãs cortadas escureçam
Deite-lhes sumo de limão ou, se estiver a cozê-las, junte um pouco de sumo de limão. Quantos limões deve comprar? Calcule o número de limões que precisa segundo a quantidade de sumo que a receita indica. Um limão médio dá cerca de 0,7 dl (4 colheres de sopa).

Limões secos
Cubra-os com água a ferver, deixe ficar 5 minutos e depois esprema. Ainda poderá conseguir bastante sumo.

Servir uma manga
Comece por descobrir onde está o caroço colocando a manga numa superfície plana e reparando como ela cai — o caroço ficará sempre paralelo à superfície. Com uma faca afiada, corte a manga de um dos lados do caroço, de modo a obter uma fatia grossa. Corte a polpa aos quadrados sem ferir a casca. Pressione a casca de forma a empurrar a polpa para fora — os cubos destacar-se-ão da casca. Repita a operação do outro lado.

Laranjas difíceis de descascar
Deite água a ferver sobre as laranjas e deixe ficar durante 5 minutos. Escorra e deixe arrefecer. A casca sairá mais facilmente e será mais fácil separar a laranja em gomos.

Frutos secos

Pelar avelãs
Espalhe as avelãs descascadas sobre um tabuleiro e leve-as a forno quente ou ao microondas até a pele estalar ou torre-as numa grelha quente, mexendo de vez em quando. Esfregue as avelãs num pano seco para retirar as peles.

Cascas de castanha
Para retirar as cascas, dê um golpe fundo num dos lados das castanhas. Deite em água a ferver e deixe retomar a fervura lentamente. Escorra e descasque as castanhas ainda quentes, raspando a película interior ao mesmo tempo. Se tiver um microondas, golpeie as cascas das castanhas, coloque num recipiente aberto e leve ao forno, regulado na potência máxima, durante 1 ou 2 minutos, mexendo uma vez. Meta no forno mais 30 segundos as castanhas que não se descasquem facilmente.

Castanhas-do-pará
As cascas partir-se-ão mais facilmente se as deixar no congelador durante várias horas antes de as partir.

Partir cocos
A maneira mais fácil de partir um coco é encontrar a sua falha natural. Primeiro, fure os “olhos” com um espeto e escorra o líquido. Segure no coco com uma das mãos e vá virando enquanto bate no “equador” com um martelo de cozinha ou um maço até que surja uma racha. Vá batendo até o coco partir.

Pelar amêndoas
Ponha as amêndoas em água a ferver durante 30 segundos, escorra e tire as peles. Amêndoas raladas.As amêndoas acabadas de ralar sabem muito melhor do que as amêndoas raladas vendidas em pacotes. Rale as suas amêndoas peladas, sempre que necessitar, numa picadora.

Amêndoas inteiras
Se quiser que as amêndoas se mantenham estaladiças num bolo ou prato cozinhado, torre-as ou asse-as primeiro até ficarem ligeiramente alouradas.

 

 

Época
A altura mais segura para comprar amêijoas ou outros bivalves frescos é durante os meses com r (Setembro a Abril). No entanto, encontra nos supermercados amêijoas congeladas com casca ou só o miolo. Também encontra berbigão, mexilhão, canivetes e outros bivalves. Em algumas receitas, pode substituir a amêijoa por berbigão grande, muito mais económico.

Escolher
Quando comprar amêijoas frescas, certifique-se de que elas estão vivas: as suas conchas devem estar bem fechadas (ou devem fechar se lhes tocar).

Cozinhar
Deixe as amêijoas em água com saí durante cerca de 1 hora (ou mude várias vezes a água) para que elas larguem a areia que possam trazer. Depois, cozinhe-as.

 

 

Em caso de dúvida, deite-os fora porque poderão causar gastrenterite ou intoxicação alimentar, doenças muito graves na criança. Os alimentos mais perigosos são: carne (crua ou cozinhada), patê, peixe, lacticínios, refeições pré-cozinhadas e comida congelada que descongelou e voltou a congelar.

Alguns conselhos para conservar os alimentos.

- Carne, criação, peixe e lacticínios devem ser guardados no frigirifíco ou congelados.

- Carne, criação, peixe devem ser descongelados no frigorífico.

- Carne, criação, peixe devem ser guardados separados, nunca deixando que os seus líquidos escorram para cima de outros alimentos.

- Guarde os alimentos secos em recipientes fechados e os congelados em recipientes herméticos.

- Cozinhe bem a carne e as aves: quando espetar uma faca na parte mais alta, o líquido deverá sair transparente.

- Guarde de imediato os restos no frigorífico e nunca mais de 1-2 dias.

- Nunca dê à sua família alimentos com o prazo de validade ultrapassado.

- Nunca deixe que a temperatura do frigorífico ultrapasse os 4ºC e a do congelador os –18ºC.

- Não conserve alimentos no congelador durante muito tempo. Utilize-os rotativamente e consulte o manual do congelador para saber quais os prazos de congelação de cada alimento.

- Não use a mesma tábua para cortar carne crua e outros alimentos. Depois de preparar carne ou peixe crus, lave bem as mãos, a tábua e a faca antes de tocar noutros alimentos ou no seu bebé.

- Não guarde farinha integral à temperatura ambiente durante muito tempo porque a sua gordura rança.

 

 

*Para descongelar uma peça grande:

1) Retire toda a embalagem da carne congelada. Isto acelera o descongelamento, pois o invólucro isola o fundo da peça;

2) Coloque a carne sobre uma grelha própria para microondas, dentro de uma forma refractária, para que a carne não fique em contacto com o seu próprio suco;

3) À medida que a carne descongela, proteja as áreas que aquecerem com pequenos pedaços de papel de alumínio; retire-os antes de iniciar a cozedura.

 

*Peças mais pequenas:

Use recipientes do tamanho certo
Ao transferir a carne da embalagem para a forma, escolha uma do tamanho da peça de carne. Isto impede que as pontas descongeladas se espalhem e comecem a cozinhar.

Espalhe a carne picada
Espalhe a carne picada com um garfo quando a estiver a descongelar.

Separe cubinhos ou tiras
À medida que descongelam, separe os cubos ou as tiras de carne e espalhe na forma.

Separe as porções
Separe hamburguers, bifes ou outras porções congeladas e coloque-as sem empilhar na grelha própria para microondas.

Cubra com papel-vegetal
Para descongelar mais rapidamente, cubra a carne com papel-vegetal, sem apertar.

Teste com o espeto
Peças mais grossas estão descongeladas quando um espeto penetra facilmente no centro.

 

 

Escolher, guardar e usar
São três os principais tipos de couve - verde, branca e roxa. Todas elas são antioxidantes poderosos e pensa-se que, tal como os brócolos, têm propriedades anticancerígenas.

A couve-verde é a que possui maior concentração de nutrientes, devendo ser firme e de cor viva. Como as folhas exteriores são as mais ricas em nutrientes, verifique se estão em bom estado. Mesmo que assim não seja, não as deite fora - aproveite-as para fazer sumo. De preferência, coza a couve no vapor durante 4-6 minutos.

Verifique também a cor e as folhas exteriores da couve-branca e da roxa, mais duras e fechadas. Tanto umas como as outras podem ser comidas cruas em salada ou cozinhadas; a couve-roxa é muito usada na cozinha do Leste da Europa. Tal como acontece com a verde, também deve utilizá-la em sumos, embora disfarçando o seu sabor forte e amargo com outro legume mais doce (cenoura, beterraba). Consuma qualquer delas no mais breve espaço de tempo; guarde-as no frigorífico e lave-as muito bem antes de usar.

Um cólon saudável
As couves são muito benéficas para a digestão, sobretudo se consumidas cruas ou em sumo com outros legumes. Desintoxicam o aparelho digestivo, sobretudo o estômago e o cólon, e acalmam as perturbações do estômago e a indigestão. Tomado diariamente e a longo prazo, o sumo pode até ajudar a cicatrizar as úlceras gástricas. As couves são recomendadas a quem sofra de prisão de ventre: ao estimular os movimentos peristálticos, ajudam a resolver este problema; por outro lado, limpam de forma profunda o cólon, que, em caso de prisão de ventre prolongada, pode ser afectado pela acumulação de toxinas.

Ricas em minerais
As couves contêm muitos minerais valiosos. O cálcio é essencial para fortalecer dentes e ossos, bem como para o funcionamento do sistema nervoso, músculos, coração e coagulação sanguínea. O magnésio assegura a saúde dos músculos e nervos e a renovação celular. Tanto o potássio como o fósforo são necessários ao coração e aos rins, e o iodo - mais comum nas algas do que nos legumes - é importante para a função da tiróide, a energia e o crescimento.

Uma pele saudável
De grande poder antioxidante (níveis elevados de vitaminas A, C e E) e purificador, nomeadamente do sangue, a couve é útil para combater a oleosidade da pele, sobretudo se consumida em sumo. É benéfica para todos os tipos de pele - não é por acaso que a água de cozer couves é uma velha receita para dar vida nova à pele cansada. Diz a tradição que é também a melhor cura para a ressaca, provavelmente pela sua acção eficaz sobre o fígado, o órgão onde se inicia o metabolismo do álcool.

A saúde das vias respiratórias
De acção bactericida, as couves reforçam o sistema imunitário. O seu elevado teor de vitamina C ajuda, a formar uma barreira contra as constipações, tosse e outras infecções; a água de cozer couves ajuda a desobstruir os brônquios e a acalmar a tosse e as dores de cabeça. Com uma pitada de gengibre ou pimenta-de-caiena, os seus efeitos ficam reforçados.

Benefícios
+ Têm propriedades anticancerígenas. Estimulam o sistema imunitário
+ Combatem as bactérias
+ Fazem bem à pele
+ Tonificam o fígado e o aparelho digestivo. Auxiliam a digestão
+ Ajudam a cicatrizar úlceras gástricas


 

As sementes de gergelim (sésamo), girassol e abóbora são valiosas fontes de proteínas e ácidos gordos essenciais. As sementes de linho e de psílio são também boas para a saúde, nomeadamente para o bom funcionamento dos intestinos.

Ácidos gordos essenciais
As sementes de gergelim (sésamo), abóbora e girassol são ricas em ácidos gordos ómega-3, sendo as de gergelim e girassol boas fontes dos ácidos gordos ómega-6. Vitais para a saúde, estes dois tipos de ácidos gordos têm que ser fornecidos pela alimentação, pois o organismo não os produz. São necessários à regeneração das células e protegem contra a formação de coágulos e risco de doenças cardíacas. Estes ácidos gordos também alimentam a pele, aliviam os sintomas da artrite reumatóide e ajudam a evitar algumas formas de cancro.

Depurar e fortalecer
As sementes são muito ricas em vitaminas e minerais. As de girassol contêm as vitaminas A, B, D, E e K e ainda cálcio, ferro e zinco. Em conjunto com os ácidos gordos essenciais, a vitamina E reforça a protecção contra o risco de ataque cardíaco, angina de peito e doenças das coronárias. Julga-se que as sementes de girassol são também benéficas para a visão e reduzem o risco de cataratas. Eliminam as toxinas do organismo e libertam-no dos metais pesados.

As sementes de abóbora (pevides) contêm vitaminas do complexo B, cálcio, ferro, magnésio e zinco. O seu teor de zinco estimula a cicatrização. Tradicionalmente, estas sementes estão associadas ao bom funcionamento da próstata e à prevenção e redução dos cálculos da bexiga.

As sementes de gergelim (sésamo) são ricas em vitamina E, ácido fólico, cálcio, selénio, ferro, magnésio e zinco. O zinco favorece a cicatrização, o crescimento e o desenvolvimento. A combinação do zinco e do elevado teor de selénio torna estas sementes bons antioxidantes e agentes depuradores. Crê-se também que fortalecem o coração e os sistemas nervoso e imunitário.

Limpeza total
Tanto as sementes de psílio como as de linho são bons agentes de limpeza dos intestinos. São ambas ligeiramente laxantes, previnem a prisão de ventre e a dilatação do estômago e limpam os intestinos, não sendo, no entanto, agressivas para a flora intestinal. As sementes de linho pode reduzir alguns sintomas da menopausa, como os afrontamentos, bem como o risco de cancro da mama.

Escolher, guardar e usar
Compre as sementes inteiras, guarde-as em local fresco em caixas com tampa hermética e consuma-as no prazo de algumas semanas. Pode comê-las cruas, mas, para acentuar o seu sabor, torre-as sob a grelha do forno ou em lume brando numa frigideira seca, durante poucos minutos.

As sementes são óptimas para aperitivo, sobretudo se misturadas com fruta seca, ou em saladas, sopas e outros pratos. Podem ser usadas em dips, misturadas com alho e ervas aromáticas. Um dip muito agradável é a tahini, pasta cremosa feita com sementes de gergelim (sésamo). São também usadas em pães, e os óleos delas extraídos são óptimos.

Benefícios
+ Reduzem o risco de doença
+ Ajudam a formar células saudáveis
+ Protegem contra o risco de cancro
+ São benéficas para a próstata
+ Promovem a cicatrização e o crescimento
+ Fortalecem os sistemas nervoso e imunitário
+ Eliminam toxinas do aparelho digestivo
+ Previnem a prisão de ventre

 


 

Peixe Fresco

Depois de o comprar, deve levá-lo para casa imediatamente, de preferência embalado num saco refrigerado com cubos de gelo - especialmente no tempo quente (se pedir, algumas peixarias e supermercados fornecem-lhe o gelo).

Em casa, enxague o peixe e seque com papel absorvente. Depois coloque num prato, tape com tampa ou papel de alumínio e guarde na parte mais fria do frigorífico a 1 – 5º C durante não mais do que um dia.

O peixe com tripas, como a cavala, a truta e o arenque, deve ser imediatamente estripado assim que chegar a casa, enxaguado, seco e guardado como já referido. Se for guardado com tripas, as bactérias das entranhas multiplicar-se-ão e o peixe irá deteriora-se rapidamente.

O peixe inteiro e as porções de peixe comprados em embalagens devem ser guardados nas mesmas, dentro do frigorífico e só se devem abrir quando prontos a cozinhar. Use de acordo com o tempo indicado na embalagem.

O peixe tem de ser mantido frio até estar pronto a cozinhar nunca o deixe à temperatura ambiente.

Peixe Congelado

Depois de o comprar, leve o peixe congelado para casa, num saco térmico. Ponha logo no congelador. Em geral, o peixe congelado não deve ser guardado durante mais de 3 meses - mas use de acordo com a data de validade da embalagem.

Para que a textura e a estrutura do peixe não se desfaça, descongele o peixe lentamente no frigorífico de um dia para o outro antes de o cozinhar. Coloque-o, dentro da embalagem, num prato para reter o que pingar. Depois de descongelado, desembrulhe-o, escorra bem e seque com papel absorvente.

Nunca descongele em água, pois o sabor e a textura do peixe serão afectados e muitos dos seus nutrientes se perderão. O peixe pode ser descongelado à temperatura ambiente, mas como isso faz com que as bactérias se multipliquem, deve ser usado logo. Uma vez descongelado, nunca deve voltar a ser congelado. Os filetes e as postas de peixe podem ser cozinhados congelados.

 

 

Infelizmente, contém muita gordura e é considerada prejudicial. A consistência e sabor das natas são determinados por vários factores, entre os quais se o teor de gordura, o processo de fazer natas, a raça da vaca e a época.

Crème fraîche - Mais rico do que natas azedas, com uma textura aveludada. O seu elevado teor de gordura que não coalhe quando cozinhado.

Natas metade-metade - é uma combinação de leite inteiro e natas. Não contêm gordura de manteiga suficiente para serem consideradas verdadeiras natas. São usadas com café.

Natas espessas - São natas espessas e ricas usadas para bater e decorar bolos esponjosos e para rechear bolos, éclairs e outras sobremesas. Fazem-se natas extra-espessas usando leite homogeneizado, mas têm o mesmo teor de gordura.

Natas magras - Não contêm gordura de manteiga suficiente para serem batidas, mas podem ser usadas para verter ou juntar a molhos e sopas. As natas magras extra-espessas contêm a mesma quantidade de gordura de manteiga que as natas magras, mas são homogeneizadas até uma consistência espessa de servir à colher.

Smetana - a smetana russa são natas azedas feitas com natas espessas doces e natas azedas. Outra versão é feita com leite magro. Ao contrário da smetana autêntica, coalhará se for demasiado aquecida. Trate como iogurte espesso


 
A vantagem de cozer os espargos na vertical é evitar que as pontas se desfaçam, uma vez que, sendo mais finas, cozem mais rapidamente que os talos. Se não tem uma panela de cozer no vapor, amarrote uma porção de papel de alumínio e coloque na base de um tacho ou de uma caçarola para prender os talos dos espargos, permitindo que estes se conservem na vertical. Em seguida, faça uma espécie de tenda sobre as pontas e feche de modo a selar e a não deixar escapar o vapor.


 
Podem ser cozinhados de numerosas maneiras sozinhos, as claras criam merengues, ajudam a dar volume a muitos pratos e clareiam caldos; as gemas ajudam a emulsionar molhos. Os ovos inteiros ajudam a ligar um alimento a outros e vice-versa, também ajudam outros alimentos a aderir, são vitais para glaceados e para espessar molhos e misturas.

Escolher
É importante comprar ovos o mais frescos possível. Verifique as datas de validade. Se não houver data, teste a frescura imergindo o ovo em água. À medida que os ovos envelhecem, perdem água através da casca, aumentando a bolsa de ar. Uma clara de ovo enevoada é sinal de frescura e não de idade; deve-se ao elevado teor de dióxido de carbono quando o ovo é posto.
 
Armazenar
Ponha os ovos no frigorífico o mais depressa possível.
Os ovos envelhecem mais num dia à temperatura ambiente do que numa semana no frigorífico. Mantidos no frigorífico, duram durante 4 a 5 semanas para além da data de validade. A casca de um ovo tem poros minúsculos na sua superfície através dos quais podem absorver sabores e odores. Guarde-os nas caixas de cartão longe de alimentos de cheiro forte. Guarde-os com a extremidade pontiaguda para baixo para manter as gemas centradas.

As claras e gemas separadas ou os ovos inteiros sem casca devem ser guardados no frigorífico em recipientes herméticos.
As claras mantêm-se durante uma semana, as gemas e os ovos inteiros um máximo de 2 dias. 

Use alimentos que tenham ovos crus ao fim de 2 dias.


... a mexicana (frutos pequenos muito ricos em lípidos), a antilhana (frutos grandes originários da Colômbia) e a guatemalteca (frutos de casca rugosa e espessa).
 
Através de cruzamentos, estas espécies dão origem a centenas de variedades.
 
 
Eis as mais comuns:
A variedade hass (guatemalteca) é a mais apreciada. Os frutos têm tamanho médio (cerca de 250g) e casca granulosa, que passa de verde a castanho-arroxeada quando amadurece.

A polpa contém 18 a 20% de gorduras.
 
A ettinger é uma variedade híbrida de guatemalteca e mexicana, cultivada sobretudo em Israel. Os abacates são periformes e têm a casca verde-brilhante. A polpa contém 18 a 22% de gorduras.
 
A nabal (guatemalteca) é caracterizada por frutos grandes (300 a 500g), quase redondos e verde-brilhantes, com caroços pequenos, que mexem ligeiramente quando o fruto está maduro. Possui menos gorduras (15%).
 
Os mini-abacates costumam ser provenientes de Israel. São compridos e desprovidos de caroço. Perfeitos para os cocktails, resultam de acidentes climáticos na altura da fecundação da flor.

 

 
Qualquer que seja a variedade, oferecem um vasto leque de compostos benéficos e protectores.
 
100g de couve cozida contêm
menos de 25 calorias • vitamina C antioxidante (30 a 50% da DDR) • fibras (2 a 3g) • compostos de enxofre (indóis, sulforafano, isotiocianatos), que protegem de certos cancros e ajudam a lutar contra diversas doenças • couve-roxa: antocianos, que combatem a inflamação e protegem os vasos sanguíneos.
 
 
No mercado
Época
Há couves ao longo de todo o ano, mas o pico da época é no meio do Inverno. As couves novas surgem na Primavera: as suas folhas, pouco compactas e tenras, cozem rapidamente.
 
Escolher
Verifique que as couves de cabeça muito compacta (couve-branca e couve-roxa) são firmes, densas e pesadas para o tamanho. As couves-chinesas de folhas soltas devem também ser pesadas para o tamanho Quanto à couve-lombarda, sempre densa e pesada, deve ter folhas verde-brilhantes e o coração muito compacto.
 
 
Na cozinha
Conservar
Qualquer tipo de couve pode ser guardada, por lavar, num saco de plástico na gaveta do frigorífico até 1 semana. As couves-chinesas conservam-se durante menos tempo.
 
Preparar
Retire as folhas exteriores estragadas ou murchas e os pedaços de folha manchados. Retire também as folhas mais duras das couves maiores Lave a couve em água fria imediatamente antes de a cozer. Corte o coração em quatro com uma faca grande e retire os talos mais grossos e duros. Em seguida, coloque os quartos sobre uma tábua de cozinha e corte-os na vertical em tiras mais ou menos finas. Como alternativa, use o robô de cozinha como disco de corte.
 
 
Cozinhar
Coza a couve 20 a 25 minutos numa panela com água a ferver, ou 10 minutos na panela de pressão, e escorra-a bem. Refresque as couves verdes em água gelada para que conservem a cor.
 
 
Utilizações
Crua e ralada, a couve usa-se em saladas, onde pode substituir qualquer tipo de legumes de folha. Pense também em usar as folhas de couve (sobretudo as de couve-lombarda) cruas para substituir as tortilhas mexicanas nos wraps: uma alternativa saudável, crocante e pouco calórica. Cozida, a couve serve de acompanhamento a pratos de carne ou peixe, aves e salsichas. Usa-as também como recheio para pastéis (os pirojkis russos) e em numerosos pratos regionais.


 
 

Aproveite bem o forno convencional. Se fizer um bolo, utilize a outra prateleira do forno para outro cozinhado. Se fizer um assado, envolva os legumes de acompanhamento em folha de alumínio e cozinhe-os ao lado da carne durante os últimos 30–45 minutos.

Congele os legumes que sobraram e o molho da carne para mais tarde juntar a sopas.

Se estiver a cozer batatas, não cozinhe outros legumes à parte. Coloque-os num escorredor e coza-os no vapor por cima das batatas.

Compre antes o queijo Parmesão em barra e rale o que precisar de cada vez. Sai mais barato, sabe melhor e dura mais.

É preferível comprar ervas aromáticas em vasos pequenos do que minúsculos molhos de folhas. Com cuidado, as plantas durarão meses.

Aproveite todos os pedaços de pão, bolos e biscoitos que sobrem. Seque o pão no forno, depois moa-o para fazer pão ralado e esmague os biscoitos e bolos para usar noutros doces.

Se estiver a cozinhar num fogão eléctrico com chapas com isolamento, desligue-o 2 minutos antes do tempo normal de cozedura — ou 5 minutos antes se estiver a usar um tacho de aço inoxidável pesado. A chapa continuará suficientemente quente para acabar de cozinhar os alimentos sem necessidade de gastar mais electricidade.

 

 

Pectina que baste.
Uma compota com boa consistência precisa de equilíbrio entre pectina e ácido. Assim, combine fruta com diferente teor de pectina, como maçãs e amoras ou morangos e groselha vermelha.

Frutos ricos em pectina são maçãs-reinetas, abrunhos, peros encarnados, marmelos, groselhas, bagas e algumas ameixas.

As rainhas-cláudias, framboesas, alperces e damascos têm uma quantidade média de pectina.

Frutas como morangos, cerejas, amoras, peras e melões têm muito pouca pectina. Os legumes têm também pouca pectina. Manter inteira a fruta macia.Como o açúcar endurece, polvilhe com ele os ingredientes macios, como morangos, antes de os usar; deixe a fruta com o açúcar repousar durante a noite e depois cozinhe conforme indicado na receita.

Verificar a consistência
Para melhores resultados, associe o teste da temperatura ao da gota ou ao do prato frio. Comece a testar quando a geleia atingir 105 o C.

Teste da temperatura
Utilize um termómetro de cozinha para este teste (não se esqueça de o arrefecer após cada utilização). Para verificar a temperatura da geleia, mexa-a bem e coloque o termómetro no tacho com o bolbo completamente imerso, mas sem tocar no fundo.

Teste do prato frio
Deite 1 colherzinha de geleia num prato frio. Se estiver pronta, a superfície da geleia no prato endurece ao arrefecer e enruga se empurrada com a ponta do dedo. Tire a geleia do lume durante o teste para não ferver para além do ponto enquanto espera que a amostra arrefeça

Salvar doces e geleias

Consistência rala.
Se voltar a ferver a geleia, pode estragar o sabor, por isso é preferível endurecê-la com gelatina. Dissolva a gelatina em água, depois aqueça a geleia e misture bem com a gelatina. Volte enfrascar e utilize em poucas semanas para a gelatina não formar bolor.

 

 

A escolha dos alimentos
Os alimentos para festas de crianças devem ser coloridos e fáceis de comer, de preferência à mão. Doce ou salgado?As crianças sentem-se muitas vezes atraídas para os doces por serem mais coloridos, por isso prepare alguns salgados que constituam uma novidade atraente.

Bolos de festa
Evite bolos cheios de creme ou coberturas moles e pegajosas. Um bolo de aniversário simples com uma cobertura de glace fará o mesmo efeito e as crianças sujar-se-ão muito menos.

Doses para crianças
Sirva doses pequenas, adequadas à capacidade das crianças. Sirva alguns bolos e sanduíches em miniatura. Não se esqueça das mães. Se as mães também forem convidadas, prepare comida e bebidas próprias para adultos.

Bolachas em forma de animais
Faça uma massa salgada com sabor a queijo. Corte-a com corta-bolachas em forma de animais antes de a cozer no forno.

Mini-espetadas
Muitas crianças apreciarão estas espetadas de cubos de presunto, queijo e ananás e uvas. Não dê a crianças pequenas por presunto ou atum. Coza em tabuleiros e corte em quadrados pequenos.

Salsichas originais
Descongele massa folhada, corte-a em tiras e enrole-as em espiral à volta de salsichas de cocktail. Coza em forno quente durante 15–20 minutos.

Tabuleiro de xadrez
Faça sanduíches de pão escuro e branco com recheios variados. Corte-as em quadrados e disponha as sanduíches enroladas. Corte pão em fatias finas, barre-as com diversos ingredientes e enrole. Ou corte um pão de forma em fatias no sentido do comprimento, barre cada fatia com um recheio diferente e depois corte o pão em fatias

Bolo de aniversário
Decore um bolo para crianças com glace colorida. Faça um relógio com os ponteiros a indicar as 4 horas, por exemplo, se a criança fizer 4 anos. Uma alternativa será uma cara de palhaço com cabelo feito de fios de ovos.

Molhos saudáveis
Molhos simples de queijo-creme, iogurte ou manteiga de amendoim são apreciados por todas as crianças. Adicione aromatizantes suaves, como cebolinho ou molho de tomate, ao iogurte ou ao queijo-creme. Sirva pauzinhos de cenoura, aipo ou outros legumes para mergulhar no molho. Para fazer um molho doce, misture iogurte com mel e prepare bocadinhos de fruta para mergulhar no preparado.

Mini-hamburgers
Faça hamburgers para meter em pães de leite pequenos. São mais fáceis de segurar do que os de tamanho normal.

Semáforo de gelatinas
Disponha camadas de gelatina vermelha, amarela e verde em copos de vidro, imitando as cores dos semáforos.

Chocolate estaladiço
Derreta 175 gr de chocolate e misture 50–70 gr de cereais de pequeno-almoço e frutos secos picados. Deite uma colher em forminhas de papel e deixe secar.

Gulodices personalizadas
Escreva nas bolachas os nomes das crianças com queijo-creme ou glace de açúcar.

Frutos com chocolate
Mergulhe pedacinhos de fruta em chocolate derretido. Deixe o pé para ser mais fácil de pegar.

 

 

Entre os mais nutritivos, contam-se as castanhas-de-caju, as nozes, os pinhões, as avelãs e as amêndoas. Embora não pertençam à mesma categoria de frutos, a castanha e o coco serão também aqui abordados.

A saúde do coração

Muitos destes frutos, nomeadamente as amêndoas, as nozes e o coco, contêm níveis elevados de vitamina E, que nos defende das doenças cardíacas. Embora a maior parte dos frutos secos seja rica em gordura, trata-se, à excepção do coco, de gordura monoinsaturada. Por isso, muitos deles contribuem para a redução do colesterol, se comidos com moderação. As nozes contêm ácido linoleico, o qual reduz não só o colesterol, mas também a tensão arterial, impedindo a produção de coágulos. Alguns frutos secos contribuem também para a formação de glóbulos vermelhos e prevenção da anemia.

Antioxidantes

Para além da vitamina E, muitos destes frutos contêm vitamina C, sobretudo a castanha, a castanha-do-pará, a avelã e o coco; a avelã, a castanha e a castanha-de-caju contêm betacaroteno, que no organismo se transforma em vitamina A. Estas vitaminas antioxidantes são essenciais ao sistema imunitário, reforçando as nossas defesas contra a doença. Em relação aos minerais antioxidantes, as castanhas-do-pará e as nozes contêm selénio, enquanto as amêndoas, pinhões e avelãs contêm zinco. Muitos deles contêm ainda uma série de vitaminas do complexo B, responsáveis pela transformação dos alimentos em energia e fortalecimento do sistema nervoso.

Acção fortificante Ricos quer em proteínas quer em hidratos de carbono, os frutos secos são alimentos energéticos indicados para casos de falta de apetite ou de peso, bem como para convalescentes e vegetarianos. O elevado teor de cálcio nas nozes, amêndoas e castanhas-de-caju fortalece os ossos, dentes e cabelo.

Muitos frutos secos têm ainda propriedades anti-inflamatórias, contribuindo para a redução dos sintomas da artrite reumatóide e alguns problemas de pele. O coco contém níveis elevados de ácido fólico, protegendo contra o risco de espinha bífida no feto. É ainda rico em fitoestrogénios, de grande benefício para as mulheres que sofrem os efeitos da síndroma pré-menstrual e da menopausa.

Escolher, guardar e usar

Prefira este tipo de frutos no seu estado natural, ou seja, evite os salgados, pelados, picados, em pó, etc. Na maioria dos casos, pode simplesmente descascá-los e comê-los ou torrá-los ligeiramente, o que, de uma forma geral, os torna mais saborosos. Pode usá-los em pratos salgados ou doces, bem como em dips ou cremes para barrar.

O coco existe à venda sob diversas formas. Ainda verde, inteiro, com água e leite, que pode beber com uma palhinha, é extremamente nutritivo. Maduro, sob a forma de polpa seca. Pode comprar coco fresco, seco e enlatado, mas, quanto mais fresco e natural, melhor.

Benefícios dos frutos secos
- Protegem contra as doenças cardíacas
- Baixam os níveis de colesterol
- Fortalecem os ossos, dentes e cabelo
- Aliviam os sintomas de síndroma pré-menstrual e da menopausa
- Fornecem energia
- Fortalecem o sangue e previnem anemia.

 

 

Ondina Pires decidiu fazer algumas alterações decorativas em sua casa, em Algés, e adquiriu dois móveis num antiquário. Sabendo de antemão que os móveis antigos são susceptíveis de ter caruncho decidiu chamar um técnico para inspeccioná-los. Este, após os ter analisado informou-a de que realmente precisavam de ser submetidos a uma desinfestação para evitar a propagação do bicho da madeira a outras partes da casa.

O tratamento foi efectuado rapidamente e Ondina pagou 500€. Passada uma semana, cruzou-se com o responsável pelo antiquário que lhe vendeu os móveis e contou-lhe o sucedido. Este ficou estupefacto com a situação e revelou-lhe que todos os móveis existentes no antiquário tinham sido alvo de desinfestação há um mês atrás.

Na verdade há muitas pessoas, que são vítimas de burlas. Cada vez que é necessário fazer alguma obra em casa aparece um charlatão pronto a disparar preços exorbitantes, quando muitas das vezes o problema pode ser resolvido com uma pequena reparação. Aqui fica uma lista das cinco maiores burlas, e o que pode fazer para se proteger.

Telhado Permeável

A Burla. A água está a atravessar o seu telhado. Estará mesmo? Um charlatão poderá dizer-lhe que a água está a infiltrar-se nas telhas, que vai ter necessidade de tirar as camadas antigas e construir um novo telhado, uma obra que lhe pode ficar por cerca de 5000 euros.

A realidade. Na maior parte das vezes, as infiltrações no telhado acontecem devido ao envelhecimento dos materiais e à sua falta de manutenção e o simples facto de proceder à sua conservação pode evitar uma série de problemas e custos elevados. Basta limpar as caleiras, retirar todos os lixos e as acumulações de ervas. Convém também afastar os ninhos feitos pelas aves porque estes entopem os algerozes nos beirados e junto das chaminés.

“O desentupimento de um algeroz custa entre 75 e 100 euros, mas se não fizer esse trabalho, ele apodrece (se for metálico) e então será necessário substitui-lo na sua totalidade, o que envolve muito dinheiro. Isto porque ao levantar uma parte do telhado há o risco de se partirem algumas telhas. Se a casa for muito antiga e não existirem telhas iguais podem fazer-se adaptações, mas se isso também não for possível será necessário substituir todas as telhas, o que, dependendo do tamanho do telhado, pode custar mais de 1000 euros” revela Manuel Verde, agente técnico de arquitectura e engenharia.

Por isso esteja atento e faça uma manutenção anual do material, porque uma telha pode durar 50 anos e a sua substituição só é necessária quando esta apresenta muitas fissuras.

Inundações na Cave

A burla. Se a sua cave apresenta permanentes infiltrações podem facilmente dizer-lhe que terá que a reconstruir totalmente, uma obra que lhe poderá custar uma avultada quantia.

A realidade. As infiltrações são, de facto, o grande problema das caves, e nesses casos será sempre útil analisar a água que aparece porque o problema pode ser causado por infiltrações de águas residuais de esgotos provenientes do exterior, e não se prender com o edifício em si.

Para evitar as infiltrações é necessário colocar caleiras nos beirados e encaminhar as águas para a rede de esgotos pluviais ou para a linha de água (valetas). É muito importante que o terreno apresente uma inclinação no sentido contrário à construção para evitar qualquer proximidade da água. “Se o problema não for muito grave é possível fazer uma simples impermeabilização, o que lhe poderá custar cerca de 300€. Contudo se a pressão de água no exterior for grande, o produto para impermeabilizar deixa de ser eficiente e acaba por formar bolhas à superfície da parede”, revela Manuel Verde.

Quando se constrói uma cave é essencial uma boa drenagem exterior, envolvente às paredes onde encostam terras. Todas as águas do terreno têm que entrar nessa drenagem para não se infiltrarem no edifício. “Se a cave estiver mal feita só existe uma solução: escavar em volta da casa, fazer a drenagem e elaborar um novo isolamento das paredes exteriores o que lhe pode custar cerca de 15000 euros”, constata Manuel Verde.

O Ataque do Caruncho

A Burla. Pode ser facilmente enganado ao tentar eliminar o caruncho da sua casa. Um técnico sem formação poderá recomendar-lhe um tratamento inadequado, com um valor elevado e sem qualquer garantia que o caruncho desapareça. O mais importante é averiguar os conhecimentos do técnico de desinfestação, sendo por isso aconselhável obter informações prévias sobre o mesmo.

A Realidade. Os insectos xilófagos, vulgarmente conhecidos por “caruncho”, pertencem à ordem Coleóptera. Dentro desta ordem existem diversos grupos e dentro destes, inúmeras espécies. Em Portugal são três os grupos que encontramos com maior frequência: os Líctidus, os Anóbidos e os Cerambícidos, sendo a degradação causada por este último a mais rápida e grave.

“O barulho emitido pelas larvas quando estão a roer a madeira pode facilitar o reconhecimento do ataque destes insectos e a sua localização no interior da madeira. Os xilófagos sobrevivem e multiplicam-se com muita facilidade, bastando que encontrem os nutrientes de que necessitam e as condições de temperatura e humidade favoráveis ao seu desenvolvimento. É por isso que a maior parte das pessoas só se apercebe da existência desta praga quando visualiza o material resultante da saída dos insectos adultos, o serrim”, revela José Nunes, director de uma empresa de desinfestação e fumigação.

O caruncho provoca uma perda da resistência mecânica dos materiais lenhosos e nos elementos decorativos pode levar à degradação parcial ou à perda total da peça. Caso se trate de elementos estruturais, frequentemente localizados em zonas de difícil acesso, a actividade prolongada destes insectos pode provocar o colapso da estrutura. Esta situação ocorre com frequência nos elementos de sustentação de coberturas e pavimentos de casas antigas, obrigando, por vezes, à sua total substituição.

“Actualmente, o combate a estas pragas, em peças móveis, é feito por tratamento em câmara de frio ou por anóxia. No primeiro caso coloca-se a peça na câmara por um período de 48 horas. Este tratamento pode custar aproximadamente 150€/m3. No tratamento por anóxia, os móveis são colocados em bolsas plásticas, das quais se retira o oxigénio e se introduz um gás como dióxido de carbono ou nitrogénio, e pode custar entre 500€ a 800€/m3, dependendo de certas condicionantes”, constata José Nunes.

No que respeita ao tratamento de elementos estruturais de grande secção, recorre-se à utilização de válvulas, através das quais se injecta um produto desinfestante sob pressão. Os produtos mais recentes, em forma de gel, são menos nefastos para o utilizador e para o ambiente, apresentando também uma maior capacidade de penetração no material lenhoso, em oposição aos tradicionais produtos líquidos.

A degradação em documentos gráficos pode ser provocada por certas espécies de caruncho, que se alimentam de algumas substâncias existentes nos livros. Por isso esteja atento à presença destes insectos em sua casa, especialmente na Primavera.

O diagnóstico do estado sanitário quanto ao ataque de insecto xilófago de ciclo larvar pode ser realizado com recurso a armadilhas de luz e feromonas, sempre monitorizado por um técnico especializado. Pode recorrer-se ainda a aparelhos de detecção acústica.

A Fraude dos Limpa-chaminés

A Burla. Quando mandar limpar a sua chaminé esteja atento à empresa que vai contratar. Isto porque o escovilhão de limpeza deve percorrer toda a estrutura da chaminé, desde a base até ao tampo, no topo do edifício. No entanto muitos limpa- chaminés utilizam canas de dois metros para chaminés de 14. O que acontece é que só limpam a entrada, ficando o resto por limpar.

A Realidade. Na verdade existem problemas graves, que são causados por esta falta de limpeza. O creosoto, por exemplo é uma substância que se fixa às paredes das lareiras, altamente inflamável, podendo provocar incêndios graves, facilmente propagáveis ao resto da casa. Outro problema grave são as intoxicações devido à inalação de fumos, no caso das lareiras ou devido ao monóxido de carbono libertado pelo esquentador/caldeira no caso das chaminés de cozinha.

“Uma chaminé bloqueada provoca um retorno do monóxido de carbono libertado pelos gases do esquentador/caldeira, que normalmente não têm cheiro mas são letais”, revela Pedro Rebelo – técnico de limpeza de chaminés. “Recomendo por isso uma limpeza anual das mesmas para evitar possíveis incêndios, intoxicações e grandes reparações.” O preço deste trabalho para uma chaminé doméstica varia entre 60 a 80 euros e para uma chaminé de caldeira a gasóleo ronda os 120 euros. Actualmente a inspecção das chaminés já é feita com recurso a câmaras de vídeo. São os chamados sistemas cctv. Tente observar o técnico enquanto ele faz a inspecção, visualize o respectivo vídeo e peça uma explicação técnica do mesmo. “Evite as empresas que na sua publicidade, não indicam um número de telefone fixo ou o nome da firma porque são empresas de ocasião, que não assumem responsabilidades e que por vezes empregam pessoas sem o menor conhecimento sobre chaminés”, constata Pedro Rebelo.

Desastre do Bolor

A Burla. O mercado está inflaccionado de empresas que pretendem resolver problemas, como o bolor; todavia, são poucas as que olham para todas as vertentes da poluição interior, isto é a poluição química, física e a biológica. É nesta última, a poluição biológica, que podem ser identificados e reconhecidos os fungos.

A Realidade. O bolor é o nome dado a fungos filamentosos, também chamados mofos, que em Portugal contaminam cerca de 23 a 35 % das casas. Os fungos são um constituinte do pó da casa, fontes de aeroalérgenos, que podem causar doenças alérgicas como rinite, asma, dermatite, aspergilose broncopulmonar e alveolites extrínsecas.

Os bolores desenvolvem-se preferencialmente em locais húmidos, mal ventilados, quentes e sombrios, sendo regra geral os andares mais baixos dos edifícios e as casas de banho os locais de maior concentração. As patologias associadas aos bolores estão relacionadas com quatro mecanismos: irritativo, imuno-alérgico, infeccioso (micose) e tóxico (micotoxicose). Assim, e por caminhos diferentes, as possibilidades de contrair uma doença são enormes dependendo da capacidade de agressão do bolor e das capacidades de defesa da pessoa exposta.

“O mais importante é tentar evitar os bolores com medidas preventivas adaptadas a cada tipo de fungos. Todavia em caso de doença, deve fazer-se uma avaliação da qualidade do ar em todas as suas vertentes. O custo depende do número de fungos e das avaliações que forem feitas, mas os resultados justificam esse valor, porque identificado o problema e removida a fonte etiológica, o indivíduo fica curado e deixa de tomar medicamentos”, revela Pedro Lopes da Mota, imunoalergologista no Instituto Clínico de Alergologia.

«Deve-se começar por uma inspecção visual detalhada e completa, sem omitir os sistemas de ventilação (filtros), os painéis do tecto, os painéis de gesso (pladur), o cartão, o papel e outras matérias celulósicas. Num segundo momento, é indispensável identificar a origem dos fungos, porque se o problema não for rectificado, os bolores voltam a aparecer. É preciso consertar rapidamente a fuga de água e limpar de imediato a zona danificada. Na verdade, a rapidez de acção (reparação, limpeza, secagem) é primordial para prevenir ou limitar a proliferação dos bolores. Num terceiro momento, deve proceder-se à descontaminação dos locais, que varia consoante o nível de contaminação”, constata Pedro Lopes da Mata. Contratar um Empreiteiro
Seja qual for a reparação que necessita fazer, procure o empreiteiro ideal.
+ Não fale apenas com amigos e vizinhos, mas também com fornecedores de materiais de construção, que estão habituados a separar o trigo do joio.
+ O ideal será contratar um empreiteiro reconhecido pelo Instituto do Mercado de Obras Públicas e Particulares e do Imobiliário (www.imoppi.pt).
+ Proponha-lhe a assinatura de um contrato, elaborado, por exemplo, pela Deco, para garantir uma relação equilibrada entre proprietário e empreiteiro.
+ Peça um orçamento discriminado das obras a executar, para o caso do projecto sofrer alterações que impliquem um eventual aumento de custos.
+ Visite um dos actuais projectos do empreiteiro para examinar a qualidade do seu trabalho.
+ O empreiteiro responsável pela obra não deve, por sua iniciativa e sem o seu consentimento, fazer alterações no projecto. Se o fizer pode exigir-lhe a remoção das alterações ou uma indemnização pelos danos sofridos.
+ Nunca pague antecipadamente o valor total da obra. As prestações devem ser efectuadas à medida que os trabalhos forem sendo realizados.

Os sites da Quercus (www.quercus.pt) e da Associação para a Defesa do Consumidor (www.deco.proteste.pt) têm algumas informações úteis. Se pretender algum esclarecimento pode também contactar a Deco através do telefone:21 841 08 58.

 

 

O seu bolbo, fechado numa casca tipo pergaminho, é composto por secções, chamados dentes, que também se encontram dentro de peles de papel.

O picante do alho deve-se ao clima em que é cultivado. O sul de Espanha, Portugal, e Turquia, onde os dias são longos e quentes e as noites frias, fazem alhos mais picantes. Escolha dentes roliços e suculentos com cascas transparentes. Evite bolbos de alho com rebentos.

Alho fresco
É uma presença familiar nos nossos supermercados no início do Verão. O sabor do alho fresco é mais suave e menos pungente do que o do alho amadurecido.

Alho roxo
A não ser que faça compras em lojas da especialidade, não terá muita escolha ao comprar. O alho rosado ou tingido de roxo que vem da região francesa de Lautrec e está disponível no fim de Agosto é maravilhoso, com grandes dentes suculentos e uma boa potência.

Alho novo
Colhido antes da maturidade, os caules permanecem verdes e frescos. Asse inteiro ou corte o bolbo e as folhas às rodelas e use em saladas.

Esmagar alho

A forma tradicional de libertar os óleos pungentes do alho e facilitar a tarefa de o descascar é colocar o lado achatado de uma faca de cozinheiro sobre um dente de alho e bater-lhe firmemente com o punho.

Esmagador de alho
Trata-se de uma forma conveniente de esmagar alho, mais simples do que esmagar com a lâmina de uma faca e suja menos do que se usar um almofariz. Compre um esmagador de alho forte de alumínio ou aço inoxidável. Alguns têm pontas reversíveis para fácil limpeza.

Armazenar

Guarde em local fresco, escuro e arejado. Se o ar estiver húmido, o alho começará a ganhar rebentos, se estiver quente os dentes transformar-se-ão num pó cinzento. Os bolbos inteiros podem ser guardados em pequenos vasos de barro; cachos de alhos podem ser pendurados num local fresco e escuro.

Alho assado

O alho amadurece e o seu sabor torna-se mais doce depois de assado. É útil como aromatizante, acompanhamento ou guarnição. Pode criar «flores» de alho cortando às rodelas o topo de cada cabeça de alho, pincelando com óleo e cozinhando no forno.

 

 

O frigorífico é daquelas invenções que já fazem parte da nossa vida, sem as quais dificilmente viveríamos. Como iriamos preservar os alimentos?

Mas, mesmo assim, somos muitas vezes confrontados com a deterioração de alimentos colocados no frio ou com a perda de sabor. Exemplo disso são os queijos, nomeadamente os de bola. Mas, como sempre, existem pequenos truques para os preservar.

Experimente embrulhar o queijo num pano previamente embebido em água e vinagre, colocando-o depois no frigorifico. Conservará o sabor e a consistência, evitando a formação de bolor.

 

 

O recheio dificulta a penetração do calor no interior da ave, podendo deixá-la mal passada, por isso é necessário tomar algumas precauções.

O próprio recheio deve ser sujeito a um aquecimento muito elevado para eliminar a possibilidade de desenvolvimento de bactérias.

Não recheie a cavidade interior da ave, mas sim o papo, e nunca o encha demais.

Não se esqueça de que deve pesar a ave com o recheio para calcular o tempo de confecção no fomo.

Se tiver um termómetro de carnes, verifique a temperatura do recheio - esta deve rondar, no mínimo, os 75° C.

Recheie a ave imediatamente antes de a cozinhar.

Como alternativa, cozinhe o recheio separadamente.

 

 

Também pode ser removido de camarão grande cozinhado da mesma forma; é mais difícil retirar a tripa ao camarão pequeno cozinhado.

Corte cuidadosamente o camarão grande ao longo da parte inferior com uma pequena tesoura de cozinha. Depois retire a casca, com cuidado para manter o camarão intacto. A cauda pode ficar, se desejar.

Com uma pequena faca afiada, faça um corte superficial ao longo do lombo do camarão para expor o veio intestinal escuro (nota: em alguns camarões esse veio pode não ser preto e é um pouco mais difícil de encontrar).

Retire o veio com a ponta de uma faca, depois enxague o camarão debaixo de água fria corrente e seque com papel absorvente.

 

 

-Com uma faca afiada, faça incisões no peixe da cabeça ao rabo ao longo da espinha dorsal, retirando depois a pele (se ainda a tiver).

-Vire com cuidado o peixe e retire a pele da parte inferior.

-Usando uma faca afiada, separe o filete superior do peixe e retire-o. Se o peixe for recheado, retire o recheio às colheres antes de remover as espinhas do filete inferior.

-Para remover as espinhas, levante e puxe o rabo para a frente para libertar as espinhas e a cabeça do filete inferior, cortando-o desde o rabo com uma tesoura. Volte a colocar os filetes de cima no lugar. O peixe está agora pronto para ser servido em porções.

- Como alternativa, o peixe pode agora ser revestido com um molho e guarnecido antes de servir.

 

 

Fermentos
Os fermentos fresco e seco podem ser usados alternadamente nas receitas. Como guia, 15g de fermento fresco equivalem a I colher de sopa de grânulos de fermento seco. Ambos crescem a uma temperatura máxima de 30°C se for mais quente matará o fermento. 

Bicarbonato de sódio
Misturado com um ingrediente ácido e um líquido, liberta dióxido de carbono, que faz com que um polme, bolo, ou pão cresça. Sumo de limão, vinagre ou leite azedo podem ser usados como ácidos. Para pães de sódio, leite lho é o ingrediente certo, mas nata de tártaro, um ácido feito de uvas fermentadas, é muito usado.

Fermento em pó
Uma mistura de bicarbonato de sódio e um ácido seco. Misturado com um líquido como um polme, o ácido seco e o bicarbonato de sódio reagem para libertar dióxido de carbono. Trabalhe rapidamente depois de juntar liquido aos ingredientes secos, o dióxido de carbono escapará depressa.